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Além das etiquetas

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Nossa mente busca definir tudo o que vivemos para fortalecer nossa identidade, mas podemos treiná-la para que se identifique com a segurança de vivermos no presente.

Vivermos no presente implica entendermos que tudo está em constante movimento e que ao mesmo tempo há consistência quando construímos desde nossa paz interior.

Somos tudo, temos o potencial de construirmos paz direcionando nossos recursos, de maneira consciente, para esse propósito, as etiquetas integradas potencializam essa construção, mas estarmos totalmente alinhados com cada uma de nossas decisões de pensamentos, sentimentos, palavras e ações é a base para sermos a paz que queremos do mundo.

Nossa experiência além das etiquetas revela nossas verdadeiras afinidades e nossa autenticidade, nos permite aceitar que somos mais do que pensamos e nos leva a ampliar nossa percepção sobre nossa realidade.

A evidência está em nossa experiência, depende de nós percebermos e decidirmos sintonizar com aquilo que realmente queremos construir.

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Energia Sexual

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Entendermos e conhecermos nossa energia sexual é essencial para reconhecermos a intensidade de nossas motivações e nos tornarmos conscientes do resultado que obtemos, de acordo com a maneira na que a canalizamos.

A energia sexual pode ser melhor entendida como energia criativa, é a energia que começa a se expandir quando tem sido estabelecido um propósito, e seu nível de manifestação está diretamente relacionado à intensidade com a que corremos atrás do que desejamos e à segurança que sentimos a partir da confiança que temos em nossa capacidade de construirmos.

Nossa energia sexual pode ser trabalhada desde o instinto animal humano (necessidade) e desde a intuição e conexão com nosso coração (abundância), este último representa a sublimação do primeiro e é alcançado a partir de um trabalho de reconhecimento e integração de nossos mundos mental, emocional e físico (se quiser aplicar este proceso que compartilho no livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal pode comprar o livro fazendo clique aqui).

Canalizamos a energia sexual/criativa desde nosso sistema de crenças, tudo o que está instalado em nossa mente, de maneira consciente e inconsciente, direciona a energia para colocá-la em ação. Cada decisão tomada é parte da construção de nosso propósito.

Conectarmos com nosso propósito de paz nos faz avaliar nossas decisões e ações habituais para transformá-las em passos para construirmos a paz interior no exterior a partir de nossa autenticidade.

Com amor,
Ángel

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É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Manifestando o Relacionamento que Desejamos

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Tenho passado por vários momentos na vida que têm contribuido para uma percepção mais ampla e responsável sobre os relacionamentos. A vida vivida desde o mundo mental e emocional pode levar a uma desconexão da integridade e do poder pessoal, o que gera experimentar desde os vazios criados pela ilusão de separação que cria pessoas individualistas. Esta é a base para ter relacionamentos com aussência parcial, o total, de transparência, aceitação, respeito e coerência, começando desde o relacionamento com si próprio, e assim continua até que decidimos aprender a experimentar nossa vida desde a integração de nossos mundos mental e emocional com nosso coração, nossa essência.

O relacionamento que temos com nós mesmos é o único que podemos manifestar em nosso relacionamento com tudo e todos ao redor, quanto mais transparentes, coerentes, respeitosos e íntegros somos com nós mesmos, mais manifestamos isso em nossos relacionamentos (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos). É por isto que nosso relacionamento integrado, com nossa vida, com o ambiente e com as pessoas, tem propósitos claros para revelar no presente as consequências do que temos pensado, sentido e expressado, para podermos transformar a maneira em que nos relacionamos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre propósitos dos relacionamentos) .

Agora que entendemos que só podemos manifestar fora os relacionamentos desde nosso estado atual, podemos refletir sobre estes aspectos que efetivamente nos levam a relacionar-nos com tudo ao redor de uma maneira mais consciente:

  1. TRANSPARÊNCIA: este aspecto começa com o autoconhecimento, pois descobrindo nossos motivos por trás de cada decisão podemos analisá-los e alinhá-los à verdade de autenticidade em unidade que está em nosso coração. Sendo sinceros com nós mesmos começamos a sentir aumentar nossa autoconfiança, o que nos leva à certeza de expressar nossos talentos, nosso desejo de contribuir, nossa conexão universal inata e, consequentemente, a manifestar uma realidade na que a expressão da verdade é sempre nossa prioridade.

