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Empoderamos Nosso Modelo Mental

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É maravilhoso percebermos, através de nossa própria experiência, que a mente pode ser nossa melhor aliada para nos empoderarmos (clique aqui para ler sobre empoderamento pessoal), apenas precisamos focá-la no que queremos construir de coração para potencializarmos nossos resultados em todos os níveis.

Para entendermos nossos hábitos mentais, é essencial que percibamos os pensamentos que chegam a nós durante o dia, (clique aqui para ler sobre manter a mente no presente), estamos tão acostumados a eles que ao percebê-los é possível que nos sorprendamos da quantidade de pensamentos de dúvida que surgem sobre nós mesmos e nossos processos pessoais em todas as áreas de nossa vida, o que nos limita desde a falta de confiança em nós mesmos, pois alguns temos crescido procurando o que nos dá satisfação material em vez de desenvolvermos e trabalharmos desde a autenticidade de nossos próprios talentos.

Levando em conta que podemos assumir a responsabilidade sobre nossos pensamentos, é essencial que reprogramemos, de maneira coerente, a forma em que vivemos nossa experiência pessoal no mundo (clique aqui para ler sobre reprogramação de pensamientos), para isto, compartilho com vocês as crenças que tenho integrado, nos últimos dois anos, que têm me permitido empoderar meu sistema de crenças desde a autenticidade em unidade (na medida em que alinhamos nossos pensamentos, sentimentos e expressão a elas, percebemos que nossa realidade se transforma):

  1. TODOS SOMOS INFINITAMENTE DIFERENTES: temos diferentes talentos, motivações, ambientes nos que nos desenvolvemos, formas de nos expressarmos, maneiras de percebermos o mundo, etc., e todos estes aspectos têm infinitas combinações, portanto, precisamos investir nossos recursos em desenvolvê-los continuamente e levá-los à prática, de acordo com nosso próprio contexto, assim focamos nossa energía em nos construirmos auténticamente para construirmos integridade (clique aqui para ler sobre autoconhecimento).

  2. TODOS FAZEMOS PARTE DE UM TODO: através de nossa experiência podemos perceber como tudo se organiza em sistemas, assim como as células trabalham para manterem o corpo em movimento, nós também podemos reconhecer-nos como células de uma sociedade. Desde esta perspectiva aprendemos a contribuir através de nossa autenticidade para a construção de uma sociedade em paz e sustentável (clique aqui para ler sobre construir conscientemente).

  3. O QUE TODOS QUEREMOS É PAZ: a pesar da satisfação que acreditamos ter numa vida cheia de conflitos internos que se exteriorizam (justamente por não termos experimentado outro estado devido a nossa falta de autoconhecimento) todos buscamos estar em paz, fluir realmente com quem somos e conectar-nos com pessoas e situações que potencializam essa paz. Manifestamos a paz fora quando estamos em paz desde dentro, quando nos conhecemos e aceitamos nossa essência, é nesse momento que nos dedicamos a construir desde nosso exemplo, através de ações conscientes, uma sociedade que se autorregula por seu alto grau de consciencia e conexão (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. SOMOS RESPONSÁVEIS PELO QUE MANIFESTAMOS EM NOSSA REALIDADE: nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações (ou reações quando há inconsciência) constroem todos os dias a realidade na que vivemos, então, para manifestar fora a paz que está dentro de nós mesmos, se faz necessário criarmos maneiras diferentes de pensarmos, sentirmos e nos expresarmos, entendendo que tudo tem um impacto onde estamos. Através da sublimação, podemos transformar a maneira em que vibramos, para conectarmos com nosso coração e aumentarmos a frequência vibratória de nosso propósito (clique aqui para ler sobre a sublimação de nossa realidade).

Estas quatro crenças têm sido extremamente empoderantes, me reconectam em todo momento com novas maneiras de me expressar e de abraçar o mundo, e com a certeza de estar sempre no momento e lugar apropriados para o desenvolvimento de meu propósito como célula dentro deste grande todo. E você, que crenças tem que têm te empoderado?

Com amor,
Ángel

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Reflexos nos Relacionamentos: Edição Especial

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Há um assunto que é muito comum quando há falta de autoconhecimento, a injustiça, tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. No trabalho é apresentado, acima de tudo, no reconhecimento da perspectiva pessoal de cada um, pois é percebida a desigualdade de remuneração em relação ao esforço de trabalho e o que chamamos de “puxa-saquismo” no Brasil. Já na vida pessoal, pode acontecer em nossa família, casal ou amizades, é também a percepção de que o que fazemos não é suficiente para as pessoas, que cada vez exigem mais de nós e não reconhecem nosso “esforço” (eu coloco a palavra esforço entre aspas porque é o que fazemos quando tentamos buscar aprovação externa, o que não é necessário quando começamos a nos guiar através da aprovação interna – clique aqui para ler o artigo completo sobre Aprovação Interna em 3 passos).

