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Liberdade

A liberdade é parte de nós desde que nascemos. Somos livres de construirmos nossa própria vida, e, para isto, é essencial conhecermos o impacto que têm nossos pensamentos, sentimentos e expressão desde nossa intenção.

Quando acontece algo em nossa vida, e o entendemos como consequência de nossas decisões, conseguimos aprender a reconhecer nossas motivações e a ajustá-las para construirmos o que queremos desde nossa paz.

Construirmos desde nossa paz nos permite aprender ao nosso ritmo o que está alinhado com nossa vida e transforma nosso relacionamento com nós mesmos e com o mundo, pois entendemos que cada um de nós tem a liberdade de escolher esta opção de construção e de tomar as decisões apropriadas desde sua paz no presente.

A liberdade de sermos quem somos é essencial para transformarmos a sociedade, pois percebemos a importância de focarmos em construirmos vidas mais sustentáveis em todos os aspectos.

Ativando Nosso Modo Propósito

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É comum encontrarmos pessoas julgando a outras por seus vícios, sobre tudo quando falamos de substâncias como o álcool e as drogas, mas, somos conscientes de nossos próprios vícios? Desde crianças temos vícios, dos quais, às vezes, não somos conscientes, e na medida em que crecemos os fortalecemos ou criamos outros, algo que parece comum como falar mal ou bem das pessoas, pensar de manera pesimista ou otimista, consumir alimentos com ou sem consciência nutricional, ser manipuladores ou submissos, todos estes exemplos são extremos de vícios que temos e que podem, ou não, ser construtivos e sustentáveis no lugar em que vivimos, mas que em determinado momento podem transformar-se em destrutivos e insustentáveis, sobre tudo quando desde nossa sabedoria pessoal percebemos que podemos encontrar uma medida apropriada para tudo na vida, ainda mais quando temos um propósito (clique aqui para ler sobre harmonia da energia).

Refletindo sobre o motivo dos vícios, tenho percebido que nossos desejos mentais e emocionais nos fazem buscar satisfação em coisas que nos fazem esquecer temporáriamente do que não sabemos aceitar em nossa vida, e o que nos permite descer dessa montanha russa emocional é termos um propósito que integra toda nossa vida, que nos permita reconhecer nossos talentos, trabalhá-los e integrá-los ao contexto, que nos leve a usar nosso tempo e recursos para construirmos a partir de nossos próprios sentimentos, pensamentos e expressão. Para isto podemos considerar estes simples aspectos:

  1. Do que gostamos: usando nosso tempo para fazer o que desfrutamos (sobre tudo de maniera independente) nos conectamos com nossa paz e com o apropriado para nossa experiência.

  2. O que fazemos bem: todos temos diferentes talentos, o que sabemos fazer bem e achamos fácil e interessante, comparado con otras áreas, expressa muito sobre nós mesmos e sobre como podemos contribuir na sociedade.

  3. O que admiram de nós: temos características específicas que outros admiram em nós, se não sabemos o que é perguntemos, sobre tudo a aquelas pessoas que nos conhecem mais.

  4. O que queremos transmitir: integrando os 3 aspectos anteriores podemos encontrar diversas formas criativas de nos expressarmos em todas as áreas de nossas vidas, assumindo a responsabilidade por nós mesmos e por transmitirmos o desejo de conexão desde o respeito e a integridade (clique aqui para ler sobre transparência).

Entendamos que como pessoas sempre somos um exemplo que pode ser imitado, então podemos acolher como propósito construirmos paz em todas as áreas de nossa vida a partir do autoconhecimento, a integridade, a transparência e a coerência, para que aprendamos a tomar decisões mais conscientes desde nossa paz (clique aqui para ler sobre como decidir desde nossa paz) para construirmos a partir das diferenças.

Com amor,
Ángel

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Manifestando o Relacionamento que Desejamos

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Tenho passado por vários momentos na vida que têm contribuido para uma percepção mais ampla e responsável sobre os relacionamentos. A vida vivida desde o mundo mental e emocional pode levar a uma desconexão da integridade e do poder pessoal, o que gera experimentar desde os vazios criados pela ilusão de separação que cria pessoas individualistas. Esta é a base para ter relacionamentos com aussência parcial, o total, de transparência, aceitação, respeito e coerência, começando desde o relacionamento com si próprio, e assim continua até que decidimos aprender a experimentar nossa vida desde a integração de nossos mundos mental e emocional com nosso coração, nossa essência.