  2. COERÊNCIA: na medida em que nos conhecemos, percebemos que precisamos permitir que nosso sistema perceptivo se expanda para alinharmos nossa expressão à sabedoria pessoal de quem realmente somos e integrá-la ao contexto. Nossos pensamentos precisam estar mais focados na construção a partir da contribuição (clique aqui para ler sobre contribuição), nossas emoções precisam ser sentidas e integradas para expressarmos integridade desde o sentimento (clique aqui para ler sobre sublimação de emoções) e nossa expressão precisa ser mais íntegra, considerando o contexto e nossa capacidade real de contribuição.

  3. ACEITAÇÃO: quando aceitamos a nós mesmos desde nossa essência e entendemos que todos estamos num processo de experimentação constante de nossa própria realidade, conseguimos aceitar e entender tudo e todos ao redor. Nosso poder de decisão se foca em nós mesmos, somos responsáveis pelo que construímos e pelo impacto que isso causa na sociedade, devemos ser o exemplo da integridade e da paz que queremos do mundo (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. INTEGRIDADE: quando nos conectamos com a realidade como seres íntegros, completos, que temos tudo o necessário para contribuir desde nossa essência, estamos prontos para construir no todo como uma célula, assumindo o papel que nos corresponde desde um propósito que integra todas as áreas de nossa vida e que manifesta relacionamentos focados em sua construção. No estado de integridade conseguimos amar desde a liberdade de ser quem somos e abraçar tudo e todos por ser quem são, entendemos que cada relacionamento é parte da construção e que de acordo com seu propósito em nossa vida é que devemos decidir e agir (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Desde a verdade de nosso coração construímos relacionamentos que nos conectam e fortalecem a estrutura para construir, pois aceitamos as diferenças como parte íntegra do todo e percebemos desde a essência e o momento. Percebemos a vida como um momento, a vivemos como si só existisse o presente com o propósito de deixar um legado íntegro que sirva como exemplo para evoluirmos em unidade, desde o amor, desde a integração.

Com amor,
Ángel

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Construindo solidamente, integrando nossa essência

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Para mim, tem sido uma ótima descoberta perceber que nem tudo o que parece “bom” realmente vem do coração ou é o mais apropriado para mim. Durante a nossa vida, temos nos acostumado a fazermos julgamentos sobre tudo o que percebemos e, geralmente, dizemos que alguém tem um bom coração porque, aparentemente, ajuda ao mundo, às pessoas ou aos animais desinteressadamente, o que se tornou moda também no que diz respeito às empresas, então, quando alguém quer ter um destaque, para ser percebido como alguém de bom coração, faz a caridade de maneira “desinteressada”, mas, isso realmente vem do coração ou é algo construído pela mente a partir dos julgamentos que estão na sociedade?

Todos nascemos com o potencial de sermos o que queremos, desde a pessoa mais ruim à mais boa (desde qualquer percepção da sociedade), tudo depende de para onde vamos direcionar nossa energia (pensamentos, sentimentos e expressão), para qualquer lado que escolhermos, nossa mente se enche de razões para justificar que o que fazemos é certo e outros devem nos seguir porque estão errados, mas na realidade cada um de nós está en seu caminho apropriado para aprender, de algum jeito, o que precisa. Nós existimos para aprendermos constantemente, quando não o fazemos, sofremos, mas, e se decidirmos aprender com nós mesmos de agora em diante?

Para construirmos algo con bases sólidas é necessário começarmos pelo autoconhecimento, quando focamos nossa energia em algo do qual não gostamos ou para o que não somos bons, em algum momento o que temos construído se destrói, pois só a confiança real em nós mesmos, em nossas capacidades e em nossos talentos, nos leva a tomar decisões mais assertivas e a construirmos desde nossa própria base. Vejamos alguns pontos importantes para construirmos com solidez:

