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Mente Pacífica

A forma em que experimentamos nossa vida está em nossa mente. Quando damos atenção a cada pensamento em nossa mente, entendemos os motivos pelos quais vivemos desse jeito. Quanto mais pensamos em algo, mesmo gostando ou não, mais disso é manifestado em nossa vida, mas, e se focarmos nossa mente na construção da paz?

Uma mente pacífica está sempre presente para perceber tudo como é. Entende que podemos aprender no nosso próprio ritmo nos expressando alinhados com nossa paz no presente.

Percebendo nossa mente, a conhecemos e aprendemos a lidar com ela de acordo com nosso momento presente e o que é apropriado para processarmos, estamos abertos para criarmos nossa maneira pessoal de integrá-la a nossa experiência. Estas ações são essenciais para uma mente pacífica:
  1. Concentrarmos nossa mente em nossa respiração.
  2. Escutarmos a todos.
  3. Ativarmos nossa mente no modo percepção.


Mudarmos para a realidade de aprendizado infinito é essencial para alinharmos nossa mente ao nosso propósito de paz. Uma mente que entende que somos únicos como parte de tudo, se alinha a si própria ao que é realmente apropriado para contribuir através do aprendizado.

Manifestando o Relacionamento que Desejamos

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Tenho passado por vários momentos na vida que têm contribuido para uma percepção mais ampla e responsável sobre os relacionamentos. A vida vivida desde o mundo mental e emocional pode levar a uma desconexão da integridade e do poder pessoal, o que gera experimentar desde os vazios criados pela ilusão de separação que cria pessoas individualistas. Esta é a base para ter relacionamentos com aussência parcial, o total, de transparência, aceitação, respeito e coerência, começando desde o relacionamento com si próprio, e assim continua até que decidimos aprender a experimentar nossa vida desde a integração de nossos mundos mental e emocional com nosso coração, nossa essência.

O relacionamento que temos com nós mesmos é o único que podemos manifestar em nosso relacionamento com tudo e todos ao redor, quanto mais transparentes, coerentes, respeitosos e íntegros somos com nós mesmos, mais manifestamos isso em nossos relacionamentos (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos). É por isto que nosso relacionamento integrado, com nossa vida, com o ambiente e com as pessoas, tem propósitos claros para revelar no presente as consequências do que temos pensado, sentido e expressado, para podermos transformar a maneira em que nos relacionamos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre propósitos dos relacionamentos) .

Agora que entendemos que só podemos manifestar fora os relacionamentos desde nosso estado atual, podemos refletir sobre estes aspectos que efetivamente nos levam a relacionar-nos com tudo ao redor de uma maneira mais consciente:

  1. TRANSPARÊNCIA: este aspecto começa com o autoconhecimento, pois descobrindo nossos motivos por trás de cada decisão podemos analisá-los e alinhá-los à verdade de autenticidade em unidade que está em nosso coração. Sendo sinceros com nós mesmos começamos a sentir aumentar nossa autoconfiança, o que nos leva à certeza de expressar nossos talentos, nosso desejo de contribuir, nossa conexão universal inata e, consequentemente, a manifestar uma realidade na que a expressão da verdade é sempre nossa prioridade.

  2. COERÊNCIA: na medida em que nos conhecemos, percebemos que precisamos permitir que nosso sistema perceptivo se expanda para alinharmos nossa expressão à sabedoria pessoal de quem realmente somos e integrá-la ao contexto. Nossos pensamentos precisam estar mais focados na construção a partir da contribuição (clique aqui para ler sobre contribuição), nossas emoções precisam ser sentidas e integradas para expressarmos integridade desde o sentimento (clique aqui para ler sobre sublimação de emoções) e nossa expressão precisa ser mais íntegra, considerando o contexto e nossa capacidade real de contribuição.