O relacionamento que temos com nós mesmos é o único que podemos manifestar em nosso relacionamento com tudo e todos ao redor, quanto mais transparentes, coerentes, respeitosos e íntegros somos com nós mesmos, mais manifestamos isso em nossos relacionamentos (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos). É por isto que nosso relacionamento integrado, com nossa vida, com o ambiente e com as pessoas, tem propósitos claros para revelar no presente as consequências do que temos pensado, sentido e expressado, para podermos transformar a maneira em que nos relacionamos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre propósitos dos relacionamentos) .

Agora que entendemos que só podemos manifestar fora os relacionamentos desde nosso estado atual, podemos refletir sobre estes aspectos que efetivamente nos levam a relacionar-nos com tudo ao redor de uma maneira mais consciente:

  1. TRANSPARÊNCIA: este aspecto começa com o autoconhecimento, pois descobrindo nossos motivos por trás de cada decisão podemos analisá-los e alinhá-los à verdade de autenticidade em unidade que está em nosso coração. Sendo sinceros com nós mesmos começamos a sentir aumentar nossa autoconfiança, o que nos leva à certeza de expressar nossos talentos, nosso desejo de contribuir, nossa conexão universal inata e, consequentemente, a manifestar uma realidade na que a expressão da verdade é sempre nossa prioridade.

  2. COERÊNCIA: na medida em que nos conhecemos, percebemos que precisamos permitir que nosso sistema perceptivo se expanda para alinharmos nossa expressão à sabedoria pessoal de quem realmente somos e integrá-la ao contexto. Nossos pensamentos precisam estar mais focados na construção a partir da contribuição (clique aqui para ler sobre contribuição), nossas emoções precisam ser sentidas e integradas para expressarmos integridade desde o sentimento (clique aqui para ler sobre sublimação de emoções) e nossa expressão precisa ser mais íntegra, considerando o contexto e nossa capacidade real de contribuição.

  3. ACEITAÇÃO: quando aceitamos a nós mesmos desde nossa essência e entendemos que todos estamos num processo de experimentação constante de nossa própria realidade, conseguimos aceitar e entender tudo e todos ao redor. Nosso poder de decisão se foca em nós mesmos, somos responsáveis pelo que construímos e pelo impacto que isso causa na sociedade, devemos ser o exemplo da integridade e da paz que queremos do mundo (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. INTEGRIDADE: quando nos conectamos com a realidade como seres íntegros, completos, que temos tudo o necessário para contribuir desde nossa essência, estamos prontos para construir no todo como uma célula, assumindo o papel que nos corresponde desde um propósito que integra todas as áreas de nossa vida e que manifesta relacionamentos focados em sua construção. No estado de integridade conseguimos amar desde a liberdade de ser quem somos e abraçar tudo e todos por ser quem são, entendemos que cada relacionamento é parte da construção e que de acordo com seu propósito em nossa vida é que devemos decidir e agir (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Desde a verdade de nosso coração construímos relacionamentos que nos conectam e fortalecem a estrutura para construir, pois aceitamos as diferenças como parte íntegra do todo e percebemos desde a essência e o momento. Percebemos a vida como um momento, a vivemos como si só existisse o presente com o propósito de deixar um legado íntegro que sirva como exemplo para evoluirmos em unidade, desde o amor, desde a integração.

Com amor,
Ángel

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Aprovando-nos desde dentro em 3 passos

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Na medida em que tenho ido avançando em meu próprio processo de empoderamento pessoal, tenho percebido que há um ponto muito sensível na maneira na que nos relacionamos com o mundo: A Aprovação Externa. Alguns de nós aprendemos que nosso sucesso na vida depende da aprovação externa, do que os outros pensam de nossa vida, de nossos projetos, de nossos relacionamentos, e chegamos a esquecermos um puoco de nossa própria aprovação interna porque não nos conhecemos o suficiente para podermos entender nossos próprios desejos e limites.

