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7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal – eBook para impressão

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Através do processo para reconectar com minha paz interior, tenho chegado à conclusão de que para manifestarmos a paz que queremos no mundo, é essencial nos conhecermos de verdade para potencializarmos nossos talentos e nos integrarmos na medida apropriada ao contexto, assim contribuímos, de maneira autêntica, à construção de uma sociedade de integridade.

A partir dos processos que tenho acompanhado, e aos que tenho contribuido, tem nascido a ideia de transmitir de maneira simplificada o conhecimento que tenho integrado, e do qual sou exemplo, no livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, que, em aproximadamente 100 páginas, integra exercícios práticos, momentos de reflexão pessoal e uma percepção integral de nossos aspectos como seres humanos (mundos mental e emocional integrados ao contexto social), focando nossa energia, para nos desenvolvermos como indivíduos sociais (clique aqui para ler uma parte da introdução do livro).

Cada capítulo é um nível que nos leva a entender com mais profundidade a conexão que há entre nosso sistema de crenças, nossas emoções, nossos sentimentos e nossa autenticidade, para que integremos tudo, da maneira mais apropriada, à expressão integral de nossa essência, e assim, fortalecermos nossa coerência desde nosso coração, nossa paz interior.

Somos a integração de várias dimensões, necessitamos encontrar nossa medida apropriada para contribuirmos como parte do todo, agradecermos, aceitarmos e potencializarmos a autenticidade em unidade.

Para adquirir o livro eletrônico para impressão, clique aqui

O livro inclui uma dedicatória personalizada.

Com amor,
Ángel

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Exemplo Sólido

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Como seres humanos, se percebe a incoerência que se faz presente quando não se sabe o que se quer e, ainda assim, se busca uma falsa segurança tentando controlar tudo ao redor. Desse jeito, se adquirem mecanismos para transmitir uma imagen, diferente da real, aos demais e se justifica a hipocrisia de pregar e não aplicar.

Todos podemos transformar-nos, é uma decisão, existe a possibilidade de que sejamos uma versão diferente, consciente e íntegra de nós mesmos. Isto requer muita reflexão, percepção, transparência e exercício de nossa vontade, alinhada ao propósito de integração e paz. Vejamos alguns aspectos para exercitarmos ser o exemplo que queremos do mundo:

  1. Transparência: percebendo a decisão que tomamos ao respondermos, podemos entender como reagimos, para podermos transformar a forma em que nos expressamos. Podemos responder com a verdade ou não responder, é sempre nossa decisão.(clique aqui para ler sobre exercitarmos a transparência)

  2. Neutralidade: sempre temos a opção de focarmos em nosso próprio processo, de construirmos, de trabalharmos, de nos nutrirmos, então, é necessário destinarmos nosso tempo e energia para julgarmos ou criticarmos, positiva ou negativamente? Não, e o tempo e a energia que economizamos é bem-vindo em nossos projetos pessoais (clique aqui para ler sobre neutralidade)

  3. Respeito: a aceitação e o conhecimento nos permitem aprender a nos respeitarmos desde o básico que é a nutrição de nosso corpo, de nosso relacionamento com nós mesmos e de nossa relação com o mundo e com os demais.(clique aqui para ler sobre o respeito).

  4. Coerência: dizemos que é importante sermos coerentes, mas, somos coerentes entre o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos?, lembremos-nos de que a coerência só se alcança através da integridade e do autoconhecimento, pois o único que realmente queremos é construir paz desde dentro, poder viver a integração de nossa verdade com a verdade dos demais, alinhada ao contexto (clique aqui para ler sobre a coerência).

Escutando, percebendo e integrando-nos como indivíduos sociais nos alinhamos com a paz que todos desejamos, e que só pode ser experimentada na sociedade quando a sentimos dentro e aprendemos a expressá-la (clique aqui para ler sobre paz).

Com amor,
Ángel

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É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Conectando-nos com a Neutralidade

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É um processo natural que queiramos tomar decisões a partir de nossa experiência pessoal, mas quando assumimos uma postura observadora a longo prazo, descubrimos aspectos relevantes de construção, e destruição, pessoais e sociais, que podem se apresentar quando tomamos determinadas decisões.

