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Terminamos, e agora?

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Um tema muito recorrente na questão de relacionamentos é o fim dos mesmos, às vezes bem definido, outras nem tanto, mas, no final, têm em comum que nos tiram de nossa zona de conforto e nos fazem nos questionarmos sobre muitas coisas. Mas, o que podemos fazer, quando isto acontece, para nos acostumarmos ao espaço que deixa o costume da presença do outro? Este é o assunto deste artigo.

Primeiro é importante que tenhamos um tempo a sós para observarmos, de forma objetiva, o relacionamento e os sentimentos que temos tido durante o tempo que temos estado juntos, pois isto nos leva a entendermos que devemos fazer alguns ajustes em vários aspectos de nós mesmos, desde decidirmos o que esperamos de um relacionamento, até definirmos os princípios básicos que o mesmo deve ter como base, isto é o que nos leva a decidir com mais assertividade em que momento podemos dar o passo para entrarmos num novo relacionamento.

Depois de termos encontrado os motivos que nos levaram a decidir entrarmos no relacionamento, e as necessidades por trás deles, é importante que consigamos soltar o que já não faz parte de nossa construção, em muitos casos guardamos a esperança de voltarmos porque não temos a certeza do que queremos construir, por isso é tão importante que aprendamos a ser claros e coerentes com nós mesmos, para poder expressar isso aos outros.

Por último, é necessário assumirmos nossa responsabilidade sobre tudo o que tem acontecido, aceitarmos que, enquanto sejamos os mesmos no nível de crenças e emoções, não há como manter mudanças que agradem ao outro e que nos façam sentir bem com nós mesmos no longo prazo. Nós mudamos por uma necessidade interna de estarmos mais alinhados com nosso próprio momento, os outros só podem ser uma inspiração para nossa mudança, mas, somos nós quem decidimos quando é hora de fazê-lo, e se isso nos permite fluir com nossos princípios e valores.

Para finalizar, vejamos alguns passos que tem resultado úteis na vida das pessoas que conheço que tem terminado seus relacionamentos, e em minha vida, depois de ter terminado um relacionamento de 9 anos:

  1. Dedicar o tempo que passaríamos com a pessoa para fazer algo que curtamos fazer sozinhos. Em meu caso, escrever sempre tem sido um momento de reconexão comigo mesma, me permite canalizar qualquer emoção e até perceber coisas que sinto, das que não era consciente. Qualquer atividade que nos sirva como forma de expressão pode ser útil para o processo de conhecermos a nós mesmos.

  2. Nos permitirmos conectar com pessoas diferentes a nossos amigos e família para ampliarmos nossas perspectivas.

  3. Nos darmos o espaço e o tempo para fazer praticamente “NADA”, esses momentos sem compromissos em que podemos fluir com nossa própria companhia nos abrem novas possibilidades.

  4. Definir o que queremos de um relacionamento é essencial, pois nos permite tomar decisões por convicção (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção) con respeito aos relacionamentos que permitimos em nossa vida. Em meu caso, neste momento priorizo a liberdade de ser quem sou, e de permitir ao outro ser quem é, e a paz para construirmos um relacionamento desde a integridade, a transparência e o respeito, assim deixo minhas emoções fluir para sentir com meu coração o propósito de cada relação (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração).

É importante entender que o sentimento que temos construído pela pessoa permanece, sempre continua como parte de nós, mas simplesmente sabemos que precisamos seguir em frente transformando os limites do relacionamemto para continuarmos nosso próprio trabalho de autoconhecimento e evolução (clique aqui para ler sobre a sublimação de nossas realidades mental, emocional, criativa e sexual).

Temos sempre a possibilidade de achar diferentes formas de nos relacionarmos com o mundo, podemos escolher viver podendo ser quem realmente somos, com transparência e sinceridade, e conhecer pessoas que escolhem esse caminho também, pois é desse jeito que podemos construir bases sólidas e potencializadoras para expandirmos a autenticidade na unidade dentro de uma sociedade íntegra.

Com amor,
Ángel

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Gestão de Pessoas: Modelo de Alta Performance

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Acompanhando uma série de conferências que aconteceu na primeira semana de junho, de maneira gratuita e online (HR.Rocks Remote Conf. 2018), tenho percebido que é muito importante nos conectarmos com novas perspectivas nos negócios, pois todos nós temos ideias e talentos que precisam ser levados à prática, portanto, este é o primeiro artigo dedicado aos negócios com o propósito de ampliarmos nossa perspectiva empresarial e nos empoderarmos através do conhecimento.

Começamos hoje abordando o assunto da gestão de pessoas voltada para o modelo de alta performance (desempenho) apresentado pelo Josue Bressane que é sócio diretor na Falconi Gente. A essência de uma organização de sucesso, desde a perspectiva da Falconi, tem sido a prática coerente dos valores, uma liderança que transmite a cultura ao time, o comportamento, valores na prática e crenças. A partir daí podemos construir um modelo por Meritocracia, isto é, que reconhece com base na maneira única de performar de cada um dos colaboradores.

Este processo começa pela estratégia que é o sonho, o propósito e onde queremos chegar, desde aqui definimos os valores e a cultura de performance tendo o conhecimento, as habilidades e as atitudes como base. Cada pessoa envolvida deve ser avaliada para entendermos sua agilidade de aprendizado e seu nível de engajamento com a cultura organizacional, pois assim podemos investir no planejamento estruturado de pessoas projetando o crescimento através da quantidade, e qualidade, de pessoal diponível.

Desde a perspectiva do Josue, o líder é quem consegue bater as metas através de seu time de maneira apropriada. Diz também que apenas pode ser gerenciado o que pode ser medido e, para finalizar, nos indica o fator de sucesso do líder para engajar pessoas e construir uma organização de sucesso, o foco está nos seguintes aspectos:

  1. Sonharmos: termos metas definidas e claras para transmití-las.
  2. Gerarmos comprometimento: a partir da comunicação aumentarmos o nível de engajamento dos integrantes.
  3. Time apropriado: entendermos as necessidades, motivações e alinhamento de cada um dos integrantes.
  4. Plano de ação: comunicarmos os passos a serem seguidos para atingir as metas desde nosso propósito.
  5. Executar: seguirmos o plano de ação alinhados ao propósito do negócio.
  6. Verificar: na medida em que avançamos devemos verificar o andamento e os resultados que obtemos.
  7. Padronizar: alguns processos precisam ser padronizados durante o processo, pois devem estar disponíveis para outros procedimentos.
  8. Comemorarmos: todos os resultados atingidos, por mais pequenos que pareçam, precisam ser comemorados, isto aumenta o nível de engajamento e o senso de pertencer ao negócio.

Esta abordagem é chave em empresas em que as pessoas somos responsáveis pela geração de resultados de alta performance, para isto é necessário construirmos uma cultura organizacional altamente adaptável, guiada pela visão, orientada por valores e que foque nas necessidades e a experiência dos colaboradores, lembrando que a comunicação transparente é a base desta jornada. (clique aqui para ler sobre nossa transparência).

Referências:

Com amor,
Ángel

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