De alguma maneira, como escrevi no artigo sobre o ego (clique aqui para ler o artigo completo), todos vivemos num contexto e necessitamos alinhar, pelo menos, nossas ações às leis do lugar em que estamos, pois fazemos parte do coletivo, e, à parte disto, às vezes encontramos expectativas sociais que nos fazem pensar que precisamos ser ou agir de determinada maneira para termos sucesso, mas, como vimos no artigo O que merecemos? (clique aqui para ler o artigo completo) o sucesso é o resultado feliz de um ato, é, simplesmente, chegarmos aos resultados que são mais apropriados para nós mesmos, não implica, necesariamente, casarmos, termos mansões, empresas, carros, filhos, é tão simples como viver nosso presente da maneira mais autêntica e íntegra possível, aprovando-nos plenamente.

Para podermos seguir nosso caminho real conectado com nossa essência, é fundamental que nos conheçamos o melhor possível, pois somos todos diferentes, cada um de nós tem uma estrutura similar, mas as conexões com os acontecimentos, e as reações a elas, variam, desde o que consideramos prazeroso ao que consideramos desconfortável, por isso necessitamos evitar um pouco esse fanatismo por seguirmos referenciais (clique aqui para ler sobre fanatismo), pois só nós mesmos podemos nos conectarmos com a maneira mais apropriada de construirmos nossa própria realidade e para isto necessitamos realmente aprovar-nos desde o interior. Podemos fazer isto aplicando estes 3 passos:

  1. FORTALECERMOS NOSSA CONEXÃO INTERIOR: Para que consigamos isto, é necessário que nos demos um espaço durante o dia para que possamos estar sozinhos, alguns momentos em silêncio para nos sentirmos e nos entendermos melhor, outros fazendo algo do que gostemos e que possamos fazer sozinhos. Ao criarmos este espaço em nosso dia, começamos a perceber novas coisas em nós que expandem nossa percepção e nos permitem nos questionarmos sobre o que está em nossa vida que necessita sair para permitir a prensença de nosso presente de coração (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

  2. PRIORIZARMOS O QUE NOS TRAZ TRANQUILIDADE: Na medida em que vamos avançando em nosso tempo a sós, percebemos facilmente o que nos traz tranquilidade, esses momentos nos que sentimos que tudo flui, quando trabalhamos, cantamos, escrevemos, desenhamos, brincamos, etc. Quando começamos a priorizar estas ações é mais fácil perceber aquilo em nossa vida que nos tira de nosso centro e não nos traz tranquilidade, assim podemos decidir em consequência para podermos manter um ambiente em que nos sintamos em harmonia e possamos atrair pessoas que estão nessa mesma frequência para construirmos com elas (clique aqui para ler sobre conectarmos com a neutralidade).

  3. CONSTRUIRMOS A PARTIR DE NOSSA ESSÊNCIA: Tendo claro o que desfrutamos, podemos começar a integrar outras ações, sozinhos ou acompanhados, que tenham o propósito de trazer harmonia a nossa vida a partir de nossos talentos e nossa essência. Quanto mais aprovamos a nós mesmos desde o que nos traz tranquilidade em todas as áreas de nossa vida, mais conectados estamos com as pessoas que vibram essa harmonia, melhorando assim nossos relacionamentos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre elevarmos nossa experiência).

Conheçamos o que nos permite fluir e amemos isso o suficiente para que nos aprovarmos seja nossa única opção. Quando nos aprovamos, estamos expressando que confiamos em nós mesmos e assim podemos tomar as decisões mais apropriadas para nossa própria vida. Nos aprovamos totalmente?

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência: Edição Especial

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Através de nossa experiência pessoal, é perceptível que nós mesmos podemos construir sentimentos sublimes sobre coisas que parecem simples e às quais normalmente no lhes damos muita importância, é questão de vivermos o momento plenamente e ampliarmos nossa consciência sobre nós mesmos. Isto se conhece como SUBLIMAÇÃO, que, segundo a definición, é engrandecer, exaltar, elevar a un grau superior.