Conectado ao conceito de injustiça, em geral, há poder sobre outros. No trabalho, em alguns casos, as pessoas que ocupam posições mais altas são pessoas que usam seu poder pessoal para manipular todos e tudo a seu redor, e essa é uma das razões para chegar a essa posição (fora do poder que eles têm com o conhecimento e a experiência que podem ter), obviamente, se nosso desejo é exercermos nosso poder pessoal sobre nós mesmos, não nos encaixamos numa posição que exige fazer isso, certo? Já em outros tipos de relacionamentos, encontramos pessoas que querem exercer controle sobre os outros e não deixá-los ser eles mesmos (fiquemos de olho, podemos ser nós mesmos), aqui encontramos avós, pais, filhos, irmãos, casais, amigos, que querem tudo feito à sua maneira e, quando isso não é feito, eles usam o medo como uma ferramenta de manipulação para ganhar controle.

Nos sentimos identificados com alguma dessas situações? Se a resposta for “SIM”, continuemos lendo esta edição especial de reflexos para que possamos encontrar uma maneira assertiva de sairmos dessa situação e criarmos novas oportunidades em nossa vida com base em decisões pessoais feitas por convicção (clique aqui para ler o artigo sobre decidir por convicção).

AMBIENTE LABORAL

Como podemos agir de forma mais assertiva perante situações que consideramos injustas no local de trabalho? O principal nesta situação é entendermos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí sobre nós mesmos.

Tenho escutado muitas pessoas reclamarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também tenho notado que muitas dessas pessoas que reclamam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento, e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecer melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de percebermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos (clique aqui para ler sobre o que merecemos), bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos algumas perspectivas que podem contribuir para nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos com nossos talentos pessoais integrados. O que é que se facilita, e gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais íntegra, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 7 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade. É por isso que escrevo e assisto às pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em paz em todas as áreas de sua vida?

RELACIONAMENTOS PESSOAIS

Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos um personagem que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a transparência nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal (clique aqui para ler sobre empoderamento), cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecermos às pessoas e entendermos como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o conhecimento).

Aqui estão algumas perspectivas que podem contribuir com a nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos (incluindo nós mesmos), se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos e expressamos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre coerência).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o bastante para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, consciente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação (clique aqui para ler o artigo sobre perdão).

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava satisfeita com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso e expresso de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz que permite que você esteja em paz?

Com amor,
Ángel

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Estabelecendo Limites: como construir o respeito pessoal

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Na medida em que vamos expandindo nossa consciência pessoal aumentamos nossa conexão com quem realmente somos (clique aqui para ler sobre a transmutação do ser) e adquirindo novos hábitos empoderamos nossas raizes, as crenças e necessidades, desta maneira conseguimos acessar uma parte de nós que nos motiva a exercitar o respeito (clique aqui para ler sobre respeito).

Muitas pessoas tem transmitido que tudo vem de dentro e realmente é tão simples como isso. Quando queremos ser respeitados é muito importante que saibamos respeitar, de coração. Mas, como sabemos se estamos respeitando ou não, se não conhecemos nossos limites pessoais e os das outras pessoas (clique aqui para refletir sobre o respeto)? Aqui o autoconhecimento, a autoconfiança, o respeito e a comunicação transparente têm um papel muito importante, pois só nós mesmos podemos saber o que queremos, do que gostamos e do que precisamos, e quando isto está alinhado ao respeito e à construtividade, e desse jeito é comunicado, é realmente de coração.

