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Tomada de Decisões

Tudo em nossa vida requer uma construção através de diferentes processos integrados, por isso, a tomada de decisão é essencial, pois decidimos a cada momento sobre tudo, portanto, cada decisão é parte de uma construção completa. Uma tomada de decisões mais consciente para construirmos paz, começa com uma decisão simples: Decidimos conectar fora com aquilo que corresponde com a nossa paz dentro. Quando estamos conscientes de que desde a decisão mais simples, como levantar o deitar, até a mais complexa, como uma mudança de país, está construindo constantemente o que experimentamos em nossa realidade, percebemos a importancia de conhecermos de verdade aquilo que ressoa com nossa paz interior. Ultimamente, tenho decidido tomar cada decisão no presente. Isto tem mudado muito a maneira em que me relaciono comigo mesma e com o mundo, pois cada momento depende de minha paz, daquilo para o que estou preparada desde minha própria sabedoria. O que neste momento pode ser um NÃO, em 5 minutos de reflexão pode se tornar um SIM, e o que pode ser um SIM neste momento, em um segundo pode ser um NÃO, pois, fora estarmos preparados, tudo tem um tempo apropriado para ser expressado. Para nós, que queremos construir um mundo em paz, estas dicas são uma forma de conectarmos mais com nosso presente e decidirmos de acordo com essa paz interior que queremos expressar na Terra:
  1. Para identificarmos como sentimos a paz dentro de nós, fechamos os olhos e pensamos na paz. Percebemos como nos sentimos, como sentimos nosso corpo. Este é nosso estado pessoal de paz, uma bússola apropriada para expressarmos nossa paz interior e construirmos a paz exterior.
  2. Cada decisão tomada, em todo momento, desde nossa paz, nos leva pelo caminho do aprendizado ao nosso próprio ritmo, então, sabendo como sentimos a paz dentro, podemos pensar nas opções disponíveis e escolher aquela com a que sentimos nossa paz. Se dentre as opções ainda nenhuma nos faz sentir paz, tomemos um tempo para refletirmos e percebermos outras opções.
  3. Nossa mente e nossa expressão também podem estar alinhadas com a paz que sentimos, portanto, percebendo como nos sentimos quando pensamos ou expressamos algo, podemos começar a implementar outras maneiras de pensarmos e nos expressarmos.
Só nós sabemos o que é apropriado para nós, pois só nós podemos sentir a afinidade com nossas opções no momento presente. Assumindo a responsabilidade pela tomada de decisões em todo momento, percebemos que podemos contribuir, de maneira assertiva, na construção de uma sociedade em paz e sustentável. Tudo está em constante transformação, por isso é essencial mantermos uma conexão presente com nossa paz. Quando tomamos todas nossas decisões desde nosso sentimento de paz, percebemos outras possibilidades que conectam nossa realidade com nossa paz interior.

Crescendo através da Recriação

Quando focamos em construirmos desde nossa paz, a recriação é um aspecto essencial, já que é a maneira de integrarmos todas as áreas de nossa vida em nosso próprio propósito de paz. É momento de aprendermos mais sobre nossa maneira pessoal de construirmos o que nos faz fluir. É tão simples como vivermos em nosso próprio presente e tomarmos decisões desde nossa paz em cada momento. Isto é, estamos tão conscientes e conectados com nossa essência, que confiamos em cada decisão que tomamos desde a paz para construirmos uma vida íntegra. Podemos decidir viver nossa vida como um todo, onde nossas áreas pessoal e profissional se tornam uma, pois permitimos que nossa essência seja a base de tudo e expressamos nossa autenticidade. Desta maneira, percebemos o tempo diferente, apenas entendemos que nossa área pessoal contribui para nossa área profissional, e que nossa área profissional também contribui para nossa área pessoal, então o planejamento se faz dispensável e cada momento podemos nos recriar e curtir a vida. A informação que recebemos através de conversas, filmes, livros, música, ou qualquer outra fonte, pode ser usada para recriarmos tudo o que construímos desde nosso propósito de paz. Isto nos faz sentir que estamos sempre construindo um mundo de paz, com cada decisão que tomamos.

Instinto, Intuição e Propósito

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Para construirmos tudo em nossa vida, é essencial que comecemos a expressar-nos mais alinhados com nosso propósito de paz, pois isso potencializa a integração de tudo o que somos para construirmos a sociedad em paz com a que sempre sonhamos. Quando investimos nossos recursos em pensamentos e expressões coerentes com esse sonho, com seu significado apropriado, damos mais energia àquilo que queremos, assim os resultados são cada vez mais evidentes.

