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Estabelecendo Limites: como construir o respeito pessoal

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Na medida em que vamos expandindo nossa consciência pessoal aumentamos nossa conexão com quem realmente somos (clique aqui para ler sobre a transmutação do ser) e adquirindo novos hábitos empoderamos nossas raizes, as crenças e necessidades, desta maneira conseguimos acessar uma parte de nós que nos motiva a exercitar o respeito (clique aqui para ler sobre respeito).

Muitas pessoas tem transmitido que tudo vem de dentro e realmente é tão simples como isso. Quando queremos ser respeitados é muito importante que saibamos respeitar, de coração. Mas, como sabemos se estamos respeitando ou não, se não conhecemos nossos limites pessoais e os das outras pessoas (clique aqui para refletir sobre o respeto)? Aqui o autoconhecimento, a autoconfiança, o respeito e a comunicação transparente têm um papel muito importante, pois só nós mesmos podemos saber o que queremos, do que gostamos e do que precisamos, e quando isto está alinhado ao respeito e à construtividade, e desse jeito é comunicado, é realmente de coração.

Seguindo estes passos podemos ser mais assertivos ao estabelecer nossos próprios limites a partir de nosso coração:

  1. Empoderar crenças: temos crenças que fazem que exerçamos uma falta de respeito próprio. Por exemplo “se dizemos “NÃO” ficamos sozinhos” ou “dizer sempre “SIM” é necessário para ser uma boa pessoa”. Isto são crenças, ao nos abrirmos totalmente sem impor límites nos ferimos e damos esse exemplo a quem está ao nosso redor, por isso é importante verificar o motivo pelo qual temos deixado de construir o que desejamos (clique aqui para ler sobre empoderar crenças).
  2. Conexão interior, nosso desejo: entrar em contato com quem realmente somos nos ajuda a projetar nossa vida e a construir os límites necessários para nosso desenvolvimento. Se queremos um trabalho no que possamos ter um horário flexível podemos achá-lo, para isso devemos enviar nosso CV às empresas que oferecem este benefício ou criar nosso próprio negócio (isso seria um limite que nos ajuda a construir o que queremos). LEMBREMOS QUE O QUE DESEJAMOS DE CORAÇÃP SEMPRE ESTÁ CONECTADO À TRANSPARÊNCIA, AO RESPEITO E À CONSTRUTIVIDADE (clique aqui para ler sobre reconhecer o que é de coração).
  3. Limites claros: quando decidimos o que queremos em nossa vida pessoal, profissional, amorosa, etc., podemos estabelecer limites claros que nos tragam os resultados que queremos. O ideal é que estes limites estejam alinhados ao coração, isto é, que sejam desapegados e entendam a liberdade de ser do outro, para que assim possamos construir assertivamente.
  4. Comunicação e aplicação: para finalizar o processo é importante que comuniquemos nossa realidade às partes envolvidas e que apliquemos o que desejamos. Se desejamos um relacionamento onde haja fidelidade, lealdade, respeito e a liberdade de ser quem somos, devemos agir coerentemente com esse desejo, trabalhar em nós mesmos o que queremos para poder ofrecê-lo também.

Isto é um ciclo importante para nos conectarmos em um nível mais amoroso com o mundo, fazendo dele um hábito sentimos que nossos relacionamentos se transforman e se fazem mais tranquilas.

Depois de dois anos de trabalhar em uma empresa, percebi que meu desejo é estar com as pessoas e ajudá-las a serem uma melhor versão delas mesmas e ter tempo durante o dia para cuidar de mim mesma, o limite que estabeleci com o tempo foi “trabalhar onde possa ajudar pessoas e cuidar de mim”. Isso muda totalmente minha vida. E você? Tem aplicado algum limite que melhorou sua vida?

