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Empoderamos Nosso Modelo Mental

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É maravilhoso percebermos, através de nossa própria experiência, que a mente pode ser nossa melhor aliada para nos empoderarmos (clique aqui para ler sobre empoderamento pessoal), apenas precisamos focá-la no que queremos construir de coração para potencializarmos nossos resultados em todos os níveis.

Para entendermos nossos hábitos mentais, é essencial que percibamos os pensamentos que chegam a nós durante o dia, (clique aqui para ler sobre manter a mente no presente), estamos tão acostumados a eles que ao percebê-los é possível que nos sorprendamos da quantidade de pensamentos de dúvida que surgem sobre nós mesmos e nossos processos pessoais em todas as áreas de nossa vida, o que nos limita desde a falta de confiança em nós mesmos, pois alguns temos crescido procurando o que nos dá satisfação material em vez de desenvolvermos e trabalharmos desde a autenticidade de nossos próprios talentos.

Levando em conta que podemos assumir a responsabilidade sobre nossos pensamentos, é essencial que reprogramemos, de maneira coerente, a forma em que vivemos nossa experiência pessoal no mundo (clique aqui para ler sobre reprogramação de pensamientos)para isto, compartilho com vocês as crenças que tenho integrado, nos últimos dois anos, que têm me permitido empoderar meu sistema de crenças desde a autenticidade em unidade (na medida em que alinhamos nossos pensamentos, sentimentos e expressão a elas, percebemos que nossa realidade se transforma):

  1. TODOS SOMOS INFINITAMENTE DIFERENTES: temos diferentes talentos, motivações, ambientes nos que nos desenvolvemos, formas de nos expressarmos, maneiras de percebermos o mundo, etc., e todos estes aspectos têm infinitas combinações, portanto, precisamos investir nossos recursos em desenvolvê-los continuamente e levá-los à prática, de acordo com nosso próprio contexto, assim focamos nossa energía em nos construirmos auténticamente para construirmos integridade (clique aqui para ler sobre autoconhecimento).

  2. TODOS FAZEMOS PARTE DE UM TODO:  através de nossa experiência podemos perceber como tudo se organiza em sistemas, assim como as células trabalham para manterem o corpo em movimento, nós também podemos reconhecer-nos como células de uma sociedade. Desde esta perspectiva aprendemos a contribuir através de nossa autenticidade para a construção de uma sociedade em paz e sustentável (clique aqui para ler sobre construir conscientemente).

  3. O QUE TODOS QUEREMOS É PAZ: a pesar da satisfação que acreditamos ter numa vida cheia de conflitos internos que se exteriorizam (justamente por não termos experimentado outro estado devido a nossa falta de autoconhecimento) todos buscamos estar em paz, fluir realmente com quem somos e conectar-nos com pessoas e situações que potencializam essa paz. Manifestamos a paz fora quando estamos em paz desde dentro, quando nos conhecemos e aceitamos nossa essência, é nesse momento que nos dedicamos a construir desde nosso exemplo, através de ações conscientes, uma sociedade que se autorregula por seu alto grau de consciencia e conexão (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. SOMOS RESPONSÁVEIS PELO QUE MANIFESTAMOS EM NOSSA REALIDADE: nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações (ou reações quando há inconsciência) constroem todos os dias a realidade na que vivemos, então, para manifestar fora a paz que está dentro de nós mesmos, se faz necessário criarmos maneiras diferentes de pensarmos, sentirmos e nos expresarmos, entendendo que tudo tem um impacto onde estamos. Através da sublimação, podemos transformar a maneira em que vibramos, para conectarmos com nosso coração e aumentarmos a frequência vibratória de nosso propósito (clique aqui para ler sobre a sublimação de nossa realidade).

Estas quatro crenças têm sido extremamente empoderantes, me reconectam em todo momento com novas maneiras de me expressar e de abraçar o mundo, e com a certeza de estar sempre no momento e lugar apropriados para o desenvolvimento de meu propósito como célula dentro deste grande todo. E você, que crenças tem que têm te empoderado?

