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Sobre Responsabilidade

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Assumirmos a responsabilidade por decidirmos de maneira coerente com nossa paz, requer de nossa atenção ao que pensamos, sentimos e expressamos em todo momento. Para construirmos com outros podemos ir além das obrigações que criamos desde o que pensamos que necessitamos.

Quando confiamos em nossas decisões para construirmos no presente de forma sustentável, aumentamos a confiança em nós mesmos e o nível de responsabilidade por tudo com o que nos comprometemos desde a convicção e a certeza de que estamos prontos para contribuirmos alinhados a nossa paz e ao contexto presente.

É essencial confiarmos em nossa construção pessoal para podermos confiar na construção pessoal de todos os indivíduos da sociedade e assim podermos construir juntos desde a liberdade de ser quem somos desde nossa integridade.

Desde nossa paz entendemos a medida apropriada entre darmos e recebermos, nos relacionamos desde a certeza de que estamos onde queremos estar e aprendemos que nossa palavra tem valor e que somos responsáveis por nós mesmos.

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Criando Consciencia Sobre Nossa Coerência

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Ultimamente tenho percebido o movimento que há nas redes sociais, onde as pessoas se sentem livres para serem elas mesmas, ou melhor, para expressarem sua opinião sobre o que experimentam. A partir daí surge este texto sobre nossa coerência, algo que pelo visto não tem nos ensinado e/ou não temos aprendido, porque tem nos faltado questionar as verdades absolutas nas que temos acreditado e temos integrado a nossa realidade. Seja o que for que façamos, consciente ou impulsivamente, temos um impacto em nós mesmos e em tudo ao nosso rededor, nossos modelos de consumo, a forma em que nos expressamos, a forma em que nos tratamos é como tratamos ao mundo.

Quando decidimos usar etiquetas, necessitamos encontrar os verdadeiros motivos para fazê-lo, desta maneira fortalecemos nossa convicção (clique aqui para ler sobre decidir por convicção). Se não consumimos carne por salvar aos animais, mas usamos acessórios de couro e não damos a nos mesmos os nutrientes necessários para nos salvarmos, estamos sendo coerentes? Se reclamamos da contaminação mas temos um veículo que contamina e compramos produtos que durante seu processo e descarte contaminam também, estamos sendo coherentes?

É importante que tomemos consciência sobre nossa coerência se quisermos uma vida em paz de verdade. Só colhemos o que plantamos, então precisamos aprender a nos respeitarmos se queremos ser respeitados, a cuidar se queremos ser cuidados, a amar se queremos ser amados, a aceitar se queremos ser aceitos, maas, acima de tudo, a usarmos e alinharmos nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações, para construirmos a vida que realmente queremos viver. Aqui há algumas perguntas que podem ser úteis para que decidamos nossos próximos passos na vida com mais coerência e consciência:

  1. Queremos construir relacionamentos, de todos os tipos, que construam paz? (clique aqui para ler o texto sobre respeito às diferenças).

  2. Queremos viver o desenvolvimento sustentável de nosso planeta?

  3. Queremos agir a favor de construir algo desde nossa integridade e nossa coerência? (clique aqui para ler sobre construirmos paz)

  4. Queremos trabalhar em equipe contribuindo de verdade? (clique aqui para ler sobre contribuição)

  5. Queremos incentivar a autenticidade em unidade?

Sempre temos sido os únicos responsáveis por construir nossa vida e a sociedade em que vivemos, então se realmente queremos resultados diferentes devemos nos tornar o que esperamos do mundo, mesmo que para isso necessitemos aprender novas formas de viver a vida ou tenhamos que criá-las. Podemos construir paz (clique aqui para ler sobre paz desde a consciência), consumir o necessário, investir mais tempo e recursos no autoconhecimento e nas experiências, conhecer e trabalhar nossos talentos integrados à nossa personalidade, fazer o que amamos, amar o que fazemos, colocar-nos no mesmo nível através da responsabilidade e conectar-nos como humanidade. O que estamos esperando para começarmos a construir? Podemos dar o primeiro passo agora mesmo, é nossa decisão.

