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7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal – eBook para impressão

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Através do processo para reconectar com minha paz interior, tenho chegado à conclusão de que para manifestarmos a paz que queremos no mundo, é essencial nos conhecermos de verdade para potencializarmos nossos talentos e nos integrarmos na medida apropriada ao contexto, assim contribuímos, de maneira autêntica, à construção de uma sociedade de integridade.

A partir dos processos que tenho acompanhado, e aos que tenho contribuido, tem nascido a ideia de transmitir de maneira simplificada o conhecimento que tenho integrado, e do qual sou exemplo, no livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, que, em aproximadamente 100 páginas, integra exercícios práticos, momentos de reflexão pessoal e uma percepção integral de nossos aspectos como seres humanos (mundos mental e emocional integrados ao contexto social), focando nossa energia, para nos desenvolvermos como indivíduos sociais (clique aqui para ler uma parte da introdução do livro).

Cada capítulo é um nível que nos leva a entender com mais profundidade a conexão que há entre nosso sistema de crenças, nossas emoções, nossos sentimentos e nossa autenticidade, para que integremos tudo, da maneira mais apropriada, à expressão integral de nossa essência, e assim, fortalecermos nossa coerência desde nosso coração, nossa paz interior.

Somos a integração de várias dimensões, necessitamos encontrar nossa medida apropriada para contribuirmos como parte do todo, agradecermos, aceitarmos e potencializarmos a autenticidade em unidade.

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O livro inclui uma dedicatória personalizada.

Com amor,
Ángel

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Almas Gêmeas

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Devido ao impacto que pode ter a ideia de que exista uma alma gêmea, é importante que ampliemos nossa percepção sobre o assunto, para podermos entender que é essencial sabermos quem somos e o que queremos antes de nos comprometermos com outra pessoa. Quando entendemos que somos completos e que percebemos nos outros fragmentos de nós mesmos, entendemos que, no momento apropriado, podemos decidir comprometer-nos com uma pessoa que decida comprometer-se conosco, com a convicção de que podemos potencialzar-nos, um ao outro, enquanto construímos juntos, já que trabalhamos pelo mesmo propósito desde nossa própria autenticidade.

Dependendo da fase da vida em que estamos, conscientes ou não de nosso mundo mental, emocional e sentimental, temos diferentes almas gêmeas, isto é, pessoas que vibram, pensam e agem parecido conosco e que decidimos manter em nossa vida por questões que deveríamos avaliar constantemente, o que não quer dizer que vamos permanecer nesse estado a vida toda. Quem quer manifestar um relacionamento que potencializa a paz, pode considerar estes aspectos (clique aqui para ler sobre manifestar o relacionamento que desejamos):

  1. Fortalecermos nossa paz: quando tomamos decisões baseadas no que aumenta nossa paz conseguimos aprender desde a reflexão, o que fortalece nosso estado natural e nos conecta com as pessoas apropriadas para nos alinharmos com nosso coração.

  2. Expressarmos nossa autenticidade: saber quem somos em essência, e expressá-lo, é essencial, pois só assim os relacionamentos se constroem sobre uma base sólida e transparente.

  3. Entendermos que cada relacionamento é único: todos somos diferentes, portanto, todos os relacionamentos são diferentes. Ao percebermos isto, nos damos a oportunidade de começarmos o relacionamento do zero e de construirmos juntos o que nos traz paz como casal.

Quando decidimos transformar-nos em nossa versão mais íntegra, percebemos a importância de que nosso talento integrado ao contexto seja permeado pela transparência (clique aqui para ler sobre exercitarmos a transparência), a coerência (clique aqui para ler sobre coerência), o respeito (clique aqui para ler sobre o respeito) e a integridade, pois, a partir destes aspectos, construímos bases sólidas para potencializarrnos uns aos outros. Podemos decidir deixar de procurar uma alma gêmea que nos complete e começar a nos transformarmos na alma gêmea que nos potencializa para nos reconhecermos no outro e podermos construir a familia íntegra que queremos, desde a consciência.

Com amor,
Ángel

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Manifestando o Relacionamento que Desejamos

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Tenho passado por vários momentos na vida que têm contribuido para uma percepção mais ampla e responsável sobre os relacionamentos. A vida vivida desde o mundo mental e emocional pode levar a uma desconexão da integridade e do poder pessoal, o que gera experimentar desde os vazios criados pela ilusão de separação que cria pessoas individualistas. Esta é a base para ter relacionamentos com aussência parcial, o total, de transparência, aceitação, respeito e coerência, começando desde o relacionamento com si próprio, e assim continua até que decidimos aprender a experimentar nossa vida desde a integração de nossos mundos mental e emocional com nosso coração, nossa essência.

O relacionamento que temos com nós mesmos é o único que podemos manifestar em nosso relacionamento com tudo e todos ao redor, quanto mais transparentes, coerentes, respeitosos e íntegros somos com nós mesmos, mais manifestamos isso em nossos relacionamentos (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos). É por isto que nosso relacionamento integrado, com nossa vida, com o ambiente e com as pessoas, tem propósitos claros para revelar no presente as consequências do que temos pensado, sentido e expressado, para podermos transformar a maneira em que nos relacionamos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre propósitos dos relacionamentos) .

Agora que entendemos que só podemos manifestar fora os relacionamentos desde nosso estado atual, podemos refletir sobre estes aspectos que efetivamente nos levam a relacionar-nos com tudo ao redor de uma maneira mais consciente:

  1. TRANSPARÊNCIA: este aspecto começa com o autoconhecimento, pois descobrindo nossos motivos por trás de cada decisão podemos analisá-los e alinhá-los à verdade de autenticidade em unidade que está em nosso coração. Sendo sinceros com nós mesmos começamos a sentir aumentar nossa autoconfiança, o que nos leva à certeza de expressar nossos talentos, nosso desejo de contribuir, nossa conexão universal inata e, consequentemente, a manifestar uma realidade na que a expressão da verdade é sempre nossa prioridade.