Durante nossa vida, quase sempre de maneira inconsciente, temos sublimado várias coisas, algumas destrutivas, conectando-as com a maneira em que nos sentíamos no nível emocional e mental em determinado momento, e também temos relacionado aspectos, que podem ser construtivos para nós, com momentos negativos no nível emocional e mental. Quando começamos a reparar nisso, descobrimos a origem de muitos de nossos vícios à comida, ao cigarro, à emoção, ao jogo, às pessoas, ao sexo, às drogas, à bebida, etc., e descobrimos que podemos conectar, de maneira consciente, hábitos mais constructivos, através do sentimento de amor por nós mesmos.

Cada ação traz consequências, sejam a curto ou longo prazo, é por isto que é importante que comecemos a escolhermos de maneira mais consciente e assertiva as decisões que queremos tomar para impactar nossa vida, nossa saúde, níveis de energia, relacionamentos com nós mesmos e com os outros, etc., de forma construtiva. Por este motivo, é essencial conhecer maneiras simples de sublimarmos diversas áreas de nossa vida, desde os mínimos detalhes.

A reflexão que fica é: O que temos sublimado que é destrutivo para nós? Agora que temos essa resposta conheçamos a sublimação de nosso mundo mental, criativo, sexual, emocional e sentimental, neste mesmo artigo que é uma edição especial focada na expansão da consciência, a ampliação da perspectiva sobre o que podemos chamar de mundo invisível e sensível (etéreo?).

1. SUBLIMAÇÃO DE NOSSA REALIDADE MENTAL: Base de nossos relacionamentos

A realidade que existe em nossa mente, a que nutrimos, é a maneira em que vivemos nossa própria experiência. Temos várias opções e percebemos só as coisas às que damos atenção, porque é o que mais nos comunicam, já que nos conectamos e nos identificamos com isso. Então se decidirmos ver tudo como una adversidade, ou um desafio, nossa vida nos mostra isso em tudo o que fazemos, já quando decidimos ver tudo como um aprendizado vivemos a vida como uma experiência infinita de conhecimento. É por este motivo que é tão importante que verifiquemos a realidade que estamos nutrindo em nossa mente.

Reconhecendo como nossa mente influencia a maneira em que experimentamos nosso presente, podemos seguir passos simples para sublimarmos nossa realidade mental de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  • Perguntemo-nos: Que pensamentos temos durante o dia que nos geram angustia, estresse, ansiedade, tristeza?, que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplo: se pensarmos na situação do país, nos sentimos inseguros, isto se intensifica ao assistirmos ou lermos jornais e falarmos com as pessoas sobre o assunto.

  • Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: buscamos a maneira de diminuirmos as necessidades que não são necessárias (clique aqui para ver un passo a passo para avaliar nossas necessidades), de vivermos com o necessário, de pouparmos o que nos entra agora, de identificarmos nossos talentos para trabalharmos contribuindo com a construção de modelos mais construtivos, coerentes e transparentes, onde quer que estejamos, isto constrói nossa autoconfiança.

  • Identifiquemos os pensamentos e situações em nosso dia que nos trazem tranquilidade e nos fazem ter confiança em nós mesmos. Exemplo: quando focamos em fazermos algo para o que temos talento, quando passamos tempo com nós mesmos, com nossos filhos, com animais, com pessoas, com a natureza, etc.

  • Foquemos nossa energia em intenção (pensamentos, sentimentos, expressão) no que nos faz sentirmo-nos conectados com nós mesmos e com o mundo. Aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo desde casa.

A reflexão que fica é: Quanto tempo dedicamos por día para sublimar o que é construtivo para nós?

2. SUBLIMAÇÃO DE NOSSA CRIATIVIDADE: Estado de Fluxo

Cuando nutrimos uma realidade empoderante, que nos reconecta com a confiança em nós mesmos, e na vida, começamos a integrar a informação interna e externa que recebemos de maneira mais autêntica para expressá-la, questionando-nos mais sobre o que nos chega, pois descobrimos que todos somos diferentes e, ao mesmo tempo, fazemos parte da realidade coletiva que existe. 

Agora que temos uma realidade mental mais construtiva e baseada no que é mais apropriado para nós desde nossa própria experiência, podemos integrar alguns passos para aumentarmos nossa reconexão pessoal e permitirmos que nossa criatividade flua, em todas as áreas de nossa vida.

