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Experiência Potencializadora

Todos temos talentos pessoais que precisam ser integrados à maneira em que nos relacionamos com o mundo, pois só assim conseguimos obter resultados diferentes em nossos empreendimentos. Para criarmos novas formas de contribuirmos para a construção de uma sociedade em paz, devemos começar a identificar aquilo que potencializa nossa paz interior, pois ao fazermos isso, nossa percepção de sucesso e das bases para nossa construção mudam. Negócios sustentáveis, transparentes e coerentes são o resultado de pessoas que investem em sua própria transparência e coerência desde a integridade de sua essência. A maneira em que nos relacionamos com
tudo e todos ao nosso redor é o reflexo de nosso relacionamento com
nós mesmos . Na medida em que ganhamos experiência em conectarmos com nossa paz no presente, percebemos que nossas habilidades e nossa forma de contribuir a partir delas se potencializa, pois começamos a transformar o entretenimento em recriação e aprendemos da unicidade de cada momento.

7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal – eBook para impressão

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Através do processo para reconectar com minha paz interior, tenho chegado à conclusão de que para manifestarmos a paz que queremos no mundo, é essencial nos conhecermos de verdade para potencializarmos nossos talentos e nos integrarmos na medida apropriada ao contexto, assim contribuímos, de maneira autêntica, à construção de uma sociedade de integridade.

A partir dos processos que tenho acompanhado, e aos que tenho contribuido, tem nascido a ideia de transmitir de maneira simplificada o conhecimento que tenho integrado, e do qual sou exemplo, no livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, que, em aproximadamente 100 páginas, integra exercícios práticos, momentos de reflexão pessoal e uma percepção integral de nossos aspectos como seres humanos (mundos mental e emocional integrados ao contexto social), focando nossa energia, para nos desenvolvermos como indivíduos sociais (clique aqui para ler uma parte da introdução do livro).

Cada capítulo é um nível que nos leva a entender com mais profundidade a conexão que há entre nosso sistema de crenças, nossas emoções, nossos sentimentos e nossa autenticidade, para que integremos tudo, da maneira mais apropriada, à expressão integral de nossa essência, e assim, fortalecermos nossa coerência desde nosso coração, nossa paz interior.

Somos a integração de várias dimensões, necessitamos encontrar nossa medida apropriada para contribuirmos como parte do todo, agradecermos, aceitarmos e potencializarmos a autenticidade em unidade.

Para adquirir o livro eletrônico para impressão, clique aqui

O livro inclui uma dedicatória personalizada.

Com amor,
Ángel

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O Jogo da Vida

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A vida é básicamente um jogo onde aprendemos as regras básicas do lugar em que estamos para podermos “encaixar” no modelo actual. Quando pensamos nisso como um quebra-cabeça é como se pegássemos qualquer peça e a encaixássemos à força onde não se encaixa naturalmente, no fim se obtém incoerencia. Quando começamos a questionar-nos sobre tudo em nossa vida, percebemos que há estratégias de jogo que nos permiten conhecer-nos profundamente para poder realmente encaixar nese quebra-cabeça em infinita expansão, é aí quando o resultado que temos é coerente.

Aplicando o mesmo exemplo do quebra-cabeça à nossa própria vida, podemos perceber que, desde a incoerência, temos varias possibilidades de encaixarmos à força nossas próprias peças, tudo o que somos, seja pelo dominio de nossa mente ou pelos padrões inconscientes que carregamos, mas apenas uma maneira de encaixar tudo naturalmente: construindo desde o que potencializa nossa paz.

Então, para nós, que queremos construir uma sociedade íntegra, coerente, transparente e sustentável desde a paz interior, aqui há algumas ações que podemos integrar à nossa vida para inspirar a integridade desde o exemplo:

  1. Autenticidade: sermos autênticos vai além do evidente, é nos conhecermos de verdade, entendermos que é o que realmente potencializa nossa paz interior para colocá-lo em prática e construirmos desde nossos talentos integrados à nossa personalidade, a maneira apropriada para contribuir neste momento, deixarmos de seguir modelos para seguirmos nosso coração.