  3. ACEITAÇÃO: quando aceitamos a nós mesmos desde nossa essência e entendemos que todos estamos num processo de experimentação constante de nossa própria realidade, conseguimos aceitar e entender tudo e todos ao redor. Nosso poder de decisão se foca em nós mesmos, somos responsáveis pelo que construímos e pelo impacto que isso causa na sociedade, devemos ser o exemplo da integridade e da paz que queremos do mundo (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. INTEGRIDADE: quando nos conectamos com a realidade como seres íntegros, completos, que temos tudo o necessário para contribuir desde nossa essência, estamos prontos para construir no todo como uma célula, assumindo o papel que nos corresponde desde um propósito que integra todas as áreas de nossa vida e que manifesta relacionamentos focados em sua construção. No estado de integridade conseguimos amar desde a liberdade de ser quem somos e abraçar tudo e todos por ser quem são, entendemos que cada relacionamento é parte da construção e que de acordo com seu propósito em nossa vida é que devemos decidir e agir (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Desde a verdade de nosso coração construímos relacionamentos que nos conectam e fortalecem a estrutura para construir, pois aceitamos as diferenças como parte íntegra do todo e percebemos desde a essência e o momento. Percebemos a vida como um momento, a vivemos como si só existisse o presente com o propósito de deixar um legado íntegro que sirva como exemplo para evoluirmos em unidade, desde o amor, desde a integração.

Com amor,
Ángel

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Mente Construtiva: 4 passos para reprogramar nossos pensamentos

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Para sermos e estarmos conscientes de nossa expressão (gestos, palavras, atos, emoções) o primeiro passo é exercitarmos a presença mental, a qual conseguimos através da integração de nossa percepção do mundo e nossa atenção, como limos e praticamos no artigo 4 passos para manter a mente no presente (clique aqui para ler o artigo completo).

Quando nossa mente está presente, podemos focá-la em nosso próprio processo de construção, mas, como pode ser útil?, fácil, vamos começar a trabalhar nisto por partes. Neste artigo entenderemos como usar a mente presente para reprogramar nossos próprios pensamentos, já que são eles os responsáveis pela terceira parte de nosso estado de ánimo e nível de energía (pelos outros dois terços a percepção e a expressão).

Todos temos crescido em ambientes diferentes e, de forma inconsciente, estamos submetidos constantemente à informação que nos faz focarmos no lado “destrutivo” da vida. E, como é o que mais recebemos, vemos que nossas conversas com as pessoas se tornam um campo fértil para falarmos dos demais, reclamarmos, sentirmos pena, citarmos tragedias, em fim, de falarmos de coisas que não podemos transformar. E isso efetivamente influencia nosso humor e nossa energía.

Hoje vamos focar nossa atenção em como sintonizarmos, conscientemente, com o lado construtivo da vida para reprogramar nossos pensamentos (clique aqui para ler sobre empoderamento de hábitos). Para isto vamos seguir estes 3 passos diariamente até integrá-los a nossos hábitos:

  1. Procurarmos fontes de informação construtiva para substituir a informação destrutiva. Pode ser através da internet, televisão, pessoas com as que interagimos, etc. Por exemplo, em vez de pesquisarmos sobre o que faz mal para o corpo, pesquisarmos sobre o que faz bem.
  2. Percebermos os pensamentos que surgem durante o dia. Se geram preocupação, ansiedade ou qualquer sensação destrutiva vamos procurar motivos construtivos pessoais para ressignificá-los. Por exemplo, penso que preciso de dinheiro para pagar uma conta, vejo que posso organizar uma rifa, fazer um trabalho extra ou vender algo que não serve mais e percebo que posso conseguir o dinheiro, então foco meus pensamentos na ação que vou tomar para obter a quantidade necessária, pode ser que até consiga mais.
  3. Focarmos os pensamentos em nós mesmos, e nos projetos nos que estamos envolvidos, pois é onde podemos efetivamente assumir a responsabilidade da transformação. Para quê pensarmos nos motivos de outras pessoas, que são responsabilidade delas, se podemos estar usando este tempo para expandirmos nossa consciência e construirmos? Pensemos nisso.
  4. Encontrarmos, pelo menos uma vez ao dia, um lugar em que admiremos tudo o que percebemos com nossos sistema perceptivo, e nos sintamos tranquilos, e pensemos em tudo o construtivo que temos vivido e como podemos integrá-lo a nossa vida, a nossos projetos.