  1. DESEJOS: Ao longo de nossa vida criamos muitos desejos que vêm da mente, de nosso apego ao material e às pessoas, de nos compararmos com os outros. Tudo isso nos leva a canalizar a energia onde nos dizem que podemos ter melhores resultados, muitas vezes sem nos importarmos com nós mesmos ou com os outros, às vezes até ignorando as próprias leis, e aí vamos desperdiçando nossa vida no que acreditamos que necessitamos para sermos felices. É importante que nos lembremos de que a plenitude está no momento presente, e que o desejo do coração (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração) nos leva a agir aqui e agora, dando passos firmes e seguros para construirmos a partir de nossos talentos e dons integrados, nós devemos ser os donos de nossos próprios desejos e ir aprendendo a dar-lhes forma a cada minuto, com cada pensamento, com cada sentimento, com cada palavra, com cada ação, com cada gesto. Nossos desejos nunca são grandes ou pequenos demais, por isso é importante que aprendamos a viver de maneira mais autêntica, a amar e integrar o que somos.

  2. COERÊNCIA: Desde nosso relacionamento com nós mesmos, passando pelo relacionamento que temos com nossa família e com o ambiente em que vivemos, é importante que estejamos cientes do que precisamos para nos relacionarmos com respeito e transparência (clique aquí para ler sobre transparência). Pratiquemos a coerência entre o que nós mesmos pensamos, sentimos e expressamos, para que possamos realmente ser coerentes e trazer essa energia completamente para todas as áreas da nossa vida que são realmente uma prioridade para nós.

  3. AJUDA: Na realidade ninguém precisa de ajuda (clique aqui para ler sobre audar vs. contribuir), do que precisamos é de assistência no que não somos especialistas para podermos construir. Ao nos dedicarmos a “ajudar” pessoas que acreditamos que precisam, porque nos pedem ou porque acreditamos que elas precisam, não estamos dando assistência para construirem, mas dando o que querem para permanecerem em sua zona de conforto, portanto é essencial aprendermos a nos conhecer melhor e a nos conectar com o coração para podermos contribuir com o que está alinhado com quem realmente somos e o que podemos dar.

Comecemos a nos conectar mais amorosamente com nós mesmos, quanto mais nos aceitamos mais assertivas são nossas decisões, evitemos julgar o que parece bom ou ruim e deixemos o coração nos levar pelo caminho da nossa tranquilidade, sempre respeitando tudo e todos a nossa volta (clique aqui para ler sobre a harmonia da energia). Para termos um mundo mais consciente e transparente, não precisamos ser os melhores, apenas precisamos ser a versão mais íntegra de nós mesmos.

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Com amor,
Ángel

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Manifestando a Verdade de Nosso Coração

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Na medida em que crescemos e nos conhecemos com mais profundidade através de nossas decisões e experiências, conseguimos identificar aquilo que nos mantém em nossa paz e o que nos tira dela, seja positiva ou negativamente. Este processo de autoconhecimento e autoanálise é essencial para aprendermos a identificar a verdade de nosso coração e a “verdade” que vem de nosso sistema de crenças (que tem construído nosso mundo emocional de maneira inconsciente, e muitas vezes bastante desalinhado de nosso coração, principalmente pela crença da separação).

Assim como podemos conectar-nos com o que nossa mente acredita que é nossa realidade (pertencer a extremos para segregar pelo desejo de competir e comparar), podemos conectar-nos com a sabedoria integral de nosso coração, aquela que nos leva a agir desde nossa paz para aprendermos de maneira objetiva sobre nossa experiência desde nossa percepção pessoal, desde a integridade, alinhada ao contexto, colocando nossa mente à sua disposição, para construirmos desde a autenticidade em unidade, e efetivamente contribuirmos.

Para manifestarmos a verdade de nosso coração é essencial que nos conectemos conscientemente com nosso sistema perceptivo, aqui compartilho estas simples ações que podemos integrar para entender que nossa vida depende menos das opiniões pessoais (de nós e dos outros) quando a vivemos desde a transparência, o respeito, a integridade e a coerência:

  1. FLUIRMOS COM CONSCIÊNCIA: para fluirmos com consciência é necessário que instalemos a crença de agirmos desde a integridade, a coerência, o respeito e a transparência, pois dessa maneira sintonizamos nossa mente com a frequência vibratória do coração. Tendo esta crença, que potencializa nosso coração desde a mente, necessitamos perceber os sinais que recebemos através de nosso sistema perceptivo e ir fluindo onde sentimos verdadeira paz (se temos muitas opções, é necessário aumentarmos nossa afinação com o coração, para isto há um exercício que tem sido útil para mim [clique aqui para aprender o exercício de integração de emoções], pois integra as vibrações de emoções e pensamentos, que geram distração em qualquer extremo, para voltarmos a nosso centro).

