Arquivo da tag: indivíduos sociais

Intenção Consciente de Paz

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Nossa vida é uma manifestação de nossa programação mental e de nossa paz. Quando expressamos algo desde as emoções positivas ou negativas nossa mente se ativa para justificar o que fazemos e dizemos independente da percepção social sobre isso.

Quando entendemos que as emoções existem porque as alimentamos desde nosso modelo mental, que pode ou não estar alinhado com nossa paz, fica claro que podemos integrar as emoções dentro de nós, para percebê-las e identificarmos o que podemos alinhar de nosso mundo mental, de maneira consciente, a nossa paz integral.

Cada emoção é expressada automáticamente pelo impulso do momento, ao integrarmos nossas emoções construímos conscientemente nosso sentimento de paz, desta maneira o potencializamos e aprendemos a agir de acordo com o momento presente desde nossa certeza de paz.

Para integrarmos nossas emoções, além dos nomes que temos dado a elas, é essencial senti-las. Podemos fazer isto deitados lembrando-nos de tudo o que temos vivido, tanto o que consideramos positivo como o que consideramos negativo, percebendo as sensações que temos no corpo e deixando que fluam até nosso coração para transformá-las em entendimento sobre nossa paz.

Este processo se potencializa focando nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações, e desde a intenção de assumirmos a responsabilidade pela maneira em que expressamos nossa essência e de integrarmos nossas emoções para encontrar as maneiras autênticas em que expressamos nossa paz.

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Modelo de Paz

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Quando focamos na integridade, entendemos que somos mais do que pensamos, e é a partir daí que podemos aprender, através de nossa própria experiência, a agirmos integrando tudo o que pensamos, sentimos e expressamos, para construirmos nossa paz.

Este processo requer percebermos nossos pensamentos, as sensações em nosso corpo, nossas palavras e nossos atos como fluem, integrá-los com aceitação, como uma forma de expressão aprendida para viver num mundo de conflito da maneira mais apropriada para nós, e canalizarmos todos eles para nos expressarmos com a intenção de viver num mundo de paz.

Nós estamos prontos para algo quando temos ajustado nosso mundo mental, sentimental e expressivo, portanto, para vivermos em paz, todos nossos mundos devem estar alinhados com nosso desejo de paz.

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ENERGIZAR: Construção Presente

Sempre é tempo de ampliarmos nossa percepção e conhecermos mais sobre nossos próprios processos energéticos, pois só quem conhece sua própria energia pode tomar as decisões mais apropriadas para construir desde sua paz interior.

Tenho escrito este livro durante meu próprio processo de identificação daquilo que me energiza no presente e que, consequentemente, me leva a investir minha energia da maneira mais apropriada possível desde meu propósito de contribuir como indivíduo social desde minha paz.

Nas quase 20 páginas, encontramos informação que podemos integrar para nos fazermos mais conscientes do uso de nossa própria energia desde nossas emoções até nossa nutrição.

Lembrando de que cada uma de nossas decisões constrói nosso destino, entendemos a importância de tomarmos decisões alinhadas à nossa paz, pois é desse jeito que entre todos construimos a paz mundial que queremos. Energia, nutriçao, respiraçao, decisões, tomada de decisões, investimentos, indivíduos sociais, paz, conhecimento, emoções, presença

Instinto, Intuição e Propósito

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Para construirmos tudo em nossa vida, é essencial que comecemos a expressar-nos mais alinhados com nosso propósito de paz, pois isso potencializa a integração de tudo o que somos para construirmos a sociedad em paz com a que sempre sonhamos. Quando investimos nossos recursos em pensamentos e expressões coerentes com esse sonho, com seu significado apropriado, damos mais energia àquilo que queremos, assim os resultados são cada vez mais evidentes.

Como sociedade temos usado o termo instinto, que por definição é uma reação animal de conservação, para justificarmos nossas decisões, o que em algum momento, em que não sabíamos comunicar-nos e respeitar-nos, pode ter sido útil, mas que hoje em dia podemos mudá-lo pelo uso da palavra intuição, que é a faculdade de entendermos as coisas instantâneamente. Agora que podemos focar em construirmos desde uma comunicação mais transparente e relacionamentos mais autênticos, podemos confiar em nossa intuição para continuarmos nosso desenvolvimento sustentável.

