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Sobre Responsabilidade

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Assumirmos a responsabilidade por decidirmos de maneira coerente com nossa paz, requer de nossa atenção ao que pensamos, sentimos e expressamos em todo momento. Para construirmos com outros podemos ir além das obrigações que criamos desde o que pensamos que necessitamos.

Quando confiamos em nossas decisões para construirmos no presente de forma sustentável, aumentamos a confiança em nós mesmos e o nível de responsabilidade por tudo com o que nos comprometemos desde a convicção e a certeza de que estamos prontos para contribuirmos alinhados a nossa paz e ao contexto presente.

É essencial confiarmos em nossa construção pessoal para podermos confiar na construção pessoal de todos os indivíduos da sociedade e assim podermos construir juntos desde a liberdade de ser quem somos desde nossa integridade.

Desde nossa paz entendemos a medida apropriada entre darmos e recebermos, nos relacionamos desde a certeza de que estamos onde queremos estar e aprendemos que nossa palavra tem valor e que somos responsáveis por nós mesmos.

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Ressoa?

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A paz é um sentimento do que podemos estar conscientes. Sempre está dentro de nós e, quando o percebemos, podemos tomar decisões que realmente ressoam com ele em nosso presente.

Assim como a paz vibra e ressoa com determinadas pessoas, ambientes e situações, nossos pensamentos e emoções também fazem isso, portanto é essencial percebermos a que estamos dando prioridade em nossa vida.

Nossa paz pode ser construída e mantida, de maneira consciente, decidindo sempre pensarmos, sentirmos, dizermos e fazermos o que ressoa com ela no presente. Nossa coerência pessoal fortalece nossa paz.

Que sentimos quando pensamos em paz? Esta resposta é o norte de nossas decisões para construirmos nossa paz interior e projetarmos ela em nossa realidade.

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Contribuição Social

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Como indivíduos sociais podemos decidir agir alinhados com uma construção coerente da paz.

A paz na sociedade é o reflexo da paz interior, isto vai além do mundo mental com o que nos identificamos, é a verdadeira conexão com o que sentimos paz, o que pensamos, sentimos, dizemos e fazemos desde nossa própria paz.

Isto se trata de nos comprometermos a construir sempre desde nossa paz, de maneira consciente, e a partir daí construirmos diferentes maneiras de expressarmos nossa paz.

Tudo o que pensamos, sentimos, dizemos e fazemos tem um impacto na sociedade, podemos percebê-lo nas situações que chegam a nossa vida, portanto, sentirmos o que é paz para nós e alinharmos nossa mente e expressão a esse desejo nos levam a impactar com uma intenção consciente, cujo resultado podemos perceber também em nossa experiência.

Contribuirmos na sociedade é entendermos que cada uma das decisões que tomamos tem um impacto nela e que quanto mais integridade há na intenção de nossa contribuição, mais integridade há na construção social.

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ENERGIZAR: Construção Presente

Sempre é tempo de ampliarmos nossa percepção e conhecermos mais sobre nossos próprios processos energéticos, pois só quem conhece sua própria energia pode tomar as decisões mais apropriadas para construir desde sua paz interior.

Tenho escrito este livro durante meu próprio processo de identificação daquilo que me energiza no presente e que, consequentemente, me leva a investir minha energia da maneira mais apropriada possível desde meu propósito de contribuir como indivíduo social desde minha paz.

Nas quase 20 páginas, encontramos informação que podemos integrar para nos fazermos mais conscientes do uso de nossa própria energia desde nossas emoções até nossa nutrição.

Lembrando de que cada uma de nossas decisões constrói nosso destino, entendemos a importância de tomarmos decisões alinhadas à nossa paz, pois é desse jeito que entre todos construimos a paz mundial que queremos. Energia, nutriçao, respiraçao, decisões, tomada de decisões, investimentos, indivíduos sociais, paz, conhecimento, emoções, presença

Família

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É essencial que entendamos a definição de certas palavras para experimentarmos seu significado como realmente é, isto pode nos transformar e nos conectar mentalmente com nossa paz. Segundo o dicionário Michaelis, família é um grupo de pessoas unidas por convicções, interesses ou origem comuns. Seguindo ao pé da letra esta definição, podemos entender que todos somos família, pois temos em comum o mesmo planeta de origem.
Tenho conhecido muitas situações de pessoas que quando se conhecem se sentem em casa, que têm afinidade muito profunda com pessoas que não imaginavam que poderiam se relacionar en níveis altos de intimidade mental, sentimental e física, e que têm entendido que família somos todos. Para potencializarmos nossa paz devemos aprender a decidir no presente o que é mais apropriado para nossa construção desde a integridade, isto inclui todo tipo de relacionamentos, alí onde nos sentimos livres de expressarmos nossa verdade de coração é onde devemos investir nossa energía.

