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Regeneração Celular Integrada

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Nosso nível de paz estabelece o nível de regeneração celular em nosso corpo. Os momentos de relaxamento são necessários para criarem um ambiente apropriado para que as células funcionem da maneira apropriada para manterem nosso corpo em estado de regeneração.

Os processos energéticos que acontecem em nosso corpo são influenciados pela forma em que nos integramos com a realidade, quando somos conscientes de mantermos nossa mente em estado receptivo e desde nossa paz decidimos integrar a informação exterior recebida, expressamos nossa essência com o propósito de fortalecermos o ambiente de regeneração em nosso corpo e em nossa sociedade.

Confiando em nós mesmos para construirmos desde nossa paz, entendemos que nossa verdade nos conecta com o momento presente de nossa sociedade e nos leva a criar formas diferentes de nos relacionarmos com nós mesmos e com tudo e todos ao redor.

Nossas células respondem a nosso estado pessoal e a cada decisão que tomamos, depende de nós reconhecermos nosso estado de paz e tomarmos cada decisão só se está alinhada com ele, para potencializarmos nossa própria regeneração celular.

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Intenção Consciente de Paz

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Nossa vida é uma manifestação de nossa programação mental e de nossa paz. Quando expressamos algo desde as emoções positivas ou negativas nossa mente se ativa para justificar o que fazemos e dizemos independente da percepção social sobre isso.

Quando entendemos que as emoções existem porque as alimentamos desde nosso modelo mental, que pode ou não estar alinhado com nossa paz, fica claro que podemos integrar as emoções dentro de nós, para percebê-las e identificarmos o que podemos alinhar de nosso mundo mental, de maneira consciente, a nossa paz integral.

Cada emoção é expressada automáticamente pelo impulso do momento, ao integrarmos nossas emoções construímos conscientemente nosso sentimento de paz, desta maneira o potencializamos e aprendemos a agir de acordo com o momento presente desde nossa certeza de paz.

Para integrarmos nossas emoções, além dos nomes que temos dado a elas, é essencial senti-las. Podemos fazer isto deitados lembrando-nos de tudo o que temos vivido, tanto o que consideramos positivo como o que consideramos negativo, percebendo as sensações que temos no corpo e deixando que fluam até nosso coração para transformá-las em entendimento sobre nossa paz.

Este processo se potencializa focando nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações, e desde a intenção de assumirmos a responsabilidade pela maneira em que expressamos nossa essência e de integrarmos nossas emoções para encontrar as maneiras autênticas em que expressamos nossa paz.

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Além das etiquetas

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Nossa mente busca definir tudo o que vivemos para fortalecer nossa identidade, mas podemos treiná-la para que se identifique com a segurança de vivermos no presente.

Vivermos no presente implica entendermos que tudo está em constante movimento e que ao mesmo tempo há consistência quando construímos desde nossa paz interior.

Somos tudo, temos o potencial de construirmos paz direcionando nossos recursos, de maneira consciente, para esse propósito, as etiquetas integradas potencializam essa construção, mas estarmos totalmente alinhados com cada uma de nossas decisões de pensamentos, sentimentos, palavras e ações é a base para sermos a paz que queremos do mundo.

Nossa experiência além das etiquetas revela nossas verdadeiras afinidades e nossa autenticidade, nos permite aceitar que somos mais do que pensamos e nos leva a ampliar nossa percepção sobre nossa realidade.

A evidência está em nossa experiência, depende de nós percebermos e decidirmos sintonizar com aquilo que realmente queremos construir.

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Energia Sexual

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Entendermos e conhecermos nossa energia sexual é essencial para reconhecermos a intensidade de nossas motivações e nos tornarmos conscientes do resultado que obtemos, de acordo com a maneira na que a canalizamos.

A energia sexual pode ser melhor entendida como energia criativa, é a energia que começa a se expandir quando tem sido estabelecido um propósito, e seu nível de manifestação está diretamente relacionado à intensidade com a que corremos atrás do que desejamos e à segurança que sentimos a partir da confiança que temos em nossa capacidade de construirmos.

Nossa energia sexual pode ser trabalhada desde o instinto animal humano (necessidade) e desde a intuição e conexão com nosso coração (abundância), este último representa a sublimação do primeiro e é alcançado a partir de um trabalho de reconhecimento e integração de nossos mundos mental, emocional e físico (se quiser aplicar este proceso que compartilho no livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal pode comprar o livro fazendo clique aqui).