A neutralidade é encontrarmos o ponto de percepção onde podemos nos questionarmos sobre tudo o que sentimos, pensamose expressamos, é o processo para reconhecermos que para construirmos nossa paz interior e manifestá-la no exterior, é essencial colocar em ação nossa certeza do coração (clique aqui para ler sobre manifestar a verdade de nosso coração). Como somos 100% responsáveis pelo que nos acontece, pois criamos a partir de nossos pensamentos, sentimentos e expressão, podemos entender que ao nos conectarmos com a neutralidade estamos construindo desde a integração, pois conseguimos perceber que somos células partes de um todo e que podemos transformar tudo o que existe em nossa sociedade que continua gerando mais do mesmo.

Analisemos os seguintes aspectos dentro de nossa construção pessoal, para identificar as decisões e crenças que tem nos levado a construir a realidade que vivemos e assim podermos entender a forma de nos conectarmos com a neutralidade que queremos construir a partir de agora:

  1. Nos sentimos injustiçados: é momento de questionarmos se estamos sendo injustos com nós mesmos ou com os outros, lembremos-nos de que nossas atitudes numa área em nossa vida podem manifestar-se em outra à que lhe damos mais relevância, então analisemos todas as situações de injustiça que podemos estar exercendo, como o seria agirmos de uma maneira inconsciente e egoísta com as pessoas, com nós mesmos e com o meio ambiente (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos)

  2. Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler sobre merecimento)

  3. Queremos destacar: quando estamos em modo colaborativo entendemos que destacarmos para deixarmos um legado é uma atitude de segregação, pois para isso nos tornamos células competitivas destrutivas por só pensarmos em nosso destaque (pensemos nisso como um tumor) e automaticamente fomentamos a aparição de pessoas que precisam de alguem de destaque, já que não se conectam com elas mesmas. Quando colaboramos, trabalhamos em nossos talentos e os transmitimos para podermos integrá-los com o meio em que estamos, podemos mudar o mundo construindo desde a colaboração (clique aqui para ler o texto sobre construirmos paz desde a consciência).

  4. Sentimos que não confiamos em nós: este sentimento existe porque temos nos acostumado a acreditarmos mais nos demais que em nós mesmos. Para transformarmos isto, necessitamos nos conhecermos e investirmos nossos recursos em trabalharmos nossos talentos e integrá-los de maneira neutra em nosso entorno. Quanto mais confiança construimos em nós mesmos, maior é o impacto de nossas ações. Assumamos a responsabilidade e trabalhemos em nos fazermos mais íntegros a cada dia, é assim que construimos nossa confiança pessoal e a confiança no mundo e na vida (clique aqui para ler o texto sobre construirmos o respeito pessoal).

Lembremos-nos de que tudo está sempre em harmonia, então, se focarmos nossa energia numa polridade, sua outra face se manifesta em nossa vida para equilibrar aquilo que estamos criando, então, criemos desde a neutralidade, desde a ideia de que todos somos capazes de assumirmos nossa responsabilidade de sermos seres mais conscientes e íntegros, e de que assim podemos construir focando-nos na transformação da polaridade em neutralidade de todos os sistemas, desde a visão de mantermos a autenticidade na unidade.

Com amor,
Ángel

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Almas Gêmeas

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Devido ao impacto que pode ter a ideia de que exista uma alma gêmea, é importante que ampliemos nossa percepção sobre o assunto, para podermos entender que é essencial sabermos quem somos e o que queremos antes de nos comprometermos com outra pessoa. Quando entendemos que somos completos e que percebemos nos outros fragmentos de nós mesmos, entendemos que, no momento apropriado, podemos decidir comprometer-nos com uma pessoa que decida comprometer-se conosco, com a convicção de que podemos potencialzar-nos, um ao outro, enquanto construímos juntos, já que trabalhamos pelo mesmo propósito desde nossa própria autenticidade.

Dependendo da fase da vida em que estamos, conscientes ou não de nosso mundo mental, emocional e sentimental, temos diferentes almas gêmeas, isto é, pessoas que vibram, pensam e agem parecido conosco e que decidimos manter em nossa vida por questões que deveríamos avaliar constantemente, o que não quer dizer que vamos permanecer nesse estado a vida toda. Quem quer manifestar um relacionamento que potencializa a paz, pode considerar estes aspectos (clique aqui para ler sobre manifestar o relacionamento que desejamos):

  1. Fortalecermos nossa paz: quando tomamos decisões baseadas no que aumenta nossa paz conseguimos aprender desde a reflexão, o que fortalece nosso estado natural e nos conecta com as pessoas apropriadas para nos alinharmos com nosso coração.