Como sociedade temos usado o termo instinto, que por definição é uma reação animal de conservação, para justificarmos nossas decisões, o que em algum momento, em que não sabíamos comunicar-nos e respeitar-nos, pode ter sido útil, mas que hoje em dia podemos mudá-lo pelo uso da palavra intuição, que é a faculdade de entendermos as coisas instantâneamente. Agora que podemos focar em construirmos desde uma comunicação mais transparente e relacionamentos mais autênticos, podemos confiar em nossa intuição para continuarmos nosso desenvolvimento sustentável.

Este caminho de construção é uma série de decisões que nos leva a projetar o estado de nossa vibração atual, com os elementos conscientes e inconscientes, por este motivo, quando nosso desejo é a paz universal, é necessário integrarmos o pensamiento constante do desejo de manifestarmos essa paz que vem de aceitarmos nossa essência, isto programa nosso inconsciente, para que estejamos cada vez mais alinhados a nossa integridade, e guia nossa intuição para manter-nos sempre por esse caminho de infinito aprendizado desde tudo o que potencializa nossa paz no presente.

Na medida em que, como indivíduos sociais, fazemos da paz nosso propósito comum, o resto dos recursos se transformam no meio para chegarmos à paz, alguns precisam ser ajustados, outros apenas potencializados, mas, no fim, tudo nos ensina que a integração é inerente ao propósito da paz (clique aqui para ler sobre ativarmos nosso modo propósito).

Com amor,
Ángel

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Exemplo Sólido

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Como seres humanos, se percebe a incoerência que se faz presente quando não se sabe o que se quer e, ainda assim, se busca uma falsa segurança tentando controlar tudo ao redor. Desse jeito, se adquirem mecanismos para transmitir uma imagen, diferente da real, aos demais e se justifica a hipocrisia de pregar e não aplicar.

Todos podemos transformar-nos, é uma decisão, existe a possibilidade de que sejamos uma versão diferente, consciente e íntegra de nós mesmos. Isto requer muita reflexão, percepção, transparência e exercício de nossa vontade, alinhada ao propósito de integração e paz. Vejamos alguns aspectos para exercitarmos ser o exemplo que queremos do mundo:

  1. Transparência: percebendo a decisão que tomamos ao respondermos, podemos entender como reagimos, para podermos transformar a forma em que nos expressamos. Podemos responder com a verdade ou não responder, é sempre nossa decisão.(clique aqui para ler sobre exercitarmos a transparência)

  2. Neutralidade: sempre temos a opção de focarmos em nosso próprio processo, de construirmos, de trabalharmos, de nos nutrirmos, então, é necessário destinarmos nosso tempo e energia para julgarmos ou criticarmos, positiva ou negativamente? Não, e o tempo e a energia que economizamos é bem-vindo em nossos projetos pessoais (clique aqui para ler sobre neutralidade)

  3. Respeito: a aceitação e o conhecimento nos permitem aprender a nos respeitarmos desde o básico que é a nutrição de nosso corpo, de nosso relacionamento com nós mesmos e de nossa relação com o mundo e com os demais.(clique aqui para ler sobre o respeito).

  4. Coerência: dizemos que é importante sermos coerentes, mas, somos coerentes entre o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos?, lembremos-nos de que a coerência só se alcança através da integridade e do autoconhecimento, pois o único que realmente queremos é construir paz desde dentro, poder viver a integração de nossa verdade com a verdade dos demais, alinhada ao contexto (clique aqui para ler sobre a coerência).

Escutando, percebendo e integrando-nos como indivíduos sociais nos alinhamos com a paz que todos desejamos, e que só pode ser experimentada na sociedade quando a sentimos dentro e aprendemos a expressá-la (clique aqui para ler sobre paz).

