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Família

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É essencial que entendamos a definição de certas palavras para experimentarmos seu significado como realmente é, isto pode nos transformar e nos conectar mentalmente com nossa paz. Segundo o dicionário Michaelis, família é um grupo de pessoas unidas por convicções, interesses ou origem comuns. Seguindo ao pé da letra esta definição, podemos entender que todos somos família, pois temos em comum o mesmo planeta de origem.
Tenho conhecido muitas situações de pessoas que quando se conhecem se sentem em casa, que têm afinidade muito profunda com pessoas que não imaginavam que poderiam se relacionar en níveis altos de intimidade mental, sentimental e física, e que têm entendido que família somos todos. Para potencializarmos nossa paz devemos aprender a decidir no presente o que é mais apropriado para nossa construção desde a integridade, isto inclui todo tipo de relacionamentos, alí onde nos sentimos livres de expressarmos nossa verdade de coração é onde devemos investir nossa energía.

Com amor,
Ángel

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Transmutando a Palavra Corrupção

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Para transmutarmos a corrupção, realmente precisamos entender o que é, já que muitos de nós temos nos referido a ela aplicando-a, exclusivamente, a pessoas no poder que têm acesso a dinheiro em grandes quantidades, seja numa empresa ou na política, e o termo realmente permeia a sociedade, porque o governo de cada lugar é um reflexo do que domina no grupo que é representado, no interior de cada um, então, se queremos mudanças na forma como nos organizamos como humanidade, é necessário que aprendamos a sermos mais integrais, a partir da raiz.

Corromper é alterar a forma de algo, outras definições aparecem com foco no aspecto negativo, como danos, perverter, etc., mas a base é a alteração. Usando a definição como base, podemos entender que a corrupção como tal não é ruim, podemos torná-la construtiva alterando a forma de algo para podermos construir juntos.

De acordo com a definição, a corrupção para o lado negativo pode ser representada como uma incoerência, dizemos algo e não o fazemos? Desrespeitamos as leis quando não nos estão vendo? Nos mostramos como salvadores e/ou pessoas boas para nos aproveitrmos de outros ou de situações (ou para melhorar a nossa imagem)? Tomamos as coisas dos outros, porque acreditamos que não as necessitam, porque eles têm dinheiro para comprá-las? Queremos um mundo melhor, mas esperamos que outros empreendam ações para melhorá-lo? Somos incoerentes de alguma forma no que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos? Sempre acreditamos que o fim justifica os meios?

A proposta de hoje, com a intenção de assumirmos a responsabilidade de sermos mais íntegros a cada minuto, é que apliquemos a corrupção com sua definição construtiva, que alteremos a forma de tudo em nossas vidas que parou de nos construir para que façamos parte efetiva da mudança que queremos com nossa própria iniciativa. Para isso, não precisamos de seguidores ou grupos, apenas compromisso e amor com nós mesmos, então, ao longo do tempo, percebemos que temos um impacto construtivo em tudo, e todos, ao nosso redor. Aqui estão algumas maneiras de começarmos a transmutar a palavra corrupção de forma construtiva:

  1. NOS EXPRESSARMOS COERENTEMENTE: podemos usar nosso canal de expressão (corpo) para transmitirmos assertivamente, com gestos, ações e palavras o que sentimos, com a intenção de construirmos desde nosso coração (clique aqui para ler sobre a conexão com nosso coração). Lembremos-nos de tornarmos nossa intenção coerente, alinharmos sentimento, pensamento, palavra e ação.

  2. NOS NUTRIRMOS COERENTEMENTE: nossas células precisam de muito menos do que pensamos (clique aqui para ler sobre nutrientes e alimentos necessários para o bom funcionamento de nossas células) e, priorizando o que precisamos, reduzimos o consumo de alimentos desnecessários, o que afeta construtivamente nossa saúde e a do planeta, pois aumentamos nossa energia e geramos menos resíduos inorgânicos, dentre outras coisas.