Com amor,
Ángel

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Perdão Edição Especial

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É necessário quebrarmos alguns paradigmas com respeito ao perdão para entendê-lo melhor e poder integrá-lo a nossa vida de maneira fácil e efetiva. Por este motivo este artigo está focado na ação de perdoar, passando pela definição, quebra de paradigma, ressignificação, integração e aplicação do perdão, integralmente, em nossa vida.

A palavra perdão é definida como a ação de perdoar, e perdoar como excetuar alguém do que se faz com todos, ou tirar a obrigação que tem. Integrando esta definição a nossa experiência pessoal, é comum que vejamos o perdão como uma forma superior de nos relacionarmos com pessoas ou situações que, desde nossa perspectiva, tem nos ferido. É a partir daquí que podemos quebrar o paradigma de perdoarmos.

Quando entendemos que as comparações, os julgamentos e as culpas fazem parte de un modelo que necessita ser transformado para aprendermos a nos relacionar de uma maneira mais transparente, autêntica, respeitosa e responsável, para podermos construir e reformar de maneira sustentável nosso planeta, é necessário quebrar o paradigma de que o perdão nos faz melhores ou superiores e ressignificá-lo como a integração da ideia de que somos responsáveis por escolher se algo, efetivamente, nos afeta ou nos faz mal.

Normalmente nos sentimos feridos quando a situação não sai como esperávamos, mas, assim como podemos culpar ao outro pelo que diz ou faz, também podemos assumir a responsabilidade pela expectativa que temos criado para nos sentirmos bem, aceitos, amados, acolhidos, etc, e por termos permitido que o outro entre e permaneça em nossa vida. Se analizarmos um pouco mais, nos sentirmos feridos vem de uma necessidade de controle, de querermos controlar nossa vida e as situações e pessoas nela. Por isso vamos ver estes passos que nos ajudam a conectarmos com um lado de nossa natureza humana que consegue fluir com o coração:

  1. Ver a vida como um constante aprendizado: quando entramos em cada situação, com todos os sentidos, podemos perceber elementos que podem nos levar a uma compreensão mais ampla de quem somos.
  2. Agradecer por cada minuto vivido: podemos escolher ver a vida como um milagre, podermos respirar e fazer o que fazemos pode ser sempre um motivo de gratidão e os aprendizados também, por mais dolorosos que possam parecer, nos mostram que somos mais do que acreditamos ser (clique aqui para ler sobre a gratidão).
  3. Pormos em prática os exercícios para trazer a mente ao presente (clique aqui para ler o artigo sobre mente presente), exercitarmos o empoderamento de crenças (clique aqui para ler o artigo sobre crenças) e aceitarmos às pessoas e situações como são.

INTEGRAÇÃO DA CULPA

Agrora abordemos a culpa, para entender como integrá-la de uma maneira em que possamos transformar o que tem deixado de ser útil em nosso presente.

Alguns de nós temos aprendido a assumir a responsabilidade pelo bem-estar dos outros, desde o emocional até o material. A partir deste papel surgem muitas culpas ao longo de nossas vidas, pois tentamos agradar todo mundo para garantirmos a harmonia onde quer que estejamos e, se sentirmos que não conseguimos fazer isso, nos culpamos pelas consequências de nossas “faltas”.

Por definição, culpa é a responsabilidade por uma ação que ocasiona dano ou prejuízo a outra pessoa, mas, o que realmente acontece é por culpa de alguém?, e se TODOS aprendermos a assumir nossa responsabilidade em cada assunto e buscamos juntos a maneira de fazermos os ajustes necessários para que a próxima vez TODOS sejamos responsáveis pela consequência “boa” de nossos atos? (clique aqui para ler sobre responsabilidade)

Integremos a culpa para canalizá-la como uma responsabilidade pessoal, na que, cada um de nós assume conscientemente que cada decisão (ou falta dela, que também é decisão) tem um impacto em tudo e todos ao nosso redor, e construamos consequências mais assertivas a partir de cada situação.