  2. AJUSTARMOS NOSSA COERÊNCIA: nosso coração sabe que tudo o externo é um reflexo do interno, que nos mostra se é necessário fazermos um ajuste ou se estamos no caminho apropriado para nós, por isto, para potencializarmos a sabedoria de nosso coração através da mente, devemos instalar a crença de que tudo o que julgamos, u opinamos, positiva ou negativamente, é um reflexo de nós que nos permite aprender e ajustar nossa vibração desde nossa experiência pessoal. Por exemplo, queremos paz e responsabilizamos tudo ao redor porque ela não se manifesta, mas estamos cheios de conflitos internos, portanto, a ausência de conflitos externamente só se manifesta quando temos encontrado nossa paz interna, que é aceitarmos e integrarmos tudo o que realmente somos ao contexto social em que estamos, como agentes construtores, parte do todo. Aqui podemos integrar de novo o exercício do ponto anterior para entendermos desde nossa paz o que precisamos ajustar em nossos pensamentos, sentimentos e expressão (clique aqui para ler sobre nossa coerência).

  3. ALINHARMOS NOSSA EXPRESSÃO: para alinharmos nossa expressão à frequência vibratória do coração é necessário exercitarmos maneiras diferentes de nos expressarmos, escutarmos com total presença, comunicarmos apenas o que temos certeza de que contribui à construção externa de nossa paz interior, no momento presente, focarmos nossa atenção em conhecermos a nós mesmos e fazermos o mais apropriado desde nossos talentos e habilidades pessoais. Instalarmos a crença de que nossos pensamentos, sentimentos e palavras são poderosos, nos permite perceber a importância de alinhá-los desde um propósito que permea todas as áreas de nossa vida, para potencializar o desejo de nosso coração com toda a intenção.

  4. EXERCITARMOS A AUTENTICIDADE EM UNIDADE: esta é a crença mais importante de todas, pois fortalece nosso discernimento para encontrarmos a medida apropriada de tudo em nossa vida, prepara nossa mente para perceber a conexão entre todo e todos, para construirmos o respeito desde nossos hábitos, para relembrar que todas nossas decisões têm um impacto no sistema, no todo. Expressando quem realmente somos, as barreiras existentes começam a cair, e só o verdadeiramente essencial para nossa vida se mantém e revela seu perfeito propósito em nossa existência (clique aqui para ler sobre conexão com a neutralidade).

A verdade de nosso coração se expressa normalmente em certo grau de inconsciência misturado com nossos modelos mentais e emoções, depende de nós potencializá-la desde nossa mente e estar conscientes de agirmos fomentando a integração em todas as áreas de nossa vida, pois desta maneira expandimos esse modelo à sociedade, através de nosso exemplo, e criamos maneiras mais conectivas de nos relacionarmos como indivíduos sociais.

Com amor,
Ángel

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3 dicas para desapegar da visão limitante que temos de nós mesmos

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O primeiro passo para termos um relacionamento saudável com nós mesmos é o RESPEITO, para isso temos feito as 3 perguntas para transformarmos o relacionamento interior (clique aqui para ler o texto completo). O segundo passo é NOS DESAPEGARMOS, deixar de nos identificarmos com a imagem que os demais têm de nós e com a possível imagem errada que podemos ter de nós mesmos.

Quando nos definimos parece que chegamos ao limite onde não há nada por mudar ou melhorar porque simplesmente assim somos e estamos. É uma maneira de dizer a nós mesmos que estamos destinados a isso. Por este motivo é muito importante que avaliemos conscientemente as definições e procuremos um jeito de transformá-las, pois isso nos faz ter esperança e aumentar a confiança em nós mesmos.

Hoje vamos seguir umas dicas práticas para desapegarmos da visión limitante que temos de nós mesmos:

  1. Decidir o que queremos transformar (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção).
  2. Procurar situações em que possamos exercitar a mudança.
  3. Focar nossa energía nas novas ações até que se tornem hábitos (clique aqui para ler sobre hábitos construtivos).