  3. NOS RELACIONARMOS COERENTEMENTE: quando nos conectamos com nossos talentos e princípios, naturalmente nos sentimos mais conectados com o respeito por tudo, o que, conseqüentemente, nos leva a nos relacionarmos com pessoas ligadas aos seus talentos e princípios, quando isso acontece, cada momento de qualquer relacionamento de nossa vida abre nossas mentes para um novo ponto de vista, porque deixamos de querer estar certos para querermos compartilhar e crescer juntos. RELACIONANDO-NOS COERENTEMENTE COM NÓS MESMOS NOS RELACIONAMOS MAIS COERENTEMENTE COM O MUNDO (clique aqui para ler sobre a construção com solidez).

  4. USARMOS OS RECURSOS COERENTEMENTE: precisamos DE muito menos do que imaginamos, por isso é essencial que avaliemos constantemente como mantermos na nossa vida apenas o necessário. O fato de que pensamos que precisamos de muito nos carrega com muitas emoções que provêm do medo da escassez, quando temos confiança em nós mesmos de forma integral tudo se transforma (Clique aqui para ler sobre a transformação de necessidades que não são tão necessárias).

Estes quatro pontos têm sido a minha bússola nos últimos meses, tenho percebido que viver uma vida coerente em todos os aspectos faz parte da tranquilidade, consciente ou inconscientemente, e que cada pequena ação pode fazer uma grande diferença de dentro para fora. E você, o que pratica que tem um impacto construtivo no mundo?

Com amor,
Ángel

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Terminamos, e agora?

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Um tema muito recorrente na questão de relacionamentos é o fim dos mesmos, às vezes bem definido, outras nem tanto, mas, no final, têm em comum que nos tiram de nossa zona de conforto e nos fazem nos questionarmos sobre muitas coisas. Mas, o que podemos fazer, quando isto acontece, para nos acostumarmos ao espaço que deixa o costume da presença do outro? Este é o assunto deste artigo.

Primeiro é importante que tenhamos um tempo a sós para observarmos, de forma objetiva, o relacionamento e os sentimentos que temos tido durante o tempo que temos estado juntos, pois isto nos leva a entendermos que devemos fazer alguns ajustes em vários aspectos de nós mesmos, desde decidirmos o que esperamos de um relacionamento, até definirmos os princípios básicos que o mesmo deve ter como base, isto é o que nos leva a decidir com mais assertividade em que momento podemos dar o passo para entrarmos num novo relacionamento.

Depois de termos encontrado os motivos que nos levaram a decidir entrarmos no relacionamento, e as necessidades por trás deles, é importante que consigamos soltar o que já não faz parte de nossa construção, em muitos casos guardamos a esperança de voltarmos porque não temos a certeza do que queremos construir, por isso é tão importante que aprendamos a ser claros e coerentes com nós mesmos, para poder expressar isso aos outros.

Por último, é necessário assumirmos nossa responsabilidade sobre tudo o que tem acontecido, aceitarmos que, enquanto sejamos os mesmos no nível de crenças e emoções, não há como manter mudanças que agradem ao outro e que nos façam sentir bem com nós mesmos no longo prazo. Nós mudamos por uma necessidade interna de estarmos mais alinhados com nosso próprio momento, os outros só podem ser uma inspiração para nossa mudança, mas, somos nós quem decidimos quando é hora de fazê-lo, e se isso nos permite fluir com nossos princípios e valores.

Para finalizar, vejamos alguns passos que tem resultado úteis na vida das pessoas que conheço que tem terminado seus relacionamentos, e em minha vida, depois de ter terminado um relacionamento de 9 anos:

  1. Dedicar o tempo que passaríamos com a pessoa para fazer algo que curtamos fazer sozinhos. Em meu caso, escrever sempre tem sido um momento de reconexão comigo mesma, me permite canalizar qualquer emoção e até perceber coisas que sinto, das que não era consciente. Qualquer atividade que nos sirva como forma de expressão pode ser útil para o processo de conhecermos a nós mesmos.

  2. Nos permitirmos conectar com pessoas diferentes a nossos amigos e família para ampliarmos nossas perspectivas.

  3. Nos darmos o espaço e o tempo para fazer praticamente “NADA”, esses momentos sem compromissos em que podemos fluir com nossa própria companhia nos abrem novas possibilidades.

