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Família

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É essencial que entendamos a definição de certas palavras para experimentarmos seu significado como realmente é, isto pode nos transformar e nos conectar mentalmente com nossa paz. Segundo o dicionário Michaelis, família é um grupo de pessoas unidas por convicções, interesses ou origem comuns. Seguindo ao pé da letra esta definição, podemos entender que todos somos família, pois temos em comum o mesmo planeta de origem.
Tenho conhecido muitas situações de pessoas que quando se conhecem se sentem em casa, que têm afinidade muito profunda com pessoas que não imaginavam que poderiam se relacionar en níveis altos de intimidade mental, sentimental e física, e que têm entendido que família somos todos. Para potencializarmos nossa paz devemos aprender a decidir no presente o que é mais apropriado para nossa construção desde a integridade, isto inclui todo tipo de relacionamentos, alí onde nos sentimos livres de expressarmos nossa verdade de coração é onde devemos investir nossa energía.

Com amor,
Ángel

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Construindo solidamente, integrando nossa essência

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Para mim, tem sido uma ótima descoberta perceber que nem tudo o que parece “bom” realmente vem do coração ou é o mais apropriado para mim. Durante a nossa vida, temos nos acostumado a fazermos julgamentos sobre tudo o que percebemos e, geralmente, dizemos que alguém tem um bom coração porque, aparentemente, ajuda ao mundo, às pessoas ou aos animais desinteressadamente, o que se tornou moda também no que diz respeito às empresas, então, quando alguém quer ter um destaque, para ser percebido como alguém de bom coração, faz a caridade de maneira “desinteressada”, mas, isso realmente vem do coração ou é algo construído pela mente a partir dos julgamentos que estão na sociedade?

Todos nascemos com o potencial de sermos o que queremos, desde a pessoa mais ruim à mais boa (desde qualquer percepção da sociedade), tudo depende de para onde vamos direcionar nossa energia (pensamentos, sentimentos e expressão), para qualquer lado que escolhermos, nossa mente se enche de razões para justificar que o que fazemos é certo e outros devem nos seguir porque estão errados, mas na realidade cada um de nós está en seu caminho apropriado para aprender, de algum jeito, o que precisa. Nós existimos para aprendermos constantemente, quando não o fazemos, sofremos, mas, e se decidirmos aprender com nós mesmos de agora em diante?

Para construirmos algo con bases sólidas é necessário começarmos pelo autoconhecimento, quando focamos nossa energia em algo do qual não gostamos ou para o que não somos bons, em algum momento o que temos construído se destrói, pois só a confiança real em nós mesmos, em nossas capacidades e em nossos talentos, nos leva a tomar decisões mais assertivas e a construirmos desde nossa própria base. Vejamos alguns pontos importantes para construirmos com solidez:

  1. DESEJOS: Ao longo de nossa vida criamos muitos desejos que vêm da mente, de nosso apego ao material e às pessoas, de nos compararmos com os outros. Tudo isso nos leva a canalizar a energia onde nos dizem que podemos ter melhores resultados, muitas vezes sem nos importarmos com nós mesmos ou com os outros, às vezes até ignorando as próprias leis, e aí vamos desperdiçando nossa vida no que acreditamos que necessitamos para sermos felices. É importante que nos lembremos de que a plenitude está no momento presente, e que o desejo do coração (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração) nos leva a agir aqui e agora, dando passos firmes e seguros para construirmos a partir de nossos talentos e dons integrados, nós devemos ser os donos de nossos próprios desejos e ir aprendendo a dar-lhes forma a cada minuto, com cada pensamento, com cada sentimento, com cada palavra, com cada ação, com cada gesto. Nossos desejos nunca são grandes ou pequenos demais, por isso é importante que aprendamos a viver de maneira mais autêntica, a amar e integrar o que somos.

  2. COERÊNCIA: Desde nosso relacionamento com nós mesmos, passando pelo relacionamento que temos com nossa família e com o ambiente em que vivemos, é importante que estejamos cientes do que precisamos para nos relacionarmos com respeito e transparência (clique aquí para ler sobre transparência). Pratiquemos a coerência entre o que nós mesmos pensamos, sentimos e expressamos, para que possamos realmente ser coerentes e trazer essa energia completamente para todas as áreas da nossa vida que são realmente uma prioridade para nós.