  • Hidratação: Somos conscientes da qualidade de hidratação de nosso corpo?  Exemplo: a água que consumimos deve ter minerais essenciais para nos hidratarmos, podemos mineralizar a água com sal marinho, e um pouco de bicarbonato de sódio, e solarizá-la, para mim essa mudança tem dado muito bom resultado, meu corpo funciona melhor e pede menos líquido durante o dia. Pesquisemos e experimentemos com nosso próprio corpo.

  • Nutrição: Comemos para  nos alimentarmos ou para  nos nutrirnos? (Clique aqui para ler o artigo para expandir a consciência pessoal). Exemplo: quando comemos pensando só em balancearmos farinhas e proteínas, estamos ignorando os minerais e vitaminas, que são essenciais para o funcionamento apropriado de nosso corpo. Eu tenho deixado as carnes e os lácteos porque tenho percebido que meu intestino absorve melhor os nutrientes dos alimentos funcionais e necessito comer menos para sentir-me com mais energia e mais saúde (clique aqui para ler sobre micronutrientes e regeneração celular).

  • Respiração: Sabemos qual é a qualidade de nossa respiração? Exemplo: nossa respiração vai se tornando mais curta e usamos só uma parte de nossa capacidade pulmonar para oxigenar nosso corpo. Eu tenho integrado uma respiração diafragmática profunda durante o dia e tenho me sentido mais conectada e tranquila.

  • Regeneração celular: Dormimos o suficiente e damos ao corpo o que realmente necessita? Exemplo: nosso corpo necessita determinado tempo para regenerar-se e regularizar-se durante o sono, por isto é importante que saibamos quanto tempo necessitamos para acordarmos com disposição e energia. Na medida em que tenho melhorado minha nutrição, tenho percebido que meu corpo necessita menos tempo quando como o necessário (clique aqui para ler o artigo completo sobre regeneração celular).

Prestando atenção no nosso nível energético, de maneira integrada, permitimos que nossa criatividade flua com facilidade e em qualquer momento presente, conseguimos nos conectar com nosso estado de fluxo.

A reflexão que fica é: Pesquisamos realmente os processos que nos permitem ampliar nossa consciência pessoal?

3. SUBLIMAÇÃO DE NOSSA EXPERIÊNCIA SEXUAL: Pontencializando o amor

A energia sexual é também energia criativa que, ao ser sublimada de maneira constructiva, nos conecta com nossa essência através do amor. Nossa energia sexual está conectada a processos de atração em nossa própria percepção, que podem fortalecer as conexões através de nosso mundo emocional, mental e/ou físico. Como limos na sublimação da realidade mental, percebemos só as coisas às que damos atenção, então na medida em que vamos nos conhecendo, através de nossa própria experiência, temos a opção de expandirmos nossa consciência pessoal, para aprendermos a conectarmos com nossos próprios sinais pessoais, e, assim, de maneira mais assertiva com o mundo.

Reconhecendo como nossas emoções, pensamentos e percepções influenciam na maneira em que experimentamos nossa energia sexual, podemos seguir 3 passos simples para sublimá-la de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  • Perguntemo-nos: Que motivos nos levam a viver nossa sexualidade como o temos decidido?, que sentimos e pensamos depois do ato sexual ou do orgasmo? Exemplo: meu motivo para iniciar minha vida sexual foi minha baixa autoestima, sempre pensei que o sexo era uma maneira de controlar meu par para tê-lo ao meu lado. Enquanto tive esse pensamento era común me sentir dolorida e vazia, como se algo me faltasse que não podia encontrar fora de mim, muitas vezes me sentia cansada, como se não tivesse energia, mas pensava que isso era normal.

  • Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: Pesquisando descubri que não era normal sentir-me como me sentia e comecei a ler sobre vários assuntos e a sentir-me mais a mim mesma em cada momento, minha consciência sobre minha energia sexual se ampliou e hoje percebo que não é só uma questão de meus mundos emocional, físico e mental, mas que também inclui meu mundo sentimental e os mundos emocional, físico, mental e sentimental da pessoa com a que permito que se estabeleça esse relacionamento.