Com amor,
Ángel

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Estabelecendo Limites: como construir o respeito pessoal

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Na medida em que vamos expandindo nossa consciência pessoal aumentamos nossa conexão com quem realmente somos (clique aqui para ler sobre a transmutação do ser) e adquirindo novos hábitos empoderamos nossas raizes, as crenças e necessidades, desta maneira conseguimos acessar uma parte de nós que nos motiva a exercitar o respeito (clique aqui para ler sobre respeito).

Muitas pessoas tem transmitido que tudo vem de dentro e realmente é tão simples como isso. Quando queremos ser respeitados é muito importante que saibamos respeitar, de coração. Mas, como sabemos se estamos respeitando ou não, se não conhecemos nossos limites pessoais e os das outras pessoas (clique aqui para refletir sobre o respeto)? Aqui o autoconhecimento, a autoconfiança, o respeito e a comunicação transparente têm um papel muito importante, pois só nós mesmos podemos saber o que queremos, do que gostamos e do que precisamos, e quando isto está alinhado ao respeito e à construtividade, e desse jeito é comunicado, é realmente de coração.

Seguindo estes passos podemos ser mais assertivos ao estabelecer nossos próprios limites a partir de nosso coração:

  1. Empoderar crenças: temos crenças que fazem que exerçamos uma falta de respeito próprio. Por exemplo “se dizemos “NÃO” ficamos sozinhos” ou “dizer sempre “SIM” é necessário para ser uma boa pessoa”. Isto são crenças, ao nos abrirmos totalmente sem impor límites nos ferimos e damos esse exemplo a quem está ao nosso redor, por isso é importante verificar o motivo pelo qual temos deixado de construir o que desejamos (clique aqui para ler sobre empoderar crenças).
  2. Conexão interior, nosso desejo: entrar em contato com quem realmente somos nos ajuda a projetar nossa vida e a construir os límites necessários para nosso desenvolvimento. Se queremos um trabalho no que possamos ter um horário flexível podemos achá-lo, para isso devemos enviar nosso CV às empresas que oferecem este benefício ou criar nosso próprio negócio (isso seria um limite que nos ajuda a construir o que queremos). LEMBREMOS QUE O QUE DESEJAMOS DE CORAÇÃP SEMPRE ESTÁ CONECTADO À TRANSPARÊNCIA, AO RESPEITO E À CONSTRUTIVIDADE (clique aqui para ler sobre reconhecer o que é de coração).
  3. Limites claros: quando decidimos o que queremos em nossa vida pessoal, profissional, amorosa, etc., podemos estabelecer limites claros que nos tragam os resultados que queremos. O ideal é que estes limites estejam alinhados ao coração, isto é, que sejam desapegados e entendam a liberdade de ser do outro, para que assim possamos construir assertivamente.
  4. Comunicação e aplicação: para finalizar o processo é importante que comuniquemos nossa realidade às partes envolvidas e que apliquemos o que desejamos. Se desejamos um relacionamento onde haja fidelidade, lealdade, respeito e a liberdade de ser quem somos, devemos agir coerentemente com esse desejo, trabalhar em nós mesmos o que queremos para poder ofrecê-lo também.

Isto é um ciclo importante para nos conectarmos em um nível mais amoroso com o mundo, fazendo dele um hábito sentimos que nossos relacionamentos se transforman e se fazem mais tranquilas.

Depois de dois anos de trabalhar em uma empresa, percebi que meu desejo é estar com as pessoas e ajudá-las a serem uma melhor versão delas mesmas e ter tempo durante o dia para cuidar de mim mesma, o limite que estabeleci com o tempo foi “trabalhar onde possa ajudar pessoas e cuidar de mim”. Isso muda totalmente minha vida. E você? Tem aplicado algum limite que melhorou sua vida?