  2. Contribuição: exercitando nossa autenticidade, entendemos que a competição se torna obsoleta, pois aprendemos a construir nossos próprios sonhos sem necessidade de ganhar ou querer o mesmo que outra pessoa, é desta maneira que contribuímos, fazemos apenas o necessário desde a certeza de quem somos em essência (cliqie aqui para ler sobre integração de nossa essência).

  3. Expressão: na medida em que contribuímos desde nossa autenticidade, percebemos a importância de ajustar nossa expressão pessoal. A maneira em que pensamos e sentimos está tão alinhada e coerente que ao fazermos um gesto, levarmos a cabo uma ação ou emitirmos qualquer palavra que esteja desalinhada com eles, percebemos que há outras formas que precisamos procurar e exercitar para dar coerência e poder ao que transmitimos, sobre tudo quando somos conscientes da importância de sermos o exemplo do que queremos construir como sociedade.

A regra do jogo da vida mais importante para construir é: pensamento, sentimento e expressão devem estar alinhados a um propósito, depende de nós decidirmos fazer isso desde nosso propósito de paz (clique aqui para ler sobre ativarmos nosso modo propósito).

Com amor,
Ángel

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Exemplo Sólido

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Como seres humanos, se percebe a incoerência que se faz presente quando não se sabe o que se quer e, ainda assim, se busca uma falsa segurança tentando controlar tudo ao redor. Desse jeito, se adquirem mecanismos para transmitir uma imagen, diferente da real, aos demais e se justifica a hipocrisia de pregar e não aplicar.

Todos podemos transformar-nos, é uma decisão, existe a possibilidade de que sejamos uma versão diferente, consciente e íntegra de nós mesmos. Isto requer muita reflexão, percepção, transparência e exercício de nossa vontade, alinhada ao propósito de integração e paz. Vejamos alguns aspectos para exercitarmos ser o exemplo que queremos do mundo:

  1. Transparência: percebendo a decisão que tomamos ao respondermos, podemos entender como reagimos, para podermos transformar a forma em que nos expressamos. Podemos responder com a verdade ou não responder, é sempre nossa decisão.(clique aqui para ler sobre exercitarmos a transparência)

  2. Neutralidade: sempre temos a opção de focarmos em nosso próprio processo, de construirmos, de trabalharmos, de nos nutrirmos, então, é necessário destinarmos nosso tempo e energia para julgarmos ou criticarmos, positiva ou negativamente? Não, e o tempo e a energia que economizamos é bem-vindo em nossos projetos pessoais (clique aqui para ler sobre neutralidade)

  3. Respeito: a aceitação e o conhecimento nos permitem aprender a nos respeitarmos desde o básico que é a nutrição de nosso corpo, de nosso relacionamento com nós mesmos e de nossa relação com o mundo e com os demais.(clique aqui para ler sobre o respeito).

  4. Coerência: dizemos que é importante sermos coerentes, mas, somos coerentes entre o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos?, lembremos-nos de que a coerência só se alcança através da integridade e do autoconhecimento, pois o único que realmente queremos é construir paz desde dentro, poder viver a integração de nossa verdade com a verdade dos demais, alinhada ao contexto (clique aqui para ler sobre a coerência).

Escutando, percebendo e integrando-nos como indivíduos sociais nos alinhamos com a paz que todos desejamos, e que só pode ser experimentada na sociedade quando a sentimos dentro e aprendemos a expressá-la (clique aqui para ler sobre paz).

