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Empoderamento Pessoal?

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Desde que comencei a me interessar, intensa e conscientemente, por meu processo de autoconhecimento, tenho percebido o quão importante é o Empoderamento Pessoal. Desde minha percepção, o Empoderamento Pessoal é uma forma de integração que inclui o mundo interno e externo de cada um de nós. É nos conhecermos e nos entendernos, tão profundamente, que possamos nos conectar, da maneira mais assertiva e coerente possível, com todos os recursos que temos disponíveis, para integrá-los a nosso contexto. A partir deste processo chegamos a entender nossa própria realidade como uma construção feita a partir de percepções, muitas vezes dirigidas pela sociedade, e percebemos o nível de coerencia que há entre o que sentimos, pensamos, dizamos, fazemos e vivemos.

Tenho decidido dedicar-me a este assunto porque me parece maravilhoso o fato de que possamos migrar de um estado reativo, crítico, comparativo, competitivo, destrutivo e no que culpamos, a um ativo, de aceitação, de autenticidade, de contribuição, construtivo e no que assumimos nossa própria responsabilidade (clique aqui para ler sobre responsabilidade). Para mim, o Empoderamento Pessoal tem sido a maneira mais apropriada de assumir meu poder pessoal desde meu coração, me colocando em contato com a integridade da totalidade do que sou e de como contextualizo isso em meu presente, isso tem sido surpreendente, pois tenho percebido que tudo o que tinha, que pensava que me faria sentir plena, era uma questão mental que fui construindo na medida em que crescia, agora que realmente sei quem sou, de coração, posso discernir melhor para dar e receber com gratidão (clique aqui para ler sobre gratidão).

Este processo, desde minha percepção, tem como propósito integrarmos a mente ao corazón, fortalecermos a intenção, onde passamos de destruir desde as reações emocionais geradoras de conflitos, a construir, através do pensamento alinhado ao sentimento de paz e unidade, a agirmos escolhendo, de maneira mais assertiva, as palavras e atos que exteriorizamos. Percebemos quem acreditamos ser para construirmos desde quem realmente somos, para podermos voltar a confiar em nós mesmos, conhecendo-nos, respeitando-nos e aceitando-nos totalmente, integrando-nos assim, de uma maneira mais construtiva, ao contexto social no qual vivemos.

Para integrar este proceso en sua vida pode comprar o livro eletrónico, para impressão, 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, onde compartilho técnicas e informação, fáceis de entender e integrar à rotina diária, para conhecermos e integrarmos nossas dimensões como seres humanos e podermos construir com mais consciência desde nosso coração (clique aqui para comprar o livro eletrônico – eBook para impressão).

Com amor,
Ángel

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Construindo solidamente, integrando nossa essência

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Para mim, tem sido uma ótima descoberta perceber que nem tudo o que parece “bom” realmente vem do coração ou é o mais apropriado para mim. Durante a nossa vida, temos nos acostumado a fazermos julgamentos sobre tudo o que percebemos e, geralmente, dizemos que alguém tem um bom coração porque, aparentemente, ajuda ao mundo, às pessoas ou aos animais desinteressadamente, o que se tornou moda também no que diz respeito às empresas, então, quando alguém quer ter um destaque, para ser percebido como alguém de bom coração, faz a caridade de maneira “desinteressada”, mas, isso realmente vem do coração ou é algo construído pela mente a partir dos julgamentos que estão na sociedade?

Todos nascemos com o potencial de sermos o que queremos, desde a pessoa mais ruim à mais boa (desde qualquer percepção da sociedade), tudo depende de para onde vamos direcionar nossa energia (pensamentos, sentimentos e expressão), para qualquer lado que escolhermos, nossa mente se enche de razões para justificar que o que fazemos é certo e outros devem nos seguir porque estão errados, mas na realidade cada um de nós está en seu caminho apropriado para aprender, de algum jeito, o que precisa. Nós existimos para aprendermos constantemente, quando não o fazemos, sofremos, mas, e se decidirmos aprender com nós mesmos de agora em diante?

