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Crescendo através da Recriação

Quando focamos em construirmos desde nossa paz, a recriação é um aspecto essencial, já que é a maneira de integrarmos todas as áreas de nossa vida em nosso próprio propósito de paz. É momento de aprendermos mais sobre nossa maneira pessoal de construirmos o que nos faz fluir. É tão simples como vivermos em nosso próprio presente e tomarmos decisões desde nossa paz em cada momento. Isto é, estamos tão conscientes e conectados com nossa essência, que confiamos em cada decisão que tomamos desde a paz para construirmos uma vida íntegra. Podemos decidir viver nossa vida como um todo, onde nossas áreas pessoal e profissional se tornam uma, pois permitimos que nossa essência seja a base de tudo e expressamos nossa autenticidade. Desta maneira, percebemos o tempo diferente, apenas entendemos que nossa área pessoal contribui para nossa área profissional, e que nossa área profissional também contribui para nossa área pessoal, então o planejamento se faz dispensável e cada momento podemos nos recriar e curtir a vida. A informação que recebemos através de conversas, filmes, livros, música, ou qualquer outra fonte, pode ser usada para recriarmos tudo o que construímos desde nosso propósito de paz. Isto nos faz sentir que estamos sempre construindo um mundo de paz, com cada decisão que tomamos.

Ativando Nosso Modo Propósito

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É comum encontrarmos pessoas julgando a outras por seus vícios, sobre tudo quando falamos de substâncias como o álcool e as drogas, mas, somos conscientes de nossos próprios vícios? Desde crianças temos vícios, dos quais, às vezes, não somos conscientes, e na medida em que crecemos os fortalecemos ou criamos outros, algo que parece comum como falar mal ou bem das pessoas, pensar de manera pesimista ou otimista, consumir alimentos com ou sem consciência nutricional, ser manipuladores ou submissos, todos estes exemplos são extremos de vícios que temos e que podem, ou não, ser construtivos e sustentáveis no lugar em que vivimos, mas que em determinado momento podem transformar-se em destrutivos e insustentáveis, sobre tudo quando desde nossa sabedoria pessoal percebemos que podemos encontrar uma medida apropriada para tudo na vida, ainda mais quando temos um propósito (clique aqui para ler sobre harmonia da energia).

Refletindo sobre o motivo dos vícios, tenho percebido que nossos desejos mentais e emocionais nos fazem buscar satisfação em coisas que nos fazem esquecer temporáriamente do que não sabemos aceitar em nossa vida, e o que nos permite descer dessa montanha russa emocional é termos um propósito que integra toda nossa vida, que nos permita reconhecer nossos talentos, trabalhá-los e integrá-los ao contexto, que nos leve a usar nosso tempo e recursos para construirmos a partir de nossos próprios sentimentos, pensamentos e expressão. Para isto podemos considerar estes simples aspectos:

  1. Do que gostamos: usando nosso tempo para fazer o que desfrutamos (sobre tudo de maniera independente) nos conectamos com nossa paz e com o apropriado para nossa experiência.

  2. O que fazemos bem: todos temos diferentes talentos, o que sabemos fazer bem e achamos fácil e interessante, comparado con otras áreas, expressa muito sobre nós mesmos e sobre como podemos contribuir na sociedade.

  3. O que admiram de nós: temos características específicas que outros admiram em nós, se não sabemos o que é perguntemos, sobre tudo a aquelas pessoas que nos conhecem mais.

  4. O que queremos transmitir: integrando os 3 aspectos anteriores podemos encontrar diversas formas criativas de nos expressarmos em todas as áreas de nossas vidas, assumindo a responsabilidade por nós mesmos e por transmitirmos o desejo de conexão desde o respeito e a integridade (clique aqui para ler sobre transparência).

Entendamos que como pessoas sempre somos um exemplo que pode ser imitado, então podemos acolher como propósito construirmos paz em todas as áreas de nossa vida a partir do autoconhecimento, a integridade, a transparência e a coerência, para que aprendamos a tomar decisões mais conscientes desde nossa paz (clique aqui para ler sobre como decidir desde nossa paz) para construirmos a partir das diferenças.