Com amor,
Ángel

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Ativando Nosso Modo Propósito

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É comum encontrarmos pessoas julgando a outras por seus vícios, sobre tudo quando falamos de substâncias como o álcool e as drogas, mas, somos conscientes de nossos próprios vícios? Desde crianças temos vícios, dos quais, às vezes, não somos conscientes, e na medida em que crecemos os fortalecemos ou criamos outros, algo que parece comum como falar mal ou bem das pessoas, pensar de manera pesimista ou otimista, consumir alimentos com ou sem consciência nutricional, ser manipuladores ou submissos, todos estes exemplos são extremos de vícios que temos e que podem, ou não, ser construtivos e sustentáveis no lugar em que vivimos, mas que em determinado momento podem transformar-se em destrutivos e insustentáveis, sobre tudo quando desde nossa sabedoria pessoal percebemos que podemos encontrar uma medida apropriada para tudo na vida, ainda mais quando temos um propósito (clique aqui para ler sobre harmonia da energia).

Refletindo sobre o motivo dos vícios, tenho percebido que nossos desejos mentais e emocionais nos fazem buscar satisfação em coisas que nos fazem esquecer temporáriamente do que não sabemos aceitar em nossa vida, e o que nos permite descer dessa montanha russa emocional é termos um propósito que integra toda nossa vida, que nos permita reconhecer nossos talentos, trabalhá-los e integrá-los ao contexto, que nos leve a usar nosso tempo e recursos para construirmos a partir de nossos próprios sentimentos, pensamentos e expressão. Para isto podemos considerar estes simples aspectos:

  1. Do que gostamos: usando nosso tempo para fazer o que desfrutamos (sobre tudo de maniera independente) nos conectamos com nossa paz e com o apropriado para nossa experiência.

  2. O que fazemos bem: todos temos diferentes talentos, o que sabemos fazer bem e achamos fácil e interessante, comparado con otras áreas, expressa muito sobre nós mesmos e sobre como podemos contribuir na sociedade.

  3. O que admiram de nós: temos características específicas que outros admiram em nós, se não sabemos o que é perguntemos, sobre tudo a aquelas pessoas que nos conhecem mais.

  4. O que queremos transmitir: integrando os 3 aspectos anteriores podemos encontrar diversas formas criativas de nos expressarmos em todas as áreas de nossas vidas, assumindo a responsabilidade por nós mesmos e por transmitirmos o desejo de conexão desde o respeito e a integridade (clique aqui para ler sobre transparência).

Entendamos que como pessoas sempre somos um exemplo que pode ser imitado, então podemos acolher como propósito construirmos paz em todas as áreas de nossa vida a partir do autoconhecimento, a integridade, a transparência e a coerência, para que aprendamos a tomar decisões mais conscientes desde nossa paz (clique aqui para ler sobre como decidir desde nossa paz) para construirmos a partir das diferenças.

Com amor,
Ángel

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Manifestando o Relacionamento que Desejamos

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Tenho passado por vários momentos na vida que têm contribuido para uma percepção mais ampla e responsável sobre os relacionamentos. A vida vivida desde o mundo mental e emocional pode levar a uma desconexão da integridade e do poder pessoal, o que gera experimentar desde os vazios criados pela ilusão de separação que cria pessoas individualistas. Esta é a base para ter relacionamentos com aussência parcial, o total, de transparência, aceitação, respeito e coerência, começando desde o relacionamento com si próprio, e assim continua até que decidimos aprender a experimentar nossa vida desde a integração de nossos mundos mental e emocional com nosso coração, nossa essência.

O relacionamento que temos com nós mesmos é o único que podemos manifestar em nosso relacionamento com tudo e todos ao redor, quanto mais transparentes, coerentes, respeitosos e íntegros somos com nós mesmos, mais manifestamos isso em nossos relacionamentos (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos). É por isto que nosso relacionamento integrado, com nossa vida, com o ambiente e com as pessoas, tem propósitos claros para revelar no presente as consequências do que temos pensado, sentido e expressado, para podermos transformar a maneira em que nos relacionamos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre propósitos dos relacionamentos) .