Seguindo estes passos podemos ser mais assertivos ao estabelecer nossos próprios limites a partir de nosso coração:

  1. Empoderar crenças: temos crenças que fazem que exerçamos uma falta de respeito próprio. Por exemplo “se dizemos “NÃO” ficamos sozinhos” ou “dizer sempre “SIM” é necessário para ser uma boa pessoa”. Isto são crenças, ao nos abrirmos totalmente sem impor límites nos ferimos e damos esse exemplo a quem está ao nosso redor, por isso é importante verificar o motivo pelo qual temos deixado de construir o que desejamos (clique aqui para ler sobre empoderar crenças).
  2. Conexão interior, nosso desejo: entrar em contato com quem realmente somos nos ajuda a projetar nossa vida e a construir os límites necessários para nosso desenvolvimento. Se queremos um trabalho no que possamos ter um horário flexível podemos achá-lo, para isso devemos enviar nosso CV às empresas que oferecem este benefício ou criar nosso próprio negócio (isso seria um limite que nos ajuda a construir o que queremos). LEMBREMOS QUE O QUE DESEJAMOS DE CORAÇÃP SEMPRE ESTÁ CONECTADO À TRANSPARÊNCIA, AO RESPEITO E À CONSTRUTIVIDADE (clique aqui para ler sobre reconhecer o que é de coração).
  3. Limites claros: quando decidimos o que queremos em nossa vida pessoal, profissional, amorosa, etc., podemos estabelecer limites claros que nos tragam os resultados que queremos. O ideal é que estes limites estejam alinhados ao coração, isto é, que sejam desapegados e entendam a liberdade de ser do outro, para que assim possamos construir assertivamente.
  4. Comunicação e aplicação: para finalizar o processo é importante que comuniquemos nossa realidade às partes envolvidas e que apliquemos o que desejamos. Se desejamos um relacionamento onde haja fidelidade, lealdade, respeito e a liberdade de ser quem somos, devemos agir coerentemente com esse desejo, trabalhar em nós mesmos o que queremos para poder ofrecê-lo também.

Isto é um ciclo importante para nos conectarmos em um nível mais amoroso com o mundo, fazendo dele um hábito sentimos que nossos relacionamentos se transforman e se fazem mais tranquilas.

Depois de dois anos de trabalhar em uma empresa, percebi que meu desejo é estar com as pessoas e ajudá-las a serem uma melhor versão delas mesmas e ter tempo durante o dia para cuidar de mim mesma, o limite que estabeleci com o tempo foi “trabalhar onde possa ajudar pessoas e cuidar de mim”. Isso muda totalmente minha vida. E você? Tem aplicado algum limite que melhorou sua vida?

Com amor,
Ángel

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Crenças Empoderantes: 3 passos para identificar e transformar crenças

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Mantendo a mente no presente (clique aqui para ler o texto sobre mente presente) e tendo pensamentos construtivos (clique aqui para ler o texto sobre mente construtiva) conseguimos nos conectarmos ao mundo desde uma perspectiva mais ampla, onde reconhecemos pequenas coisas que não tínhamos percebido antes. Sensações que vêm das mais variadas fontes e nos permitem conhecer um pouco mais sobre nós.

Para reforçar o processo construtivo do pensamento vamos trazer à consciência o sistema de crenças, que é uma parte importante de nosso ruido mental limitante, pois está instalado, funciona automáticamente e, muitas vezes, não condiz com o que realmente queremos.

Seguindo estes 3 passos podemos identificar as crenças que trazemos, se são limitantes ou empoderantes, e transformá-las.

  1. Identificar a crença origem do pensamento que surge.
  2. Responder a pregunta: esta crença me empodera ou empodera às outras pessoas? Se a resposta é “SIM” aqui finaliza o exercício com essa crença, se a resposta é “NÃO” seguimos com o terceiro passo.
  3. Transformar a crença limitante em crença empoderante.

O processo é simples, segue um exemplo para que fique mais claro.

  1. Pensamento: Nessa idade é impossível ter essa oportunidade –> Crença: depois de certa idade não há oportunidades.
  2. Esta crença é limitante, para mim e para os outros.
  3. Crença Empoderante: as oportunidades dependen do preparo e a atitude das pessoas.

Em alguns momentos para fazer a transformação vamos ter que buscar fatos que nos mostrem que nossa crença não é uma verdade absoluta. Neste caso vejo ao meu redor pessoas que com a idade tem se tornado mais completos como profissionais e sua experiência e conhecimento os tem levado a ser referência em sua área, pois eles acreditam que há oportunidades para quem tem habilidades e conhecimentos integrados a sua própria personalidade e nisso tem trabalhado sempre.

A chave para construir é o empoderamiento, tanto o nosso quanto o de os demais, então foquemos em compartilhar mais conheciminto e experiência em nossas interações para melhorar nosso trabalho em equipe.

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 2: Realidade Mental

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Agora que entendemos um pouco melhor o que é a sublimação (faça clique aqui para ler o artigo completo sobre sublimação), e como a experimentamos em nossa vida, podemos iniciar uma viagem através de nossa própria experiência, integrando todas as áreas que compõem nossa integridade humana. O assunto de hoje é a sublimação de nossa realidade mental, que é a base da maneira em que nos relacionamos com o mundo.