  • Foquemos nossa energia no presente e aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo em nossos próprios relacionamentos através de nossa interação pessoal integrada a nossos sinais internos.

A reflexão que fica é: Focamos nossa energia sexual por convicção pessoal ou por comprazer aos outros?

4. SUBLIMAÇÃO DE NOSSAS EMOÇÕES: Construindo o sentimento

As emoções são energia reativa e inconsciente em movimento, surgem de necessidades e crenças que assumimos como nossas ao longo de nossas vidas. Nós as somatizamos no corpo e nos identificamos com elas até o ponto em que pensamos que é o idioma do nosso coração. As emoções nos fazem reagir de acordo com o que integramos, passamos das lágrimas ao riso, do afeto aos gritos e vice-versa. Os sentimentos são energia ativa e consciente em movimento, decorrem de necessidades e crenças que são construídas a partir do que há no nosso coração, com as quais fluimos em harmonia com o nosso ambiente a partir do que sentimos. Nós os sentimos no corpo como um estado de paz e coerência com a nossa essência. Podemos agir a partir de nossos sentimentos, porque nossa compreensão de cada situação se expande de acordo com a nossa experiência e a forma como pensamos, tornando-nos mais assertivos em nossa expressão.

Conhecendo as emoções e os sentimentos, podemos seguir 4 passos simples para sublimar nossas emoções de forma construtiva e em harmonia com nossa essência e nosso coração.

  • Perguntemos-nos: quais pensamentos temos durante o dia que geram alguma emoção negativa ou positiva? Que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplos: como um exemplo de pensamento e emoção positiva, se pensarmos que vamos sair com alguém de quem gostamos, sentimos pequenas borboletas na barriga e quando nos chamam, o pensamento e a emoção se intensificam. Como um exemplo de pensamento e emoção negativa, se pensarmos que alguém está mentindo para nós sentimos a emoção em alguma parte do corpo que manifesta a impotência e quando nos diz algo que sabemos, ou pensamos, que é uma mentira, pensamento e emoção se intensificam..

  • Como reagimos quando sentimos essas emoções no corpo? Exemplos: para o primeiro caso, a reação pode ser sorrirmos e ficarmos ansiosos, para o segundo pode ser gritarmos e encararmos à pessoa.

  • Como podemos trabalhar a emoção e agir de forma mais assertiva? Exemplos: para trabalharmos a emoção precisamos de respiração diafragmática profunda até nos sentirmos calmos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo positivo, sorrirmos ainda pode ser assertivo, porque também se sente na voz, e para continuarmos é importante que nos perguntemos se a pessoa com a qual vamos sair é realmente alguém com quem queremos construir algo juntos na realidade do que essa pessoa é e do que somos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo negativo, uma vez que a emoção é trabalhada, pensemos se fomos sinceros, com nós mesmos e com os outros, e nos perguntemos por que mantemos essa pessoa em nossa vida.

  • Avaliemos o que permitimos, pois as emoções nos levam a lugares e pessoas para que aprendamos algo, que não temos querido aprender através da auto-reflexão. Entendamos que o que queremos de coração, é o sentimento de harmonia com nós mesmos que nos guia no nosso próprio caminho.

A reflexão que fica é: o que temos que aprender sobre nós mesmos através das situações em que vivemos? (clique aqui para aprender exercicio de consciência emocional)

Com amor,
Ángel

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Transmutação do Ser: 4 aspectos para nos conectarmos com quem realmente somos

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Nossa vida é uma construção pessoal que pode ser inconsciente ou consciente. Tudo o que se manifesta é nossa responsabilidade, depende de nós decidir assumir isso de maneira consciente para nos conectarmos com quem realmente somos para desapegarmos de quem acreditamos ser.

Ser quem realmente somos é reconhecer que a responsabilidade sobre o que pensamos, sentimos e expressamos é nossa, as decisões de tudo o que existe em nossa vida tem sido tomadas por nós mesmos (embora às vezes não pareça, basta apenas uma decisão para mudar o presente). Para isso devemos ser o mais conscientes que possamos sobre nosso próprio sistema de percepção, entender como funciona nos leva a uma compreensão mais profunda de nós mesmos (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal).