Agora que entendemos que só podemos manifestar fora os relacionamentos desde nosso estado atual, podemos refletir sobre estes aspectos que efetivamente nos levam a relacionar-nos com tudo ao redor de uma maneira mais consciente:

  1. TRANSPARÊNCIA: este aspecto começa com o autoconhecimento, pois descobrindo nossos motivos por trás de cada decisão podemos analisá-los e alinhá-los à verdade de autenticidade em unidade que está em nosso coração. Sendo sinceros com nós mesmos começamos a sentir aumentar nossa autoconfiança, o que nos leva à certeza de expressar nossos talentos, nosso desejo de contribuir, nossa conexão universal inata e, consequentemente, a manifestar uma realidade na que a expressão da verdade é sempre nossa prioridade.

  2. COERÊNCIA: na medida em que nos conhecemos, percebemos que precisamos permitir que nosso sistema perceptivo se expanda para alinharmos nossa expressão à sabedoria pessoal de quem realmente somos e integrá-la ao contexto. Nossos pensamentos precisam estar mais focados na construção a partir da contribuição (clique aqui para ler sobre contribuição), nossas emoções precisam ser sentidas e integradas para expressarmos integridade desde o sentimento (clique aqui para ler sobre sublimação de emoções) e nossa expressão precisa ser mais íntegra, considerando o contexto e nossa capacidade real de contribuição.

  3. ACEITAÇÃO: quando aceitamos a nós mesmos desde nossa essência e entendemos que todos estamos num processo de experimentação constante de nossa própria realidade, conseguimos aceitar e entender tudo e todos ao redor. Nosso poder de decisão se foca em nós mesmos, somos responsáveis pelo que construímos e pelo impacto que isso causa na sociedade, devemos ser o exemplo da integridade e da paz que queremos do mundo (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. INTEGRIDADE: quando nos conectamos com a realidade como seres íntegros, completos, que temos tudo o necessário para contribuir desde nossa essência, estamos prontos para construir no todo como uma célula, assumindo o papel que nos corresponde desde um propósito que integra todas as áreas de nossa vida e que manifesta relacionamentos focados em sua construção. No estado de integridade conseguimos amar desde a liberdade de ser quem somos e abraçar tudo e todos por ser quem são, entendemos que cada relacionamento é parte da construção e que de acordo com seu propósito em nossa vida é que devemos decidir e agir (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Desde a verdade de nosso coração construímos relacionamentos que nos conectam e fortalecem a estrutura para construir, pois aceitamos as diferenças como parte íntegra do todo e percebemos desde a essência e o momento. Percebemos a vida como um momento, a vivemos como si só existisse o presente com o propósito de deixar um legado íntegro que sirva como exemplo para evoluirmos em unidade, desde o amor, desde a integração.

Com amor,
Ángel

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Mensagem Especial Para Futuros e Presentes Pais

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A forma em que decidimos educar nossos filhos impacta directamente nosso lar, nossa familia, nosso barrio, nossa cidade, nosso país e nosso planeta, então, para escolhermos de maneira mais consciente, perguntémo-nos: Como queremos que seja nosso planeta? Se a resposta é o um mundo de paz, transparência, respeto e coerência, este texto serve para contribuir a esta construção. 

Todos temos algo em comum, somos todos filhos (clique aqui para ler sobre sermos filhos mais conscientes para armonizar nosso hogar), e aprendemos a ser os filhos mais apropriados para a familia na que crecimos, ou mais inapropriados, dependendo do sistema de crenças vigente. Por experiência própria, posso dizer que durante meu crescimento muitas vezes concordei, e muitas outras discordei, com aquilo que percebia e com o que minha família transmitia, cheguei a distanciar-me para sentir-me livre até que me senti pronta para integrar-me de novo com uma visão mais íntegra de mim mesma e do planeta onde eu moro, e graças a isso minhas relações familiares tem se transformado. É a partir desta experiência que transmito esta mensagem especial para todas as pessoas que têm filhos ou queremos ter.