SOLTANDO O CONTROLE

Como falado antes, é comum que nos sintamos feridos quando as situações não saem como esperávamos ou as pessoas não agem como queremos. Mas, se às vezes nós mesmos não agimos como pensávamos que agiríamos, ou não dizemos o que pensamos que diríamos, como poderíamos esperar algo de outros? Este é o ponto de partida sobre soltar o controle.

Pensarmos que temos o controle sobre os outros é uma ilusão. Surge da ideia de que somos superiores ou de que temos mais capacidades, como pais, filhos que mantêm seus pais, professores, chefes, líderes, irmãos mais velhos, namorados, esposos, amantes, etc., e de que inspiramos respeito. Estes relacionamentos de controle se baseiam na ideia de que quem depende de nós, seja física, material ou emocionalmente, pode ser controlado por nós, e na realidade só conseguimos ver o que confirma isto que é a manifestação do medo do outro, que nada tem a ver com respeito. Mas, conseguimos perceber que cada uma das pessoas está decidindo de acordo a seus próprios temores e à posição que decide assumir? (clique aqui para ler sobre respeito)

Então, realmente temos o controle sobre algo?. A resposta é sim, sobre nós mesmos através do autoconhecimento. Quando decidimos soltar o controle externo para nos permitirmos sentir dentro de nós, conseguimos entender o que nos motiva a nos expresarmos e viver de certa maneira. De onde vem esse amor pelo controle?, de nossa insegurança de nós mesmos? Ao nos conhecermos ganhamos confiança, sabemos o que podemos fazer, entendemos e respeitamos nossos limites e issso nos mostra que o controle externo não é o que achamos. Se podemos estar bem com nós mesmos, viver desfrutando o que gostamos e nos expresarmos de maneira mais objetiva, para que queremos controlar aos outros?

Podemos nos comprometer a termos control do que expressamos, ou deixamos de expressar, de como nos nutrimos, da atividade física que damos ao nosso corpo, de escolhermos as pessoas com as que nos sentimos mais à vontade, de criarmos nosso ambiente e permitirmos que o que nasce dalí flua, trazendo aprendizado e crescimento.

ACEITANDO A VERDADE

A aceitação da verdade é o que nos leva a conseguir aplicar o perdão em todas as áreas de nossa vida.

Aceitarmos a verdade requer um profundo conhecimento de nós mesmos. Todos sentimos de maneira diferente, todos nos expresamos como consequência do que sentimos aplicado a um contexto, seja a favor, em contra do mesmo ou de maneira neutral, e escolhemos nosso caminho, embora, às vezes, tomemos as decisões sendo incoerentes com quem realmente somos. O quê nos leva a decidir sair com uma pessoa comprometida?, ou trabalhar numa empresa que vende algo que não compramos?, ou ficar longe de nuestra familia por construir otra?, este tipo de perguntas, respondidas com franqueza (sem tentarmos criar jogos mentais que nos dêem sempre a razão), nos dão uma visão mais objetiva de nós mesmos e do que queremos de coração.

Quando assumimos a responsabilidade pelo que expressamos, sentimos e pensamos, nos conectamos com nossa verdade, a que nos mostra que estamos onde nós mesmos temos nos levado, ninguém é culpado, tudo é apenas nossa responsabilidade. Permitimos contato com pessoas, aceitamos ofertas de trabalho, decidimos nos manter longe de certas coisas e hoje somos o resultado de cada uma de nossas decisões, então, queremos continuar onde estamos ou não?. Se a resposta é “NÃO”, então é necessário tomarmos decisões que nos levem a estar onde realmente queremos, de maneira mais coerente e aceitando que não sempre o que temos querido é o que está realmente alinhado com nossa própria verdade.