  2. Expressarmos nossa autenticidade: saber quem somos em essência, e expressá-lo, é essencial, pois só assim os relacionamentos se constroem sobre uma base sólida e transparente.

  3. Entendermos que cada relacionamento é único: todos somos diferentes, portanto, todos os relacionamentos são diferentes. Ao percebermos isto, nos damos a oportunidade de começarmos o relacionamento do zero e de construirmos juntos o que nos traz paz como casal.

Quando decidimos transformar-nos em nossa versão mais íntegra, percebemos a importância de que nosso talento integrado ao contexto seja permeado pela transparência (clique aqui para ler sobre exercitarmos a transparência), a coerência (clique aqui para ler sobre coerência), o respeito (clique aqui para ler sobre o respeito) e a integridade, pois, a partir destes aspectos, construímos bases sólidas para potencializarrnos uns aos outros. Podemos decidir deixar de procurar uma alma gêmea que nos complete e começar a nos transformarmos na alma gêmea que nos potencializa para nos reconhecermos no outro e podermos construir a familia íntegra que queremos, desde a consciência.

Com amor,
Ángel

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Empoderamento Pessoal?

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Desde que comencei a me interessar, intensa e conscientemente, por meu processo de autoconhecimento, tenho percebido o quão importante é o Empoderamento Pessoal. Desde minha percepção, o Empoderamento Pessoal é uma forma de integração que inclui o mundo interno e externo de cada um de nós. É nos conhecermos e nos entendernos, tão profundamente, que possamos nos conectar, da maneira mais assertiva e coerente possível, com todos os recursos que temos disponíveis, para integrá-los a nosso contexto. A partir deste processo chegamos a entender nossa própria realidade como uma construção feita a partir de percepções, muitas vezes dirigidas pela sociedade, e percebemos o nível de coerencia que há entre o que sentimos, pensamos, dizamos, fazemos e vivemos.

Tenho decidido dedicar-me a este assunto porque me parece maravilhoso o fato de que possamos migrar de um estado reativo, crítico, comparativo, competitivo, destrutivo e no que culpamos, a um ativo, de aceitação, de autenticidade, de contribuição, construtivo e no que assumimos nossa própria responsabilidade (clique aqui para ler sobre responsabilidade). Para mim, o Empoderamento Pessoal tem sido a maneira mais apropriada de assumir meu poder pessoal desde meu coração, me colocando em contato com a integridade da totalidade do que sou e de como contextualizo isso em meu presente, isso tem sido surpreendente, pois tenho percebido que tudo o que tinha, que pensava que me faria sentir plena, era uma questão mental que fui construindo na medida em que crescia, agora que realmente sei quem sou, de coração, posso discernir melhor para dar e receber com gratidão (clique aqui para ler sobre gratidão).

Este processo, desde minha percepção, tem como propósito integrarmos a mente ao corazón, fortalecermos a intenção, onde passamos de destruir desde as reações emocionais geradoras de conflitos, a construir, através do pensamento alinhado ao sentimento de paz e unidade, a agirmos escolhendo, de maneira mais assertiva, as palavras e atos que exteriorizamos. Percebemos quem acreditamos ser para construirmos desde quem realmente somos, para podermos voltar a confiar em nós mesmos, conhecendo-nos, respeitando-nos e aceitando-nos totalmente, integrando-nos assim, de uma maneira mais construtiva, ao contexto social no qual vivemos.

Para integrar este proceso en sua vida pode comprar o livro eletrónico, para impressão, 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, onde compartilho técnicas e informação, fáceis de entender e integrar à rotina diária, para conhecermos e integrarmos nossas dimensões como seres humanos e podermos construir com mais consciência desde nosso coração (clique aqui para comprar o livro eletrônico – eBook para impressão).

Com amor,
Ángel

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A Vida e A Morte: Outra Perspectiva

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A definição de morte é o fim da vida, mas a definição de vida, dentre outras, é a existência após a morte. Independentemente da crença que temos sobre a vida e a morte, é nossa existência que nos mantém vivos, o que transmitimos aos nossos pais, filhos, amigos, companheiros, etc.