Para construirmos algo con bases sólidas é necessário começarmos pelo autoconhecimento, quando focamos nossa energia em algo do qual não gostamos ou para o que não somos bons, em algum momento o que temos construído se destrói, pois só a confiança real em nós mesmos, em nossas capacidades e em nossos talentos, nos leva a tomar decisões mais assertivas e a construirmos desde nossa própria base. Vejamos alguns pontos importantes para construirmos com solidez:

  1. DESEJOS: Ao longo de nossa vida criamos muitos desejos que vêm da mente, de nosso apego ao material e às pessoas, de nos compararmos com os outros. Tudo isso nos leva a canalizar a energia onde nos dizem que podemos ter melhores resultados, muitas vezes sem nos importarmos com nós mesmos ou com os outros, às vezes até ignorando as próprias leis, e aí vamos desperdiçando nossa vida no que acreditamos que necessitamos para sermos felices. É importante que nos lembremos de que a plenitude está no momento presente, e que o desejo do coração (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração) nos leva a agir aqui e agora, dando passos firmes e seguros para construirmos a partir de nossos talentos e dons integrados, nós devemos ser os donos de nossos próprios desejos e ir aprendendo a dar-lhes forma a cada minuto, com cada pensamento, com cada sentimento, com cada palavra, com cada ação, com cada gesto. Nossos desejos nunca são grandes ou pequenos demais, por isso é importante que aprendamos a viver de maneira mais autêntica, a amar e integrar o que somos.

  2. COERÊNCIA: Desde nosso relacionamento com nós mesmos, passando pelo relacionamento que temos com nossa família e com o ambiente em que vivemos, é importante que estejamos cientes do que precisamos para nos relacionarmos com respeito e transparência (clique aquí para ler sobre transparência). Pratiquemos a coerência entre o que nós mesmos pensamos, sentimos e expressamos, para que possamos realmente ser coerentes e trazer essa energia completamente para todas as áreas da nossa vida que são realmente uma prioridade para nós.

  3. AJUDA: Na realidade ninguém precisa de ajuda (clique aqui para ler sobre audar vs. contribuir), do que precisamos é de assistência no que não somos especialistas para podermos construir. Ao nos dedicarmos a “ajudar” pessoas que acreditamos que precisam, porque nos pedem ou porque acreditamos que elas precisam, não estamos dando assistência para construirem, mas dando o que querem para permanecerem em sua zona de conforto, portanto é essencial aprendermos a nos conhecer melhor e a nos conectar com o coração para podermos contribuir com o que está alinhado com quem realmente somos e o que podemos dar.

Comecemos a nos conectar mais amorosamente com nós mesmos, quanto mais nos aceitamos mais assertivas são nossas decisões, evitemos julgar o que parece bom ou ruim e deixemos o coração nos levar pelo caminho da nossa tranquilidade, sempre respeitando tudo e todos a nossa volta (clique aqui para ler sobre a harmonia da energia). Para termos um mundo mais consciente e transparente, não precisamos ser os melhores, apenas precisamos ser a versão mais íntegra de nós mesmos.

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Com amor,
Ángel

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Amores Conscientes: 3 hábitos para nos conectarmos

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Agora que entendemos a importância da harmonia entre pais (clique aqui para ler sobre pais conscientes) e filhos (clique aqui para ler sobre filhos conscientes) podemos nos conectarmos, de maneira mais assertiva, com o que é necessário para construir nossos relacionamentos.

É importante partir do princípio de responsabilidade. Entramos em um relacionamento porque assim decidimos, o outro é e está presente para ensinar-nos através do amor o que ainda não temos reconhecido em nós (crenças, necessidades, emoções) e que precisamos empoderar e ressignificar para nos conectarmos com nossa paz interior.

Tendo claros os pontos apresentados, podemos conhecer pequenos hábitos que nos permitem aprender, de uma maneira mais tranquila, através de nossos relacionamentos.