É nossa decisão escolhermos com o que queremos nos conectar (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração). Quanto mais pessoas conscientes de sua própria vida e dispostas a contribuir de maneira assertiva, temos melhores resultados reformando o mundo em que vivemos, construindo todos dia com mais assertividade e inovando para transformar o que for necessário. Es escolho conectar-me com o que contribui para minha integridade para transformar o mundo com a contribuição de todos e tudo ao meu redor, e você?

Compartilhemos este método fácil com as pessoas que quiserem recuperar sua energia e se sentir empoderadas.

Com amor,
Ángel

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4 passos para manter a mente no presente

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Quando interagimos com nós mesmos e com tudo ao redor é importante sermos conscientes de agirmos mais e reagirmos menos. Hoje vamos focar nos pensamentos, o que passa por nossa mente em cada momento.

Em 2016 participei num treinamento para construir uma comunicação mais assertiva e a mensagem é bem clara, carregamos diversos filtros dos quais muitas vezes não estamos conscientes, nossos julgamentos e comparações baseados nas próprias crenças (que às vezes nos dá segurança porque outras pessoas também as compraram), e esses filtros fazem que nossa mente esteja sempre reagindo ao que vivemos em vez de estar presente (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção).

Muitas vezes ao conversarmos com alguém começamos a julgar o que diz, em nossa mente, seja de maneira positiva ou negativa, e já temos uma resposta pronta. Em alguns casos a pessoa nem sequer termina de falar e já respondemos (antes de esquecermos). E o mesmo fazemos continuamente em quase tudo o que fazemos. Cozinhamos pensando no horário, tomamos banho pensando em que roupa usar, etc., qualquer situação bagunça nossa mente quando não somos conscientes de trazê-la ao momento presente.

Hoje vamos seguir estes passos para trazer nossa mente ao “aquí e agora” e treiná-la para que aja a partir do momento, em vez de reagir a partir dos filtros:

  1. Escolhermos uma só ação para focar a atenção mental.
  2. Focarmos na pessoa e/o na ação que está acontecendo.
  3. Se aparecer um pensamento deixá-lo passar e voltar ao ponto de foco.
  4. Sentirmos, com todo nosso sistema perceptivo, o que estamos vivendo.

Na medida em que praticamos seguindo estes passos, nossa mente vai se acostumando com o novo padrão de comportamento e muda nosso estado de atenção e conexão com a vida. Compartilhe este post com quem possa precisar e escreva nos comentários sua história. Sua mente vive no futuro, no pasado ou no presente?

Com amor,
Ángel

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6 Indicadores de Presença e Gratidão

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Para estarmos em contato com novas formas de perceber o mundo, é necessário que sejamos mais conscientes de nossos próprios processos e como eles influenciam nossa interação com o meio. Neste processo, a mente é essencial, pois, como aliada presente, pode transformar profundamente o que consideramos um fato inevitável e, conectada ao coração, nos ensina a agradecer por tudo o que há (clique aqui para ler sobre elevarmos nossa experiência).

Trazermos a mente ao presente (clique aqui para ler sobre mente presente) é uma das melhores estratégias para podermos perceber que o milagre da vida está nos pequenos detalhes, um sorriso, um abraço, uma piada, o sol entrando pela janela, um chá em boa companhia, uma paisagem de concreto ou de natureza que temos todos os dias na frente, em fim, tudo o que parece igual e rotineiro passa a ser percebido como único e maravilhoso, só podemos perceber a unicidade de cada momento quando nos permitimos ampliar nossa percepção.

Aqui temos 6 indicadores que nos mostram que estamos mais presentes e agradecidos.