Com amor,
Ángel

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Instinto, Intuição e Propósito

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Para construirmos tudo em nossa vida, é essencial que comecemos a expressar-nos mais alinhados com nosso propósito de paz, pois isso potencializa a integração de tudo o que somos para construirmos a sociedad em paz com a que sempre sonhamos. Quando investimos nossos recursos em pensamentos e expressões coerentes com esse sonho, com seu significado apropriado, damos mais energia àquilo que queremos, assim os resultados são cada vez mais evidentes.

Como sociedade temos usado o termo instinto, que por definição é uma reação animal de conservação, para justificarmos nossas decisões, o que em algum momento, em que não sabíamos comunicar-nos e respeitar-nos, pode ter sido útil, mas que hoje em dia podemos mudá-lo pelo uso da palavra intuição, que é a faculdade de entendermos as coisas instantâneamente. Agora que podemos focar em construirmos desde uma comunicação mais transparente e relacionamentos mais autênticos, podemos confiar em nossa intuição para continuarmos nosso desenvolvimento sustentável.

Este caminho de construção é uma série de decisões que nos leva a projetar o estado de nossa vibração atual, com os elementos conscientes e inconscientes, por este motivo, quando nosso desejo é a paz universal, é necessário integrarmos o pensamiento constante do desejo de manifestarmos essa paz que vem de aceitarmos nossa essência, isto programa nosso inconsciente, para que estejamos cada vez mais alinhados a nossa integridade, e guia nossa intuição para manter-nos sempre por esse caminho de infinito aprendizado desde tudo o que potencializa nossa paz no presente.

Na medida em que, como indivíduos sociais, fazemos da paz nosso propósito comum, o resto dos recursos se transformam no meio para chegarmos à paz, alguns precisam ser ajustados, outros apenas potencializados, mas, no fim, tudo nos ensina que a integração é inerente ao propósito da paz (clique aqui para ler sobre ativarmos nosso modo propósito).

Com amor,
Ángel

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Reflexos nos Relacionamentos: Edição Especial

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Há um assunto que é muito comum quando há falta de autoconhecimento, a injustiça, tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. No trabalho é apresentado, acima de tudo, no reconhecimento da perspectiva pessoal de cada um, pois é percebida a desigualdade de remuneração em relação ao esforço de trabalho e o que chamamos de “puxa-saquismo” no Brasil. Já na vida pessoal, pode acontecer em nossa família, casal ou amizades, é também a percepção de que o que fazemos não é suficiente para as pessoas, que cada vez exigem mais de nós e não reconhecem nosso “esforço” (eu coloco a palavra esforço entre aspas porque é o que fazemos quando tentamos buscar aprovação externa, o que não é necessário quando começamos a nos guiar através da aprovação interna – clique aqui para ler o artigo completo sobre Aprovação Interna em 3 passos).

Conectado ao conceito de injustiça, em geral, há poder sobre outros. No trabalho, em alguns casos, as pessoas que ocupam posições mais altas são pessoas que usam seu poder pessoal para manipular todos e tudo a seu redor, e essa é uma das razões para chegar a essa posição (fora do poder que eles têm com o conhecimento e a experiência que podem ter), obviamente, se nosso desejo é exercermos nosso poder pessoal sobre nós mesmos, não nos encaixamos numa posição que exige fazer isso, certo? Já em outros tipos de relacionamentos, encontramos pessoas que querem exercer controle sobre os outros e não deixá-los ser eles mesmos (fiquemos de olho, podemos ser nós mesmos), aqui encontramos avós, pais, filhos, irmãos, casais, amigos, que querem tudo feito à sua maneira e, quando isso não é feito, eles usam o medo como uma ferramenta de manipulação para ganhar controle.

Nos sentimos identificados com alguma dessas situações? Se a resposta for “SIM”, continuemos lendo esta edição especial de reflexos para que possamos encontrar uma maneira assertiva de sairmos dessa situação e criarmos novas oportunidades em nossa vida com base em decisões pessoais feitas por convicção (clique aqui para ler o artigo sobre decidir por convicção).

AMBIENTE LABORAL

Como podemos agir de forma mais assertiva perante situações que consideramos injustas no local de trabalho? O principal nesta situação é entendermos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí sobre nós mesmos.

Tenho escutado muitas pessoas reclamarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também tenho notado que muitas dessas pessoas que reclamam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento, e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecer melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de percebermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos (clique aqui para ler sobre o que merecemos), bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos algumas perspectivas que podem contribuir para nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos com nossos talentos pessoais integrados. O que é que se facilita, e gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais íntegra, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 7 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade. É por isso que escrevo e assisto às pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em paz em todas as áreas de sua vida? 