Com amor,
Ángel

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Decidindo por Convicção

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Nesta última semana, tenho estado presente em situações em que tenho percebido que necessitamos nos conectarmos com o que somos, e como estamos, no momento atual e entendê-lo como um resultado pessoal de nossas próprias decisões. O quê aconteceria se neste momento chegasse alguém que conhece nossos mais profundos desejos e nos vende a ideia perfeita para torná-los realidade?, aceitaríamos de qualquer maneira, ou avaliaríamos se a idea está alinhada a nossos valores, princípios e coração (clique aqui para ler sobre conexão com o coração)?, refletiríamos sobre o benefício real que traz ao entorno, ou nos convenceríamos com nossa própria mente de que, se me faz feliz faz feliz ao mundo?

Estamos numa época em que temos muita mais informação disponível sobre o que necessitamos e, portanto, podemos decidir de maneira mais consciente (clique aqui para ler sobre construção consciente). Além disso, é essencial que nos sintamos, pois dentro de nós podemos encontrar respostas que só podemos sentir por dentro, que ninguém mais pode perceber. Pensemos num momento em que tivemos que decidir sobre algo e, ao pensarmos em aceitar, tudo se revoltou dentro de nós, nosso corpo gritava “NÃOOO” e nossa mente e seus desejos gritavam “SIIIIIM”; isto é informação interior e é necessário que a consideremos e a integremos, coerentemente, com a informação externa, para decidirmos mais conectados com nós mesmos (clique aqui para ler sobre coerência).

Podemos escolher tomar a decisión apropriada para nós dentro do meio em que estamos, respeitando nossos limites e os limites dos outros, respeitando o meio ambiente e as leis do lugar em que estamos. Lembremos-nos de que TUDO, O QUE SENTIMOS, PENSAMOS, DIZEMOS E FAZEMOS, TEM UM IMPACTO INTERNO E EXTERNO, então, estamos dispostos a tomar decisões que impactem construtiva e sustentavelmente  a nós mesmos e a tudo a nosso redor?

Tudo na vida requer uma construção, o que funciona para uns não funciona para outros, por isso é muito importante que aprendamos através de nossa experiência. Podemos fazer isso aplicando o que aprendemos de outros, ou integrando a informação que recebemos ao que já funciona para nós. Perguntemos, a nós mesmos, o seguinte: no longo plazo tudo o que nos dizem que façamos tem um desenvolvimento sustentável e um impacto positivo em nós, nossa família, a sociedade e o planeta? Para chegarmos nessa resposta sería necessário conhecermos transparente e integralmente a vida da persona que o aplica, e essa informação não a temos, então, que tal se começarmos por aceitar quem somos e onde estamos, reconhecemos o que temos feito na vida que tem funcionado para nós e transformamos o que não em aprendizado para criar nossa própria maneira de fazermos as coisas (clique aqui para ler sobre transparência)?

Esta reflexão vem de meu sentimento de unidade, do que vivo e do que percebo. Estou convencida de que sendo mais conscientes e coerentes, desde nosso interior, conseguimos expressar consciência e coerência no planeta em que vivimos. Podemos escolher, eu escolho decidir de maneira construtiva, sustentável e coerente com uma sociedade mais humana. Interiorizando o que recebemos encontramos as respostas que necessitamos.

Com amor,
Ángel

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O que merecemos?

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Aprendermos a seguir o nosso coração (clique aqui para ler o artigo completo sobre a conexão com nossos corações) é uma das formas mais efetivas para que entendamos que somos valiosos como somos e que, se decidimos ser íntegros e completos no presente, isso é o mínimo que merecemos viver, é a partir daqui que começamos a priorizar, de forma mais apropriada para nós, as atividades e as pessoas em nossas vidas.