Um dia, conversando com um amigo, chegamos à conclusão de que sua esposa continuava com ele e com seus filhos, plantou amor, atenção, respeito e presença, e tudo isso continua dando frutos nas pessoas que são hoje. Então ela ainda está viva, ela existe nos corações e mentes das pessoas.

É nossa decisão o que queremos construir em nossas vidas e transmitir aos outros, pois pode ser algo que as pessoas continuam transmitindo como destrutivo (o que vai contra a vida, o respeito, a transparência e a paz), mas também pode ser construtivo (o que é a favor da vida, respeito, transparência, paz). Quando queremos transmitir algo que nos constrói como humanidade, podemos seguir essas ações:

  1. MELHORARMOS NOSSA COMUNICAÇÃO: escutarmos melhor, silenciarmos a mente, recebermos informações sem julgá-las para integrá-las e respondermos de forma coerente com o que escutamos (se realmente há algo que podemos dizer que seja apropriado), aprendermos a usar melhor palavras e gestos que usamos para nos expressarmos, sermos claros na mensagem que queremos transmitir, abrirmos nossa mente para estabelecermos uma comunicação mais clara que estimule a transparência. Lembremo-nos de que, para que haja transparência, precisamos aprender a escutar e construir a partir disso, porque quando as pessoas nos percebem como inflexíveis e autoritários, o diálogo vai para o lado da mentira, seja para “evitar” conflitos (que depois podem ser piores do que seria no momento) ou para obter o que se quer (clique aqui para ler sobre transparência).

  2. RESPEITARMOS E ACEITARMOS: O fato de algo ser apropriado para nós não significa que o seja para todos. Quando realmente nos conhecemos e aceitamos o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos, aprendemos que o verdadeiro respeito é entendermos que todos temos o direito de sermos diferentes, e que isso não nos torna melhores ou piores, e entendemos que é necessário aceitarmos as diferenças como uma forma de enriquecermos as construções humanas. Assumirmos a responsabilidade (clique aqui para ler sobre responsabilidade) por tudo o que depende de nós (sentimento, pensamento, palavra e ação) é o primeiro passo para construirmos uma humanidade mais consciente, influenciamos constantemente (conscientemente ou inconscientemente) tudo a nossa volta (clique aqui para ler sobre o respeito ).

  1. TRANSFORMARMOS: Para obtermos resultados diferentes, é necessário transformarmos o que existe de forma criativa, potencializando o que é útil neste momento para construir a paz (clique aqui para ler sobre cnstrução da paz). Sendo conscientes de que somos parte da humanidade e de que precisamos assumir nossa responsabilidade como únicos no todo, conseguimos construir entre todos, integrando mais os pontos de vista disponíveis (clique aqui para ler sobre construirmos com consciência).

Cada semente que plantamos tem o potencial de germinar, sejamos mais conscientes disso e plantemos o que queiramos colher, já que dessa maneira estamos mais focados en viver, em existir.

Com amor,
Ángel

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Terminamos, e agora?

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Um tema muito recorrente na questão de relacionamentos é o fim dos mesmos, às vezes bem definido, outras nem tanto, mas, no final, têm em comum que nos tiram de nossa zona de conforto e nos fazem nos questionarmos sobre muitas coisas. Mas, o que podemos fazer, quando isto acontece, para nos acostumarmos ao espaço que deixa o costume da presença do outro? Este é o assunto deste artigo.

Primeiro é importante que tenhamos um tempo a sós para observarmos, de forma objetiva, o relacionamento e os sentimentos que temos tido durante o tempo que temos estado juntos, pois isto nos leva a entendermos que devemos fazer alguns ajustes em vários aspectos de nós mesmos, desde decidirmos o que esperamos de um relacionamento, até definirmos os princípios básicos que o mesmo deve ter como base, isto é o que nos leva a decidir com mais assertividade em que momento podemos dar o passo para entrarmos num novo relacionamento.

Depois de termos encontrado os motivos que nos levaram a decidir entrarmos no relacionamento, e as necessidades por trás deles, é importante que consigamos soltar o que já não faz parte de nossa construção, em muitos casos guardamos a esperança de voltarmos porque não temos a certeza do que queremos construir, por isso é tão importante que aprendamos a ser claros e coerentes com nós mesmos, para poder expressar isso aos outros.