Em cada definição  que encontramos sobre nós há um potencial de transformação, então hoje vamos começar com um aspecto e trabalhar nele até que consigamos integrá-lo à nossa vida. Nossa nutrição (clique aqui para ler sobre nutrição consciente), nossa comunicação, nossa atividade física, nossa respiração? Agora é o momento para começarmos.

Podemos ser o que quisermos, da maneira mais transparente e íntegra possível.

Com amor,
Ángel

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Humanidade Consciente: Respeitando as Diferenças

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É essencial integrarmos perspectivas que nos permitam construir com mais consciência o que realmente queremos como sociedade. Quando decidimos nos aproximarmos mais, respeitando as diferenças de crenças pessoais, conseguimos construir novas situações que nos permitem expandir nossa percepção do mundo, já que cada um de nós tem uma percepção diferente de acordo ao que vive.

Neste momento, temos a oportunidade de entendermos que quanto mais focamos, de maneira construtiva e integrativa, nas diferenças, mais contribuimos para construirmos justiça e inclusão. Todos temos direito a termos o conhecimento de que somos 100% responsáveis pelo que decidimos viver, depende de nós focarmos nossa energia para construirmos o que desejamos (nunca depende do externo, é nossa própria vontade).

Esta iniciativas que tenho aplicado em minha vida, têm me servido para expandir minha percepção do mundo e para construir relacionamentos mais respeitosos e íntegros:

  1. ESCUTAR: Estamos acostumados a ouvir (perceber o som), mas escutar requer prática, pois para isso necessitamos entender que não tudo o que sabemos é o que parece, que nossa realidade não é a realidade que todos vivem. Só assim conseguimos perceber a informação e integrá-la à situação colocándo-a em perspectiva, e a partir daí, decidir se o que temos para dizer realmente constrói e se necessita ser realmente expressado. Aprendermos a escutar implica evitarmos dar respuestas automáticas ou conselhos que vêm de nossa convicção de nos sentirmos superiores de alguma maneira.

  2. NOS EXPRESSARMOS ASSERTIVAMENTE: a expressão assertiva inclui coerência, transparência e neutralidade. Para practicá-la necessitamos deixar de lado os julgamentos, pois eles não são a verdade absoluta, mas uma percepção da realidade de acordo com nossa experiência; saber o que queremos expressar e o impacto que queremos causar com isso, e agir de acordo com o que queremos colher em nossa vida.

  3. INTEGRAR: assumindo uma postura integrativa ao interagirmos com o mundo, podemos perceber algo que pode ser útil para o que queremos construir. Uma frase, um vídeo, um livro, etc., podem ser a chave para abrirmos um mundo de possibilidades em nossa vida. Partindo da base de que podemos aprender de todos e de tudo, nossa postura nos faz respeitar e aceitar diferenças.

Respeitarmos as diferenças não quer dizer que temos que aprender a viver o tempo todo com todo mundo do lado, mas que precisamos aprender a conviver como sociedade para podermos colher o respeito que tanto exigimos dos outros. Somos realmente respeitosos para exigirmos respeito? (clique aqui para ler o texto sobre o respeto)

Com amor,
Ángel

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O Caminho se Faz Mais Curto Quando Temos Conhecimento

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A impotência é algo que todos temos vivido alguma vez na vida, a questão é, que temos feito ao senti-la? Sempre temos opções, algumas vezes temos nos congelado ao não sabermos o que fazer, mas outras, talvez, decidimos aprender um pouco mais sobre a situação para entendermos a maneira de fazermos algo diferente, pode ser desde algo simples como abrirmos uma garrafa até algo mais complexo como os relacionamentos pessoais, a verdade é que cada vez que adquirimos mais conhecimento, e o integramos à nossa realidade, mais curto se faz o caminho para conseguir o que nos propomos.

Para construirmos uma cultura que dê valor à importância do conhecimento e da experiência, precisamos entender que todas as situações “milagrosas” (que prometem dinhero, sanação, etc.) sem a mudança de hábitos, e de maneira “confortável” e rápida, são um engano a longo prazo, pois pode ser que o que se deseja aparentemente se consiga, mas pode se tornar um problema de novo com o tempo. Se hoje temos determinada condição física, econômica ou de relacionamentos, é porque nossas próprias decisões têm nos levado a elas, se resolvermos tudo mágicamente e continuarmos com a mesma mentalidade, o mesmo nível de conhecimento e tomando o mesmo tipo de decisões, o mais provável é que essas condições apareçam de novo, e o fazem para ensinar-nos a entendermos que o conhecimento é essencial para nosso desenvolvimento e para que avaliemos a maneira em que nos comportamos, podemos considerá-la correta, mas a vida nos mostra o contrário.

