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6 Indicadores de Presença e Gratidão

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Para estarmos em contato com novas formas de perceber o mundo, é necessário que sejamos mais conscientes de nossos próprios processos e como eles influenciam nossa interação com o meio. Neste processo, a mente é essencial, pois, como aliada presente, pode transformar profundamente o que consideramos um fato inevitável e, conectada ao coração, nos ensina a agradecer por tudo o que há (clique aqui para ler sobre elevarmos nossa experiência).

Trazermos a mente ao presente (clique aqui para ler sobre mente presente) é uma das melhores estratégias para podermos perceber que o milagre da vida está nos pequenos detalhes, um sorriso, um abraço, uma piada, o sol entrando pela janela, um chá em boa companhia, uma paisagem de concreto ou de natureza que temos todos os dias na frente, em fim, tudo o que parece igual e rotineiro passa a ser percebido como único e maravilhoso, só podemos perceber a unicidade de cada momento quando nos permitimos ampliar nossa percepção.

Aqui temos 6 indicadores que nos mostram que estamos mais presentes e agradecidos.

  1. Prestamos atenção aos mais mínimos detalhes
  2. Usamos com mais intensidade nossos sentidos para nos conectarmos com tudo e todos
  3. Integramos melhor o que sentimos ao que vivemos
  4. Percebemos a unicidade de cada momento
  5. Aprendemos mais sobre as situações que estamos vivendo e as pessoas com quem nos comunicamos durante o dia
  6. Nos transformamos constantemente alinhados a nosso propósito e ao contexto social.

Escolhendo viver a vida desde a gratidão e o aprendizado infinito, nos conectamos com outros ângulos da mesma realidade e conseguimos reconhecer a magia no agora. Podemos escolher percebeer cada momento como um milagre.

Com amor,
Ángel

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O Caminho se Faz Mais Curto Quando Temos Conhecimento

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A impotência é algo que todos temos vivido alguma vez na vida, a questão é, o que temos feito ao senti-la? Sempre temos opções, algumas vezes temos nos congelado ao não sabermos o que fazer, mas outras, talvez, decidimos aprender um pouco mais sobre a situação para entendermos a maneira de fazermos algo diferente, pode ser desde algo simples como abrirmos uma garrafa até algo mais complexo como os relacionamentos pessoais, a verdade é que cada vez que adquirimos mais conhecimento, e o integramos à nossa realidade, mais curto se faz o caminho para conseguir o que nos propomos.

Para construirmos uma cultura que dê valor à importância do conhecimento e da experiência, precisamos entender que todas as situações “milagrosas” (que prometem dinhero, sanação, etc.) sem a mudança de hábitos, e de maneira “confortável” e rápida, são um engano a longo prazo, pois pode ser que o que se deseja aparentemente se consiga, mas pode se tornar um problema de novo com o tempo. Se hoje temos determinada condição física, econômica ou de relacionamentos, é porque nossas próprias decisões têm nos levado a elas, se resolvermos tudo mágicamente e continuarmos com a mesma mentalidade, o mesmo nível de conhecimento e tomando o mesmo tipo de decisões, o mais provável é que essas condições apareçam de novo, e o fazem para ensinar-nos a entendermos que o conhecimento é essencial para nosso desenvolvimento e para que avaliemos a maneira em que nos comportamos, podemos considerá-la correta, mas a vida nos mostra o contrário.

Para entendermos e integrarmos a ideia de adquirirmos conhecimento, e aplicá-lo à nossa experiência, vejamos alguns indicadores de que estamos aprendendo a agilizarmos nossos próprios processos através desse aprendizado:

  1. ESTADO DE FLUXO: Permanecemos neste estado enquanto fazemos tudo de coração, cada situação que se apresenta podemos usá-la como uma lição para transformarmos o que estamos fazendo, seja ajustando o rumo ou aprendendo algo que nos permita expandir nossas atividades. Por exemplo, no ambiente de trabalho, fluindo em nossas tarefas, podemos encontrar novas ferramentas para agilizarmos o processo e transmiti-las a nossos colegas. Nos relacionamentos alguma situação, ou conversa, pode levar a conhecermos melhor à outra pessoa para melhorarmos a dinâmica da vida a dois. Sempre é possível aprendermos, basta querermos (clique aqui para ler sobre conexão com o coração).