Por último, é necessário assumirmos nossa responsabilidade sobre tudo o que tem acontecido, aceitarmos que, enquanto sejamos os mesmos no nível de crenças e emoções, não há como manter mudanças que agradem ao outro e que nos façam sentir bem com nós mesmos no longo prazo. Nós mudamos por uma necessidade interna de estarmos mais alinhados com nosso próprio momento, os outros só podem ser uma inspiração para nossa mudança, mas, somos nós quem decidimos quando é hora de fazê-lo, e se isso nos permite fluir com nossos princípios e valores.

Para finalizar, vejamos alguns passos que tem resultado úteis na vida das pessoas que conheço que tem terminado seus relacionamentos, e em minha vida, depois de ter terminado um relacionamento de 9 anos:

  1. Dedicar o tempo que passaríamos com a pessoa para fazer algo que curtamos fazer sozinhos. Em meu caso, escrever sempre tem sido um momento de reconexão comigo mesma, me permite canalizar qualquer emoção e até perceber coisas que sinto, das que não era consciente. Qualquer atividade que nos sirva como forma de expressão pode ser útil para o processo de conhecermos a nós mesmos.

  2. Nos permitirmos conectar com pessoas diferentes a nossos amigos e família para ampliarmos nossas perspectivas.

  3. Nos darmos o espaço e o tempo para fazer praticamente “NADA”, esses momentos sem compromissos em que podemos fluir com nossa própria companhia nos abrem novas possibilidades.

  4. Definir o que queremos de um relacionamento é essencial, pois nos permite tomar decisões por convicção (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção) con respeito aos relacionamentos que permitimos em nossa vida. Em meu caso, neste momento priorizo a liberdade de ser quem sou, e de permitir ao outro ser quem é, e a paz para construirmos um relacionamento desde a integridade, a transparência e o respeito, assim deixo minhas emoções fluir para sentir com meu coração o propósito de cada relação (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração).

É importante entender que o sentimento que temos construído pela pessoa permanece, sempre continua como parte de nós, mas simplesmente sabemos que precisamos seguir em frente transformando os limites do relacionamemto para continuarmos nosso próprio trabalho de autoconhecimento e evolução (clique aqui para ler sobre a sublimação de nossas realidades mental, emocional, criativa e sexual).

Temos sempre a possibilidade de achar diferentes formas de nos relacionarmos com o mundo, podemos escolher viver podendo ser quem realmente somos, com transparência e sinceridade, e conhecer pessoas que escolhem esse caminho também, pois é desse jeito que podemos construir bases sólidas e potencializadoras para expandirmos a autenticidade na unidade dentro de uma sociedade íntegra.

Com amor,
Ángel

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Perdão Edição Especial

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É necessário quebrarmos alguns paradigmas com respeito ao perdão para entendê-lo melhor e poder integrá-lo a nossa vida de maneira fácil e efetiva. Por este motivo este artigo está focado na ação de perdoar, passando pela definição, quebra de paradigma, ressignificação, integração e aplicação do perdão, integralmente, em nossa vida.

A palavra perdão é definida como a ação de perdoar, e perdoar como excetuar alguém do que se faz com todos, ou tirar a obrigação que tem. Integrando esta definição a nossa experiência pessoal, é comum que vejamos o perdão como uma forma superior de nos relacionarmos com pessoas ou situações que, desde nossa perspectiva, tem nos ferido. É a partir daquí que podemos quebrar o paradigma de perdoarmos.

Quando entendemos que as comparações, os julgamentos e as culpas fazem parte de un modelo que necessita ser transformado para aprendermos a nos relacionar de uma maneira mais transparente, autêntica, respeitosa e responsável, para podermos construir e reformar de maneira sustentável nosso planeta, é necessário quebrar o paradigma de que o perdão nos faz melhores ou superiores e ressignificá-lo como a integração da ideia de que somos responsáveis por escolher se algo, efetivamente, nos afeta ou nos faz mal.