Liberando-nos dos medos e crenças que têm nos mantido longe de tudo aquilo que nos permite fluir e nos sentirmos respeitados, conseguimos nos reconectar para construirmos uma realidade mais coerente com nossa essência, o processo pode demorar, mas é importante decidirmos dar o primeiro passo. É necessário nos conectarmos com nossa voz interior, essa voz que nos leva a fazer o que nos integra, o que faz com que nos sintamos completos (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

Aceitemos nossa verdade e vejamos florescer a verdade de todos, y tudo, ao nosso redor 🙂
NOS ALINHANDO CON NOSSA VOZ INTERIOR

Nossa perspectiva sobre o perdão se expande ao entendermos que toda ferida nasce de expectativas e necessidades, e que, ao assumirmos a responsabilidade, soltarmos o controle e aceitarmos a verdade começamos a viver uma realidade em que descubrimos que o principal motivo das feridas é nossa falta de conexão pessoal, o que nos leva a construir uma nova forma de nos relacionarmos, a partir do respeito por nós mesmos (clique aqui para ler sobre construirmos o respeito pessoal).

Nosso ego é um aliado poderoso quando decidimos integrá-lo como parte do ser integral que somos (clique aquí para ler o artigo completo sobre integração do ego), mas, enquanto tentemos “ignorá-lo” continua sendo o opositor de nossa voz interior, essa outra voz que nos compara, positiva ou negativamente, com os outros, essa voz que julga, essa voz que teme mesmo arriscando, essa voz que, ao questionarmos, sempre vai dar-nos uma resposta que vem da preservação de nós como indivíduos separados.

Quando exercitamos focar nosso ego em nos conhecermos melhor, nossos pensamentos começam a se acostumarem a falar de nós mesmos, evitando o julgamento, a comparação e a culpa, é nesse momento que começamos a sentir nossa voz interior, a que nos aceita como somos e nos mostra a maneira mais apropriada de nos construirmos em cada momento de nossa vida. Uma pergunta super útil para verificar a origem de cada pensamento é: Isto é só para meu bem-estar ou contribui para o bem-estar de tudo e todos? Com o tempo o ego aprende a fluir com o coração e a voz interior vai se alinhando e focando no que nos permite fluir, e amamos, que causa um impacto coerente e construtivo em nós e tudo ao nosso redor (clique aqui para ler sobre identificarmos o que é de coração).

Escutarmos a voz interior é confiarmos de verdade em nós mesmos, compreendermos que sempre estamos acompanhados, que há infinitas maneiras de nos relacionarmos com nós mesmos, e com o mundo, e que podemos sempre decidir fluir com nosso coração (clique aqui para ler sobre transformarmos nossa humanidade).

Com amor,
Ángel

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Pais Construtivos: 6 passos para ter um relacionamento assertivo com os filhos

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Para que os relacionamentos sejam construtivos necessitam investimento de tempo e comprometimento das pessoas que estão neles, sem importar seu propósito ou sua natureza. Pais, irmãos, tios, avôs, netos, primos, amigos, companheiros, professores, alunos, namorados, esposos, clientes, empresas, etc, podemos melhorar nossa vida observando como nos relacionamos e avaliando a construtividade de nossas interações (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Quando nos colocamos no lugar da outra pessoa podemos ter uma perspectiva um pouco mais ampla e objetiva do que está acontecendo, pois conseguimos ir além dos títulos que temos que nos levam, muitas vezes, a agir desde o que pensamos que representam, sem levar em conta que somos muito mais que isso. Como filhos ao nos colocarmos no lugar de nossos pais, entendendo que fazem o melhor que podem desde sua perspectiva, que têm nos ensinado a viver neste mundo, através de sua experiência, e que suas emoções e seus miedos impulsam em grande parte a maneira em que interagem conosco, nos faz ser mais conscientes de que como filhos podemos ser melhores apenas trabalhando-nos a nós mesmos. Não precisamos tentar mudar às pessoas, nos sentirmos bem com nossa própria evolução e trabalho pessoal é suficiente para que todos ao redor conheçam coisas novas que podem ajudá-las a transformarem-se a si mesmas.