A realidade que existe em nossa mente, a que nutrimos, é a maneira em que vivemos nossa própria experiência. Temos várias opções e percebemos só as coisas às que damos atenção, porque é o que mais nos comunicam, já que nos conectamos e nos identificamos com isso. Então se decidirmos ver tudo como una adversidade, ou um desafio, nossa vida nos mostra isso em tudo o que fazemos, já quando decidimos ver tudo como um aprendizado vivemos a vida como uma experiência infinita de conhecimento. É por este motivo que é tão importante que verifiquemos a realidade que estamos nutrindo em nossa mente.

Reconhecendo como nossa mente influencia a maneira em que experimentamos nosso presente, podemos seguir passos simples para sublimarmos nossa realidade mental de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que pensamentos temos durante o dia que nos geram angustia, estresse, ansiedade, tristeza?, que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplo: se pensarmos na situação do país, nos sentimos inseguros, isto se intensifica ao assistirmos ou lermos jornais e falarmos com as pessoas sobre o assunto.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: buscamos a maneira de diminuirmos as necessidades que não são necessárias (faça click aqui para ver un passo a passo para avaliar nossas necessidades), de vivermos com o necessário, de pouparmos o que nos entra agora, de identificarmos nossos talentos para trabalharmos contribuindo com a construção de modelos mais construtivos, coerentes e transparentes, onde quer que estejamos.

  3. Identifiquemos os pensamentos e situações em nosso dia que nos trazem tranquilidade e nos fazem ter confiança em nós mesmos. Exemplo: quando focamos em fazermos algo para o que temos talento, quando passamos tempo com nós mesmos, com nossos filhos, com animais, com pessoas, com a natureza, etc.

  4. Foquemos nossa energia em intenção (pensamentos, sentimentos, palavras e ações) no que nos faz sentirmo-nos conectados com nós mesmos e com o mundo. Aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo desde casa.

A reflexão que fica para hoje é: Quanto tempo dedicamos por día para sublimar o que é construtivo para nós?

Um abraço,
Ángel

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Hábitos Construtivos: 2 passos para analisarmos e empoderarmos hábitos

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Nestes dias têm surgido muitas conversas relacionadas aos hábitos, que podemos perceber como a maneira de representarmos nossa disciplina. Muitas vezes pensamos que não somos disciplinados porque no conseguimos fazer o que pensamos que seria mais construtivo para nós, mas a verdade é que somos disciplinados com nossos hábitos destrutivos e, fora disso, temos um apego emocional a eles que necessitamos soltar quando realmente queremos transformar nossa vida.

A questão não é que sejamos disciplinados, mas que sejamos livres para sermos o mais apropriado para nós mesmos, de acordo ao que vivemos.

Quando avaliamos a causa de nossos hábitos destrutivos, normalmente encontramos ideias baseadas em crenças ou uma canalização inconsciente de nossa própria energia. Já os hábitos construtivos geralmente têm um propósito dentro de nossa experiencia, e se encaixam em nossa vida porque nos fazem nos conectarmos com nosso estado de fluxo (níveis constantes de energía fluida, tranquilidade, reconexão com nós mesmos, saúde, etc.).

Vendo as coisas desta maneira, podemos aplicar estes dois passos para identificarmos e substituirmos os hábitos que não têm propósito constructivo en nossa vida neste momento:

  1. Escolhamos un hábito e perguntemo-nos: Para que fazemos isso?, por que o fazemos?, quanto tempo lhe dedicamos a este hábito durante o dia?, tem um propósito construtivo para nós e quem está ao nosso redor?
  2. Se a resposta á última pergunta é NÃO, podemos continuar. Agora preguntemo-nos de novo: O que poderíamos fazer nesse tempo que investimos no hábito destrutivo?, há algum hábito construtivo que queremos incluir em nossa vida?, podemos construir algo diferente durante esse tempo?

Lembremo-nos de que hábitos são todas as reações, ou ações, que manifestamos repetidamente em nossa vida como querermos ter a razão, procurarmos a aprovação dos outros através do que pensam ou dizem sobre nós, comer para matar a fome, nos justificarmos por tudo, continuarmos conflitos, etc. Tudo pode ser transformado quando analisamos com amor o que realmente nos constrói. Cada hábito construtivo que integramos, nos tira de um círculo vicioso e nos abre a uma espiral de evolução a partir do autoconhecimento.

Com amor,
Ángel

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