  4. Definir o que queremos de um relacionamento é essencial, pois nos permite tomar decisões por convicção (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção) con respeito aos relacionamentos que permitimos em nossa vida. Em meu caso, neste momento priorizo a liberdade de ser quem sou, e de permitir ao outro ser quem é, e a paz para construirmos um relacionamento desde a integridade, a transparência e o respeito, assim deixo minhas emoções fluir para sentir com meu coração o propósito de cada relação (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração).

É importante entender que o sentimento que temos construído pela pessoa permanece, sempre continua como parte de nós, mas simplesmente sabemos que precisamos seguir em frente transformando os limites do relacionamemto para continuarmos nosso próprio trabalho de autoconhecimento e evolução (clique aqui para ler sobre a sublimação de nossas realidades mental, emocional, criativa e sexual).

Temos sempre a possibilidade de achar diferentes formas de nos relacionarmos com o mundo, podemos escolher viver podendo ser quem realmente somos, com transparência e sinceridade, e conhecer pessoas que escolhem esse caminho também, pois é desse jeito que podemos construir bases sólidas e potencializadoras para expandirmos a autenticidade na unidade dentro de uma sociedade íntegra.

Com amor,
Ángel

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Amores Conscientes: 3 hábitos para nos conectarmos

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Agora que entendemos a importância da harmonia entre pais (clique aqui para ler sobre pais conscientes) e filhos (clique aqui para ler sobre filhos conscientes) podemos nos conectarmos, de maneira mais assertiva, com o que é necessário para construir nossos relacionamentos.

É importante partir do princípio de responsabilidade. Entramos em um relacionamento porque assim decidimos, o outro é e está presente para ensinar-nos através do amor o que ainda não temos reconhecido em nós (crenças, necessidades, emoções) e que precisamos empoderar e ressignificar para nos conectarmos com nossa paz interior.

Tendo claros os pontos apresentados, podemos conhecer pequenos hábitos que nos permitem aprender, de uma maneira mais tranquila, através de nossos relacionamentos.

  1. Dar e receber: o primeiro ponto é identificarmos o que esperamos da outra pessoa e o que estamos dispostos a dar. Se esperamos algo, mas não estamos dispostos a dá-lo, há algo que necessitamos trabalhar dentro de nós, seja permitendo a transparência para que o que aconteça seja parte de um acordo ou encontrando motivos para nos conectarmos com a fidelidade com nós mesmos, empoderando as crenças limitantes que temos com respeito ao compromisso.
  2. Comunicação: para mantermos um relacionamento saudável é muito importante sabermos o que queremos, e sentir a liberdade para expressá-lo, de maneira assertiva. Lembremos que o outro está presente para nos conhecermos melhor, portanto a abordagem sempre deve ser desde nossa perspectiva pessoal. Compartilharmos, conhecermos e respeitarmos os limites do outro é a chave para construir uma base sólida de respeito (ler o texto sobre limites e respeito).
  3. Liberdade: um dos pontos mais importantes nas mudanças de paradigmas nos relacionamentos é a liberdade de sermos nós mesmos. Permitamos a expressão do outro tal como é, conectemos com nós mesmos e tenhamos a oportunidade de poder decidir, com a maior tranquilidade, que podemos percorrer outros caminhos. Isto é possível quando aprendemos a nos amarmos como somos e assim permitimos que entrem em nossa vida pessoas que ressoam com esse amor interior e que se projetam de uma maneira mais alinhada com nosso propósito de vida.

Amor é darmos, recebermos, expressarmos, respeitarmos e sermos livres para decidirmos ser e estar. Evitemos usar títulos para cortar asas, usémos eles para potencializar nossa intenção de nos unirmos a alguém com o propósito de construirmos juntos, honremos nosso sentimento, nosso pensamento e nossa expressão com nosso amor.

Com amor,
Ángel

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Filhos Conscientes: 6 ações para harmonizar nosso lar

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Somos todos filhos, às vezes criamos vínculos com pessoas novas em nossas vidas que nos acolhem como família, outras vivimos a experiência com nossa família de sangue, a final somos todos filhos e ser filho é encontrar a maneira de integrar-se aos padres através do respeto e do amor. Agora que sabemos como exercitar o respeito (clique aqui para ler o texto sobre respeito) podemos entender melhor o que como filhos podemos fazer a cada dia.