Sabemos que como filhos temos a oportunidade de criar harmonia com nossos pais (clique aqui para ler sobre filhos conscientes) e é importante que como pais que somos, ou que queremos ser, também assumamos a responsabilidade por atos que na realidade sejam construtivos para o relacionamento com nossos filhos. Aquí temos 6 passos para expandir nossa consciência como pais para termos um relacionamento mais assertivo com nossos filhos:

  1. Entendermos que os filhos são do mundo e que precisam de um exemplo de consciência, autossuficiência, contribuição e respeito em casa para que possam ser eles mesmos e integrar esse exemplo em sua vida para construir um mundo íntegro.
  2. Criarmos um ambiente em que haja expressão transparente e presência total (momentos em que só haja tempo e espaço para a comunicação familiar).
  3. Conhecermos e entendermos a nós mesmos (emocional, sentimental, física e mentalmente) para evoluirmos constantemente e podermos guiar aos filhos por esse caminho integral.
  4. Sermos coerentes e buscar a maneira mais clara possível de explicarmos aos filhos o que para eles não está claro.
  5. Estimularmos a criatividade dos filhos e enriquecê-la através de novos conhecimentos e experiências.
  6. Ensinarmos através do exemplo a importância da claridade e do foco no que eles querem e a disciplina para agirem de maneira assertiva.

Sermos pais é a oportunidade de crescermos em amor, de nos relacionarmos com outra geração para enriquecermos nossa própria experiência, de construirmos o melhor exemplo possível para que esse legado evolua e toque mais corações. Sermos pais é plantar a melhor semente, regá-la, cuidá-la e deixá-la florescer.

Agradeçamos a nossos pais pelo lindo trabalho que tem feito conosco e nos permitamos florescer para sermos pessoas cada vez mais conscientes, responsáveis e construtivas, e levemos essa construção a nossos filhos.

Com amor,
Ángel

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Transmutação do Ser: 4 aspectos para nos conectarmos com quem realmente somos

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Nossa vida é uma construção pessoal que pode ser inconsciente ou consciente. Tudo o que se manifesta é nossa responsabilidade, depende de nós decidir assumir isso de maneira consciente para nos conectarmos com quem realmente somos para desapegarmos de quem acreditamos ser.

Ser quem realmente somos é reconhecer que a responsabilidade sobre o que pensamos, sentimos e expressamos é nossa, as decisões de tudo o que existe em nossa vida tem sido tomadas por nós mesmos (embora às vezes não pareça, basta apenas uma decisão para mudar o presente). Para isso devemos ser o mais conscientes que possamos sobre nosso próprio sistema de percepção, entender como funciona nos leva a uma compreensão mais profunda de nós mesmos (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal).

Para entender melhor quem realmente somos é necessário perceber, integrar e transformar conscientemente estes 4 aspectos:

  1. Crenças: os filtros que impactam nossa percepção do mundo.
  2. Emoções: reações que nos levam a tomar decisões de maneira mental e impulsiva.
  3. Ações: a maneira em que nos nutrimos, nos fortalecemos, focamos e usamos o corpo para nos expresarmos.
  4. Palavras: as opiniões e ideias que transmitimos.

Nossa verdadeira essência está em nosso estado de fluxo e paz, na medida em que ampliamos nossa perspectiva, escolhemos a mentalidade, o sentimento e a expressão mais alinhados à nossa verdade, nos tornando mais coerentes com nosso desejo de integração de coração (clique aqui para ler sobre coerência).

Contribuamos e sejamos autênticos, trabalhemos por um mundo mais consciente.

