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Necessidades Nutricionais: Adaptação ao Contexto

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Na medida em que a humanidade evolui, os hábitos alimentares vão transformando-se. O leite e a carne tem sido alimentos necessários, sobre tudo, para os povos que tem vivido como nómades (geralmente de sangue tipo B) e para os povos que têm se dedicado à caça, seja por falta de conhecimento para trabalhar a terra ou pela infertilidade do solo em que habitam (geralmente de sangue tipo O), mas, são realmente necessários os laticínios e cárneos para nossa nutrição? A resposta é: NÃO. O único motivo pelo que estes alimentos ainda são relevantes é pela presença de vitamina B12 que, fácilmente, se pode encontrar no consumo ovos cozidos. Fora isso, a vitamina B12 é conservada no fígado.

Atualmente, temos uma estabilidade maior que nos permite desenvolver a agricultura em nossos solos férteis e transportar os produtos naturais a vários lugares, posibilitando o consumo dos nutrientes de que realmente precisamos. Por este motivo é possível que nos adaptemos ao contexto para que realmente demos a nosso corpo o necessário para nutrirmos nossas células e permitirmos que haja mais energia para mantermos nossa saúde (clique aqui para ler sobre micronutrientes para regeneração celular), desta maneira, e associando a nutrição a hábitos saudáveis como aprendermos a respirar, a permitirmos fluir as emoções, a dormirmos o suficiente e a fazermos exercícios físicos (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, que traz exercícios práticos para integrarmos e criarmos uma vida mais íntegra e saudável) aumentamos nossos níveis de energia e aprendemos a nos relacionarmos de uma maneira mais consciente com nosso próprio corpo.

Agora que temos a opção de adquirirmos hábitos que constroem nossa nutrição, é importante que comecemos a buscar conhecimento, a experimentarmos com nosso próprio corpo (clique aqui para ler sobre expandirmos a consciência nutricional) e a encontrarmos a maneira mais apropriada para nos nutrirmos. Ao fazermos isto, estamos apoiando a construção de um consumo mais consciente e pacífico (nosso corpo, os animais e o planeta agradecem). Estas são algumas ações que podemos tomar para percebermos a resposta de nosso corpo:

  1. TESTE DE RESTRIÇÃO: Escolhermos um alimento para ser evitado durante uma semana, primeiro a carne de bói, depois a de porco, depois o frango, depois o peixe (de acordo com cada caso) e depois o leite, os queijos, os embutidos, etc. Este mesmo teste é bom para ser feito com todos os alimentos que consumimos, já que cada organismo reage de maneira diferente e a ideia é encontrarmos os alimentos que realmente fornecem energia porque nos nutrem.

  2. TESTE DE CHEIRO E SABOR: O sabor da comida varia muito, sobre tudo quando existe a tendência a misturarmos a comida com outros alimentos, o que é muito comum. A proposta é consumir cada um dos alimentos por separado, sem sal, sentir se realmente gostamos do cheiro e do sabor deles sozinhos, crus e cozidos.

Entendendo como funciona nosso corpo e aprendendo a dar-lhe o que necessita, percebemos que podemos manter um nível alto de energia durante o dia comendo menos (clique aqui para ler sobre comer menos nutrindo mais) e devolver a saúde e integridade a nossos órgãos desde a mesma célula (clique aqui para ler sobre a importância das proteínas para as células).

Com amor,
Ángel

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Ciclos Naturais: Hortaliças

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Quero ser mais respeitoso com a vida, e por isso vou ser vegetariano. Não quero matar seres vivos para comê-los, quero comer só vegetais. Me surge a pergunta, as hortaliças não têm vida? Devo comê-las? Como faço para comê-las quando já não tenham vida?

As Hortaliças são um grupo imaginário de espécies de plantas que é muito amplo e variado no mundo. Há tantas e pode haver muitas mais, entre os transgênicos e a seleção artesanal de sementes continuam diversificando nossa reserva de alimentos! É uma reserva que parece inesgotável. Embora haja que tomar cuidado com a erosão genêtica (consulte aqui o que é).

Nossos avôs, e nossas avós, selecionaram as plantas mais ricas e nutritivas, carregaram suas sementes para poderem entregar a seus netos o melhor alimento. É processo precioso, é a chama que carregamos @s human@s. Há que agradecer por isso, sua vida.

Levando isso em conta, há que saber que quando comemos a planta, é provável que tenha custado um esforço enorme para poder produzi-la, Não só a nós, mas a uma séria de humanos que produzem seus adubos ou fertilizantes, que produzem sua semente, que preparam o solo, que cuidam e velam pelo cultivo, e depois colhem, carregam o alimento até a mesa. Toda essa cadeia está um pouco escondida ultimamente, mas é que é incrível a quantidade de comida que arrancamos do solo.

Comemos as hortaliças em seu estado mais vital, quando está mais rica e concentra mais energia do sol e da terra. A comida é energia do sol empacotada pelas diferentes plantas e animais em carboidratos, grasas e proteínas. Nos grãos, como o trigo do pão e o milho, comemos seus bebés, que são suas sementes. Replantamos umas, comemos outras. A vida funciona assim, este conceito se chama trofobiose. Também o petróleo e o carvão vegetal, que alimentam nossas indústrias, são energia do sol produzidas e armazenadas por animais e plantas há milhões de anos, mas isso é outra discusão (se se interessar, veja o conceito do EROEI clique aqui para versão em espanhol ou clique aqui para versão em inglês).

Digo que arrancamos o alimento do solo, porque as tecnologías atuais de usufruto da terra são INSUSTENTÁVEIS, que dizer que no futuro não podem continuar acontecendo. Todo nosso alimento, todas nossas construções, todas nossas ferramentas tecnológicas, todas nossas roupas, todas nossas atividades no planeta estão ligadas, inerentemente, a práticas destrutivas. Há contadas exceções, mas são casos isolados, a verdadeira tragedia continua ocorrendo em escalas muito maiores que antes. Dizem que ter um filho é o pior que que lhe pode acontecer ao planeta… Eu não sei, para mim que quem diz isso confunde a vida com a morte e a morte com a vida.

Quanto mais gente consciente houver, disposta a uma mudança, mais oportunidade de biodiversidade e estabilidade ecológica teremos. Somos potencialmente destrutores ou construtores.

Do alface só podemos comer suas folhas se não tem começado a florecer, igual com as couves. Brócolis e coliflores só podem ser colhidos em seu momento, é o botão da flor, o primeiro estado de floração da planta. As cenouras e beterrabas perdem grande parte de seu fruto se as deixarmos florescer, é necessário escolhermos as mais bonitas e tira as semementes, as demais comê-las e agradecê-las. Igual com os animais… há momentos ótimos para comê-los.

Sim, para ambos há MUITAS tecnologías de produção sustentável, mas quase todas afirmam que deve haver uma mudança tão radical que deve afetar todas as esferas da convivencia entre os humanos, a natureza e as demais espécies de micro e macro organismos vivos. Mas isso aí é outra discussão GIGANTE.

É um prazer.

Nicolás.

Traduzido por Ángel

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