Este caminho de construção é uma série de decisões que nos leva a projetar o estado de nossa vibração atual, com os elementos conscientes e inconscientes, por este motivo, quando nosso desejo é a paz universal, é necessário integrarmos o pensamiento constante do desejo de manifestarmos essa paz que vem de aceitarmos nossa essência, isto programa nosso inconsciente, para que estejamos cada vez mais alinhados a nossa integridade, e guia nossa intuição para manter-nos sempre por esse caminho de infinito aprendizado desde tudo o que potencializa nossa paz no presente.

Na medida em que, como indivíduos sociais, fazemos da paz nosso propósito comum, o resto dos recursos se transformam no meio para chegarmos à paz, alguns precisam ser ajustados, outros apenas potencializados, mas, no fim, tudo nos ensina que a integração é inerente ao propósito da paz (clique aqui para ler sobre ativarmos nosso modo propósito).

Com amor,
Ángel

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Exemplo Sólido

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Como seres humanos, se percebe a incoerência que se faz presente quando não se sabe o que se quer e, ainda assim, se busca uma falsa segurança tentando controlar tudo ao redor. Desse jeito, se adquirem mecanismos para transmitir uma imagen, diferente da real, aos demais e se justifica a hipocrisia de pregar e não aplicar.

Todos podemos transformar-nos, é uma decisão, existe a possibilidade de que sejamos uma versão diferente, consciente e íntegra de nós mesmos. Isto requer muita reflexão, percepção, transparência e exercício de nossa vontade, alinhada ao propósito de integração e paz. Vejamos alguns aspectos para exercitarmos ser o exemplo que queremos do mundo:

  1. Transparência: percebendo a decisão que tomamos ao respondermos, podemos entender como reagimos, para podermos transformar a forma em que nos expressamos. Podemos responder com a verdade ou não responder, é sempre nossa decisão.(clique aqui para ler sobre exercitarmos a transparência)

  2. Neutralidade: sempre temos a opção de focarmos em nosso próprio processo, de construirmos, de trabalharmos, de nos nutrirmos, então, é necessário destinarmos nosso tempo e energia para julgarmos ou criticarmos, positiva ou negativamente? Não, e o tempo e a energia que economizamos é bem-vindo em nossos projetos pessoais (clique aqui para ler sobre neutralidade)

  3. Respeito: a aceitação e o conhecimento nos permitem aprender a nos respeitarmos desde o básico que é a nutrição de nosso corpo, de nosso relacionamento com nós mesmos e de nossa relação com o mundo e com os demais.(clique aqui para ler sobre o respeito).

  4. Coerência: dizemos que é importante sermos coerentes, mas, somos coerentes entre o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos?, lembremos-nos de que a coerência só se alcança através da integridade e do autoconhecimento, pois o único que realmente queremos é construir paz desde dentro, poder viver a integração de nossa verdade com a verdade dos demais, alinhada ao contexto (clique aqui para ler sobre a coerência).

Escutando, percebendo e integrando-nos como indivíduos sociais nos alinhamos com a paz que todos desejamos, e que só pode ser experimentada na sociedade quando a sentimos dentro e aprendemos a expressá-la (clique aqui para ler sobre paz).

Com amor,
Ángel

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Autonomia Essencial

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Um dos aspectos essenciais que deveríamos integrar à nossa experiência para aumentarmos nossa confiança pessoal é a autonomia, já que na medida em que entendemos quem realmente somos e como pôr isso no contexto, percebemos que a construção de nossa vida depende totalmente do grau de compromisso que temos com nós mesmos como indivíduos sociais.

Cada um de nós tem um grau diferente de autonomia em todas as áreas da vida, desde a emocional até a material, que deve ser ajustado na medida em que avançamos em nosso caminho, pois, sobre tudo, como parte da sociedade, é essencial desenvolvermos nossa autonomia para tomarmos decisões desde nossa integridade, para fazer com que os processos sociais sejam mais eficientes.

Desde nossa própria experiência, os aspectos a seguir precisam de mais autonomia para serem desenvolvidos e integrados como elementos essenciais de nossa autenticidade, pois são eles que constroem uma autoconfiança de bases sólidas que nos permite continuar construindo desde a certeza de nossa contribuição pessoal:

  1. Habilidades Pessoais: nascemos com determinadas habilidades que podemos potencializar, de várias maneiras, através de nossa experiência, ao reconhecê-las, integrá-las e colocá-las no contexto social, podemos contribuir em diferentes áreas que tenham o mesmo propósito em comum (clique aqui para ler sobre propósito).