Com amor,
Ángel

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4 passos para transformar nossas, não tão necessárias, necessidades

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Para transformar nossa mente (clique aqui para ler sobre mente construtiva) e focar essa energia na construção empoderante de nossa vida e da dos demais não sempre é suficiente praticar ver o lado construtivo das situações, às vezes necessitaremos ir mais fundo para entender nosso sistema de crenças pessoal (clique aqui para ler sobre crenças) e as necessidades que há por trás do mesmo, pois ao conhecer a necessidade, que gera a crença, e transformá-la conseguimos, efetivamente, agir diferente de maneira coerente (clique aqui para ler sobre coerência).

Em alguns momentos parece difícil pensar algo construtivo sobre uma situação para empoderar nossos pensamentos ou crenças e é nesse momento que devemos parar para analisar a origem desse desconforto interior, pois há algo que não temos considerado, nossas próprias necessidades.

Com o passar do tempo construímos uma realidade com certas necessidades, que podem, ou não, ser nossas. Por este motivo é muito útil pasar um tempo vivendo de uma maneira diferente à que sempre temos vivido, pois nessa mudança percebemos que não tudo o que acreditamos que necessitamos é realmente o que necessitamos.

Agora que entendemos melhor o que é uma necessidade e seu efeito, vamos aprender uma maneira fácil de trabalhá-la.

  1. Identificar a necessidade que nos leva á crença que gera desconforto para ser empoderada.
  2. Analisar se esta necessidade é realmente necessária.
  3. Se não é necessária podemos mudar a necessidade.
  4. Se é necessária devemos alinhar a crença e o pensamento com ela e reunir a coragem necessária para transformar essa situação através da ação.

Para termos harmonía em nossa vida é importante mudar a perspectiva, alguns aspectos serão mais fáceis de trabalhar, outros menos, o importante é que sempre busquemos a integração.

Com amor,
Ángel

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Crenças Empoderantes: 3 passos para identificar e transformar crenças

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Mantendo a mente no presente (clique aqui para ler o texto sobre mente presente) e tendo pensamentos construtivos (clique aqui para ler o texto sobre mente construtiva) conseguimos nos conectarmos ao mundo desde uma perspectiva mais ampla, onde reconhecemos pequenas coisas que não tínhamos percebido antes. Sensações que vêm das mais variadas fontes e nos permitem conhecer um pouco mais sobre nós.

Para reforçar o processo construtivo do pensamento vamos trazer à consciência o sistema de crenças, que é uma parte importante de nosso ruido mental limitante, pois está instalado, funciona automáticamente e, muitas vezes, não condiz com o que realmente queremos.

Seguindo estes 3 passos podemos identificar as crenças que trazemos, se são limitantes ou empoderantes, e transformá-las.

  1. Identificar a crença origem do pensamento que surge.
  2. Responder a pregunta: esta crença me empodera ou empodera às outras pessoas? Se a resposta é “SIM” aqui finaliza o exercício com essa crença, se a resposta é “NÃO” seguimos com o terceiro passo.
  3. Transformar a crença limitante em crença empoderante.

O processo é simples, segue um exemplo para que fique mais claro.

  1. Pensamento: Nessa idade é impossível ter essa oportunidade –> Crença: depois de certa idade não há oportunidades.
  2. Esta crença é limitante, para mim e para os outros.
  3. Crença Empoderante: as oportunidades dependen do preparo e a atitude das pessoas.

Em alguns momentos para fazer a transformação vamos ter que buscar fatos que nos mostrem que nossa crença não é uma verdade absoluta. Neste caso vejo ao meu redor pessoas que com a idade tem se tornado mais completos como profissionais e sua experiência e conhecimento os tem levado a ser referência em sua área, pois eles acreditam que há oportunidades para quem tem habilidades e conhecimentos integrados a sua própria personalidade e nisso tem trabalhado sempre.