  1. Prestamos atenção aos mais mínimos detalhes
  2. Usamos com mais intensidade nossos sentidos para nos conectarmos com tudo e todos
  3. Integramos melhor o que sentimos ao que vivemos
  4. Percebemos a unicidade de cada momento
  5. Aprendemos mais sobre as situações que estamos vivendo e as pessoas com quem nos comunicamos durante o dia
  6. Nos transformamos constantemente alinhados a nosso propósito e ao contexto social.

Escolhendo viver a vida desde a gratidão e o aprendizado infinito, nos conectamos com outros ângulos da mesma realidade e conseguimos reconhecer a magia no agora. Podemos escolher percebeer cada momento como um milagre.

Com amor,
Ángel

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4 passos para transformar nossas, não tão necessárias, necessidades

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Para transformar nossa mente (clique aqui para ler sobre mente construtiva) e focar essa energia na construção empoderante de nossa vida e da dos demais não sempre é suficiente praticar ver o lado construtivo das situações, às vezes necessitaremos ir mais fundo para entender nosso sistema de crenças pessoal (clique aqui para ler sobre crenças) e as necessidades que há por trás do mesmo, pois ao conhecer a necessidade, que gera a crença, e transformá-la conseguimos, efetivamente, agir diferente de maneira coerente (clique aqui para ler sobre coerência).

Em alguns momentos parece difícil pensar algo construtivo sobre uma situação para empoderar nossos pensamentos ou crenças e é nesse momento que devemos parar para analisar a origem desse desconforto interior, pois há algo que não temos considerado, nossas próprias necessidades.

Com o passar do tempo construímos uma realidade com certas necessidades, que podem, ou não, ser nossas. Por este motivo é muito útil pasar um tempo vivendo de uma maneira diferente à que sempre temos vivido, pois nessa mudança percebemos que não tudo o que acreditamos que necessitamos é realmente o que necessitamos.

Agora que entendemos melhor o que é uma necessidade e seu efeito, vamos aprender uma maneira fácil de trabalhá-la.

  1. Identificar a necessidade que nos leva á crença que gera desconforto para ser empoderada.
  2. Analisar se esta necessidade é realmente necessária.
  3. Se não é necessária podemos mudar a necessidade.
  4. Se é necessária devemos alinhar a crença e o pensamento com ela e reunir a coragem necessária para transformar essa situação através da ação.

Para termos harmonía em nossa vida é importante mudar a perspectiva, alguns aspectos serão mais fáceis de trabalhar, outros menos, o importante é que sempre busquemos a integração.

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 2: Realidade Mental

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Agora que entendemos um pouco melhor o que é a sublimação (faça clique aqui para ler o artigo completo sobre sublimação), e como a experimentamos em nossa vida, podemos iniciar uma viagem através de nossa própria experiência, integrando todas as áreas que compõem nossa integridade humana. O assunto de hoje é a sublimação de nossa realidade mental, que é a base da maneira em que nos relacionamos com o mundo.

A realidade que existe em nossa mente, a que nutrimos, é a maneira em que vivemos nossa própria experiência. Temos várias opções e percebemos só as coisas às que damos atenção, porque é o que mais nos comunicam, já que nos conectamos e nos identificamos com isso. Então se decidirmos ver tudo como una adversidade, ou um desafio, nossa vida nos mostra isso em tudo o que fazemos, já quando decidimos ver tudo como um aprendizado vivemos a vida como uma experiência infinita de conhecimento. É por este motivo que é tão importante que verifiquemos a realidade que estamos nutrindo em nossa mente.

Reconhecendo como nossa mente influencia a maneira em que experimentamos nosso presente, podemos seguir passos simples para sublimarmos nossa realidade mental de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que pensamentos temos durante o dia que nos geram angustia, estresse, ansiedade, tristeza?, que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplo: se pensarmos na situação do país, nos sentimos inseguros, isto se intensifica ao assistirmos ou lermos jornais e falarmos com as pessoas sobre o assunto.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: buscamos a maneira de diminuirmos as necessidades que não são necessárias (faça click aqui para ver un passo a passo para avaliar nossas necessidades), de vivermos com o necessário, de pouparmos o que nos entra agora, de identificarmos nossos talentos para trabalharmos contribuindo com a construção de modelos mais construtivos, coerentes e transparentes, onde quer que estejamos.