  1. Dar e receber: o primeiro ponto é identificarmos o que esperamos da outra pessoa e o que estamos dispostos a dar. Se esperamos algo, mas não estamos dispostos a dá-lo, há algo que necessitamos trabalhar dentro de nós, seja permitendo a transparência para que o que aconteça seja parte de um acordo ou encontrando motivos para nos conectarmos com a fidelidade com nós mesmos, empoderando as crenças limitantes que temos com respeito ao compromisso.
  2. Comunicação: para mantermos um relacionamento saudável é muito importante sabermos o que queremos, e sentir a liberdade para expressá-lo, de maneira assertiva. Lembremos que o outro está presente para nos conhecermos melhor, portanto a abordagem sempre deve ser desde nossa perspectiva pessoal. Compartilharmos, conhecermos e respeitarmos os limites do outro é a chave para construir uma base sólida de respeito (ler o texto sobre limites e respeito).
  3. Liberdade: um dos pontos mais importantes nas mudanças de paradigmas nos relacionamentos é a liberdade de sermos nós mesmos. Permitamos a expressão do outro tal como é, conectemos com nós mesmos e tenhamos a oportunidade de poder decidir, com a maior tranquilidade, que podemos percorrer outros caminhos. Isto é possível quando aprendemos a nos amarmos como somos e assim permitimos que entrem em nossa vida pessoas que ressoam com esse amor interior e que se projetam de uma maneira mais alinhada com nosso propósito de vida.

Amor é darmos, recebermos, expressarmos, respeitarmos e sermos livres para decidirmos ser e estar. Evitemos usar títulos para cortar asas, usémos eles para potencializar nossa intenção de nos unirmos a alguém com o propósito de construirmos juntos, honremos nosso sentimento, nosso pensamento e nossa expressão com nosso amor.

Com amor,
Ángel

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Filhos Conscientes: 6 ações para harmonizar nosso lar

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Somos todos filhos, às vezes criamos vínculos com pessoas novas em nossas vidas que nos acolhem como família, outras vivimos a experiência com nossa família de sangue, a final somos todos filhos e ser filho é encontrar a maneira de integrar-se aos padres através do respeto e do amor. Agora que sabemos como exercitar o respeito (clique aqui para ler o texto sobre respeito) podemos entender melhor o que como filhos podemos fazer a cada dia.

Nossos pais nos transmitem sua experiência e assim nos mostram diferentes maneiras de viver. O fato de tê-los em nossa vida não significa que temos que ser iguais a eles mas que podemos aprender deles e ensinar-lhes (clique aqui para ler o texto sobre diferenças). A família é uma estrutura cheia de diversidade na que, ao aplicar a aceitação e o respeito (clique aqui para ler o texto sobre respeito consciente), conseguimos enriquecer nossos pontos de vista para integrá-los à nossa experiência.

Vejamos algumas ações úteis para harmonizar a vida em família sendo filhos mais conscientes:

  1. Absorver o melhor que haja no meio evitando julgar.
  2. Assumir a responsabilidade de nossa vida, evitar culpar.
  3. Colaborar com a harmonia e a manutenção do lar.
  4. Estabelecer e respeitar os espaços e limites (clique aqui para ler o texto sobre limites).
  5. Estar abertos á comunicação.
  6. Agradecer por ser e estar em família.

Em nosso lar podemos, de maneira mais tranquila, aprender a viver por gusto, sem obrigações. Quando nos empoderamos de nosso lar descubrimos a importância do trabalho em equipe. Como filhos devemos entender que somos todos diferentes e que para trabalhar os desafíos que se apresentam na família é importante que aprendamos a nos comunicarmos. Normalmente os pais dão o melhor que podem desde sua experiência, embora aos olhos de alguns pareça o contrário. Nem os filhos nem os pais temos manuais, por este motivo é importante criar um espaço saudável de comunicação no que se possam expressar os pontos de vista em um ambiente de aceitação e respeito.

Eu decido fazer parte ativa da harmonia e manutençao de meu lar aqui e agora. E você?

Com amor,
Ángel

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