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Jejum Para o Autoconhecimento

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Em nossa vida, alguns temos percebido que nosso relacionamento com a comida é muito importante, sejamos conscientes ou não, pois somos o que comemos e a maneira em que comemos. Por causa desta percepção, tenho tido três momentos em minha vida em que tenho decidido investir minhas energias em fazer jejum total, e vários outros momentos em que o jejum tem sido parcial, suspendendo os alimentos, ou hábitos, que me fazem sentir com baixa energia. Nos dois casos tenho tido experiências construtivas nas que meus níveis de energia têm aumentado, tenho percebido com claridade a maneira de organizar minhas prioridades e tenho aumentado o conhecimento sobre o mundo emocional que inconscientemente tem governado determinadas reações manifestando-se em minha realidade. Durante esses processos, tenho experimentado uma maior sensibilidad a tudo o que está ao meu redor e dentro de mim, isto é, minha consciência tem se expandido.

A fome é um sinal que emite o corpo, principalmente porque necessita nutrientes ou energia, em outras instâncias vem de uma crença de que a comida preenche vazios, o que cria uma necessidade emocional impulsiva por comer. Este é o principal motivo pelo qual nos abstermos de consumir alimentos pobres em nutrientes, por exemplo, é útil para conhecer algumas de nossas motivações no nível mental, emocional e nutricional, pois as necessidades nutricionais de nosso corpo requerem uma quantidade de alimentos menor, mas que sejam mais nutritivos.

Leiamos alguns aspectos essenciais para fazer um jejum total consciente, que permita expandir nossa percepção pessoal:

  1. Tempo livre: escolhermos um momento (de máximo 3 dias) em que possamos estar tranquilos e o mais desconectados possível do mundo, pois deste jeito nossa percepção e nossa energia permanecem focadas nas reações de nosso corpo.
  2. Volume de alimentos: uma ou duas semanas antes de fazer o jejum, é ideal diminuirmos a quantidade de alimentos processados, e de origem animal, e investirmos em frutas e sementes germinadas. Depois do jejum investirmos no consumo de sucos com sementes germinadas e introduzirmos gradativamente os alimentos sólidos, percebendo a reação de nosso corpo a cada um.
  3. Relaxamento e respiração: durante o jejum é importante que nos mantenhamos relaxados e focados na respiração, pois o oxigênio é essencial no processo de nutrição das células.
  4. Sensibilidade: durante o processo de jejum nossa sensibilidade aumenta, do mesmo jeito que quando mantemos uma dieta o mais natural e apropriada possível. Nosso sistema perceptivo se encontra mais alerta e receptivo, podemos sentir informação mais sutil de tudo o que está ao nosso redor e dentro de nós.
  5. Consciência corporal: para fazer um jejum, devemos dar atenção ao nosso corpo, para entendermos suas necessidades antes, durante e depois do jejum, assim o mantemos nos níveis apropriados para fazermos um processo tranquilo.

É importante que aprendamos sobre nossos processos básicos de nutrição como seres humanos, desta maneira podemos manter nossos níveis de energia apropriados e um corpo saudável e eficiente.

Com amor,
Ángel

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Como me livrei da Rinite?

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O título deste artigo é uma pergunta fácil de responder: transformando os hábitos a causavam. Para entenderem o significado desta resposta, quero contar a vocês o que me levou a entender meu próprio processo da rinite para conhecer a causa e poder establecer novos hábitos construtivos, não se trata de nos librarmos de algo, mas de integrá-lo como recurso para conhecermos nosso corpo e decidirmos nossa experiência.

A partir dos 15 anos, comecei a manifestar crises de rinite que duravam quase o ano todo, vivia numa cidade fria e cada vez era mais sedentária. Depois, vivendo em cidades mais quentes, e voltando a fazer atividade física, me sentia cada vez melhor, até que o frio ou o sedentarismo se manifestavam novamente, piorando minha rinite, mas, já me sentia acostumada, a pesar de me sentir inchada e cansada durante quase o dia todo. Num momento de minha vida, pesquisando sobre nutrição, cheguei na dieta do tipo sanguíneo, e decidi evitar ao máximo o consumo de leite e derivados, o que foi muito apropriado para entender que somos o que comemos.

A rinite foi diminuindo, incluso em dias frios e nos que não fazia nenhuma atividade física, foi nesse momento que comecei a analisar o efeito que tinham a temperatura e a nutrição em meu corpo. Pesquisando um pouco mais, descobri que as toxinas saem do corpo através do suor e das mucosas, neste momento percebi que esse era o motivo pelo que minhas crises de rinite coincidiam com a temperatura do corpo, quando sinto frio quase não suo, e se não me exercitar então menos ainda, então a eliminação das toxinas se concentra nas mucosas causando diferentes inflamaciones dentro do corpo, sobre tudo quando a quantidade de toxinas é muito alta, e em meu caso, que adorava o queijo, quando comia já sabia que me sentiria congestionada quando meu corpo expulsasse o que não pode processar através das mucosas e do suor.

Depois de entender o processo, lembrei de que nos momentos na minha vida em que estive melhor, consumia apenas a comida necessária, estava em lugares mais quentes e/ou fazia alguma atividade física, então, a partir do conhecimento integrado à minha experiência, construi minha própria sabedoria sobre minha rinite, estes tem sido meus hábitos empoderantes desde então:

  1. Consumo quase nulo de leite e derivados: é importante integrarmos alimentos com cálcio para fazermos isto, em meu caso aposto em sementes germinadas (linhaça, gergelim e amêndoas) (clique aqui para ler sobre fontes vegetais de cálcio).
  2. Consumo quase nulo de alimentos industrializados: são muitas as substâncias presentes neste tipo de alimentos que o corpo não pode processar e/ou usar no processo nutricional, em meu caso, tento achar os alimentos mais ricos em vitaminas e minerais (frutas e sementes) e consumi-los em batidos para potencializar sua absorção (clique aqui para ler sobre absorção de nutrientes)
  3. Respirar pelo nariz: devido à rinite, muitos nos acostumamos a respirar pela boca, o que diminui o espaço da passagem de ar do nariz, por isso é importante praticarmos a respiração nasal, assim a passagem de ar volta a se ampliar e o nariz cumpre sua função de filtro e regulação da temperatura do ar que entra nos pulmones para oxigenar o corpo.
  4. Consciência postural: termos consciência da função de nossos ossos, articulações e músculos, nos permite integrar hábitos de postura ao sentarmos, deitarmos, estarmos em pé ou andarmos, tenho percebido que é uma base suficiente para mantermos o corpo ativo e assim tornar mais eficientes seus processos.

Aprendendo sobre nosso corpo e sobre construirmos hábitos que criem integridade mental, emocional, sentimental e nutricional, podemos construir o estado de saúde e energia que queremos. E você? Já sabe que hábitos necessitas transformar para se sentir saudável?

Com amor,
Ángel

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