Como filhos, nós somos programados para observarmos e aprendermos com o que está ao redor para podermos adaptar-nos ao lugar em que nascemos, algumas vezes percebemos incoerência e, ao não recebermos respostas sobre os motivos pelos quais nos permitem, ou nos proibem, decidimos experimentar por nossa conta para entender melhor o que há por trás da decisão das pessoas ao redor. Aqui estão os pontos que considero essenciais para educarmos filhos mais conscientes através do exemplo e da coerência: (clique aqui para ler sobre pais conscientes):

  1. RELACIONAMENTOS RESPEITOSOS: para que nossos filhos aprendam a se valorizar e a se relacionar de forma respeitosa e autêntica, eles precisam nos perceber autênticos, estabelecendo prioridades que construam o que queremos na vida e respeitando a todos e tudo ao redor (clique aqui para ler sobre respeito e clique aqui para ler sobre limites). Foquemos mais em nossa construção pessoal e a maneira de canalizá-la para impactar construtivamente e evitar o julgamento positivo ou negativo do que os outros pensam, sentem, fazem ou dizem.

  2. COMUNICAÇÃO TRANSPARENTE: percebamos quantas mentiras (incluindo brancas) dizemos por dia e trabalhemos para evitá-las, quando comunicamos de forma transparente o que somos e o que queremos, de forma coerente e respeitosa, construímos ambientes onde a verdade é um hábito e nossos filhos também percebem isso (clique aqui para ler sobre transparência).

  3. COERÊNCIA: Este é o ponto mais importante, porque só conseguimos coerência quando alinhamos sentimento, pensamento, palavra e ação. É um processo de auto-observação que exige aprendermos sobre nós para agirmos de forma mais consciente (clique aqui para ler sobre nossa coerência).

Trabalharmos em nossa própria coerência nos permite construir o melhor exemplo para nossos filhos e para todas aquelas pessoas que nos amam e nos admiram. Tenhamos consciência do impacto que causamos e assumamos a responsabilidade de sermos sempre o melhor exemplo que podemos, um exemplo que nem sequer precise ser explicado.

Com amor,
Ángel

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Decidindo por Convicção

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Nesta última semana, tenho estado presente em situações em que tenho percebido que necessitamos nos conectarmos com o que somos, e como estamos, no momento atual e entendê-lo como um resultado pessoal de nossas próprias decisões. O quê aconteceria se neste momento chegasse alguém que conhece nossos mais profundos desejos e nos vende a ideia perfeita para torná-los realidade?, aceitaríamos de qualquer maneira, ou avaliaríamos se a idea está alinhada a nossos valores, princípios e coração (clique aqui para ler sobre conexão com o coração)?, refletiríamos sobre o benefício real que traz ao entorno, ou nos convenceríamos com nossa própria mente de que, se me faz feliz faz feliz ao mundo?

Estamos numa época em que temos muita mais informação disponível sobre o que necessitamos e, portanto, podemos decidir de maneira mais consciente (clique aqui para ler sobre construção consciente). Além disso, é essencial que nos sintamos, pois dentro de nós podemos encontrar respostas que só podemos sentir por dentro, que ninguém mais pode perceber. Pensemos num momento em que tivemos que decidir sobre algo e, ao pensarmos em aceitar, tudo se revoltou dentro de nós, nosso corpo gritava “NÃOOO” e nossa mente e seus desejos gritavam “SIIIIIM”; isto é informação interior e é necessário que a consideremos e a integremos, coerentemente, com a informação externa, para decidirmos mais conectados com nós mesmos (clique aqui para ler sobre coerência).

Podemos escolher tomar a decisión apropriada para nós dentro do meio em que estamos, respeitando nossos limites e os limites dos outros, respeitando o meio ambiente e as leis do lugar em que estamos. Lembremos-nos de que TUDO, O QUE SENTIMOS, PENSAMOS, DIZEMOS E FAZEMOS, TEM UM IMPACTO INTERNO E EXTERNO, então, estamos dispostos a tomar decisões que impactem construtiva e sustentavelmente  a nós mesmos e a tudo a nosso redor?