A chave para construir é o empoderamiento, tanto o nosso quanto o de os demais, então foquemos em compartilhar mais conheciminto e experiência em nossas interações para melhorar nosso trabalho em equipe.

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 2: Realidade Mental

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Agora que entendemos um pouco melhor o que é a sublimação (faça clique aqui para ler o artigo completo sobre sublimação), e como a experimentamos em nossa vida, podemos iniciar uma viagem através de nossa própria experiência, integrando todas as áreas que compõem nossa integridade humana. O assunto de hoje é a sublimação de nossa realidade mental, que é a base da maneira em que nos relacionamos com o mundo.

A realidade que existe em nossa mente, a que nutrimos, é a maneira em que vivemos nossa própria experiência. Temos várias opções e percebemos só as coisas às que damos atenção, porque é o que mais nos comunicam, já que nos conectamos e nos identificamos com isso. Então se decidirmos ver tudo como una adversidade, ou um desafio, nossa vida nos mostra isso em tudo o que fazemos, já quando decidimos ver tudo como um aprendizado vivemos a vida como uma experiência infinita de conhecimento. É por este motivo que é tão importante que verifiquemos a realidade que estamos nutrindo em nossa mente.

Reconhecendo como nossa mente influencia a maneira em que experimentamos nosso presente, podemos seguir passos simples para sublimarmos nossa realidade mental de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que pensamentos temos durante o dia que nos geram angustia, estresse, ansiedade, tristeza?, que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplo: se pensarmos na situação do país, nos sentimos inseguros, isto se intensifica ao assistirmos ou lermos jornais e falarmos com as pessoas sobre o assunto.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: buscamos a maneira de diminuirmos as necessidades que não são necessárias (faça click aqui para ver un passo a passo para avaliar nossas necessidades), de vivermos com o necessário, de pouparmos o que nos entra agora, de identificarmos nossos talentos para trabalharmos contribuindo com a construção de modelos mais construtivos, coerentes e transparentes, onde quer que estejamos.

  3. Identifiquemos os pensamentos e situações em nosso dia que nos trazem tranquilidade e nos fazem ter confiança em nós mesmos. Exemplo: quando focamos em fazermos algo para o que temos talento, quando passamos tempo com nós mesmos, com nossos filhos, com animais, com pessoas, com a natureza, etc.

  4. Foquemos nossa energia em intenção (pensamentos, sentimentos, palavras e ações) no que nos faz sentirmo-nos conectados com nós mesmos e com o mundo. Aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo desde casa.

A reflexão que fica para hoje é: Quanto tempo dedicamos por día para sublimar o que é construtivo para nós?

Um abraço,
Ángel

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Perdão Parte 4: Aceitando a Verdade

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Através desta série temos visto o perdão desde outro ponto de vista, integrado à culpa e ao controle, agora é necessário entender sobre a aceitação da verdade, pois é o que nos leva a conseguir aplicar o perdão em todas as áreas de nossa vida.

Aceitar a verdade requer um profundo conhecimento de nós mesmos. Todos sentimos de maneira diferente, todos nos expresamos como consequência do que sentimos aplicado a um contexto, seja a favor ou em contra do mesmo, e escolhemos nosso caminho, embora, às vezes, tomemos as decisões sendo incoerentes com quem realmente somos. O quê nos leva a decidir sair com uma pessoa comprometida?, ou trabalhar numa empresa que vende algo que não compramos?, ou ficar longe de nuestra familia por construir otra?, este tipo de perguntas, respondidas com franqueza (sem tentarmos criar jogos mentais que nos dêem sempre a razão), nos dão uma visão mais objetiva de nós mesmos e do que queremos de coração.