Para entendermos e integrarmos a ideia de adquirirmos conhecimento, e aplicá-lo à nossa experiência, vejamos alguns indicadores de que estamos aprendendo a agilizarmos nossos próprios processos através desse aprendizado:

  1. ESTADO DE FLUXO: Permanecemos neste estado enquanto fazemos tudo de coração, cada situação que se apresenta podemos usá-la como uma lição para transformarmos o que estamos fazendo, seja ajustando o rumo ou aprendendo algo que nos permita expandir nossas atividades. Por exemplo, no ambiente de trabalho, fluindo em nossas tarefas, podemos encontrar novas ferramentas para agilizarmos o processo e transmiti-las a nossos colegas. Nos relacionamentos alguma situação, ou conversa, pode levar a conhecermos melhor à outra pessoa para melhorarmos a dinâmica da vida a dois. Sempre é possível aprendermos, basta querermos (clique aqui para ler sobre conexão com o coração).

  2. INTEGRAÇÃO: Se percebermos com atenção, há muita informação que chega a nós durante o dia, e grande parte dela pode ser muito valiosa para nossos próprios processos, mas para isto necessita ser integrada. Sempre que encontramos informação, seja qual for a fonte ou o assunto, podemos nos questionarmos sobre como isso se encaixa no que estamos vivendo no momento presente. Na medida em que vamos conectando-nos mais com a informação que recebemos e exercitamos a integração, agilizamos nossos processos e conseguimos transmitir de maneira mais fácil nossas contribuiçõesTodos somos mestres e alunos (clique aqui para ler sobre Empoderamento Pessoal).

Tudo tem seu tempo, então quanto mais presentes estivermos (clique aqui para ler sobre mantermos a mente no presente) mais fácil é integrarmos o que necessitamos para construirmos, pois está o tempo todo no que vivemos, no que percebemos, no que criamos. O momento perfeito é agora, umas vezes para recebermos e percebermos, outras para darmos e agirmos, tudo é necessário, mantenhamos nosso estado de fluxo, e gratidão, e sintamos a diferença.

Com amor,
Ángel

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Perdão Edição Especial

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É necessário quebrarmos alguns paradigmas com respeito ao perdão para entendê-lo melhor e poder integrá-lo a nossa vida de maneira fácil e efetiva. Por este motivo este artigo está focado na ação de perdoar, passando pela definição, quebra de paradigma, ressignificação, integração e aplicação do perdão, integralmente, em nossa vida.

A palavra perdão é definida como a ação de perdoar, e perdoar como excetuar alguém do que se faz com todos, ou tirar a obrigação que tem. Integrando esta definição a nossa experiência pessoal, é comum que vejamos o perdão como uma forma superior de nos relacionarmos com pessoas ou situações que, desde nossa perspectiva, tem nos ferido. É a partir daquí que podemos quebrar o paradigma de perdoarmos.

Quando entendemos que as comparações, os julgamentos e as culpas fazem parte de un modelo que necessita ser transformado para aprendermos a nos relacionar de uma maneira mais transparente, autêntica, respeitosa e responsável, para podermos construir e reformar de maneira sustentável nosso planeta, é necessário quebrar o paradigma de que o perdão nos faz melhores ou superiores e ressignificá-lo como a integração da ideia de que somos responsáveis por escolher se algo, efetivamente, nos afeta ou nos faz mal.