Tudo na vida requer uma construção, o que funciona para uns não funciona para outros, por isso é muito importante que aprendamos através de nossa experiência. Podemos fazer isso aplicando o que aprendemos de outros, ou integrando a informação que recebemos ao que já funciona para nós. Perguntemos, a nós mesmos, o seguinte: no longo plazo tudo o que nos dizem que façamos tem um desenvolvimento sustentável e um impacto positivo em nós, nossa família, a sociedade e o planeta? Para chegarmos nessa resposta sería necessário conhecermos transparente e integralmente a vida da persona que o aplica, e essa informação não a temos, então, que tal se começarmos por aceitar quem somos e onde estamos, reconhecemos o que temos feito na vida que tem funcionado para nós e transformamos o que não em aprendizado para criar nossa própria maneira de fazermos as coisas (clique aqui para ler sobre transparência)?

Esta reflexão vem de meu sentimento de unidade, do que vivo e do que percebo. Estou convencida de que sendo mais conscientes e coerentes, desde nosso interior, conseguimos expressar consciência e coerência no planeta em que vivimos. Podemos escolher, eu escolho decidir de maneira construtiva, sustentável e coerente com uma sociedade mais humana. Interiorizando o que recebemos encontramos as respostas que necessitamos.

Com amor,
Ángel

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A Vida e A Morte: Outra Perspectiva

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A definição de morte é o fim da vida, mas a definição de vida, dentre outras, é a existência após a morte. Independentemente da crença que temos sobre a vida e a morte, é nossa existência que nos mantém vivos, o que transmitimos aos nossos pais, filhos, amigos, companheiros, etc.

Um dia, conversando com um amigo, chegamos à conclusão de que sua esposa continuava com ele e com seus filhos, plantou amor, atenção, respeito e presença, e tudo isso continua dando frutos nas pessoas que são hoje. Então ela ainda está viva, ela existe nos corações e mentes das pessoas.

É nossa decisão o que queremos construir em nossas vidas e transmitir aos outros, pois pode ser algo que as pessoas continuam transmitindo como destrutivo (o que vai contra a vida, o respeito, a transparência e a paz), mas também pode ser construtivo (o que é a favor da vida, respeito, transparência, paz). Quando queremos transmitir algo que nos constrói como humanidade, podemos seguir essas ações:

  1. MELHORARMOS NOSSA COMUNICAÇÃO: escutarmos melhor, silenciarmos a mente, recebermos informações sem julgá-las para integrá-las e respondermos de forma coerente com o que escutamos (se realmente há algo que podemos dizer que seja apropriado), aprendermos a usar melhor palavras e gestos que usamos para nos expressarmos, sermos claros na mensagem que queremos transmitir, abrirmos nossa mente para estabelecermos uma comunicação mais clara que estimule a transparência. Lembremo-nos de que, para que haja transparência, precisamos aprender a escutar e construir a partir disso, porque quando as pessoas nos percebem como inflexíveis e autoritários, o diálogo vai para o lado da mentira, seja para “evitar” conflitos (que depois podem ser piores do que seria no momento) ou para obter o que se quer (clique aqui para ler sobre transparência).

  2. RESPEITARMOS E ACEITARMOS: O fato de algo ser apropriado para nós não significa que o seja para todos. Quando realmente nos conhecemos e aceitamos o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos, aprendemos que o verdadeiro respeito é entendermos que todos temos o direito de sermos diferentes, e que isso não nos torna melhores ou piores, e entendemos que é necessário aceitarmos as diferenças como uma forma de enriquecermos as construções humanas. Assumirmos a responsabilidade (clique aqui para ler sobre responsabilidade) por tudo o que depende de nós (sentimento, pensamento, palavra e ação) é o primeiro passo para construirmos uma humanidade mais consciente, influenciamos constantemente (conscientemente ou inconscientemente) tudo a nossa volta (clique aqui para ler sobre o respeito ).