Com amor,
Ángel

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Contribuir Vs. Ajudar

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A reflexão sobre a maneira em que nos expressamos é essencial quando buscamos a transformação dos padrões em nossa realidade, por isso compartilho a análise de duas palavras que, a pesar de serem sinônimos, têm uma essência diferente que marca a diferença entre a intenção por trás das ações.

Quando prestamos atenção na maneira em que usamos a palavra ajuda, percebemos que partimos da base de que quem necessita ser ajudado carece de algo, por este motivo, últimamente, tenho decidico usar a palavra contribuir, pois significa dar a parte que nos corresponde onde estamos, assim entendemos que todos temos o necessário para fazer o que nos corresponde, como uma célula devemos assumir a responsabilidade por nossa função, trabalhando em conjunto con as outras células que têm sua maneira e medida apropriada de contribuição.

Nossa experiência como indivíduos sociais pode ser abordada desde diversas perspectivas, temos estado muito tempo focando nossa energia em crenças como a desigualdade (inferioridade/superioridade) e emoções como a pena, é hora de que abramos o coração e nos conectemos com nossa verdade, percebermos que todos somos seres capazes e responsáveis de nossa própria existência, que apenas necessitamos canalizar nossos esforços em nossos talentos pessoais focados num propósito comum de construirmos desde o coração.

A partir de agora escolhamos a maneira mais consciente de contribuirmos, de darmos o que nos corresponde e recebermos com gratidão o que lhe corresponde a cada célula deste grande organismo, desta maneira o funcionamento se torna mais eficiente, pois o fluxo de energia aumenta e nos permite agir como um time, no que conhecemos nossa própria responsabilidade e fazemos o que nos corresponde com convicção.

Lembremos-nos de que nossa sociedade é um reflexo de quem somos, uma sociedade mais íntegra depende da integridade de cada um de nós, desde os pequenos detalhes.

Com amor,
Ángel

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Filhos Conscientes: 6 ações para harmonizar nosso lar

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Somos todos filhos, às vezes criamos vínculos com pessoas novas em nossas vidas que nos acolhem como família, outras vivimos a experiência com nossa família de sangue, a final somos todos filhos e ser filho é encontrar a maneira de integrar-se aos padres através do respeto e do amor. Agora que sabemos como exercitar o respeito (clique aqui para ler o texto sobre respeito) podemos entender melhor o que como filhos podemos fazer a cada dia.

Nossos pais nos transmitem sua experiência e assim nos mostram diferentes maneiras de viver. O fato de tê-los em nossa vida não significa que temos que ser iguais a eles mas que podemos aprender deles e ensinar-lhes (clique aqui para ler o texto sobre diferenças). A família é uma estrutura cheia de diversidade na que, ao aplicar a aceitação e o respeito (clique aqui para ler o texto sobre respeito consciente), conseguimos enriquecer nossos pontos de vista para integrá-los à nossa experiência.

Vejamos algumas ações úteis para harmonizar a vida em família sendo filhos mais conscientes:

  1. Absorver o melhor que haja no meio evitando julgar.
  2. Assumir a responsabilidade de nossa vida, evitar culpar.
  3. Colaborar com a harmonia e a manutenção do lar.
  4. Estabelecer e respeitar os espaços e limites (clique aqui para ler o texto sobre limites).
  5. Estar abertos á comunicação.
  6. Agradecer por ser e estar em família.

Em nosso lar podemos, de maneira mais tranquila, aprender a viver por gusto, sem obrigações. Quando nos empoderamos de nosso lar descubrimos a importância do trabalho em equipe. Como filhos devemos entender que somos todos diferentes e que para trabalhar os desafíos que se apresentam na família é importante que aprendamos a nos comunicarmos. Normalmente os pais dão o melhor que podem desde sua experiência, embora aos olhos de alguns pareça o contrário. Nem os filhos nem os pais temos manuais, por este motivo é importante criar um espaço saudável de comunicação no que se possam expressar os pontos de vista em um ambiente de aceitação e respeito.