  2. INTEGRAÇÃO: Se percebermos com atenção, há muita informação que chega a nós durante o dia, e grande parte dela pode ser muito valiosa para nossos próprios processos, mas para isto necessita ser integrada. Sempre que encontramos informação, seja qual for a fonte ou o assunto, podemos nos questionarmos sobre como isso se encaixa no que estamos vivendo no momento presente. Na medida em que vamos conectando-nos mais com a informação que recebemos e exercitamos a integração, agilizamos nossos processos e conseguimos transmitir de maneira mais fácil nossas contribuições. Todos somos mestres e alunos (clique aqui para ler sobre Empoderamento Pessoal).

Tudo tem seu tempo, então quanto mais presentes estivermos (clique aqui para ler sobre mantermos a mente no presente) mais fácil é integrarmos o que necessitamos para construirmos, pois está o tempo todo no que vivemos, no que percebemos, no que criamos. O momento perfeito é agora, umas vezes para recebermos e percebermos, outras para darmos e agirmos, tudo é necessário, mantenhamos nosso estado de fluxo, e gratidão, e sintamos a diferença.

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 1: Definição e Ressignificação

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Falando com minha amiga Lina María (autora do Portal EA), percebemos que é necessário quebrar alguns paradigmas com respeito ao perdão para entendê-lo melhor e poder integrá-lo a nossa vida de maneira fácil e efetiva. Por este motivo, esta e as próximas publicações estão focadas na ação de perdoar, passando pela definição, quebra de paradigma, ressignificação, integração e aplicação do perdão, integralmente, em nossa vida.

A palavra perdão é definida como a ação de perdoar, e perdoar como excetuar alguém do que se faz com todos, ou tirar a obrigação que tem. Integrando esta definição a nossa experiência pessoal, é comum que vejamos o perdão como uma forma superior de nos relacionarmos com pessoas ou situações que, desde nosso ponto de vista, tem nos ferido. É a partir daquí que podemos quebrar o paradigma de perdoar.

Quando entendemos que as comparações, os julgamentos e as culpas fazem parte de un modelo que necessita ser transformado para aprender a nos relacionarmos de uma maneira mais transparente, autêntica, respeitosa e responsável, para podermos construir e reformar de maneira sustentável nosso planeta, é necessário quebrar o paradigma de que o perdão nos faz melhores ou superiores e ressignificá-lo como a integração da ideia de que somos responsáveis por escolher se algo, efetivamente, nos afeta ou nos faz mal.

Normalmente nos sentimos feridos quando a situação não sai como esperávamos, mas, assim como podemos culpar ao outro pelo que diz ou faz, também podemos nos responsabilizarmos pela expectativa que temos criado para nos sentirmos bem, aceitos, amados, acolhidos, etc, e por termos permitido que o outro entre e permaneça em nossa vida. Se analizarmos um pouco mais, nos sentirmos feridos vem de uma necessidade de controle, de querermos controlar nossa vida e as situações e pessoas nela. Por isso vamos ver estes passos que nos ajudam a conectarmos com um lado de nossa natureza humana que consegue fluir com o coração:

  1. Ver a vida como um constante aprendizado: quando entramos em cada situação, com todos os sentidos, podemos perceber elementos que podem nos levar a uma compreensão mais ampla de quem somos.
  2. Agradecer por cada minuto vivido: podemos escolher ver a vida como um milagre, podermos respirar e fazer o que fazemos pode ser sempre um motivo de gratidão e os aprendizados também, por mais dolorosos que possam parecer, nos mostram que somos mais do que acreditamos ser.
  3. Pormos em prática os exercícios para trazer a mente ao presente (clique aqui para ler o artigo sobre mente presente), exercitarmos o empoderamento de crenças (clique aqui para ler o artigo sobre crenças) e aceitarmos às pessoas e situações como são.

Compartilhemos as experiências de perdão nos comentários para que possamos ampliar nossos pontos de vista. O assunto do próximo artigo é a culpa e como ressignificá-la e integrá-la ao processo do perdão pessoal.

Com amor,
Ángel

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