Com amor,
Ángel

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4 passos para transformar nossas, não tão necessárias, necessidades

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Para transformar nossa mente (clique aqui para ler sobre mente construtiva) e focar essa energia na construção empoderante de nossa vida e da dos demais não sempre é suficiente praticar ver o lado construtivo das situações, às vezes necessitaremos ir mais fundo para entender nosso sistema de crenças pessoal (clique aqui para ler sobre crenças) e as necessidades que há por trás do mesmo, pois ao conhecer a necessidade, que gera a crença, e transformá-la conseguimos, efetivamente, agir diferente de maneira coerente (clique aqui para ler sobre coerência).

Em alguns momentos parece difícil pensar algo construtivo sobre uma situação para empoderar nossos pensamentos ou crenças e é nesse momento que devemos parar para analisar a origem desse desconforto interior, pois há algo que não temos considerado, nossas próprias necessidades.

Com o passar do tempo construímos uma realidade com certas necessidades, que podem, ou não, ser nossas. Por este motivo é muito útil pasar um tempo vivendo de uma maneira diferente à que sempre temos vivido, pois nessa mudança percebemos que não tudo o que acreditamos que necessitamos é realmente o que necessitamos.

Agora que entendemos melhor o que é uma necessidade e seu efeito, vamos aprender uma maneira fácil de trabalhá-la.

  1. Identificar a necessidade que nos leva á crença que gera desconforto para ser empoderada.
  2. Analisar se esta necessidade é realmente necessária.
  3. Se não é necessária podemos mudar a necessidade.
  4. Se é necessária devemos alinhar a crença e o pensamento com ela e reunir a coragem necessária para transformar essa situação através da ação.

Para termos harmonía em nossa vida é importante mudar a perspectiva, alguns aspectos serão mais fáceis de trabalhar, outros menos, o importante é que sempre busquemos a integração.

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 2: Realidade Mental

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Agora que entendemos um pouco melhor o que é a sublimação (faça clique aqui para ler o artigo completo sobre sublimação), e como a experimentamos em nossa vida, podemos iniciar uma viagem através de nossa própria experiência, integrando todas as áreas que compõem nossa integridade humana. O assunto de hoje é a sublimação de nossa realidade mental, que é a base da maneira em que nos relacionamos com o mundo.

A realidade que existe em nossa mente, a que nutrimos, é a maneira em que vivemos nossa própria experiência. Temos várias opções e percebemos só as coisas às que damos atenção, porque é o que mais nos comunicam, já que nos conectamos e nos identificamos com isso. Então se decidirmos ver tudo como una adversidade, ou um desafio, nossa vida nos mostra isso em tudo o que fazemos, já quando decidimos ver tudo como um aprendizado vivemos a vida como uma experiência infinita de conhecimento. É por este motivo que é tão importante que verifiquemos a realidade que estamos nutrindo em nossa mente.

Reconhecendo como nossa mente influencia a maneira em que experimentamos nosso presente, podemos seguir passos simples para sublimarmos nossa realidade mental de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que pensamentos temos durante o dia que nos geram angustia, estresse, ansiedade, tristeza?, que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplo: se pensarmos na situação do país, nos sentimos inseguros, isto se intensifica ao assistirmos ou lermos jornais e falarmos com as pessoas sobre o assunto.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: buscamos a maneira de diminuirmos as necessidades que não são necessárias (faça click aqui para ver un passo a passo para avaliar nossas necessidades), de vivermos com o necessário, de pouparmos o que nos entra agora, de identificarmos nossos talentos para trabalharmos contribuindo com a construção de modelos mais construtivos, coerentes e transparentes, onde quer que estejamos.

  3. Identifiquemos os pensamentos e situações em nosso dia que nos trazem tranquilidade e nos fazem ter confiança em nós mesmos. Exemplo: quando focamos em fazermos algo para o que temos talento, quando passamos tempo com nós mesmos, com nossos filhos, com animais, com pessoas, com a natureza, etc.

  4. Foquemos nossa energia em intenção (pensamentos, sentimentos, palavras e ações) no que nos faz sentirmo-nos conectados com nós mesmos e com o mundo. Aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo desde casa.

A reflexão que fica para hoje é: Quanto tempo dedicamos por día para sublimar o que é construtivo para nós?

Um abraço,
Ángel

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