  2. Expressão Coerente: quanto mais coerência existe entre o que pensamos, sentimos e expressamos, mais energia focada em nosso propósito de paz temos (clique aqui para ler sobre construção de paz).

Como indivíduos sociais é essencial que cultivemos a autonomia de construção de nossa autenticidade integrada ao contexto social em que estamos, quando todos contribuimos desde nossa paz interior, graças à total aceitação e integração, a sociedade reflete nossa integridade. 

Com amor,
Ángel

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É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Conectando-nos com a Neutralidade

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É um processo natural que queiramos tomar decisões a partir de nossa experiência pessoal, mas quando assumimos uma postura observadora a longo prazo, descubrimos aspectos relevantes de construção, e destruição, pessoais e sociais, que podem se apresentar quando tomamos determinadas decisões.

A neutralidade é encontrarmos o ponto de percepção onde podemos nos questionarmos sobre tudo o que sentimos, pensamose expressamos, é o processo para reconhecermos que para construirmos nossa paz interior e manifestá-la no exterior, é essencial colocar em ação nossa certeza do coração (clique aqui para ler sobre manifestar a verdade de nosso coração)Como somos 100% responsáveis pelo que nos acontece, pois criamos a partir de nossos pensamentos, sentimentos e expressão, podemos entender que ao nos conectarmos com a neutralidade estamos construindo desde a integração, pois conseguimos perceber que somos células partes de um todo e que podemos transformar tudo o que existe em nossa sociedade que continua gerando mais do mesmo.

Analisemos os seguintes aspectos dentro de nossa construção pessoal, para identificar as decisões e crenças que tem nos levado a construir a realidade que vivemos e assim podermos entender a forma de nos conectarmos com a neutralidade que queremos construir a partir de agora:

  1. Nos sentimos injustiçados: é momento de questionarmos se estamos sendo injustos com nós mesmos ou com os outros, lembremos-nos de que nossas atitudes numa área em nossa vida podem manifestar-se em outra à que lhe damos mais relevância, então analisemos todas as situações de injustiça que podemos estar exercendo, como o seria agirmos de uma maneira inconsciente e egoísta com as pessoas, com nós mesmos e com o meio ambiente (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos)

  2. Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler sobre merecimento)

  3. Queremos destacar: quando estamos em modo colaborativo entendemos que destacarmos para deixarmos um legado é uma atitude de segregação, pois para isso nos tornamos células competitivas destrutivas por só pensarmos em nosso destaque (pensemos nisso como um tumor) e automaticamente fomentamos a aparição de pessoas que precisam de alguem de destaque, já que não se conectam com elas mesmas. Quando colaboramos, trabalhamos em nossos talentos e os transmitimos para podermos integrá-los com o meio em que estamos, podemos mudar o mundo construindo desde a colaboração (clique aqui para ler o texto sobre construirmos paz desde a consciência).

  4. Sentimos que não confiamos em nós: este sentimento existe porque temos nos acostumado a acreditarmos mais nos demais que em nós mesmos. Para transformarmos isto, necessitamos nos conhecermos e investirmos nossos recursos em trabalharmos nossos talentos e integrá-los de maneira neutra em nosso entorno. Quanto mais confiança construimos em nós mesmos, maior é o impacto de nossas ações. Assumamos a responsabilidade e trabalhemos em nos fazermos mais íntegros a cada dia, é assim que construimos nossa confiança pessoal e a confiança no mundo e na vida (clique aqui para ler o texto sobre construirmos o respeito pessoal).

Lembremos-nos de que tudo está sempre em harmonia, então, se focarmos nossa energia numa polridade, sua outra face se manifesta em nossa vida para equilibrar aquilo que estamos criando, então, criemos desde a neutralidade, desde a ideia de que todos somos capazes de assumirmos nossa responsabilidade de sermos seres mais conscientes e íntegros, e de que assim podemos construir focando-nos na transformação da polaridade em neutralidade de todos os sistemas, desde a visão de mantermos a autenticidade na unidade.

Com amor,
Ángel

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Manifestando a Verdade de Nosso Coração

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Na medida em que crescemos e nos conhecemos com mais profundidade através de nossas decisões e experiências, conseguimos identificar aquilo que nos mantém em nossa paz e o que nos tira dela, seja positiva ou negativamente. Este processo de autoconhecimento e autoanálise é essencial para aprendermos a identificar a verdade de nosso coração e a “verdade” que vem de nosso sistema de crenças (que tem construído nosso mundo emocional de maneira inconsciente, e muitas vezes bastante desalinhado de nosso coração, principalmente pela crença da separação).