Com amor,
Ángel

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Ativando Nosso Modo Propósito

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É comum encontrarmos pessoas julgando a outras por seus vícios, sobre tudo quando falamos de substâncias como o álcool e as drogas, mas, somos conscientes de nossos próprios vícios? Desde crianças temos vícios, dos quais, às vezes, não somos conscientes, e na medida em que crecemos os fortalecemos ou criamos outros, algo que parece comum como falar mal ou bem das pessoas, pensar de manera pesimista ou otimista, consumir alimentos com ou sem consciência nutricional, ser manipuladores ou submissos, todos estes exemplos são extremos de vícios que temos e que podem, ou não, ser construtivos e sustentáveis no lugar em que vivimos, mas que em determinado momento podem transformar-se em destrutivos e insustentáveis, sobre tudo quando desde nossa sabedoria pessoal percebemos que podemos encontrar uma medida apropriada para tudo na vida, ainda mais quando temos um propósito (clique aqui para ler sobre harmonia da energia).

Refletindo sobre o motivo dos vícios, tenho percebido que nossos desejos mentais e emocionais nos fazem buscar satisfação em coisas que nos fazem esquecer temporáriamente do que não sabemos aceitar em nossa vida, e o que nos permite descer dessa montanha russa emocional é termos um propósito que integra toda nossa vida, que nos permita reconhecer nossos talentos, trabalhá-los e integrá-los ao contexto, que nos leve a usar nosso tempo e recursos para construirmos a partir de nossos próprios sentimentos, pensamentos e expressão. Para isto podemos considerar estes simples aspectos:

  1. Do que gostamos: usando nosso tempo para fazer o que desfrutamos (sobre tudo de maniera independente) nos conectamos com nossa paz e com o apropriado para nossa experiência.

  2. O que fazemos bem: todos temos diferentes talentos, o que sabemos fazer bem e achamos fácil e interessante, comparado con otras áreas, expressa muito sobre nós mesmos e sobre como podemos contribuir na sociedade.

  3. O que admiram de nós: temos características específicas que outros admiram em nós, se não sabemos o que é perguntemos, sobre tudo a aquelas pessoas que nos conhecem mais.

  4. O que queremos transmitir: integrando os 3 aspectos anteriores podemos encontrar diversas formas criativas de nos expressarmos em todas as áreas de nossas vidas, assumindo a responsabilidade por nós mesmos e por transmitirmos o desejo de conexão desde o respeito e a integridade (clique aqui para ler sobre transparência).

Entendamos que como pessoas sempre somos um exemplo que pode ser imitado, então podemos acolher como propósito construirmos paz em todas as áreas de nossa vida a partir do autoconhecimento, a integridade, a transparência e a coerência, para que aprendamos a tomar decisões mais conscientes desde nossa paz (clique aqui para ler sobre como decidir desde nossa paz) para construirmos a partir das diferenças.

Com amor,
Ángel

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Potencializando Nossa Respiração

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A respiração é uma parte essencial de nosso processo de nutrição, já que o oxigênio que entra em nossos pulmões é transportado a todas as células de nosso corpo para efetuar o processo de respiração celular, que ocorre nas mitocôndrias, e que, através da oxidação dos nutrientes dados ao corpo a partir de nossa nutrição (clique aqui para ler sobre micronutrientes e regeneração celular) produz a energia que nosso corpo precisa para manter nossas funções vitais e permitir-nos pôr nossa criatividade em ação (clique aqui para ler sobre criatividade desde a sublimação).

Na medida em que conhecemos melhor nosso corpo conseguimos entender que há uma maneira mais apropriada de respirarmos para aproveitarmos o 100% de nossa capacidade pulmonar e aumentarmos nossos níveis de energia comendo apenas o apropriado para nosso momento (clique aqui para ler sobre nutrindo mais comendo menos). Seguindo estes simples passos podemos potencializar nossa respiração:

  1. Posição: a posição mais apropriada para uma respiração mais eficiente é mantendo as costas retas, seja deitados ou sentados, com os ombros abertos e o abdômen contraído.

  2. Inalação: para uma respiración mais eficiente é essencial inalarmos o ar pelo nariz (para quem tem tido rinite e tem se acostumado a respirar pela boca é necessário voltar aos poucos a acostumar o nariz para que o ar se abra o espaço que lhe pertence dentro da vía aérea nasal clique aqui para ler sobre como me livrei da rinite), pois o nariz serve como filtro do ar que respiramos.

  3. Movimento externo: na medida em que vai entrando o ar nos pulmões o movimento externo de expansão deve começar na parte alta do abdômen (onde está o diafragma) e expandir-se até o esterno (expandindo o peito e mantendo os ombros quietos), quando sai o ar o movimento de contração começa no esterno e finaliza na parte alta do abdômen.