Normalmente nos sentimos feridos quando a situação não sai como esperávamos, mas, assim como podemos culpar ao outro pelo que diz ou faz, também podemos assumir a responsabilidade pela expectativa que temos criado para nos sentirmos bem, aceitos, amados, acolhidos, etc, e por termos permitido que o outro entre e permaneça em nossa vida. Se analizarmos um pouco mais, nos sentirmos feridos vem de uma necessidade de controle, de querermos controlar nossa vida e as situações e pessoas nela. Por isso vamos ver estes passos que nos ajudam a conectarmos com um lado de nossa natureza humana que consegue fluir com o coração:

  1. Ver a vida como um constante aprendizado: quando entramos em cada situação, com todos os sentidos, podemos perceber elementos que podem nos levar a uma compreensão mais ampla de quem somos.
  2. Agradecer por cada minuto vivido: podemos escolher ver a vida como um milagre, podermos respirar e fazer o que fazemos pode ser sempre um motivo de gratidão e os aprendizados também, por mais dolorosos que possam parecer, nos mostram que somos mais do que acreditamos ser (clique aqui para ler sobre a gratidão).
  3. Pormos em prática os exercícios para trazer a mente ao presente (clique aqui para ler o artigo sobre mente presente), exercitarmos o empoderamento de crenças (clique aqui para ler o artigo sobre crenças) e aceitarmos às pessoas e situações como são.

INTEGRAÇÃO DA CULPA

Agrora abordemos a culpa, para entender como integrá-la de uma maneira em que possamos transformar o que tem deixado de ser útil em nosso presente.

Alguns de nós temos aprendido a assumir a responsabilidade pelo bem-estar dos outros, desde o emocional até o material. A partir deste papel surgem muitas culpas ao longo de nossas vidas, pois tentamos agradar todo mundo para garantirmos a harmonia onde quer que estejamos e, se sentirmos que não conseguimos fazer isso, nos culpamos pelas consequências de nossas “faltas”.

Por definição, culpa é a responsabilidade por uma ação que ocasiona dano ou prejuízo a outra pessoa, mas, o que realmente acontece é por culpa de alguém?, e se TODOS aprendermos a assumir nossa responsabilidade em cada assunto e buscamos juntos a maneira de fazermos os ajustes necessários para que a próxima vez TODOS sejamos responsáveis pela consequência “boa” de nossos atos? (clique aqui para ler sobre responsabilidade)

Integremos a culpa para canalizá-la como uma responsabilidade pessoal, na que, cada um de nós assume conscientemente que cada decisão (ou falta dela, que também é decisão) tem um impacto em tudo e todos ao nosso redor, e construamos consequências mais assertivas a partir de cada situação.

SOLTANDO O CONTROLE

Como falado antes, é comum que nos sintamos feridos quando as situações não saem como esperávamos ou as pessoas não agem como queremos. Mas, se às vezes nós mesmos não agimos como pensávamos que agiríamos, ou não dizemos o que pensamos que diríamos, como poderíamos esperar algo de outros? Este é o ponto de partida sobre soltar o controle.

Pensarmos que temos o controle sobre os outros é uma ilusão. Surge da ideia de que somos superiores ou de que temos mais capacidades, como pais, filhos que mantêm seus pais, professores, chefes, líderes, irmãos mais velhos, namorados, esposos, amantes, etc., e de que inspiramos respeito. Estes relacionamentos de controle se baseiam na ideia de que quem depende de nós, seja física, material ou emocionalmente, pode ser controlado por nós, e na realidade só conseguimos ver o que confirma isto que é a manifestação do medo do outro, que nada tem a ver com respeito. Mas, conseguimos perceber que cada uma das pessoas está decidindo de acordo a seus próprios temores e à posição que decide assumir? (clique aqui para ler sobre respeito)

Então, realmente temos o controle sobre algo?. A resposta é sim, sobre nós mesmos através do autoconhecimento. Quando decidimos soltar o controle externo para nos permitirmos sentir dentro de nós, conseguimos entender o que nos motiva a nos expresarmos e viver de certa maneira. De onde vem esse amor pelo controle?, de nossa insegurança de nós mesmos? Ao nos conhecermos ganhamos confiança, sabemos o que podemos fazer, entendemos e respeitamos nossos limites e issso nos mostra que o controle externo não é o que achamos. Se podemos estar bem com nós mesmos, viver desfrutando o que gostamos e nos expresarmos de maneira mais objetiva, para que queremos controlar aos outros?  

Podemos nos comprometer a termos control do que expressamos, ou deixamos de expressar, de como nos nutrimos, da atividade física que damos ao nosso corpo, de escolhermos as pessoas com as que nos sentimos mais à vontade, de criarmos nosso ambiente e permitirmos que o que nasce dalí flua, trazendo aprendizado e crescimento.