Para entender melhor quem realmente somos é necessário perceber, integrar e transformar conscientemente estes 4 aspectos:

  1. Crenças: os filtros que impactam nossa percepção do mundo.
  2. Emoções: reações que nos levam a tomar decisões de maneira mental e impulsiva.
  3. Ações: a maneira em que nos nutrimos, nos fortalecemos, focamos e usamos o corpo para nos expresarmos.
  4. Palavras: as opiniões e ideias que transmitimos.

Nossa verdadeira essência está em nosso estado de fluxo e paz, na medida em que ampliamos nossa perspectiva, escolhemos a mentalidade, o sentimento e a expressão mais alinhados à nossa verdade, nos tornando mais coerentes com nosso desejo de integração de coração (clique aqui para ler sobre coerência).

Contribuamos e sejamos autênticos, trabalhemos por um mundo mais consciente.

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 5: Emoções e Sentimentos

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Agora que entendemos um pouco melhor a sublimação (clique aqui para ler o artigo de sublimação completa) e como a experimentamos em um nível mental (clique aqui para ler sobre a realidade mental), criativo (clique aqui para ler sobre energia criativa) , e sexual (clique aqui para ler sobre energia sexual), podemos entender melhor a sublimação das emoções em sentimentos.

As emoções são energia reativa e inconsciente em movimento, decorrem de necessidades e crenças que assumimos como nossas ao longo de nossas vidas. Nós as somatizamos no corpo e nos identificamos com eles até o ponto em que pensamos que é o idioma do nosso coração. As emoções nos fazem reagir de acordo com o que integramos, passamos das lágrimas ao riso, do afeto aos gritos e vice-versa. Os sentimentos são energia ativa e consciente em movimento, decorrem de necessidades e crenças que são construídas a partir do que há no nosso coração, com as quais fluimos em harmonia com o nosso ambiente a partir do que sentimos. Nós os sentimos no corpo como um estado de paz e coerência com a nossa essência. Podemos agir a partir de nossos sentimentos, porque nossa compreensão de cada situação se expande de acordo com a nossa experiência e a forma como pensamos, tornando-nos mais assertivos em nossa expressão.

Conhecendo as emoções e os sentimentos, podemos seguir 4 passos simples para sublimar nossas emoções de forma construtiva e em harmonia com nossa essência e nosso coração.

  1. Perguntemos-nos: quais pensamentos temos durante o dia que geram alguma emoção negativa ou positiva? Que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplos: como um exemplo de pensamento e emoção positiva, se pensarmos que vamos sair com alguém de quem gostamos, sentimos pequenas borboletas na barriga e quando nos chamam, o pensamento e a emoção se intensificam. Como um exemplo de pensamento e emoção negativa, se pensarmos que alguém está mentindo para nós sentimos a emoção em alguma parte do corpo que manifesta a impotência e quando nos diz algo que sabemos, ou pensamos, que é uma mentira, pensamento e emoção se intensificam..

  2. Como reagimos quando sentimos essas emoções no corpo? Exemplos: para o primeiro caso, a reação pode ser sorrirmos e ficarmos ansiosos, para o segundo pode ser gritarmos e encararmos à pessoa.

  3. Como podemos trabalhar a emoção e agir de forma mais assertiva? Exemplos: para trabalharmos a emoção precisamos de respiração diafragmática profunda até nos sentirmos calmos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo positivo, sorrirmos ainda pode ser assertivo, porque também se sente na voz, e para continuarmos é importante que nos perguntemos se a pessoa com a qual vamos sair é realmente alguém com quem queremos construir algo juntos na realidade do que essa pessoa é e do que somos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo negativo, uma vez que a emoção é trabalhada, pensemos se fomos sinceros, com nós mesmos e com os outros, e nos perguntemos por que nós mantemos essa pessoa em nossa vida.

  4. Avaliemos o que permitimos, porque as emoções nos levam a lugares e pessoas para que aprendamos algo, que não temos querido aprender através da auto-reflexão. Entendamos que o que queremos de coração, é o sentimento de harmonia com nós mesmos que nos guia no nosso próprio caminho.

A reflexão que fica para hoje é: o que temos que aprender sobre nós mesmos através das situações em que vivemos?

Com Amor,
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