Canalizamos a energia sexual/criativa desde nosso sistema de crenças, tudo o que está instalado em nossa mente, de maneira consciente e inconsciente, direciona a energia para colocá-la em ação. Cada decisão tomada é parte da construção de nosso propósito.

Conectarmos com nosso propósito de paz nos faz avaliar nossas decisões e ações habituais para transformá-las em passos para construirmos a paz interior no exterior a partir de nossa autenticidade.

Com amor,
Ángel

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É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Manifestando o Relacionamento que Desejamos

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Tenho passado por vários momentos na vida que têm contribuido para uma percepção mais ampla e responsável sobre os relacionamentos. A vida vivida desde o mundo mental e emocional pode levar a uma desconexão da integridade e do poder pessoal, o que gera experimentar desde os vazios criados pela ilusão de separação que cria pessoas individualistas. Esta é a base para ter relacionamentos com aussência parcial, o total, de transparência, aceitação, respeito e coerência, começando desde o relacionamento com si próprio, e assim continua até que decidimos aprender a experimentar nossa vida desde a integração de nossos mundos mental e emocional com nosso coração, nossa essência.

O relacionamento que temos com nós mesmos é o único que podemos manifestar em nosso relacionamento com tudo e todos ao redor, quanto mais transparentes, coerentes, respeitosos e íntegros somos com nós mesmos, mais manifestamos isso em nossos relacionamentos (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos). É por isto que nosso relacionamento integrado, com nossa vida, com o ambiente e com as pessoas, tem propósitos claros para revelar no presente as consequências do que temos pensado, sentido e expressado, para podermos transformar a maneira em que nos relacionamos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre propósitos dos relacionamentos) .

Agora que entendemos que só podemos manifestar fora os relacionamentos desde nosso estado atual, podemos refletir sobre estes aspectos que efetivamente nos levam a relacionar-nos com tudo ao redor de uma maneira mais consciente:

  1. TRANSPARÊNCIA: este aspecto começa com o autoconhecimento, pois descobrindo nossos motivos por trás de cada decisão podemos analisá-los e alinhá-los à verdade de autenticidade em unidade que está em nosso coração. Sendo sinceros com nós mesmos começamos a sentir aumentar nossa autoconfiança, o que nos leva à certeza de expressar nossos talentos, nosso desejo de contribuir, nossa conexão universal inata e, consequentemente, a manifestar uma realidade na que a expressão da verdade é sempre nossa prioridade.

  2. COERÊNCIA: na medida em que nos conhecemos, percebemos que precisamos permitir que nosso sistema perceptivo se expanda para alinharmos nossa expressão à sabedoria pessoal de quem realmente somos e integrá-la ao contexto. Nossos pensamentos precisam estar mais focados na construção a partir da contribuição (clique aqui para ler sobre contribuição), nossas emoções precisam ser sentidas e integradas para expressarmos integridade desde o sentimento (clique aqui para ler sobre sublimação de emoções) e nossa expressão precisa ser mais íntegra, considerando o contexto e nossa capacidade real de contribuição.

  3. ACEITAÇÃO: quando aceitamos a nós mesmos desde nossa essência e entendemos que todos estamos num processo de experimentação constante de nossa própria realidade, conseguimos aceitar e entender tudo e todos ao redor. Nosso poder de decisão se foca em nós mesmos, somos responsáveis pelo que construímos e pelo impacto que isso causa na sociedade, devemos ser o exemplo da integridade e da paz que queremos do mundo (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. INTEGRIDADE: quando nos conectamos com a realidade como seres íntegros, completos, que temos tudo o necessário para contribuir desde nossa essência, estamos prontos para construir no todo como uma célula, assumindo o papel que nos corresponde desde um propósito que integra todas as áreas de nossa vida e que manifesta relacionamentos focados em sua construção. No estado de integridade conseguimos amar desde a liberdade de ser quem somos e abraçar tudo e todos por ser quem são, entendemos que cada relacionamento é parte da construção e que de acordo com seu propósito em nossa vida é que devemos decidir e agir (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Desde a verdade de nosso coração construímos relacionamentos que nos conectam e fortalecem a estrutura para construir, pois aceitamos as diferenças como parte íntegra do todo e percebemos desde a essência e o momento. Percebemos a vida como um momento, a vivemos como si só existisse o presente com o propósito de deixar um legado íntegro que sirva como exemplo para evoluirmos em unidade, desde o amor, desde a integração.

