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7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal – eBook para impressão

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Através do processo para reconectar com minha paz interior, tenho chegado à conclusão de que para manifestarmos a paz que queremos no mundo, é essencial nos conhecermos de verdade para potencializarmos nossos talentos e nos integrarmos na medida apropriada ao contexto, assim contribuímos, de maneira autêntica, à construção de uma sociedade de integridade.

A partir dos processos que tenho acompanhado, e aos que tenho contribuido, tem nascido a ideia de transmitir de maneira simplificada o conhecimento que tenho integrado, e do qual sou exemplo, no livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, que, em aproximadamente 100 páginas, integra exercícios práticos, momentos de reflexão pessoal e uma percepção integral de nossos aspectos como seres humanos (mundos mental e emocional integrados ao contexto social), focando nossa energia, para nos desenvolvermos como indivíduos sociais (clique aqui para ler uma parte da introdução do livro).

Cada capítulo é um nível que nos leva a entender com mais profundidade a conexão que há entre nosso sistema de crenças, nossas emoções, nossos sentimentos e nossa autenticidade, para que integremos tudo, da maneira mais apropriada, à expressão integral de nossa essência, e assim, fortalecermos nossa coerência desde nosso coração, nossa paz interior.

Somos a integração de várias dimensões, necessitamos encontrar nossa medida apropriada para contribuirmos como parte do todo, agradecermos, aceitarmos e potencializarmos a autenticidade em unidade.

Para adquirir o livro eletrônico para impressão, pode entrar em contato comigo pelo email empoweringangle@outlook.com. O livro inclui uma dedicatória personalizada.

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Com amor,
Ángel

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Empoderamento Pessoal?

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Desde que comencei a me interessar, intensa e conscientemente, por meu processo de autoconhecimento, tenho percebido o quão importante é o Empoderamento Pessoal. Desde minha percepção, o Empoderamento Pessoal é uma forma de integração que inclui o mundo interno e externo de cada um de nós. É nos conhecermos e nos entendernos, tão profundamente, que possamos nos conectar, da maneira mais assertiva e coerente possível, com todos os recursos que temos disponíveis, para integrá-los a nosso contexto. A partir deste processo chegamos a entender nossa própria realidade como uma construção feita a partir de percepções, muitas vezes dirigidas pela sociedade, e percebemos o nível de coerencia que há entre o que sentimos, pensamos, dizamos, fazemos e vivemos.

Tenho decidido dedicar-me a este assunto porque me parece maravilhoso o fato de que possamos migrar de um estado reativo, crítico, comparativo, competitivo, destrutivo e no que culpamos,  a um ativo, de aceitação, de autenticidade, de contribuição, construtivo e no que assumimos nossa própria responsabilidade (clique aqui para ler sobre responsabilidade). Para mim, o Empoderamento Pessoal tem sido a maneira mais apropriada de assumir meu poder pessoal desde meu coração, me colocando em contato com a integridade da totalidade do que sou e de como contextualizo isso em meu presente, isso tem sido surpreendente, pois tenho percebido que tudo o que tinha, que pensava que me faria sentir plena, era uma questão mental que fui construindo na medida em que crescia, agora que realmente sei quem sou, de coração, posso discernir melhor para dar e receber com gratidão (clique aqui para ler sobre gratidão).

Este processo, desde minha percepção, tem como propósito integrarmos a mente ao corazón, fortalecermos a intenção, onde passamos de destruir desde as reações emocionais geradoras de conflitos, a construir, através do pensamento alinhado ao sentimento de paz e unidade, a agirmos escolhendo, de maneira mais assertiva, as palavras e atos que exteriorizamos. Percebemos quem acreditamos ser para construirmos desde quem realmente somos, para podermos voltar a confiar em nós mesmos, conhecendo-nos, respeitando-nos e aceitando-nos totalmente, integrando-nos assim, de uma maneira mais construtiva, ao contexto social no qual vivemos.

Para integrar este proceso en sua vida pode comprar o livro eletrónico, para impressão, 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, onde compartilho técnicas e informação, fáceis de entender e integrar à rotina diária, para conhecermos e integrarmos nossas dimensões como seres humanos e podermos construir com mais consciência desde nosso coração (clique aqui para comprar o livro eletrônico – eBook para impressão)

Com amor,
Ángel

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Reflexos nos Relacionamentos: Edição Especial

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Há um assunto que é muito comum quando há falta de autoconhecimento, a injustiça, tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. No trabalho é apresentado, acima de tudo, no reconhecimento da perspectiva pessoal de cada um, pois é percebida a desigualdade de remuneração em relação ao esforço de trabalho e o que chamamos de “puxa-saquismo” no Brasil. Já na vida pessoal, pode acontecer em nossa família, casal ou amizades, é também a percepção de que o que fazemos não é suficiente para as pessoas, que cada vez exigem mais de nós e não reconhecem nosso “esforço” (eu coloco a palavra esforço entre aspas porque é o que fazemos quando tentamos buscar aprovação externa, o que não é necessário quando começamos a nos guiar através da aprovação interna – clique aqui para ler o artigo completo sobre Aprovação Interna em 3 passos).