Nossos pais nos transmitem sua experiência e assim nos mostram diferentes maneiras de viver. O fato de tê-los em nossa vida não significa que temos que ser iguais a eles mas que podemos aprender deles e ensinar-lhes (clique aqui para ler o texto sobre diferenças). A família é uma estrutura cheia de diversidade na que, ao aplicar a aceitação e o respeito (clique aqui para ler o texto sobre respeito consciente), conseguimos enriquecer nossos pontos de vista para integrá-los à nossa experiência.

Vejamos algumas ações úteis para harmonizar a vida em família sendo filhos mais conscientes:

  1. Absorver o melhor que haja no meio evitando julgar.
  2. Assumir a responsabilidade de nossa vida, evitar culpar.
  3. Colaborar com a harmonia e a manutenção do lar.
  4. Estabelecer e respeitar os espaços e limites (clique aqui para ler o texto sobre limites).
  5. Estar abertos á comunicação.
  6. Agradecer por ser e estar em família.

Em nosso lar podemos, de maneira mais tranquila, aprender a viver por gusto, sem obrigações. Quando nos empoderamos de nosso lar descubrimos a importância do trabalho em equipe. Como filhos devemos entender que somos todos diferentes e que para trabalhar os desafíos que se apresentam na família é importante que aprendamos a nos comunicarmos. Normalmente os pais dão o melhor que podem desde sua experiência, embora aos olhos de alguns pareça o contrário. Nem os filhos nem os pais temos manuais, por este motivo é importante criar um espaço saudável de comunicação no que se possam expressar os pontos de vista em um ambiente de aceitação e respeito.

Eu decido fazer parte ativa da harmonia e manutençao de meu lar aqui e agora. E você?

Com amor,
Ángel

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Conexão Respeitosa: 5 passos para exercitar o respeito

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Para construir todo relacionamento é importante exercitar o RESPEITO, com nós mesmos e com os demais, pois é um valor construtivo. Quando nos respeitamos e estabelecemos nossos limites criamos um canal claro de comunicação com o mundo (clique aqui para ler sobre transparência). E se ao fazermos isso somamos a intenção de respeitar os limites do outro estaremos construindo uma base sólida para cada relacionamento. 

RESPEITAR os límites própios, e os dos outros, é entender que somos todos diferentes e que isso faz parte da construção de quem somos, e do lugar em que vivimos, e estar dispostos a interagir absorvendo o mais apropriado de cada situação, evitando atacar. O que temos considerado negativo ou positivo em algum momento pode mudar de lado de acordo com nossa experiência, o que é um fato real é que, sem importar de que lado as deixemos, as experiências vividas fazem parte de nossa vida e de nosso desenvolvimento. Por isto todo mundo merece nosso respeito, como o que damos a alguém que nos ensina algo.

Os 5 passos a seguir nos ajudam a exercitar o respeito:

  1. Nos respeitarmos e estabelecermos limites pessoais coerente e assertivamente (clique aqui para ler sobre estabelecer limites).
  2. Respeitarmos os limites alheios.
  3. Evitarmos emitir opiniões que não tenham sido pedidas.
  4. Observarmos a maneira em que nos expressamos sobre os outros e transformá-la de forma construtiva.
  5. Revisarmos a construtividade do que expressaremos antes de fazê-lo.

Seguindo estes passos transformamos a maneira em que nos relacionamos com o mundo, o que, por sua vez, nos traz novas perspectivas e possibilidades. RESPEITEMOS como queremos que nos RESPEITEM.

Com amor,
Ángel

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3 perguntas para transformar o relacionamento interior

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Os relacionamentos são tão simples como queremos vê-los. É importante que o primeiro relacionamento que analisemos em nossa vida para ter relacioamentos melhores seja nosso relacionamento com nós mesmos. Os relacionamentos que temos com as pessoas depende do valor que nos damos e dos limites que estabelecemos. (clique aqui para ler o texto sobre estabelecer limites)

Hoje vamos nos fazermos umas perguntas para respondê-las conscientemente, com toda sinceridade, a nós mesmos.