Com amor,
Ángel

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Construindo solidamente, integrando nossa essência

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Para mim, tem sido uma ótima descoberta perceber que nem tudo o que parece “bom” realmente vem do coração ou é o mais apropriado para mim. Durante a nossa vida, temos nos acostumado a fazermos julgamentos sobre tudo o que percebemos e, geralmente, dizemos que alguém tem um bom coração porque, aparentemente, ajuda ao mundo, às pessoas ou aos animais desinteressadamente, o que se tornou moda também no que diz respeito às empresas, então, quando alguém quer ter um destaque, para ser percebido como alguém de bom coração, faz a caridade de maneira “desinteressada”, mas, isso realmente vem do coração ou é algo construído pela mente a partir dos julgamentos que estão na sociedade?

Todos nascemos com o potencial de sermos o que queremos, desde a pessoa mais ruim à mais boa (desde qualquer percepção da sociedade), tudo depende de para onde vamos direcionar nossa energia (pensamentos, sentimentos e expressão), para qualquer lado que escolhermos, nossa mente se enche de razões para justificar que o que fazemos é certo e outros devem nos seguir porque estão errados, mas na realidade cada um de nós está en seu caminho apropriado para aprender, de algum jeito, o que precisa. Nós existimos para aprendermos constantemente, quando não o fazemos, sofremos, mas, e se decidirmos aprender com nós mesmos de agora em diante?

Para construirmos algo con bases sólidas é necessário começarmos pelo autoconhecimento, quando focamos nossa energia em algo do qual não gostamos ou para o que não somos bons, em algum momento o que temos construído se destrói, pois só a confiança real em nós mesmos, em nossas capacidades e em nossos talentos, nos leva a tomar decisões mais assertivas e a construirmos desde nossa própria base. Vejamos alguns pontos importantes para construirmos com solidez:

  1. DESEJOS: Ao longo de nossa vida criamos muitos desejos que vêm da mente, de nosso apego ao material e às pessoas, de nos compararmos com os outros. Tudo isso nos leva a canalizar a energia onde nos dizem que podemos ter melhores resultados, muitas vezes sem nos importarmos com nós mesmos ou com os outros, às vezes até ignorando as próprias leis, e aí vamos desperdiçando nossa vida no que acreditamos que necessitamos para sermos felices. É importante que nos lembremos de que a plenitude está no momento presente, e que o desejo do coração (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração) nos leva a agir aqui e agora, dando passos firmes e seguros para construirmos a partir de nossos talentos e dons integrados, nós devemos ser os donos de nossos próprios desejos e ir aprendendo a dar-lhes forma a cada minuto, com cada pensamento, com cada sentimento, com cada palavra, com cada ação, com cada gesto. Nossos desejos nunca são grandes ou pequenos demais, por isso é importante que aprendamos a viver de maneira mais autêntica, a amar e integrar o que somos.

  2. COERÊNCIA: Desde nosso relacionamento com nós mesmos, passando pelo relacionamento que temos com nossa família e com o ambiente em que vivemos, é importante que estejamos cientes do que precisamos para nos relacionarmos com respeito e transparência (clique aquí para ler sobre transparência). Pratiquemos a coerência entre o que nós mesmos pensamos, sentimos e expressamos, para que possamos realmente ser coerentes e trazer essa energia completamente para todas as áreas da nossa vida que são realmente uma prioridade para nós.

  3. AJUDA: Na realidade ninguém precisa de ajuda (clique aqui para ler sobre audar vs. contribuir), do que precisamos é de assistência no que não somos especialistas para podermos construir. Ao nos dedicarmos a “ajudar” pessoas que acreditamos que precisam, porque nos pedem ou porque acreditamos que elas precisam, não estamos dando assistência para construirem, mas dando o que querem para permanecerem em sua zona de conforto, portanto é essencial aprendermos a nos conhecer melhor e a nos conectar com o coração para podermos contribuir com o que está alinhado com quem realmente somos e o que podemos dar.

Comecemos a nos conectar mais amorosamente com nós mesmos, quanto mais nos aceitamos mais assertivas são nossas decisões, evitemos julgar o que parece bom ou ruim e deixemos o coração nos levar pelo caminho da nossa tranquilidade, sempre respeitando tudo e todos a nossa volta (clique aqui para ler sobre a harmonia da energia). Para termos um mundo mais consciente e transparente, não precisamos ser os melhores, apenas precisamos ser a versão mais íntegra de nós mesmos.