  4. Exalação: quando temos expandido totalmente o esterno podemos iniciar uma exalação lenta pelo nariz.

Para aumentarmos nossa capacidade pulmonar podemos fazer esta respiração nasal completa contando os segundos enquanto inalamos, mantemos o ar, exalamos e esperamos para iniciar o processo de novo. Na medida em que aumentamos a quantidade de segundos nestes processos percebemos um aumento de nuestra tranquilidade e de nossa energia pessoal e criativa. A ideia é mantermos esta respiração em todo momento, então precisamos integrar esta práctica para percebermos seu efeito em todas as áreas de nossa vida.

Com amor,
Ángel

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História de um Ser…

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Hoje te conto a história de um ser em estado alterado que vivía no alto de uma colina e cantava odes ao vento. Acalmava seu ser o intenso entendimento de que é sua expressão que o enche de amor. Já entendida a matéria, percebeu que quando o fazia, circulava sua energia e o punha em estado de alegria e plenitude.

Este é o relato de uma dinâmica fácil e prática, de como nos transformamos revivendo os momentos motivacionais simples, que sempre temos carregado em nosso coração. Quando fazemos o que nos nasce, do coração, elevamos nossa frequencia vibratória de paz, entramos em um estado de fluxo e reconexão com nós mesmos e tudo o que existe ao redor.

Fazendo coisas simples como cantar, rir, cozinhar, compartilhar, ler, escrever, ou qualquer outra coisa que façamos com amor, conseguimos sentir novas dimensões das mesmas situações e perceber novos aspectos das mesmas pessoas. É maravilhoso perceber como simples ações inclusivas podem expandir nossa percepção e ensinar-nos que sempre há outras maneiras de canalizarmos a energia, como direcionando-a para construirmos hábitos que nos façam sentir-nos mais conectados com tudo e todos ao nosso redor.

Façamos uma lista de tudo o que nos afaste de estarmos tranquilos e outra de tudo o que nos gera paz. Tornemos hábitos diários todos os que nos conectem com a fluidez do momento presente e comecemos a exercitar a expressão desde nosso coração (integridade, coerência, transparência e respeito) (clique aqui para ler sobre empoderarmos hábitos).

Com amor,
Ángel

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A Vida e A Morte: Outra Perspectiva

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A definição de morte é o fim da vida, mas a definição de vida, dentre outras, é a existência após a morte. Independentemente da crença que temos sobre a vida e a morte, é nossa existência que nos mantém vivos, o que transmitimos aos nossos pais, filhos, amigos, companheiros, etc.

Um dia, conversando com um amigo, chegamos à conclusão de que sua esposa continuava com ele e com seus filhos, plantou amor, atenção, respeito e presença, e tudo isso continua dando frutos nas pessoas que são hoje. Então ela ainda está viva, ela existe nos corações e mentes das pessoas.

É nossa decisão o que queremos construir em nossas vidas e transmitir aos outros, pois pode ser algo que as pessoas continuam transmitindo como destrutivo (o que vai contra a vida, o respeito, a transparência e a paz), mas também pode ser construtivo (o que é a favor da vida, respeito, transparência, paz). Quando queremos transmitir algo que nos constrói como humanidade, podemos seguir essas ações:

  1. MELHORARMOS NOSSA COMUNICAÇÃO: escutarmos melhor, silenciarmos a mente, recebermos informações sem julgá-las para integrá-las e respondermos de forma coerente com o que escutamos (se realmente há algo que podemos dizer que seja apropriado), aprendermos a usar melhor palavras e gestos que usamos para nos expressarmos, sermos claros na mensagem que queremos transmitir, abrirmos nossa mente para estabelecermos uma comunicação mais clara que estimule a transparência. Lembremo-nos de que, para que haja transparência, precisamos aprender a escutar e construir a partir disso, porque quando as pessoas nos percebem como inflexíveis e autoritários, o diálogo vai para o lado da mentira, seja para “evitar” conflitos (que depois podem ser piores do que seria no momento) ou para obter o que se quer (clique aqui para ler sobre transparência).

  2. RESPEITARMOS E ACEITARMOS: O fato de algo ser apropriado para nós não significa que o seja para todos. Quando realmente nos conhecemos e aceitamos o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos, aprendemos que o verdadeiro respeito é entendermos que todos temos o direito de sermos diferentes, e que isso não nos torna melhores ou piores, e entendemos que é necessário aceitarmos as diferenças como uma forma de enriquecermos as construções humanas. Assumirmos a responsabilidade (clique aqui para ler sobre responsabilidade) por tudo o que depende de nós (sentimento, pensamento, palavra e ação) é o primeiro passo para construirmos uma humanidade mais consciente, influenciamos constantemente (conscientemente ou inconscientemente) tudo a nossa volta (clique aqui para ler sobre o respeito ).

