Arquivo da tag: tranquilidade

Costumes

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O costume pode ter nos levado a abraçar muitos lugares emocionais em nossa vida, mas também pode nos trazer de volta para casa, reconectar-nos com nós mesmos (clique aqui para ler sobre vir a nós).

Podemos mudar de hábitos um sem-número de vezes (clique aqui para ler sobre mudança de hábitos), mas há um hábito que fortalece nossa confiança em nós mesmos, intensifica nossa autossuficiência, nos leva a encontrarmos a medida apropriada para nos expressarmos e para darmos e recebermos, é tomarmos cada decisão desde nossa paz.

Decidirmos desde nossa paz nos leva a aceitar que estamos em constante movimento, além do tempo e do espaço, e que a única forma de encontrarmos paz fora é seguir a paz que sentimos dentro no presente.

O costume de decidirmos desde nosso sentimento de paz revela um lado tranquilo e conectado de nós mesmos. Nossa integridade nos leva a permanecermos num estado de fluxo em que em todo momento encontramos recriação integrada a nossa criatividade e à forma de contribuição pessoal desde nossa autenticidade (clique aqui para ler sobre recriação).

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É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Potencializando Nossa Respiração

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A respiração é uma parte essencial de nosso processo de nutrição, já que o oxigênio que entra em nossos pulmões é transportado a todas as células de nosso corpo para efetuar o processo de respiração celular, que ocorre nas mitocôndrias, e que, através da oxidação dos nutrientes dados ao corpo a partir de nossa nutrição (clique aqui para ler sobre micronutrientes e regeneração celular) produz a energia que nosso corpo precisa para manter nossas funções vitais e permitir-nos pôr nossa criatividade em ação (clique aqui para ler sobre criatividade desde a sublimação).

Na medida em que conhecemos melhor nosso corpo conseguimos entender que há uma maneira mais apropriada de respirarmos para aproveitarmos o 100% de nossa capacidade pulmonar e aumentarmos nossos níveis de energia comendo apenas o apropriado para nosso momento (clique aqui para ler sobre nutrindo mais comendo menos). Seguindo estes simples passos podemos potencializar nossa respiração:

  1. Posição: a posição mais apropriada para uma respiração mais eficiente é mantendo as costas retas, seja deitados ou sentados, com os ombros abertos e o abdômen contraído.

  2. Inalação: para uma respiración mais eficiente é essencial inalarmos o ar pelo nariz (para quem tem tido rinite e tem se acostumado a respirar pela boca é necessário voltar aos poucos a acostumar o nariz para que o ar se abra o espaço que lhe pertence dentro da vía aérea nasal clique aqui para ler sobre como me livrei da rinite), pois o nariz serve como filtro do ar que respiramos.

  3. Movimento externo: na medida em que vai entrando o ar nos pulmões o movimento externo de expansão deve começar na parte alta do abdômen (onde está o diafragma) e expandir-se até o esterno (expandindo o peito e mantendo os ombros quietos), quando sai o ar o movimento de contração começa no esterno e finaliza na parte alta do abdômen.

  4. Exalação: quando temos expandido totalmente o esterno podemos iniciar uma exalação lenta pelo nariz.

Para aumentarmos nossa capacidade pulmonar podemos fazer esta respiração nasal completa contando os segundos enquanto inalamos, mantemos o ar, exalamos e esperamos para iniciar o processo de novo. Na medida em que aumentamos a quantidade de segundos nestes processos percebemos um aumento de nuestra tranquilidade e de nossa energia pessoal e criativa. A ideia é mantermos esta respiração em todo momento, então precisamos integrar esta práctica para percebermos seu efeito em todas as áreas de nossa vida.

Com amor,
Ángel

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História de um Ser…

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Hoje te conto a história de um ser em estado alterado que vivía no alto de uma colina e cantava odes ao vento. Acalmava seu ser o intenso entendimento de que é sua expressão que o enche de amor. Já entendida a matéria, percebeu que quando o fazia, circulava sua energia e o punha em estado de alegria e plenitude.

Este é o relato de uma dinâmica fácil e prática, de como nos transformamos revivendo os momentos motivacionais simples, que sempre temos carregado em nosso coração. Quando fazemos o que nos nasce, do coração, elevamos nossa frequencia vibratória de paz, entramos em um estado de fluxo e reconexão com nós mesmos e tudo o que existe ao redor.

Fazendo coisas simples como cantar, rir, cozinhar, compartilhar, ler, escrever, ou qualquer outra coisa que façamos com amor, conseguimos sentir novas dimensões das mesmas situações e perceber novos aspectos das mesmas pessoas. É maravilhoso perceber como simples ações inclusivas podem expandir nossa percepção e ensinar-nos que sempre há outras maneiras de canalizarmos a energia, como direcionando-a para construirmos hábitos que nos façam sentir-nos mais conectados com tudo e todos ao nosso redor.