  3. Identifiquemos os pensamentos e situações em nosso dia que nos trazem tranquilidade e nos fazem ter confiança em nós mesmos. Exemplo: quando focamos em fazermos algo para o que temos talento, quando passamos tempo com nós mesmos, com nossos filhos, com animais, com pessoas, com a natureza, etc.

  4. Foquemos nossa energia em intenção (pensamentos, sentimentos, palavras e ações) no que nos faz sentirmo-nos conectados com nós mesmos e com o mundo. Aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo desde casa.

A reflexão que fica para hoje é: Quanto tempo dedicamos por día para sublimar o que é construtivo para nós?

Um abraço,
Ángel

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Perdão Parte 1: Definição e Ressignificação

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Falando com minha amiga Lina María (autora do Portal EA), percebemos que é necessário quebrar alguns paradigmas com respeito ao perdão para entendê-lo melhor e poder integrá-lo a nossa vida de maneira fácil e efetiva. Por este motivo, esta e as próximas publicações estão focadas na ação de perdoar, passando pela definição, quebra de paradigma, ressignificação, integração e aplicação do perdão, integralmente, em nossa vida.

A palavra perdão é definida como a ação de perdoar, e perdoar como excetuar alguém do que se faz com todos, ou tirar a obrigação que tem. Integrando esta definição a nossa experiência pessoal, é comum que vejamos o perdão como uma forma superior de nos relacionarmos com pessoas ou situações que, desde nosso ponto de vista, tem nos ferido. É a partir daquí que podemos quebrar o paradigma de perdoar.

Quando entendemos que as comparações, os julgamentos e as culpas fazem parte de un modelo que necessita ser transformado para aprender a nos relacionarmos de uma maneira mais transparente, autêntica, respeitosa e responsável, para podermos construir e reformar de maneira sustentável nosso planeta, é necessário quebrar o paradigma de que o perdão nos faz melhores ou superiores e ressignificá-lo como a integração da ideia de que somos responsáveis por escolher se algo, efetivamente, nos afeta ou nos faz mal.

Normalmente nos sentimos feridos quando a situação não sai como esperávamos, mas, assim como podemos culpar ao outro pelo que diz ou faz, também podemos nos responsabilizarmos pela expectativa que temos criado para nos sentirmos bem, aceitos, amados, acolhidos, etc, e por termos permitido que o outro entre e permaneça em nossa vida. Se analizarmos um pouco mais, nos sentirmos feridos vem de uma necessidade de controle, de querermos controlar nossa vida e as situações e pessoas nela. Por isso vamos ver estes passos que nos ajudam a conectarmos com um lado de nossa natureza humana que consegue fluir com o coração:

  1. Ver a vida como um constante aprendizado: quando entramos em cada situação, com todos os sentidos, podemos perceber elementos que podem nos levar a uma compreensão mais ampla de quem somos.
  2. Agradecer por cada minuto vivido: podemos escolher ver a vida como um milagre, podermos respirar e fazer o que fazemos pode ser sempre um motivo de gratidão e os aprendizados também, por mais dolorosos que possam parecer, nos mostram que somos mais do que acreditamos ser.
  3. Pormos em prática os exercícios para trazer a mente ao presente (clique aqui para ler o artigo sobre mente presente), exercitarmos o empoderamento de crenças (clique aqui para ler o artigo sobre crenças) e aceitarmos às pessoas e situações como são.

Compartilhemos as experiências de perdão nos comentários para que possamos ampliar nossos pontos de vista. O assunto do próximo artigo é a culpa e como ressignificá-la e integrá-la ao processo do perdão pessoal.

Com amor,
Ángel

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