Normalmente nos sentimos feridos quando a situação não sai como esperávamos, mas, assim como podemos culpar ao outro pelo que diz ou faz, também podemos assumir a responsabilidade pela expectativa que temos criado para nos sentirmos bem, aceitos, amados, acolhidos, etc, e por termos permitido que o outro entre e permaneça em nossa vida. Se analizarmos um pouco mais, nos sentirmos feridos vem de uma necessidade de controle, de querermos controlar nossa vida e as situações e pessoas nela. Por isso vamos ver estes passos que nos ajudam a conectarmos com um lado de nossa natureza humana que consegue fluir com o coração:

  1. Ver a vida como um constante aprendizado: quando entramos em cada situação, com todos os sentidos, podemos perceber elementos que podem nos levar a uma compreensão mais ampla de quem somos.
  2. Agradecer por cada minuto vivido: podemos escolher ver a vida como um milagre, podermos respirar e fazer o que fazemos pode ser sempre um motivo de gratidão e os aprendizados também, por mais dolorosos que possam parecer, nos mostram que somos mais do que acreditamos ser (clique aqui para ler sobre a gratidão).
  3. Pormos em prática os exercícios para trazer a mente ao presente (clique aqui para ler o artigo sobre mente presente), exercitarmos o empoderamento de crenças (clique aqui para ler o artigo sobre crenças) e aceitarmos às pessoas e situações como são.

INTEGRAÇÃO DA CULPA

Agrora abordemos a culpa, para entender como integrá-la de uma maneira em que possamos transformar o que tem deixado de ser útil em nosso presente.

Alguns de nós temos aprendido a assumir a responsabilidade pelo bem-estar dos outros, desde o emocional até o material. A partir deste papel surgem muitas culpas ao longo de nossas vidas, pois tentamos agradar todo mundo para garantirmos a harmonia onde quer que estejamos e, se sentirmos que não conseguimos fazer isso, nos culpamos pelas consequências de nossas “faltas”.

Por definição, culpa é a responsabilidade por uma ação que ocasiona dano ou prejuízo a outra pessoa, mas, o que realmente acontece é por culpa de alguém?, e se TODOS aprendermos a assumir nossa responsabilidade em cada assunto e buscamos juntos a maneira de fazermos os ajustes necessários para que a próxima vez TODOS sejamos responsáveis pela consequência “boa” de nossos atos? (clique aqui para ler sobre responsabilidade)

Integremos a culpa para canalizá-la como uma responsabilidade pessoal, na que, cada um de nós assume conscientemente que cada decisão (ou falta dela, que também é decisão) tem um impacto em tudo e todos ao nosso redor, e construamos consequências mais assertivas a partir de cada situação.

SOLTANDO O CONTROLE

Como falado antes, é comum que nos sintamos feridos quando as situações não saem como esperávamos ou as pessoas não agem como queremos. Mas, se às vezes nós mesmos não agimos como pensávamos que agiríamos, ou não dizemos o que pensamos que diríamos, como poderíamos esperar algo de outros? Este é o ponto de partida sobre soltar o controle.

Pensarmos que temos o controle sobre os outros é uma ilusão. Surge da ideia de que somos superiores ou de que temos mais capacidades, como pais, filhos que mantêm seus pais, professores, chefes, líderes, irmãos mais velhos, namorados, esposos, amantes, etc., e de que inspiramos respeito. Estes relacionamentos de controle se baseiam na ideia de que quem depende de nós, seja física, material ou emocionalmente, pode ser controlado por nós, e na realidade só conseguimos ver o que confirma isto que é a manifestação do medo do outro, que nada tem a ver com respeito. Mas, conseguimos perceber que cada uma das pessoas está decidindo de acordo a seus próprios temores e à posição que decide assumir? (clique aqui para ler sobre respeito)

Então, realmente temos o controle sobre algo?. A resposta é sim, sobre nós mesmos através do autoconhecimento. Quando decidimos soltar o controle externo para nos permitirmos sentir dentro de nós, conseguimos entender o que nos motiva a nos expresarmos e viver de certa maneira. De onde vem esse amor pelo controle?, de nossa insegurança de nós mesmos? Ao nos conhecermos ganhamos confiança, sabemos o que podemos fazer, entendemos e respeitamos nossos limites e issso nos mostra que o controle externo não é o que achamos. Se podemos estar bem com nós mesmos, viver desfrutando o que gostamos e nos expresarmos de maneira mais objetiva, para que queremos controlar aos outros?

Podemos nos comprometer a termos control do que expressamos, ou deixamos de expressar, de como nos nutrimos, da atividade física que damos ao nosso corpo, de escolhermos as pessoas com as que nos sentimos mais à vontade, de criarmos nosso ambiente e permitirmos que o que nasce dalí flua, trazendo aprendizado e crescimento.

ACEITANDO A VERDADE

A aceitação da verdade é o que nos leva a conseguir aplicar o perdão em todas as áreas de nossa vida.