Façamos uma lista de tudo o que nos afaste de estarmos tranquilos e outra de tudo o que nos gera paz. Tornemos hábitos diários todos os que nos conectem com a fluidez do momento presente e comecemos a exercitar a expressão desde nosso coração (integridade, coerência, transparência e respeito) (clique aqui para ler sobre empoderarmos hábitos).

Com amor,
Ángel

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Aprovando-nos desde dentro em 3 passos

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Na medida em que tenho ido avançando em meu próprio processo de empoderamento pessoal, tenho percebido que há um ponto muito sensível na maneira na que nos relacionamos com o mundo: A Aprovação Externa. Alguns de nós aprendemos que nosso sucesso na vida depende da aprovação externa, do que os outros pensam de nossa vida, de nossos projetos, de nossos relacionamentos, e chegamos a esquecermos um puoco de nossa própria aprovação interna porque não nos conhecemos o suficiente para podermos entender nossos próprios desejos e limites.

De alguma maneira, como escrevi no artigo sobre o ego (clique aqui para ler o artigo completo), todos vivemos num contexto e necessitamos alinhar, pelo menos, nossas ações às leis do lugar em que estamos, pois fazemos parte do coletivo, e, à parte disto, às vezes encontramos expectativas sociais que nos fazem pensar que precisamos ser ou agir de determinada maneira para termos sucesso, mas, como vimos no artigo O que merecemos? (clique aqui para ler o artigo completo) o sucesso é o resultado feliz de um ato, é, simplesmente, chegarmos aos resultados que são mais apropriados para nós mesmos, não implica, necesariamente, casarmos, termos mansões, empresas, carros, filhos, é tão simples como viver nosso presente da maneira mais autêntica e íntegra possível, aprovando-nos plenamente.

Para podermos seguir nosso caminho real conectado com nossa essência, é fundamental que nos conheçamos o melhor possível, pois somos todos diferentes, cada um de nós tem uma estrutura similar, mas as conexões com os acontecimentos, e as reações a elas, variam, desde o que consideramos prazeroso ao que consideramos desconfortável, por isso necessitamos evitar um pouco esse fanatismo por seguirmos referenciais (clique aqui para ler sobre fanatismo), pois só nós mesmos podemos nos conectarmos com a maneira mais apropriada de construirmos nossa própria realidade e para isto necessitamos realmente aprovar-nos desde o interior. Podemos fazer isto aplicando estes 3 passos:

  1. FORTALECERMOS NOSSA CONEXÃO INTERIOR: Para que consigamos isto, é necessário que nos demos um espaço durante o dia para que possamos estar sozinhos, alguns momentos em silêncio para nos sentirmos e nos entendermos melhor, outros fazendo algo do que gostemos e que possamos fazer sozinhos. Ao criarmos este espaço em nosso dia, começamos a perceber novas coisas em nós que expandem nossa percepção e nos permitem nos questionarmos sobre o que está em nossa vida que necessita sair para permitir a prensença de nosso presente de coração (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

  2. PRIORIZARMOS O QUE NOS TRAZ TRANQUILIDADE: Na medida em que vamos avançando em nosso tempo a sós, percebemos facilmente o que nos traz tranquilidade, esses momentos nos que sentimos que tudo flui, quando trabalhamos, cantamos, escrevemos, desenhamos, brincamos, etc. Quando começamos a priorizar estas ações é mais fácil perceber aquilo em nossa vida que nos tira de nosso centro e não nos traz tranquilidade, assim podemos decidir em consequência para podermos manter um ambiente em que nos sintamos em harmonia e possamos atrair pessoas que estão nessa mesma frequência para construirmos com elas (clique aqui para ler sobre conectarmos com a neutralidade).

  3. CONSTRUIRMOS A PARTIR DE NOSSA ESSÊNCIA: Tendo claro o que desfrutamos, podemos começar a integrar outras ações, sozinhos ou acompanhados, que tenham o propósito de trazer harmonia a nossa vida a partir de nossos talentos e nossa essência. Quanto mais aprovamos a nós mesmos desde o que nos traz tranquilidade em todas as áreas de nossa vida, mais conectados estamos com as pessoas que vibram essa harmonia, melhorando assim nossos relacionamentos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre elevarmos nossa experiência).

Conheçamos o que nos permite fluir e amemos isso o suficiente para que nos aprovarmos seja nossa única opção. Quando nos aprovamos, estamos expressando que confiamos em nós mesmos e assim podemos tomar as decisões mais apropriadas para nossa própria vida. Nos aprovamos totalmente?

Com amor,
Ángel

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