  1. TRANSFORMARMOS: Para obtermos resultados diferentes, é necessário transformarmos o que existe de forma criativa, potencializando o que é útil neste momento para construir a paz (clique aqui para ler sobre cnstrução da paz). Sendo conscientes de que somos parte da humanidade e de que precisamos assumir nossa responsabilidade como únicos no todo, conseguimos construir entre todos, integrando mais os pontos de vista disponíveis (clique aqui para ler sobre construirmos com consciência).

Cada semente que plantamos tem o potencial de germinar, sejamos mais conscientes disso e plantemos o que queiramos colher, já que dessa maneira estamos mais focados en viver, em existir.

Com amor,
Ángel

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Aprovando-nos desde dentro em 3 passos

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Na medida em que tenho ido avançando em meu próprio processo de empoderamento pessoal, tenho percebido que há um ponto muito sensível na maneira na que nos relacionamos com o mundo: A Aprovação Externa. Alguns de nós aprendemos que nosso sucesso na vida depende da aprovação externa, do que os outros pensam de nossa vida, de nossos projetos, de nossos relacionamentos, e chegamos a esquecermos um puoco de nossa própria aprovação interna porque não nos conhecemos o suficiente para podermos entender nossos próprios desejos e limites.

De alguma maneira, como escrevi no artigo sobre o ego (clique aqui para ler o artigo completo), todos vivemos num contexto e necessitamos alinhar, pelo menos, nossas ações às leis do lugar em que estamos, pois fazemos parte do coletivo, e, à parte disto, às vezes encontramos expectativas sociais que nos fazem pensar que precisamos ser ou agir de determinada maneira para termos sucesso, mas, como vimos no artigo O que merecemos? (clique aqui para ler o artigo completo) o sucesso é o resultado feliz de um ato, é, simplesmente, chegarmos aos resultados que são mais apropriados para nós mesmos, não implica, necesariamente, casarmos, termos mansões, empresas, carros, filhos, é tão simples como viver nosso presente da maneira mais autêntica e íntegra possível, aprovando-nos plenamente.

Para podermos seguir nosso caminho real conectado com nossa essência, é fundamental que nos conheçamos o melhor possível, pois somos todos diferentes, cada um de nós tem uma estrutura similar, mas as conexões com os acontecimentos, e as reações a elas, variam, desde o que consideramos prazeroso ao que consideramos desconfortável, por isso necessitamos evitar um pouco esse fanatismo por seguirmos referenciais (clique aqui para ler sobre fanatismo), pois só nós mesmos podemos nos conectarmos com a maneira mais apropriada de construirmos nossa própria realidade e para isto necessitamos realmente aprovar-nos desde o interior. Podemos fazer isto aplicando estes 3 passos:

  1. FORTALECERMOS NOSSA CONEXÃO INTERIOR: Para que consigamos isto, é necessário que nos demos um espaço durante o dia para que possamos estar sozinhos, alguns momentos em silêncio para nos sentirmos e nos entendermos melhor, outros fazendo algo do que gostemos e que possamos fazer sozinhos. Ao criarmos este espaço em nosso dia, começamos a perceber novas coisas em nós que expandem nossa percepção e nos permitem nos questionarmos sobre o que está em nossa vida que necessita sair para permitir a prensença de nosso presente de coração (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

  2. PRIORIZARMOS O QUE NOS TRAZ TRANQUILIDADE: Na medida em que vamos avançando em nosso tempo a sós, percebemos facilmente o que nos traz tranquilidade, esses momentos nos que sentimos que tudo flui, quando trabalhamos, cantamos, escrevemos, desenhamos, brincamos, etc. Quando começamos a priorizar estas ações é mais fácil perceber aquilo em nossa vida que nos tira de nosso centro e não nos traz tranquilidade, assim podemos decidir em consequência para podermos manter um ambiente em que nos sintamos em harmonia e possamos atrair pessoas que estão nessa mesma frequência para construirmos com elas (clique aqui para ler sobre conectarmos com a neutralidade).