  3. AJUDA: Na realidade ninguém precisa de ajuda (clique aqui para ler sobre audar vs. contribuir), do que precisamos é de assistência no que não somos especialistas para podermos construir. Ao nos dedicarmos a “ajudar” pessoas que acreditamos que precisam, porque nos pedem ou porque acreditamos que elas precisam, não estamos dando assistência para construirem, mas dando o que querem para permanecerem em sua zona de conforto, portanto é essencial aprendermos a nos conhecer melhor e a nos conectar com o coração para podermos contribuir com o que está alinhado com quem realmente somos e o que podemos dar.

Comecemos a nos conectar mais amorosamente com nós mesmos, quanto mais nos aceitamos mais assertivas são nossas decisões, evitemos julgar o que parece bom ou ruim e deixemos o coração nos levar pelo caminho da nossa tranquilidade, sempre respeitando tudo e todos a nossa volta (clique aqui para ler sobre a harmonia da energia). Para termos um mundo mais consciente e transparente, não precisamos ser os melhores, apenas precisamos ser a versão mais íntegra de nós mesmos.

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Com amor,
Ángel

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Perdão Edição Especial

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É necessário quebrarmos alguns paradigmas com respeito ao perdão para entendê-lo melhor e poder integrá-lo a nossa vida de maneira fácil e efetiva. Por este motivo este artigo está focado na ação de perdoar, passando pela definição, quebra de paradigma, ressignificação, integração e aplicação do perdão, integralmente, em nossa vida.

A palavra perdão é definida como a ação de perdoar, e perdoar como excetuar alguém do que se faz com todos, ou tirar a obrigação que tem. Integrando esta definição a nossa experiência pessoal, é comum que vejamos o perdão como uma forma superior de nos relacionarmos com pessoas ou situações que, desde nossa perspectiva, tem nos ferido. É a partir daquí que podemos quebrar o paradigma de perdoarmos.

Quando entendemos que as comparações, os julgamentos e as culpas fazem parte de un modelo que necessita ser transformado para aprendermos a nos relacionar de uma maneira mais transparente, autêntica, respeitosa e responsável, para podermos construir e reformar de maneira sustentável nosso planeta, é necessário quebrar o paradigma de que o perdão nos faz melhores ou superiores e ressignificá-lo como a integração da ideia de que somos responsáveis por escolher se algo, efetivamente, nos afeta ou nos faz mal.

Normalmente nos sentimos feridos quando a situação não sai como esperávamos, mas, assim como podemos culpar ao outro pelo que diz ou faz, também podemos assumir a responsabilidade pela expectativa que temos criado para nos sentirmos bem, aceitos, amados, acolhidos, etc, e por termos permitido que o outro entre e permaneça em nossa vida. Se analizarmos um pouco mais, nos sentirmos feridos vem de uma necessidade de controle, de querermos controlar nossa vida e as situações e pessoas nela. Por isso vamos ver estes passos que nos ajudam a conectarmos com um lado de nossa natureza humana que consegue fluir com o coração:

  1. Ver a vida como um constante aprendizado: quando entramos em cada situação, com todos os sentidos, podemos perceber elementos que podem nos levar a uma compreensão mais ampla de quem somos.
  2. Agradecer por cada minuto vivido: podemos escolher ver a vida como um milagre, podermos respirar e fazer o que fazemos pode ser sempre um motivo de gratidão e os aprendizados também, por mais dolorosos que possam parecer, nos mostram que somos mais do que acreditamos ser (clique aqui para ler sobre a gratidão).
  3. Pormos em prática os exercícios para trazer a mente ao presente (clique aqui para ler o artigo sobre mente presente), exercitarmos o empoderamento de crenças (clique aqui para ler o artigo sobre crenças) e aceitarmos às pessoas e situações como são.

INTEGRAÇÃO DA CULPA

Agrora abordemos a culpa, para entender como integrá-la de uma maneira em que possamos transformar o que tem deixado de ser útil em nosso presente.