  2. COERÊNCIA: na medida em que nos conhecemos, percebemos que precisamos permitir que nosso sistema perceptivo se expanda para alinharmos nossa expressão à sabedoria pessoal de quem realmente somos e integrá-la ao contexto. Nossos pensamentos precisam estar mais focados na construção a partir da contribuição (clique aqui para ler sobre contribuição), nossas emoções precisam ser sentidas e integradas para expressarmos integridade desde o sentimento (clique aqui para ler sobre sublimação de emoções) e nossa expressão precisa ser mais íntegra, considerando o contexto e nossa capacidade real de contribuição.

  3. ACEITAÇÃO: quando aceitamos a nós mesmos desde nossa essência e entendemos que todos estamos num processo de experimentação constante de nossa própria realidade, conseguimos aceitar e entender tudo e todos ao redor. Nosso poder de decisão se foca em nós mesmos, somos responsáveis pelo que construímos e pelo impacto que isso causa na sociedade, devemos ser o exemplo da integridade e da paz que queremos do mundo (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. INTEGRIDADE: quando nos conectamos com a realidade como seres íntegros, completos, que temos tudo o necessário para contribuir desde nossa essência, estamos prontos para construir no todo como uma célula, assumindo o papel que nos corresponde desde um propósito que integra todas as áreas de nossa vida e que manifesta relacionamentos focados em sua construção. No estado de integridade conseguimos amar desde a liberdade de ser quem somos e abraçar tudo e todos por ser quem são, entendemos que cada relacionamento é parte da construção e que de acordo com seu propósito em nossa vida é que devemos decidir e agir (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Desde a verdade de nosso coração construímos relacionamentos que nos conectam e fortalecem a estrutura para construir, pois aceitamos as diferenças como parte íntegra do todo e percebemos desde a essência e o momento. Percebemos a vida como um momento, a vivemos como si só existisse o presente com o propósito de deixar um legado íntegro que sirva como exemplo para evoluirmos em unidade, desde o amor, desde a integração.

Com amor,
Ángel

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É a consciência o que constrói paz

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Passamos a vida procurando a felicidade no que fazemos, no que pensamos, no que comemos, no que dizemos, no que sentimos, mas, todas as vezes que temos esperado encontrar a felicidade nesses momentos, temos sido conscientes de respeitarmos a nós mesmos e tudo ao nosso redor? (clique aqui para ler o texto sobre respeito)

Imaginemos agora a diversidade que existe em gostos e o impacto que a busca por essas sensações pode ter, será que esse instante de felicidade emocional destrói ou constrói?

Vejamos alguns exemplos sobre como a consciência nos conecta com mais respeito à nossa sociedade (seres e meio ambiente):

    1. Sendo conscientes do que necessitan nossas células para funcionarem de maneira apropriada, construímos quando comemos o que não é realmente necessário? Ao nos nutrirmos, damos às células o necessário, promovemos uma cultura de consumo consciente de alimentos e estimulamos a produção natural e respeitosa de alimentos (clique aqui para ler o texto sobre micronutrientes para as células).
    1. Sendo conscientes de que necessitamos dar a nosso corpo sono de qualidade e atividade física, construímos quando fomentamos a preguiça em nós e nos outros? Ao exercitarmos nosso corpo e dormirmos o suficiente, conseguimos construir com mais consistência nossa saúde, o que nos leva a criar com mais qualidade, através do tempo, estilos de vida mais sustentáveis.
    1. Sendo conscientes de que podemos construir com fatos e palavras a partir do sentimiento de unidade, construímos quando queremos ser superiores aos outros ou competir por sobrevivência? Ao exercitarmos a aceitação pessoal de quem somos, através de nosso autoconhecimento, conseguimos aceitar as diferenças e podemos aprender novas maneiras de nos expresarmos para construirmos, com um propósito, um estilo diferente de fazermos as coisas (clique aqui para ler o texto sobre coerência e autoconhecimento).
  1. Sendo conscientes de que, para termos o direito de trazer um ser humano ao mundo é essencial sermos um exemplo do que queremos para uma humanidade mais unida, construímos quando decidimos satisfazer nossos desejos sexuais sem estarmos dispostos a assumirmos a responsabilidade por qualquer consequência? Ao entendermos que podemos canalizar nossas emoções de uma maneira diferente à que temos aprendido, decidirmos por convicção se torna parte de nossa vida (clique aqui para ler o texto sobre decidirmos por convicção) e conseguimos ter mais claridade no propósito de cada uma de nossas ações, focando assim, nossa energia em construirmos a partir de nós mesmos em unidade.

Sermos felizes pode ser destrutivo para a sociedade porque tem se tornado uma expressão usada para satisfazer os desejos pessoais, sermos conscientes é construtivo porque nos leva a entendermos que cada decisão tem um impacto em nós mesmos e em tudo ao nosso redor, e que, como seres, necessitamos desenvolver nosso conhecimento sobre o lugar onde vivemos para integrarmos da maneira mais assertiva e construtiva possível nossos talentos à construção do que queremos como unidade (clique aqui para ler o texto sobre transformação da humanidade).

Então, se queremos paz, transparência, coerência e respeito, ¿estamos construindo isso com cada sentimento, pensamento, palavra e ação em nossa vida? (clique aqui para ler o texto sobre construção de paz)

Com amor,
Ángel

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