Algumas das nossas crenças nos fazem aceitar migalhas da vida, porque sentimos de alguma forma que é isso que damos, é por isso que precisamos aprender mais sobre nós mesmos e investir no desenvolvimento de nossas habilidades humanas como um todo, desde a maneira em que nos relacionamos com nós mesmos, como base, até como damos o mais apropriado para nós em cada momento em que vivemos. Vamos ver situações que podem se apresentar, nas quais podemos escolher um caminho mais integral para nós mesmos:

  1. Dependemos de que as pessoas façam o que queremos? É mais comum do que pensamos, ocorre principalmente nas relações de poder em que precisamos sentir que dominamos a outra pessoa para nos sentirmos seguros. Precisamos aprender a sermos autossuficientes e nos conhecer tão bem que saibamos o que realmente podemos fazer, para sabermos o que os outros podem dar também. Todos nós temos nossos talentos e podemos construir juntos, mas não delegar responsabilidade por tudo o que queremos e precisamos, cada um de nós deve fazer sua parte. Desta forma, temos relacionamentos mais construtivos e deixamos a dependência emocional de lado para construirmos relacionamentos mais integrais.

  2. Consideramos que não recebemos o que damos? Avaliemos os motivos que nos levam a dar, porque muitas vezes acreditamos que é o melhor para a outra pessoa sem considerar o que ela vive. Só podemos realmente saber o que é mais apropriado para nós, dar mais atenção ao que podemos trabalhar em nós mesmos e escutar mais aos outros, evitando as nossas respostas automáticas.

  3. Dizemos SIM por satisfazermos aos outros? A vida é feita de momentos, dizendo sim a tudo sem nos questionarmos se é o que é realmente necessário para construirmos o que queremos em nossas vidas, é dizer que merecemos qualquer coisa, avaliemos melhor e decidamos de acordo com nossos próprios princípios e projetos, respeitemos a nós mesmos (clique aqui para ler sobre como dizer “NÃO”).

  4. Nos interesa alguém que está comprometido? Este caso pode se apresentar, então, antes de tentarmos convencer-nos, através de nossas crenças, ou experiências pessoais ou de outros, que é correto entrar no meio de um relacionamento, pensemos em como gostaríamos que nosso relacionamento fosse e se o que vamos fazer gostaríamos de experimentá-lo se fóssemos a outra pessoa do casal. Qualquer ação ou reação tem seu efeito, assim que, mesmo que nos sintamos imunes, é necessário avaliarmos cada passo que queremos tomar.

  5. Trabalhamos por amor o por necessidade? Os medos de que carecemos de recursos ou de que nossos talentos não são pagos se os fazemos sozinhos (ou demoram em nos dar retorno), ou a necessidade de nos tornarmos milionários porque pensamos que seremos felizes, ou porque pensamos que apenas o dinheiro leva ao sucesso, estes são alguns dos motivos que podem nos manter numa vida governada por dinheiro que nem nos satisfaz, mas pelo menos nos faz sentir segurança material. Questionemo-nos sobre nossas prioridades na vida, trabalhamos num lugar que respeita as pessoas, o meio ambiente, e que tem valores alinhados aos nossos como pessoas? O que faríamos se tivéssemos um último dia de vida, trabalharíamos nessa empresa? Aqui precisamos integrar tudo com o que fluimos e colocá-lo no contexto em que nos encontramos. Lembremo-nos de que o sucesso é o resultado feliz de um ato, portanto, passarmos sobre nós mesmos, nossos princípios e outras pessoas (por mais bem mentalmente justificado que possa parecer), não é termos sucesso, avaliemos nossas ações de maneira cada vez mais consciente.

Merecemos um presente integral, alinhado aos nossos valores e ao respeito e ao amor que temos por nós mesmos, então, avaliemos as opções que nos são apresentadas, tudo o que nos faz duvidar podemos avaliá-lo melhor ainda, confiemos mais em nós mesmos, e em nossas capacidades, e veremos uma nova realidade para nós (clique aqui para ler sobre como decidirmos por convicção).

Com amor,
Ángel

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