Alguns de nós temos aprendido a assumir a responsabilidade pelo bem-estar dos outros, desde o emocional até o material. A partir deste papel surgem muitas culpas ao longo de nossas vidas, pois tentamos agradar todo mundo para garantirmos a harmonia onde quer que estejamos e, se sentirmos que não conseguimos fazer isso, nos culpamos pelas consequências de nossas “faltas”.

Por definição, culpa é a responsabilidade por uma ação que ocasiona dano ou prejuízo a outra pessoa, mas, o que realmente acontece é por culpa de alguém?, e se TODOS aprendermos a assumir nossa responsabilidade em cada assunto e buscamos juntos a maneira de fazermos os ajustes necessários para que a próxima vez TODOS sejamos responsáveis pela consequência “boa” de nossos atos? (clique aqui para ler sobre responsabilidade)

Integremos a culpa para canalizá-la como uma responsabilidade pessoal, na que, cada um de nós assume conscientemente que cada decisão (ou falta dela, que também é decisão) tem um impacto em tudo e todos ao nosso redor, e construamos consequências mais assertivas a partir de cada situação.

SOLTANDO O CONTROLE

Como falado antes, é comum que nos sintamos feridos quando as situações não saem como esperávamos ou as pessoas não agem como queremos. Mas, se às vezes nós mesmos não agimos como pensávamos que agiríamos, ou não dizemos o que pensamos que diríamos, como poderíamos esperar algo de outros? Este é o ponto de partida sobre soltar o controle.

Pensarmos que temos o controle sobre os outros é uma ilusão. Surge da ideia de que somos superiores ou de que temos mais capacidades, como pais, filhos que mantêm seus pais, professores, chefes, líderes, irmãos mais velhos, namorados, esposos, amantes, etc., e de que inspiramos respeito. Estes relacionamentos de controle se baseiam na ideia de que quem depende de nós, seja física, material ou emocionalmente, pode ser controlado por nós, e na realidade só conseguimos ver o que confirma isto que é a manifestação do medo do outro, que nada tem a ver com respeito. Mas, conseguimos perceber que cada uma das pessoas está decidindo de acordo a seus próprios temores e à posição que decide assumir? (clique aqui para ler sobre respeito)

Então, realmente temos o controle sobre algo?. A resposta é sim, sobre nós mesmos através do autoconhecimento. Quando decidimos soltar o controle externo para nos permitirmos sentir dentro de nós, conseguimos entender o que nos motiva a nos expresarmos e viver de certa maneira. De onde vem esse amor pelo controle?, de nossa insegurança de nós mesmos? Ao nos conhecermos ganhamos confiança, sabemos o que podemos fazer, entendemos e respeitamos nossos limites e issso nos mostra que o controle externo não é o que achamos. Se podemos estar bem com nós mesmos, viver desfrutando o que gostamos e nos expresarmos de maneira mais objetiva, para que queremos controlar aos outros?  

Podemos nos comprometer a termos control do que expressamos, ou deixamos de expressar, de como nos nutrimos, da atividade física que damos ao nosso corpo, de escolhermos as pessoas com as que nos sentimos mais à vontade, de criarmos nosso ambiente e permitirmos que o que nasce dalí flua, trazendo aprendizado e crescimento.

ACEITANDO A VERDADE

A aceitação da verdade é o que nos leva a conseguir aplicar o perdão em todas as áreas de nossa vida.

Aceitarmos a verdade requer um profundo conhecimento de nós mesmos. Todos sentimos de maneira diferente, todos nos expresamos como consequência do que sentimos aplicado a um contexto, seja a favor, em contra do mesmo ou de maneira neutral, e escolhemos nosso caminho, embora, às vezes, tomemos as decisões sendo incoerentes com quem realmente somos. O quê nos leva a decidir sair com uma pessoa comprometida?, ou trabalhar numa empresa que vende algo que não compramos?, ou ficar longe de nuestra familia por construir otra?, este tipo de perguntas, respondidas com franqueza (sem tentarmos criar jogos mentais que nos dêem sempre a razão), nos dão uma visão mais objetiva de nós mesmos e do que queremos de coração.