ACEITANDO A VERDADE

A aceitação da verdade é o que nos leva a conseguir aplicar o perdão em todas as áreas de nossa vida.

Aceitarmos a verdade requer um profundo conhecimento de nós mesmos. Todos sentimos de maneira diferente, todos nos expresamos como consequência do que sentimos aplicado a um contexto, seja a favor, em contra do mesmo ou de maneira neutral, e escolhemos nosso caminho, embora, às vezes, tomemos as decisões sendo incoerentes com quem realmente somos. O quê nos leva a decidir sair com uma pessoa comprometida?, ou trabalhar numa empresa que vende algo que não compramos?, ou ficar longe de nuestra familia por construir otra?, este tipo de perguntas, respondidas com franqueza (sem tentarmos criar jogos mentais que nos dêem sempre a razão), nos dão uma visão mais objetiva de nós mesmos e do que queremos de coração.

Quando assumimos a responsabilidade pelo que expressamos, sentimos e pensamos, nos conectamos com nossa verdade, a que nos mostra que estamos onde nós mesmos temos nos levado, ninguém é culpado, tudo é apenas nossa responsabilidade. Permitimos contato com pessoas, aceitamos ofertas de trabalho, decidimos nos manter longe de certas coisas e hoje somos o resultado de cada uma de nossas decisões, então, queremos continuar onde estamos ou não?. Se a resposta é “NÃO”, então é necessário tomarmos decisões que nos levem a estar onde realmente queremos, de maneira mais coerente e aceitando que não sempre o que temos querido é o que está realmente alinhado com nossa própria verdade.

Liberando-nos dos medos e crenças que têm nos mantido longe de tudo aquilo que nos permite fluir e nos sentirmos respeitados, conseguimos nos reconectar para construirmos uma realidade mais coerente com nossa essência, o processo pode demorar, mas é importante decidirmos dar o primeiro passo. É necessário nos conectarmos com nossa voz interior, essa voz que nos leva a fazer o que nos integra, o que faz com que nos sintamos completos (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

Aceitemos nossa verdade e vejamos florescer a verdade de todos, y tudo, ao nosso redor 🙂

NOS ALINHANDO CON NOSSA VOZ INTERIOR

Nossa perspectiva sobre o perdão se expande ao entendermos que toda ferida nasce de expectativas e necessidades, e que, ao assumirmos a responsabilidade, soltarmos o controle e aceitarmos a verdade começamos a viver uma realidade em que descubrimos que o principal motivo das feridas é nossa falta de conexão pessoal, o que nos leva a construir uma nova forma de nos relacionarmos, a partir do respeito por nós mesmos (clique aqui para ler sobre construirmos o respeito pessoal).

Nosso ego é um aliado poderoso quando decidimos integrá-lo como parte do ser integral que somos (clique aquí para ler o artigo completo sobre integração do ego), mas, enquanto tentemos “ignorá-lo” continua sendo o opositor de nossa voz interior, essa outra voz que nos compara, positiva ou negativamente, com os outros, essa voz que julga, essa voz que teme mesmo arriscando, essa voz que, ao questionarmos, sempre vai dar-nos uma resposta que vem da preservação de nós como indivíduos separados.

Quando exercitamos focar nosso ego em nos conhecermos melhor, nossos pensamentos começam a se acostumarem a falar de nós mesmos, evitando o julgamento, a comparação e a culpa, é nesse momento que começamos a sentir nossa voz interior, a que nos aceita como somos e nos mostra a maneira mais apropriada de nos construirmos em cada momento de nossa vida. Uma pergunta super útil para verificar a origem de cada pensamento é: Isto é só para meu bem-estar ou contribui para o bem-estar de tudo e todos? Com o tempo o ego aprende a fluir com o coração e a voz interior vai se alinhando e focando no que nos permite fluir, e amamos, que causa um impacto coerente e construtivo em nós e tudo ao nosso redor (clique aqui para ler sobre identificarmos o que é de coração).

Escutarmos a voz interior é confiarmos de verdade em nós mesmos, compreendermos que sempre estamos acompanhados, que há infinitas maneiras de nos relacionarmos com nós mesmos, e com o mundo, e que podemos sempre decidir fluir com nosso coração (clique aqui para ler sobre transformarmos nossa humanidade).

Com amor,
Ángel

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