Aceitarmos a verdade requer um profundo conhecimento de nós mesmos. Todos sentimos de maneira diferente, todos nos expresamos como consequência do que sentimos aplicado a um contexto, seja a favor, em contra do mesmo ou de maneira neutral, e escolhemos nosso caminho, embora, às vezes, tomemos as decisões sendo incoerentes com quem realmente somos. O quê nos leva a decidir sair com uma pessoa comprometida?, ou trabalhar numa empresa que vende algo que não compramos?, ou ficar longe de nuestra familia por construir otra?, este tipo de perguntas, respondidas com franqueza (sem tentarmos criar jogos mentais que nos dêem sempre a razão), nos dão uma visão mais objetiva de nós mesmos e do que queremos de coração.

Quando assumimos a responsabilidade pelo que expressamos, sentimos e pensamos, nos conectamos com nossa verdade, a que nos mostra que estamos onde nós mesmos temos nos levado, ninguém é culpado, tudo é apenas nossa responsabilidade. Permitimos contato com pessoas, aceitamos ofertas de trabalho, decidimos nos manter longe de certas coisas e hoje somos o resultado de cada uma de nossas decisões, então, queremos continuar onde estamos ou não?. Se a resposta é “NÃO”, então é necessário tomarmos decisões que nos levem a estar onde realmente queremos, de maneira mais coerente e aceitando que não sempre o que temos querido é o que está realmente alinhado com nossa própria verdade.

Liberando-nos dos medos e crenças que têm nos mantido longe de tudo aquilo que nos permite fluir e nos sentirmos respeitados, conseguimos nos reconectar para construirmos uma realidade mais coerente com nossa essência, o processo pode demorar, mas é importante decidirmos dar o primeiro passo. É necessário nos conectarmos com nossa voz interior, essa voz que nos leva a fazer o que nos integra, o que faz com que nos sintamos completos (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

Aceitemos nossa verdade e vejamos florescer a verdade de todos, y tudo, ao nosso redor 🙂
NOS ALINHANDO CON NOSSA VOZ INTERIOR

Nossa perspectiva sobre o perdão se expande ao entendermos que toda ferida nasce de expectativas e necessidades, e que, ao assumirmos a responsabilidade, soltarmos o controle e aceitarmos a verdade começamos a viver uma realidade em que descubrimos que o principal motivo das feridas é nossa falta de conexão pessoal, o que nos leva a construir uma nova forma de nos relacionarmos, a partir do respeito por nós mesmos (clique aqui para ler sobre construirmos o respeito pessoal).

Nosso ego é um aliado poderoso quando decidimos integrá-lo como parte do ser integral que somos (clique aquí para ler o artigo completo sobre integração do ego), mas, enquanto tentemos “ignorá-lo” continua sendo o opositor de nossa voz interior, essa outra voz que nos compara, positiva ou negativamente, com os outros, essa voz que julga, essa voz que teme mesmo arriscando, essa voz que, ao questionarmos, sempre vai dar-nos uma resposta que vem da preservação de nós como indivíduos separados.

Quando exercitamos focar nosso ego em nos conhecermos melhor, nossos pensamentos começam a se acostumarem a falar de nós mesmos, evitando o julgamento, a comparação e a culpa, é nesse momento que começamos a sentir nossa voz interior, a que nos aceita como somos e nos mostra a maneira mais apropriada de nos construirmos em cada momento de nossa vida. Uma pergunta super útil para verificar a origem de cada pensamento é: Isto é só para meu bem-estar ou contribui para o bem-estar de tudo e todos? Com o tempo o ego aprende a fluir com o coração e a voz interior vai se alinhando e focando no que nos permite fluir, e amamos, que causa um impacto coerente e construtivo em nós e tudo ao nosso redor (clique aqui para ler sobre identificarmos o que é de coração).

Escutarmos a voz interior é confiarmos de verdade em nós mesmos, compreendermos que sempre estamos acompanhados, que há infinitas maneiras de nos relacionarmos com nós mesmos, e com o mundo, e que podemos sempre decidir fluir com nosso coração (clique aqui para ler sobre transformarmos nossa humanidade).

Com amor,
Ángel

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O que merecemos?