  1. TRANSFORMARMOS:  Para obtermos resultados diferentes, é necessário transformarmos o que existe de forma criativa, potencializando o que é útil neste momento para construir a paz (clique aqui para ler sobre cnstrução da paz). Sendo conscientes de que somos parte da humanidade e de que precisamos assumir nossa responsabilidade como únicos no todo, conseguimos construir entre todos, integrando mais os pontos de vista disponíveis (clique aqui para ler sobre construirmos com consciência).

Cada semente que plantamos tem o potencial de germinar, sejamos mais conscientes disso e plantemos o que queiramos colher, já que dessa maneira estamos mais focados en viver, em existir.

Com amor,
Ángel

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Reflexos nos Relacionamentos: Edição Especial

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Há um assunto que é muito comum quando há falta de autoconhecimento, a injustiça, tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. No trabalho é apresentado, acima de tudo, no reconhecimento da perspectiva pessoal de cada um, pois é percebida a desigualdade de remuneração em relação ao esforço de trabalho e o que chamamos de “puxa-saquismo” no Brasil. Já na vida pessoal, pode acontecer em nossa família, casal ou amizades, é também a percepção de que o que fazemos não é suficiente para as pessoas, que cada vez exigem mais de nós e não reconhecem nosso “esforço” (eu coloco a palavra esforço entre aspas porque é o que fazemos quando tentamos buscar aprovação externa, o que não é necessário quando começamos a nos guiar através da aprovação interna – clique aqui para ler o artigo completo sobre Aprovação Interna em 3 passos).

Conectado ao conceito de injustiça, em geral, há poder sobre outros. No trabalho, em alguns casos, as pessoas que ocupam posições mais altas são pessoas que usam seu poder pessoal para manipular todos e tudo a seu redor, e essa é uma das razões para chegar a essa posição (fora do poder que eles têm com o conhecimento e a experiência que podem ter), obviamente, se nosso desejo é exercermos nosso poder pessoal sobre nós mesmos, não nos encaixamos numa posição que exige fazer isso, certo? Já em outros tipos de relacionamentos, encontramos pessoas que querem exercer controle sobre os outros e não deixá-los ser eles mesmos (fiquemos de olho, podemos ser nós mesmos), aqui encontramos avós, pais, filhos, irmãos, casais, amigos, que querem tudo feito à sua maneira e, quando isso não é feito, eles usam o medo como uma ferramenta de manipulação para ganhar controle.

Nos sentimos identificados com alguma dessas situações? Se a resposta for “SIM”, continuemos lendo esta edição especial de reflexos para que possamos encontrar uma maneira assertiva de sairmos dessa situação e criarmos novas oportunidades em nossa vida com base em decisões pessoais feitas por convicção (clique aqui para ler o artigo sobre decidir por convicção).

AMBIENTE LABORAL

Como podemos agir de forma mais assertiva perante situações que consideramos injustas no local de trabalho? O principal nesta situação é entendermos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí sobre nós mesmos.

Tenho escutado muitas pessoas reclamarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também tenho notado que muitas dessas pessoas que reclamam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento, e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecer melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de percebermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos (clique aqui para ler sobre o que merecemos), bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos algumas perspectivas que podem contribuir para nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos com nossos talentos pessoais integrados. O que é que se facilita, e gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais íntegra, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 7 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade. É por isso que escrevo e assisto às pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em paz em todas as áreas de sua vida? 

RELACIONAMENTOS PESSOAIS

Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos um personagem que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a transparência nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal (clique aqui para ler sobre empoderamento), cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecermos às pessoas e entendermos como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o conhecimento).

Aqui estão algumas perspectivas que podem contribuir com a nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos (incluindo nós mesmos), se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos e expressamos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre coerência).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o bastante para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, consciente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação (clique aqui para ler o artigo sobre perdão).

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava satisfeita com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso e expresso de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz que permite que você esteja em paz?

Com amor,
Ángel

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