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Com amor,
Ángel

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Manifestando a Verdade de Nosso Coração

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Na medida em que crescemos e nos conhecemos com mais profundidade através de nossas decisões e experiências, conseguimos identificar aquilo que nos mantém em nossa paz e o que nos tira dela, seja positiva ou negativamente. Este processo de autoconhecimento e autoanálise é essencial para aprendermos a identificar a verdade de nosso coração e a “verdade” que vem de nosso sistema de crenças (que tem construído nosso mundo emocional de maneira inconsciente, e muitas vezes bastante desalinhado de nosso coração, principalmente pela crença da separação).

Assim como podemos conectar-nos com o que nossa mente acredita que é nossa realidade (pertencer a extremos para segregar pelo desejo de competir e comparar), podemos conectar-nos com a sabedoria integral de nosso coração, aquela que nos leva a agir desde nossa paz para aprendermos de maneira objetiva sobre nossa experiência desde nossa percepção pessoal, desde a integridade, alinhada ao contexto, colocando nossa mente à sua disposição, para construirmos desde a autenticidade em unidade, e efetivamente contribuirmos.

Para manifestarmos a verdade de nosso coração é essencial que nos conectemos conscientemente com nosso sistema perceptivo, aqui compartilho estas simples ações que podemos integrar para entender que nossa vida depende menos das opiniões pessoais (de nós e dos outros) quando a vivemos desde a transparência, o respeito, a integridade e a coerência:

  1. FLUIRMOS COM CONSCIÊNCIA: para fluirmos com consciência é necessário que instalemos a crença de agirmos desde a integridade, a coerência, o respeito e a transparência, pois dessa maneira sintonizamos nossa mente com a frequência vibratória do coração. Tendo esta crença, que potencializa nosso coração desde a mente, necessitamos perceber os sinais que recebemos através de nosso sistema perceptivo e ir fluindo onde sentimos verdadeira paz (se temos muitas opções, é necessário aumentarmos nossa afinação com o coração, para isto há um exercício que tem sido útil para mim [clique aqui para aprender o exercício de integração de emoções], pois integra as vibrações de emoções e pensamentos, que geram distração em qualquer extremo, para voltarmos a nosso centro).

  2. AJUSTARMOS NOSSA COERÊNCIA: nosso coração sabe que tudo o externo é um reflexo do interno, que nos mostra se é necessário fazermos um ajuste ou se estamos no caminho apropriado para nós, por isto, para potencializarmos a sabedoria de nosso coração através da mente, devemos instalar a crença de que tudo o que julgamos, u opinamos, positiva ou negativamente, é um reflexo de nós que nos permite aprender e ajustar nossa vibração desde nossa experiência pessoal. Por exemplo, queremos paz e responsabilizamos tudo ao redor porque ela não se manifesta, mas estamos cheios de conflitos internos, portanto, a ausência de conflitos externamente só se manifesta quando temos encontrado nossa paz interna, que é aceitarmos e integrarmos tudo o que realmente somos ao contexto social em que estamos, como agentes construtores, parte do todo. Aqui podemos integrar de novo o exercício do ponto anterior para entendermos desde nossa paz o que precisamos ajustar em nossos pensamentos, sentimentos e expressão (clique aqui para ler sobre nossa coerência).

  3. ALINHARMOS NOSSA EXPRESSÃO: para alinharmos nossa expressão à frequência vibratória do coração é necessário exercitarmos maneiras diferentes de nos expressarmos, escutarmos com total presença, comunicarmos apenas o que temos certeza de que contribui à construção externa de nossa paz interior, no momento presente, focarmos nossa atenção em conhecermos a nós mesmos e fazermos o mais apropriado desde nossos talentos e habilidades pessoais. Instalarmos a crença de que nossos pensamentos, sentimentos e palavras são poderosos, nos permite perceber a importância de alinhá-los desde um propósito que permea todas as áreas de nossa vida, para potencializar o desejo de nosso coração com toda a intenção.

  4. EXERCITARMOS A AUTENTICIDADE EM UNIDADE: esta é a crença mais importante de todas, pois fortalece nosso discernimento para encontrarmos a medida apropriada de tudo em nossa vida, prepara nossa mente para perceber a conexão entre todo e todos, para construirmos o respeito desde nossos hábitos, para relembrar que todas nossas decisões têm um impacto no sistema, no todo. Expressando quem realmente somos, as barreiras existentes começam a cair, e só o verdadeiramente essencial para nossa vida se mantém e revela seu perfeito propósito em nossa existência (clique aqui para ler sobre conexão com a neutralidade).

A verdade de nosso coração se expressa normalmente em certo grau de inconsciência misturado com nossos modelos mentais e emoções, depende de nós potencializá-la desde nossa mente e estar conscientes de agirmos fomentando a integração em todas as áreas de nossa vida, pois desta maneira expandimos esse modelo à sociedade, através de nosso exemplo, e criamos maneiras mais conectivas de nos relacionarmos como indivíduos sociais.