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Aprendermos a seguir o nosso coração (clique aqui para ler o artigo completo sobre a conexão com nossos corações) é uma das formas mais efetivas para que entendamos que somos valiosos como somos e que, se decidimos ser íntegros e completos no presente, isso é o mínimo que merecemos viver, é a partir daqui que começamos a priorizar, de forma mais apropriada para nós, as atividades e as pessoas em nossas vidas.

Algumas das nossas crenças nos fazem aceitar migalhas da vida, porque sentimos de alguma forma que é isso que damos, é por isso que precisamos aprender mais sobre nós mesmos e investir no desenvolvimento de nossas habilidades humanas como um todo, desde a maneira em que nos relacionamos com nós mesmos, como base, até como damos o mais apropriado para nós em cada momento em que vivemos. Vamos ver situações que podem se apresentar, nas quais podemos escolher um caminho mais integral para nós mesmos:

  1. Dependemos de que as pessoas façam o que queremos? É mais comum do que pensamos, ocorre principalmente nas relações de poder em que precisamos sentir que dominamos a outra pessoa para nos sentirmos seguros. Precisamos aprender a sermos autossuficientes e nos conhecer tão bem que saibamos o que realmente podemos fazer, para sabermos o que os outros podem dar também. Todos nós temos nossos talentos e podemos construir juntos, mas não delegar responsabilidade por tudo o que queremos e precisamos, cada um de nós deve fazer sua parte. Desta forma, temos relacionamentos mais construtivos e deixamos a dependência emocional de lado para construirmos relacionamentos mais integrais.

  2. Consideramos que não recebemos o que damos? Avaliemos os motivos que nos levam a dar, porque muitas vezes acreditamos que é o melhor para a outra pessoa sem considerar o que ela vive. Só podemos realmente saber o que é mais apropriado para nós, dar mais atenção ao que podemos trabalhar em nós mesmos e escutar mais aos outros, evitando as nossas respostas automáticas.

  3. Dizemos SIM por satisfazermos aos outros? A vida é feita de momentos, dizendo sim a tudo sem nos questionarmos se é o que é realmente necessário para construirmos o que queremos em nossas vidas, é dizer que merecemos qualquer coisa, avaliemos melhor e decidamos de acordo com nossos próprios princípios e projetos, respeitemos a nós mesmos (clique aqui para ler sobre como dizer “NÃO”).

  4. Nos interesa alguém que está comprometido? Este caso pode se apresentar, então, antes de tentarmos convencer-nos, através de nossas crenças, ou experiências pessoais ou de outros, que é correto entrar no meio de um relacionamento, pensemos em como gostaríamos que nosso relacionamento fosse e se o que vamos fazer gostaríamos de experimentá-lo se fóssemos a outra pessoa do casal. Qualquer ação ou reação tem seu efeito, assim que, mesmo que nos sintamos imunes, é necessário avaliarmos cada passo que queremos tomar.

  5. Trabalhamos por amor o por necessidade? Os medos de que carecemos de recursos ou de que nossos talentos não são pagos se os fazemos sozinhos (ou demoram em nos dar retorno), ou a necessidade de nos tornarmos milionários porque pensamos que seremos felizes, ou porque pensamos que apenas o dinheiro leva ao sucesso, estes são alguns dos motivos que podem nos manter numa vida governada por dinheiro que nem nos satisfaz, mas pelo menos nos faz sentir segurança material. Questionemo-nos sobre nossas prioridades na vida, trabalhamos num lugar que respeita as pessoas, o meio ambiente, e que tem valores alinhados aos nossos como pessoas? O que faríamos se tivéssemos um último dia de vida, trabalharíamos nessa empresa? Aqui precisamos integrar tudo com o que fluimos e colocá-lo no contexto em que nos encontramos. Lembremo-nos de que o sucesso é o resultado feliz de um ato, portanto, passarmos sobre nós mesmos, nossos princípios e outras pessoas (por mais bem mentalmente justificado que possa parecer), não é termos sucesso, avaliemos nossas ações de maneira cada vez mais consciente.

Merecemos um presente integral, alinhado aos nossos valores e ao respeito e ao amor que temos por nós mesmos, então, avaliemos as opções que nos são apresentadas, tudo o que nos faz duvidar podemos avaliá-lo melhor ainda, confiemos mais em nós mesmos, e em nossas capacidades, e veremos uma nova realidade para nós (clique aqui para ler sobre como decidirmos por convicção).

Com amor,
Ángel

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