  1. Cómo me trato quando algo no sai como eu tinha planejado?
  2. Me aceito como sou ou tento ser o que os demais desejam?
  3. Assumo a responsabilidade de minha vida e minhas decisões? (clique aqui para ler o texto sobre decidir por convicção)

É importante entender que é com nós mesmos que temos que exercitar todos os aspectos que sentimos que estão faltando em nossa vida. O que esperamos dos outros deve ser algo que damos, saber dar e receber é muito importante para a harmonia dos relacionamentos.

Quando começamos a trabalhar a paciência, a aceitação, a disciplina e a responsabilidade desde nosso interior, e com nós mesmos, nos sentimos mais completos e confortáveis.

Ao mudar o foco, e integrar o externo e o interno, conseguimos entender a importância de tomar cada decisäo em nossa vida com a maior calma e certeza possíveis (clique aqui para ler o texto sobre as polaridades como aprendizado). Desta maneira nossos relacionamentos com o mundo se transformam, compreendemos que cada pessoa precisa ser completamente responsável por si mesma e assim vivemos de uma maneira mais reflexiva.

Depois de muito tempo de estar responsabilizando às pessoas, e à vida, por tudo, decidi assumir minha responsabilidade e tenho me sentido realmente empoderada (clique aqui para comprar o eBook 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal), me aceito, me conheço e sei o que quero, então direciono minha energía para construir a vida que quero em sociedade. E você?

Lembre de compartilhar este texto com quem possa precisar de uma luz em seu relacionamento interno e de deixar sua experiência nos comentários. Como você vive seu relacionamento consigo mesmo?

Com amor,
Ángel

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Injustiça e Poder Parte 3: Relacionamentos

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Para terminarmos a série sobre Injustiça e Poder, abordaremos esses aspectos em nossos relacionamentos. Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos uma caráter que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a verdade nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal, cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecer às pessoas e entender como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o que merecemos).

Aqui estão alguns pontos de vista que podem nos ajudar na nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos, se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre decisões de convicção).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o suficiente para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, conscientemente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação.

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava feliz com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso, digo e faço, de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz, que permite que você esteja em harmonia?

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 4: Sexo

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Já temos entendido como nossa energia criativa é essencial em nosso processo reconectivo (clique aqui para ler o artigo sobre sublimação da energia criativa),  agora podemos integrá-la à sublimação do sexo.

A energia sexual é também energia criativa que, ao ser sublimada de maneira constructiva, nos conecta com nossa essência através do amor. Nossa energia sexual está conectada a processos de atração em nossa própria percepção, que podem fortalecer as conexões através de nosso mundo emocional, mental e/ou físico. Como limos na sublimação da realidade mental (clique aqui para ler o artigo completo) percebemos só as coisas às que damos atenção, então na medida em que vamos nos conhecendo, através de nossa própria experiência, temos a opção de expandirmos nossa consciência pessoal, para aprendermos a conectarmos com nossos próprios sinais pessoais, e, assim, de maneira mais assertiva com o mundo.

Reconhecendo como nossas emoções, pensamentos e percepções influenciam na maneira em que experimentamos nossa energia sexual, podemos seguir 3 passos simples para sublimá-la de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que motivos nos levam a vivermos nossa sexualidade como o temos decidido?, que sentimos e pensamos depois do ato sexual ou do orgasmo? Exemplo: meu motivo para iniciar minha vida sexual foi minha baixa autoestima, sempre pensei que o sexo era uma maneira de controlar meu par para tê-lo ao meu lado. Enquanto tive esse pensamento era común me sentir dolorida e vazia, como se algo me faltasse que não podia encontrar fora de mim, muitas vezes me sentia cansada, como se não tivesse energia, mas pensava que isso era normal.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: Pesquisando descubri que não era normal sentir-me como me sentia e comecei a ler sobre vários assuntos e a sentir-me mais a mim mesma em cada momento, minha consciência sobre minha energia sexual se ampliou e hoje percebo que não é só uma questão de meus mundos emocional, físico e mental, mas que também inclui meu mundo sentimental e os mundos emocional, físico, mental e sentimental da pessoa com a que permito que se estabeleça esse relacionamento.

  3. Foquemos nossa energia no presente e aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo em nossos próprios relacionamentos através de nossa interação pessoal integrada a nossos sinais internos.

A reflexão que fica para hoje é: Focamos nossa energia sexual por convicção pessoal ou por comprazer aos outros?

Com amor,
Ángel

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