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Instinto, Intuição e Propósito

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Para construirmos tudo em nossa vida, é essencial que comecemos a expressar-nos mais alinhados com nosso propósito de paz, pois isso potencializa a integração de tudo o que somos para construirmos a sociedad em paz com a que sempre sonhamos. Quando investimos nossos recursos em pensamentos e expressões coerentes com esse sonho, com seu significado apropriado, damos mais energia àquilo que queremos, assim os resultados são cada vez mais evidentes.

Como sociedade temos usado o termo instinto, que por definição é uma reação animal de conservação, para justificarmos nossas decisões, o que em algum momento, em que não sabíamos comunicar-nos e respeitar-nos, pode ter sido útil, mas que hoje em dia podemos mudá-lo pelo uso da palavra intuição, que é a faculdade de entendermos as coisas instantâneamente. Agora que podemos focar em construirmos desde uma comunicação mais transparente e relacionamentos mais autênticos, podemos confiar em nossa intuição para continuarmos nosso desenvolvimento sustentável.

Este caminho de construção é uma série de decisões que nos leva a projetar o estado de nossa vibração atual, com os elementos conscientes e inconscientes, por este motivo, quando nosso desejo é a paz universal, é necessário integrarmos o pensamiento constante do desejo de manifestarmos essa paz que vem de aceitarmos nossa essência, isto programa nosso inconsciente, para que estejamos cada vez mais alinhados a nossa integridade, e guia nossa intuição para manter-nos sempre por esse caminho de infinito aprendizado desde tudo o que potencializa nossa paz no presente.

Na medida em que, como indivíduos sociais, fazemos da paz nosso propósito comum, o resto dos recursos se transformam no meio para chegarmos à paz, alguns precisam ser ajustados, outros apenas potencializados, mas, no fim, tudo nos ensina que a integração é inerente ao propósito da paz (clique aqui para ler sobre ativarmos nosso modo propósito).

Com amor,
Ángel

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Manifestando o Relacionamento que Desejamos

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Tenho passado por vários momentos na vida que têm contribuido para uma percepção mais ampla e responsável sobre os relacionamentos. A vida vivida desde o mundo mental e emocional pode levar a uma desconexão da integridade e do poder pessoal, o que gera experimentar desde os vazios criados pela ilusão de separação que cria pessoas individualistas. Esta é a base para ter relacionamentos com aussência parcial, o total, de transparência, aceitação, respeito e coerência, começando desde o relacionamento com si próprio, e assim continua até que decidimos aprender a experimentar nossa vida desde a integração de nossos mundos mental e emocional com nosso coração, nossa essência.

O relacionamento que temos com nós mesmos é o único que podemos manifestar em nosso relacionamento com tudo e todos ao redor, quanto mais transparentes, coerentes, respeitosos e íntegros somos com nós mesmos, mais manifestamos isso em nossos relacionamentos (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos). É por isto que nosso relacionamento integrado, com nossa vida, com o ambiente e com as pessoas, tem propósitos claros para revelar no presente as consequências do que temos pensado, sentido e expressado, para podermos transformar a maneira em que nos relacionamos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre propósitos dos relacionamentos) .

Agora que entendemos que só podemos manifestar fora os relacionamentos desde nosso estado atual, podemos refletir sobre estes aspectos que efetivamente nos levam a relacionar-nos com tudo ao redor de uma maneira mais consciente:

  1. TRANSPARÊNCIA: este aspecto começa com o autoconhecimento, pois descobrindo nossos motivos por trás de cada decisão podemos analisá-los e alinhá-los à verdade de autenticidade em unidade que está em nosso coração. Sendo sinceros com nós mesmos começamos a sentir aumentar nossa autoconfiança, o que nos leva à certeza de expressar nossos talentos, nosso desejo de contribuir, nossa conexão universal inata e, consequentemente, a manifestar uma realidade na que a expressão da verdade é sempre nossa prioridade.

  2. COERÊNCIA: na medida em que nos conhecemos, percebemos que precisamos permitir que nosso sistema perceptivo se expanda para alinharmos nossa expressão à sabedoria pessoal de quem realmente somos e integrá-la ao contexto. Nossos pensamentos precisam estar mais focados na construção a partir da contribuição (clique aqui para ler sobre contribuição), nossas emoções precisam ser sentidas e integradas para expressarmos integridade desde o sentimento (clique aqui para ler sobre sublimação de emoções) e nossa expressão precisa ser mais íntegra, considerando o contexto e nossa capacidade real de contribuição.

  3. ACEITAÇÃO: quando aceitamos a nós mesmos desde nossa essência e entendemos que todos estamos num processo de experimentação constante de nossa própria realidade, conseguimos aceitar e entender tudo e todos ao redor. Nosso poder de decisão se foca em nós mesmos, somos responsáveis pelo que construímos e pelo impacto que isso causa na sociedade, devemos ser o exemplo da integridade e da paz que queremos do mundo (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. INTEGRIDADE: quando nos conectamos com a realidade como seres íntegros, completos, que temos tudo o necessário para contribuir desde nossa essência, estamos prontos para construir no todo como uma célula, assumindo o papel que nos corresponde desde um propósito que integra todas as áreas de nossa vida e que manifesta relacionamentos focados em sua construção. No estado de integridade conseguimos amar desde a liberdade de ser quem somos e abraçar tudo e todos por ser quem são, entendemos que cada relacionamento é parte da construção e que de acordo com seu propósito em nossa vida é que devemos decidir e agir (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Desde a verdade de nosso coração construímos relacionamentos que nos conectam e fortalecem a estrutura para construir, pois aceitamos as diferenças como parte íntegra do todo e percebemos desde a essência e o momento. Percebemos a vida como um momento, a vivemos como si só existisse o presente com o propósito de deixar um legado íntegro que sirva como exemplo para evoluirmos em unidade, desde o amor, desde a integração.

Com amor,
Ángel

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