Conectado ao conceito de injustiça, em geral, há poder sobre outros. No trabalho, em alguns casos, as pessoas que ocupam posições mais altas são pessoas que usam seu poder pessoal para manipular todos e tudo a seu redor, e essa é uma das razões para chegar a essa posição (fora do poder que eles têm com o conhecimento e a experiência que podem ter), obviamente, se nosso desejo é exercermos nosso poder pessoal sobre nós mesmos, não nos encaixamos numa posição que exige fazer isso, certo? Já em outros tipos de relacionamentos, encontramos pessoas que querem exercer controle sobre os outros e não deixá-los ser eles mesmos (fiquemos de olho, podemos ser nós mesmos), aqui encontramos avós, pais, filhos, irmãos, casais, amigos, que querem tudo feito à sua maneira e, quando isso não é feito, eles usam o medo como uma ferramenta de manipulação para ganhar controle.

Nos sentimos identificados com alguma dessas situações? Se a resposta for “SIM”, continuemos lendo esta edição especial de reflexos para que possamos encontrar uma maneira assertiva de sairmos dessa situação e criarmos novas oportunidades em nossa vida com base em decisões pessoais feitas por convicção (clique aqui para ler o artigo sobre decidir por convicção).

AMBIENTE LABORAL

Como podemos agir de forma mais assertiva perante situações que consideramos injustas no local de trabalho? O principal nesta situação é entendermos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí sobre nós mesmos.

Tenho escutado muitas pessoas reclamarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também tenho notado que muitas dessas pessoas que reclamam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento, e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecer melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de percebermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos (clique aqui para ler sobre o que merecemos), bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos algumas perspectivas que podem contribuir para nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos com nossos talentos pessoais integrados. O que é que se facilita, e gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais íntegra, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 7 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade. É por isso que escrevo e assisto às pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em paz em todas as áreas de sua vida? 

RELACIONAMENTOS PESSOAIS

Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos um personagem que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a transparência nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal (clique aqui para ler sobre empoderamento), cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecermos às pessoas e entendermos como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o conhecimento).

Aqui estão algumas perspectivas que podem contribuir com a nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos (incluindo nós mesmos), se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos e expressamos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre coerência).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o bastante para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, consciente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação (clique aqui para ler o artigo sobre perdão).

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava satisfeita com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso e expresso de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz que permite que você esteja em paz?

Com amor,
Ángel

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Ángel – Comunicadora

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Ángel 2

Durante minha vida, tenho vivido experiências que tem me feito avaliar constantemente meu papel na sociedade, tenho passado momentos de crise nos que tenho decidido começar do zero, para entender outras perspectivas, e tenho me experimentado em diversas fases até encontrar a medida apropriada de tudo o que sou no presente. Devido a este processo, minha percepção tem se expandido, o que tem me inspirado a focar minha energia em desenvolver meu talento natural: A COMUNICAÇÃO. Passo a passo nos potenciamos e tocamos nossos corações investindo em nossa autenticidade, desde nossa paz. 

Amo escrever e expandir minha própria consciência nos níveis que me permitam ter o conhecimento apropriado do que sou emocional, mental, sentimental, física e energéticamente, para fluir com meu coração e expressar minha essência. Curto ler e conversar, para integrar novos conhecimentos, e poder transmitir, de uma maneira mais simples, o que integro na minha vida, potencializando-o através de meu exemplo.

A intenção do que transmito é inspirar e acelerar processos, de autoconhecimento e empoderamento, através da experiência pessoal, desde o nivel mais sutil ao mais denso, de forma INTEGRAL.

Escrevo artigos que contribuem para a ampliação da perspectiva pessoal no Empowering Angle e tenho disponível à venda o livro electrônico (ebook), baseado em minha experiência pessoal, “7 Níveis para o Empoderamento Pessoal”, que integra exercícios práticos, momentos de reflexão pessoal e uma percepção integral de nossos aspectos como seres humanos (mundos mental e emocional integrados ao contexto social), focando nossa energia, para nos desenvolvermos como indivíduos sociais (clique aqui para ler uma parte da introdução do livro eletrônico e comprá-lo por R$28.00).

Empoderamento Pessoal (clique aqui para ler o artigo completo), para mim, é nos conhecermos tão bem que podemos assumir a responsabilidade por quem somos, e onde estamos, e pelos sentimentos, pensamentos, palavras e ações, que nos levam a tomar decisões em nossa vida, seguirmos nosso coração pondo nossa mente e expressão à sua disposição. Através deste processo, e aumentando nossa coerência, reconhecemos nossa INTEGRIDADE e potenciamos nossa AUTENTICIDADE.

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Construamos, conscientemente, uma humanidade mais consciente e íntegra, para criarmos uma sociedade mais colaborativa, transparente e sustentável.

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Injustiça e Poder Parte 3: Relacionamentos

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Para terminarmos a série sobre Injustiça e Poder, abordaremos esses aspectos em nossos relacionamentos. Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos uma caráter que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a verdade nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal, cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecer às pessoas e entender como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o que merecemos).

Aqui estão alguns pontos de vista que podem nos ajudar na nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos, se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre decisões de convicção).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o suficiente para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, conscientemente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação.

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava feliz com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso, digo e faço, de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz, que permite que você esteja em harmonia?

Com amor,
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Injustiça e Poder Parte 2: Local de Trabalho

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Voltando à série de injustiças e poder, o tema central hoje é como podemos agir de forma mais assertiva diante dessa situação no local de trabalho. O principal nesta situação é que entendemos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí.

Ouvi muitas pessoas se queixarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também notei que muitas dessas pessoas que se queixam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecermos melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de vermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos, bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos alguns pontos de vista que podem nos ajudar na nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos o que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos de nossos talentos pessoais integrados. O que é que nos facilita, e o que gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais humana, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 6 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade, É por isso que escrevo e ajudo as pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em harmonia? 

Com amor,
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