Eu decido fazer parte ativa da harmonia e manutençao de meu lar aqui e agora. E você?

Com amor,
Ángel

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Realmente Agimos Com Respeito?

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Quando prestamos atenção, percebemos que é necessário construirmos coerência com respeito ao respeito, pois, a palavra em si, tem sido usada de uma maneira muito superficial que, geralmente, nos favorece segundo nossa crença pessoal. Então, será que realmente agimos com respeito?

A palavra respeito vem do latim respectus que significa atenção, consideração, mas seu significado social tem sido tocado, sobre tudo, pelo medo. Quando nosso comportamento tem sido adquirido sem ser questionado, existe a tendência a assumirmos que respeitamos porque tentamos agradar às pessoas (por medo à solidão, ao castigo, ao conflito, etc.) e/ou desenvolvemos mecanismos de manipulação para conseguirmos o que queremos e os exercemos com tanta mestría que nem sequer percebemos que estamos sendo pouco considerados com os demais, e com nós mesmos.

Desde esta perspectiva é importante que conectemos o respeito com a responsabilidade que nos leva a reconhecermos e aceitarmos as consequências de nossos atos. Quando decidimos nos conhecermos melhor (clique aqui para comprar o eBook 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal), descobrimos nossa capacidade de canalizarmos nossas reações em ações que constroem através do conhecimento integrado à experiência e de aceitarmos e integrarmos nossos talentos, e a ausência deles, de uma maneira construtiva. Este processo nos permite tornarmos-nos conscientes de que tudo o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos, tem um impacto e que, ao assumirmos a responsabilidade por nossos atos, nos tornamos mais respeitosos a cada nova decisão que tomamos com atenção e conhecimento.

As seguintes perguntas são muito úteis para identificarmos se realmente estamos agindo com respeito, e podem levar-nos a transformarmos a maneira de nos expresarmos para nos conectarmos de uma maneira mais coerente com nosso desejo de construirmos paz desde cada uma de nossas decisões:

  1. Expressamos nosso ponto de vista como experiência para compartilhá-lo (sem necessidade de impô-lo)?
  2. Nutrimos pensamentos de construtividade sobre nós e tudo ao nosso redor? (clique aqui para ler o texto sobre reprogramarmos nossos pensamentos)
  3. Conversamos sobre experiências e pontos de vista para transmitirmos e integrarmos?
  4. Sabemos o que queremos e o comunicamos da maneira mais construtiva possível (com argumentos coerentes e aplicáveis)?
  5. Nutrimos sentimentos que nos fazem sentir conectados com a humanidade e o mundo?
  6. Cumprimos as promessas que fazemos?
  7. Aceitamos aos outros como são e construímos juntos gerando um fluxo apropriado entre darmos e recebermos?
  8. Estabelecemos nossos limites, os comunicamos e respeitamos os limites de tudo ao redor? (clique aqui para ler o texto sobre estabelecermos limites)

Depois de fazermos essas 8 perguntas, podemos perceber que as respostas “SIM” nos indicam onde nossa construção de respeito e responsabilidade está fortalecida, e as respostas “NÃO” nos mostram onde podemos focar a atenção a partir deste momento para fortalecermos ainda mais nossa expressão. Nosso destino o construímos com cada decisão que tomamos aqui e agora, depende de nós usarmos os recursos disponíveis da maneira mais construtiva e íntegra possível.

Com amor,
Ángel

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3 perguntas para transformar o relacionamento interior

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Os relacionamentos são tão simples como queremos vê-los. É importante que o primeiro relacionamento que analisemos em nossa vida para ter relacioamentos melhores seja nosso relacionamento com nós mesmos. Os relacionamentos que temos com as pessoas depende do valor que nos damos e dos limites que estabelecemos. (clique aqui para ler o texto sobre estabelecer limites)

Hoje vamos nos fazermos umas perguntas para respondê-las conscientemente, com toda sinceridade, a nós mesmos.