  3. CONSTRUIRMOS A PARTIR DE NOSSA ESSÊNCIA: Tendo claro o que desfrutamos, podemos começar a integrar outras ações, sozinhos ou acompanhados, que tenham o propósito de trazer harmonia a nossa vida a partir de nossos talentos e nossa essência. Quanto mais aprovamos a nós mesmos desde o que nos traz tranquilidade em todas as áreas de nossa vida, mais conectados estamos com as pessoas que vibram essa harmonia, melhorando assim nossos relacionamentos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre elevarmos nossa experiência).

Conheçamos o que nos permite fluir e amemos isso o suficiente para que nos aprovarmos seja nossa única opção. Quando nos aprovamos, estamos expressando que confiamos em nós mesmos e assim podemos tomar as decisões mais apropriadas para nossa própria vida. Nos aprovamos totalmente?

Com amor,
Ángel

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Construindo a Paz

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Como podemos pensar que a paz é um acordo externo? Esta é uma questão para refletirmos sobre o fato de culparmos o governo pelas situações em que vivemos em nosso país. A questão é: como podemos exigir a paz se vivemos com conflitos internos devido à nossa falta de coerência pessoal e autoconhecimento? (Clique aqui para ler o artigo sobre a transmutação da palavra corrupção).

Para que possamos realmente construir a paz (ausência de conflitos), precisamos fazer um acordo interno, para aprendermos a viver com nós mesmos como somos, aprendendo a nos respeitarmos e, portanto, a respeitarmos tudo ao nosso redor. Este é um novo processo de aprendizagem, já que pela tendência coletiva do fanatismo (emocional ou racional) tem sido mais fácil se relacionar com o mundo de acordo com o que cada um de nós considera bom ou ruim, por conveniência, sem levar em consideração o que precisamos aprender sobre nós mesmos na realidade que experimentamos.

Aqui compartilho alguns pontos em que tenho trabalhado nos últimos anos, e isso tem dado certo para mim, para harmonizar conflitos internos e poder expressar minha própria verdade de maneira integral:

  1. TRANSPARÊNCIA: Aprendermos a ser transparentes exige falarmos e respondermos com a verdade, isso nos permite estarmos onde realmente queremos e aprendermos com cada uma de nossas experiências com menos conflitos. Algumas pessoas podem não concordar com o fato de querermos fazer as coisas de forma diferente, mas a maneira como elas assumem isso é sua responsabilidade, depende de suas próprias crenças (clique aqui para ler o artigo sobre a transformação de crenças) e necessidades (clique aqui para ler o artigo sobre as necessidades não tão necessárias), e pode levar a distanciamentos porque aprendemos a nos dar o que precisamos. Assim, começamos a valorizar a verdade dos outros, a pedi-la e a recebê-la, compreendendo que as coisas não são sempre como achamos que são (clique aqui para ler sobre a justiça nos relacionamentos).

  2. RESPEITO: Na medida em que nos tornamos mais transparentes, praticando a verdade, o nível de respeito por nós mesmos, e por tudo e todos ao redor, aumenta (clique aqui para ler o artigo sobre respeito), precisamos estabelecer certos limites e aprender a respeitarmos os limites de outros (clique aqui para ler o artigo sobre os limites), bem como respeitar os nossos.

  3. AGIRMOS COM COERÊNCIA: Para construirmos a paz, é muito importante que aprendamos a nos expressar de forma harmoniosa e coerente, que com nossas palavras, gestos e ações sempre tenhamos a intenção de construirmos, de empoderarmos aos outros, de mostrarmos que podemos fazer tudo de forma íntegra, e que agirmos desse jeito cria um ambiente de integridade e desenvolvimento sustentável. Para isso, é necessário reconhecer nossos talentos e aplicá-los a tudo o que fazemos, porque é exatamente o que nos traz autenticidade na unidade (clique aqui para conhecer e/ou comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal).

Nestes três aspectos tenho me concentrado ultimamente, tem sido uma maneira eficaz de conectar-me com as pessoas e o planeta, às vezes me mostram o que posso melhorar e integro aquilo porque tenho aprendido a perceber minha própria incoerência. Escolho melhor as palavras que uso, tento diferentes tons e formas de expressar o mesmo e vejo qual tem um efeito mais harmonioso e construtivo em cada situação, às vezes é uma questão de sentir o momento, mas sempre de expandir a perspectiva através do conhecimento.

Com amor,
Ángel

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