RELACIONAMENTOS PESSOAIS

Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos um personagem que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a transparência nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal (clique aqui para ler sobre empoderamento), cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecermos às pessoas e entendermos como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o conhecimento).

Aqui estão algumas perspectivas que podem contribuir com a nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos (incluindo nós mesmos), se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos e expressamos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre coerência).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o bastante para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, consciente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação (clique aqui para ler o artigo sobre perdão).

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava satisfeita com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso e expresso de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz que permite que você esteja em paz?

Com amor,
Ángel

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Terminamos, e agora?

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Um tema muito recorrente na questão de relacionamentos é o fim dos mesmos, às vezes bem definido, outras nem tanto, mas, no final, têm em comum que nos tiram de nossa zona de conforto e nos fazem nos questionarmos sobre muitas coisas. Mas, o que podemos fazer, quando isto acontece, para nos acostumarmos ao espaço que deixa o costume da presença do outro? Este é o assunto deste artigo.

Primeiro é importante que tenhamos um tempo a sós para observarmos, de forma objetiva, o relacionamento e os sentimentos que temos tido durante o tempo que temos estado juntos, pois isto nos leva a entendermos que devemos fazer alguns ajustes em vários aspectos de nós mesmos, desde decidirmos o que esperamos de um relacionamento, até definirmos os princípios básicos que o mesmo deve ter como base, isto é o que nos leva a decidir com mais assertividade em que momento podemos dar o passo para entrarmos num novo relacionamento.

Depois de termos encontrado os motivos que nos levaram a decidir entrarmos no relacionamento, e as necessidades por trás deles, é importante que consigamos soltar o que já não faz parte de nossa construção, em muitos casos guardamos a esperança de voltarmos porque não temos a certeza do que queremos construir, por isso é tão importante que aprendamos a ser claros e coerentes com nós mesmos, para poder expressar isso aos outros.

Por último, é necessário assumirmos nossa responsabilidade sobre tudo o que tem acontecido, aceitarmos que, enquanto sejamos os mesmos no nível de crenças e emoções, não há como manter mudanças que agradem ao outro e que nos façam sentir bem com nós mesmos no longo prazo. Nós mudamos por uma necessidade interna de estarmos mais alinhados com nosso próprio momento, os outros só podem ser uma inspiração para nossa mudança, mas, somos nós quem decidimos quando é hora de fazê-lo, e se isso nos permite fluir com nossos princípios e valores.

Para finalizar, vejamos alguns passos que tem resultado úteis na vida das pessoas que conheço que tem terminado seus relacionamentos, e em minha vida, depois de ter terminado um relacionamento de 9 anos:

  1. Dedicar o tempo que passaríamos com a pessoa para fazer algo que curtamos fazer sozinhos. Em meu caso, escrever sempre tem sido um momento de reconexão comigo mesma, me permite canalizar qualquer emoção e até perceber coisas que sinto, das que não era consciente. Qualquer atividade que nos sirva como forma de expressão pode ser útil para o processo de conhecermos a nós mesmos.

  2. Nos permitirmos conectar com pessoas diferentes a nossos amigos e família para ampliarmos nossas perspectivas.

  3. Nos darmos o espaço e o tempo para fazer praticamente “NADA”, esses momentos sem compromissos em que podemos fluir com nossa própria companhia nos abrem novas possibilidades.

  4. Definir o que queremos de um relacionamento é essencial, pois nos permite tomar decisões por convicção (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção) con respeito aos relacionamentos que permitimos em nossa vida. Em meu caso, neste momento priorizo a liberdade de ser quem sou, e de permitir ao outro ser quem é, e a paz para construirmos um relacionamento desde a integridade, a transparência e o respeito, assim deixo minhas emoções fluir para sentir com meu coração o propósito de cada relação (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração).

É importante entender que o sentimento que temos construído pela pessoa permanece, sempre continua como parte de nós, mas simplesmente sabemos que precisamos seguir em frente transformando os limites do relacionamemto para continuarmos nosso próprio trabalho de autoconhecimento e evolução (clique aqui para ler sobre a sublimação de nossas realidades mental, emocional, criativa e sexual).

Temos sempre a possibilidade de achar diferentes formas de nos relacionarmos com o mundo, podemos escolher viver podendo ser quem realmente somos, com transparência e sinceridade, e conhecer pessoas que escolhem esse caminho também, pois é desse jeito que podemos construir bases sólidas e potencializadoras para expandirmos a autenticidade na unidade dentro de uma sociedade íntegra.

Com amor,
Ángel

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