  1. Cómo me trato quando algo no sai como eu tinha planejado?
  2. Me aceito como sou ou tento ser o que os demais desejam?
  3. Assumo a responsabilidade de minha vida e minhas decisões? (clique aqui para ler o texto sobre decidir por convicção)

É importante entender que é com nós mesmos que temos que exercitar todos os aspectos que sentimos que estão faltando em nossa vida. O que esperamos dos outros deve ser algo que damos, saber dar e receber é muito importante para a harmonia dos relacionamentos.

Quando começamos a trabalhar a paciência, a aceitação, a disciplina e a responsabilidade desde nosso interior, e com nós mesmos, nos sentimos mais completos e confortáveis.

Ao mudar o foco, e integrar o externo e o interno, conseguimos entender a importância de tomar cada decisäo em nossa vida com a maior calma e certeza possíveis (clique aqui para ler o texto sobre as polaridades como aprendizado). Desta maneira nossos relacionamentos com o mundo se transformam, compreendemos que cada pessoa precisa ser completamente responsável por si mesma e assim vivemos de uma maneira mais reflexiva.

Depois de muito tempo de estar responsabilizando às pessoas, e à vida, por tudo, decidi assumir minha responsabilidade e tenho me sentido realmente empoderada (clique aqui para comprar o eBook 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal), me aceito, me conheço e sei o que quero, então direciono minha energía para construir a vida que quero em sociedade. E você?

Lembre de compartilhar este texto com quem possa precisar de uma luz em seu relacionamento interno e de deixar sua experiência nos comentários. Como você vive seu relacionamento consigo mesmo?

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 2: Integrando a Culpa

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Continuando com a série sobre o perdão, agora vamos abordar a culpa, para entender como integrá-la de uma maneira em que possamos transformar o que tem deixado de ser útil em nosso presente.

Alguns de nós temos aprendido a assumir a responsabilidade pelo bem-estar dos outros, desde o emocional até o material. A partir deste papel surgem muitas culpas ao longo de nossas vidas, pois tentamos agradar tudo mundo para garantir a harmonia onde quer que estejamos e, se sentirmos que não conseguimos fazer isso, nos culpamos pelas consequências de nossas “faltas”.

Por definição, culpa é a responsabilidade por uma ação que ocasiona dano ou prejuízo a outra pessoa, mas, o que realmente acontece é por culpa de alguém?, e se melhor aprendermos TODOS a assumir nossa responsabilidade em cada assunto e buscamos juntos a maneira de fazermos os ajustes necessários para que a próxima vez TODOS sejamos responsáveis pela consequência “boa” de nossos atos?

Quero compartilhar uma história pessoal. Um día, saindo do estacionamento de un centro comercial, bati com un carro en movimiento. As duas pessoas no volante estávamos andando de rê e batemos. Quando desci do carro, a senhora, muito nervosa, começou a dizer que a culpa tinha sido minha, eu, simplesmente lhe disse que as duas estávamos dirigindo e que, portanto, a responsabilidade era das duas. Isto é assumir a responsabilidade, pode acontecer em diferentes ambientes e áreas em nossa vida, mas sempre, através do diálogo, podemos construir uma consequência melhor para a próxima.

Integremos a culpa para canalizá-la como uma responsabilidade pessoal, na que, cada um de nós assume conscientemente que cada ato (ou falta dele, que também é ato) tem um impacto em tudo e todos ao nosso redor, e construamos consequências mais assertivas a partir de cada situação.

Lembrem-se de seguir o conteúdo do Portal Empowering Angle cadastrando seu email, seguindo-nos por Facebook (https://www.facebook.com/empoweringangle/) e Instragram (https://www.instagram.com/empoweringangle/), na próxima publicação se aborda o perdão integrado ao controle.

Com amor,
Ángel

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