Quando assumimos a responsabilidade pelo que expressamos, sentimos e pensamos, nos conectamos com nossa verdade, a que nos mostra que estamos onde nós mesmos temos nos levado, ninguém é culpado, tudo é apenas nossa responsabilidade. Permitimos contato com pessoas, aceitamos ofertas de trabalho, decidimos manter longe certas coisas e hoje somos o resultado de cada uma de nossas decisões, então, queremos continuar onde estamos ou não?. Se a resposta é “NÃO”, então é necessário tomarmos decisões que nos levem a estar onde realmente queremos, de maneira mais coerente e aceitando que não sempre o que temos querido é o que está realmente alinhado com nossa própria verdade.

Liberando-nos dos medos e crenças que têm nos mantido longe de tudo aquilo que nos permite fluir e nos sentirmos respeitados, conseguimos nos reconectarmos para construir uma realidade mais coerente com nossa essência, o processo pode demorar, mas é importante decidirmos dar o primeiro passo. E para fechar a semana, é necessário nos conectarmos com nossa voz interior, essa voz que nos leva a fazer o que nos integra, o que faz com que nos sintamos completos.

Aceitemos nossa verdade e veremos florescer a verdade de todos, y tudo, ao nosso redor 🙂

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 1: Definição e Ressignificação

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Falando com minha amiga Lina María (autora do Portal EA), percebemos que é necessário quebrar alguns paradigmas com respeito ao perdão para entendê-lo melhor e poder integrá-lo a nossa vida de maneira fácil e efetiva. Por este motivo, esta e as próximas publicações estão focadas na ação de perdoar, passando pela definição, quebra de paradigma, ressignificação, integração e aplicação do perdão, integralmente, em nossa vida.

A palavra perdão é definida como a ação de perdoar, e perdoar como excetuar alguém do que se faz com todos, ou tirar a obrigação que tem. Integrando esta definição a nossa experiência pessoal, é comum que vejamos o perdão como uma forma superior de nos relacionarmos com pessoas ou situações que, desde nosso ponto de vista, tem nos ferido. É a partir daquí que podemos quebrar o paradigma de perdoar.

Quando entendemos que as comparações, os julgamentos e as culpas fazem parte de un modelo que necessita ser transformado para aprender a nos relacionarmos de uma maneira mais transparente, autêntica, respeitosa e responsável, para podermos construir e reformar de maneira sustentável nosso planeta, é necessário quebrar o paradigma de que o perdão nos faz melhores ou superiores e ressignificá-lo como a integração da ideia de que somos responsáveis por escolher se algo, efetivamente, nos afeta ou nos faz mal.

Normalmente nos sentimos feridos quando a situação não sai como esperávamos, mas, assim como podemos culpar ao outro pelo que diz ou faz, também podemos nos responsabilizarmos pela expectativa que temos criado para nos sentirmos bem, aceitos, amados, acolhidos, etc, e por termos permitido que o outro entre e permaneça em nossa vida. Se analizarmos um pouco mais, nos sentirmos feridos vem de uma necessidade de controle, de querermos controlar nossa vida e as situações e pessoas nela. Por isso vamos ver estes passos que nos ajudam a conectarmos com um lado de nossa natureza humana que consegue fluir com o coração:

  1. Ver a vida como um constante aprendizado: quando entramos em cada situação, com todos os sentidos, podemos perceber elementos que podem nos levar a uma compreensão mais ampla de quem somos.
  2. Agradecer por cada minuto vivido: podemos escolher ver a vida como um milagre, podermos respirar e fazer o que fazemos pode ser sempre um motivo de gratidão e os aprendizados também, por mais dolorosos que possam parecer, nos mostram que somos mais do que acreditamos ser.
  3. Pormos em prática os exercícios para trazer a mente ao presente (clique aqui para ler o artigo sobre mente presente), exercitarmos o empoderamento de crenças (clique aqui para ler o artigo sobre crenças) e aceitarmos às pessoas e situações como são.

 

Compartilhemos as experiências de perdão nos comentários para que possamos ampliar nossos pontos de vista. O assunto do próximo artigo é a culpa e como ressignificá-la e integrá-la ao processo do perdão pessoal.

Com amor,
Ángel

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