Com amor,
Ángel

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3 dicas para desapegar da visão limitante que temos de nós mesmos

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O primeiro passo para termos um relacionamento saudável com nós mesmos é o RESPEITO, para isso temos feito as 3 perguntas para transformarmos o relacionamento interior (clique aqui para ler o texto completo). O segundo passo é NOS DESAPEGARMOS, deixar de nos identificarmos com a imagem que os demais têm de nós e com a possível imagem errada que podemos ter de nós mesmos.

Quando nos definimos parece que chegamos ao limite onde não há nada por mudar ou melhorar porque simplesmente assim somos e estamos. É uma maneira de dizer a nós mesmos que estamos destinados a isso. Por este motivo é muito importante que avaliemos conscientemente as definições e procuremos um jeito de transformá-las, pois isso nos faz ter esperança e aumentar a confiança em nós mesmos.

Hoje vamos seguir umas dicas práticas para desapegarmos da visión limitante que temos de nós mesmos:

  1. Decidir o que queremos transformar (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção).
  2. Procurar situações em que possamos exercitar a mudança.
  3. Focar nossa energía nas novas ações até que se tornem hábitos (clique aqui para ler sobre hábitos construtivos).

Em cada definição que encontramos sobre nós há um potencial de transformação, então hoje vamos começar com um aspecto e trabalhar nele até que consigamos integrá-lo à nossa vida. Nossa nutrição (clique aqui para ler sobre nutrição consciente), nossa comunicação, nossa atividade física, nossa respiração? Agora é o momento para começarmos.

Podemos ser o que quisermos, da maneira mais transparente e íntegra possível.

Com amor,
Ángel

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Humanidade Consciente: Respeitando as Diferenças

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É essencial integrarmos perspectivas que nos permitam construir com mais consciência o que realmente queremos como sociedade. Quando decidimos nos aproximarmos mais, respeitando as diferenças de crenças pessoais, conseguimos construir novas situações que nos permitem expandir nossa percepção do mundo, já que cada um de nós tem uma percepção diferente de acordo ao que vive.

Neste momento, temos a oportunidade de entendermos que quanto mais focamos, de maneira construtiva e integrativa, nas diferenças, mais contribuimos para construirmos justiça e inclusão. Todos temos direito a termos o conhecimento de que somos 100% responsáveis pelo que decidimos viver, depende de nós focarmos nossa energia para construirmos o que desejamos (nunca depende do externo, é nossa própria vontade).

Esta iniciativas que tenho aplicado em minha vida, têm me servido para expandir minha percepção do mundo e para construir relacionamentos mais respeitosos e íntegros:

  1. ESCUTAR: Estamos acostumados a ouvir (perceber o som), mas escutar requer prática, pois para isso necessitamos entender que não tudo o que sabemos é o que parece, que nossa realidade não é a realidade que todos vivem. Só assim conseguimos perceber a informação e integrá-la à situação colocándo-a em perspectiva, e a partir daí, decidir se o que temos para dizer realmente constrói e se necessita ser realmente expressado. Aprendermos a escutar implica evitarmos dar respuestas automáticas ou conselhos que vêm de nossa convicção de nos sentirmos superiores de alguma maneira.

  2. NOS EXPRESSARMOS ASSERTIVAMENTE: a expressão assertiva inclui coerência, transparência e neutralidade. Para practicá-la necessitamos deixar de lado os julgamentos, pois eles não são a verdade absoluta, mas uma percepção da realidade de acordo com nossa experiência; saber o que queremos expressar e o impacto que queremos causar com isso, e agir de acordo com o que queremos colher em nossa vida.

  3. INTEGRAR: assumindo uma postura integrativa ao interagirmos com o mundo, podemos perceber algo que pode ser útil para o que queremos construir. Uma frase, um vídeo, um livro, etc., podem ser a chave para abrirmos um mundo de possibilidades em nossa vida. Partindo da base de que podemos aprender de todos e de tudo, nossa postura nos faz respeitar e aceitar diferenças.

Respeitarmos as diferenças não quer dizer que temos que aprender a viver o tempo todo com todo mundo do lado, mas que precisamos aprender a conviver como sociedade para podermos colher o respeito que tanto exigimos dos outros. Somos realmente respeitosos para exigirmos respeito? (clique aqui para ler o texto sobre o respeto)

Com amor,
Ángel

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