Assim como podemos conectar-nos com o que nossa mente acredita que é nossa realidade (pertencer a extremos para segregar pelo desejo de competir e comparar), podemos conectar-nos com a sabedoria integral de nosso coração, aquela que nos leva a agir desde nossa paz para aprendermos de maneira objetiva sobre nossa experiência desde nossa percepção pessoal, desde a integridade, alinhada ao contexto, colocando nossa mente à sua disposição, para construirmos desde a autenticidade em unidade, e efetivamente contribuirmos.

Para manifestarmos a verdade de nosso coração é essencial que nos conectemos conscientemente com nosso sistema perceptivo, aqui compartilho estas simples ações que podemos integrar para entender que nossa vida depende menos das opiniões pessoais (de nós e dos outros) quando a vivemos desde a transparência, o respeito, a integridade e a coerência:

  1. FLUIRMOS COM CONSCIÊNCIA: para fluirmos com consciência é necessário que instalemos a crença de agirmos desde a integridade, a coerência, o respeito e a transparência, pois dessa maneira sintonizamos nossa mente com a frequência vibratória do coração. Tendo esta crença, que potencializa nosso coração desde a mente, necessitamos perceber os sinais que recebemos através de nosso sistema perceptivo e ir fluindo onde sentimos verdadeira paz (se temos muitas opções, é necessário aumentarmos nossa afinação com o coração, para isto há um exercício que tem sido útil para mim [clique aqui para aprender o exercício de integração de emoções], pois integra as vibrações de emoções e pensamentos, que geram distração em qualquer extremo, para voltarmos a nosso centro).

  2. AJUSTARMOS NOSSA COERÊNCIA: nosso coração sabe que tudo o externo é um reflexo do interno, que nos mostra se é necessário fazermos um ajuste ou se estamos no caminho apropriado para nós, por isto, para potencializarmos a sabedoria de nosso coração através da mente, devemos instalar a crença de que tudo o que julgamos, u opinamos, positiva ou negativamente, é um reflexo de nós que nos permite aprender e ajustar nossa vibração desde nossa experiência pessoal. Por exemplo, queremos paz e responsabilizamos tudo ao redor porque ela não se manifesta, mas estamos cheios de conflitos internos, portanto, a ausência de conflitos externamente só se manifesta quando temos encontrado nossa paz interna, que é aceitarmos e integrarmos tudo o que realmente somos ao contexto social em que estamos, como agentes construtores, parte do todo. Aqui podemos integrar de novo o exercício do ponto anterior para entendermos desde nossa paz o que precisamos ajustar em nossos pensamentos, sentimentos e expressão (clique aqui para ler sobre nossa coerência).

  3. ALINHARMOS NOSSA EXPRESSÃO: para alinharmos nossa expressão à frequência vibratória do coração é necessário exercitarmos maneiras diferentes de nos expressarmos, escutarmos com total presença, comunicarmos apenas o que temos certeza de que contribui à construção externa de nossa paz interior, no momento presente, focarmos nossa atenção em conhecermos a nós mesmos e fazermos o mais apropriado desde nossos talentos e habilidades pessoais. Instalarmos a crença de que nossos pensamentos, sentimentos e palavras são poderosos, nos permite perceber a importância de alinhá-los desde um propósito que permea todas as áreas de nossa vida, para potencializar o desejo de nosso coração com toda a intenção.

  4. EXERCITARMOS A AUTENTICIDADE EM UNIDADE: esta é a crença mais importante de todas, pois fortalece nosso discernimento para encontrarmos a medida apropriada de tudo em nossa vida, prepara nossa mente para perceber a conexão entre todo e todos, para construirmos o respeito desde nossos hábitos, para relembrar que todas nossas decisões têm um impacto no sistema, no todo. Expressando quem realmente somos, as barreiras existentes começam a cair, e só o verdadeiramente essencial para nossa vida se mantém e revela seu perfeito propósito em nossa existência (clique aqui para ler sobre conexão com a neutralidade).

A verdade de nosso coração se expressa normalmente em certo grau de inconsciência misturado com nossos modelos mentais e emoções, depende de nós potencializá-la desde nossa mente e estar conscientes de agirmos fomentando a integração em todas as áreas de nossa vida, pois desta maneira expandimos esse modelo à sociedade, através de nosso exemplo, e criamos maneiras mais conectivas de nos relacionarmos como indivíduos sociais.

Com amor,
Ángel

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