Quando assumimos a responsabilidade pelo que expressamos, sentimos e pensamos, nos conectamos com nossa verdade, a que nos mostra que estamos onde nós mesmos temos nos levado, ninguém é culpado, tudo é apenas nossa responsabilidade. Permitimos contato com pessoas, aceitamos ofertas de trabalho, decidimos nos manter longe de certas coisas e hoje somos o resultado de cada uma de nossas decisões, então, queremos continuar onde estamos ou não?. Se a resposta é “NÃO”, então é necessário tomarmos decisões que nos levem a estar onde realmente queremos, de maneira mais coerente e aceitando que não sempre o que temos querido é o que está realmente alinhado com nossa própria verdade.

Liberando-nos dos medos e crenças que têm nos mantido longe de tudo aquilo que nos permite fluir e nos sentirmos respeitados, conseguimos nos reconectar para construirmos uma realidade mais coerente com nossa essência, o processo pode demorar, mas é importante decidirmos dar o primeiro passo. É necessário nos conectarmos com nossa voz interior, essa voz que nos leva a fazer o que nos integra, o que faz com que nos sintamos completos (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

Aceitemos nossa verdade e vejamos florescer a verdade de todos, y tudo, ao nosso redor 🙂

NOS ALINHANDO CON NOSSA VOZ INTERIOR

Nossa perspectiva sobre o perdão se expande ao entendermos que toda ferida nasce de expectativas e necessidades, e que, ao assumirmos a responsabilidade, soltarmos o controle e aceitarmos a verdade começamos a viver uma realidade em que descubrimos que o principal motivo das feridas é nossa falta de conexão pessoal, o que nos leva a construir uma nova forma de nos relacionarmos, a partir do respeito por nós mesmos (clique aqui para ler sobre construirmos o respeito pessoal).

Nosso ego é um aliado poderoso quando decidimos integrá-lo como parte do ser integral que somos (clique aquí para ler o artigo completo sobre integração do ego), mas, enquanto tentemos “ignorá-lo” continua sendo o opositor de nossa voz interior, essa outra voz que nos compara, positiva ou negativamente, com os outros, essa voz que julga, essa voz que teme mesmo arriscando, essa voz que, ao questionarmos, sempre vai dar-nos uma resposta que vem da preservação de nós como indivíduos separados.

Quando exercitamos focar nosso ego em nos conhecermos melhor, nossos pensamentos começam a se acostumarem a falar de nós mesmos, evitando o julgamento, a comparação e a culpa, é nesse momento que começamos a sentir nossa voz interior, a que nos aceita como somos e nos mostra a maneira mais apropriada de nos construirmos em cada momento de nossa vida. Uma pergunta super útil para verificar a origem de cada pensamento é: Isto é só para meu bem-estar ou contribui para o bem-estar de tudo e todos? Com o tempo o ego aprende a fluir com o coração e a voz interior vai se alinhando e focando no que nos permite fluir, e amamos, que causa um impacto coerente e construtivo em nós e tudo ao nosso redor (clique aqui para ler sobre identificarmos o que é de coração).

Escutarmos a voz interior é confiarmos de verdade em nós mesmos, compreendermos que sempre estamos acompanhados, que há infinitas maneiras de nos relacionarmos com nós mesmos, e com o mundo, e que podemos sempre decidir fluir com nosso coração (clique aqui para ler sobre transformarmos nossa humanidade).

Com amor,
Ángel

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O que merecemos?

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Aprendermos a seguir o nosso coração (clique aqui para ler o artigo completo sobre a conexão com nossos corações) é uma das formas mais efetivas para que entendamos que somos valiosos como somos e que, se decidimos ser íntegros e completos no presente, isso é o mínimo que merecemos viver, é a partir daqui que começamos a priorizar, de forma mais apropriada para nós, as atividades e as pessoas em nossas vidas.

Algumas das nossas crenças nos fazem aceitar migalhas da vida, porque sentimos de alguma forma que é isso que damos, é por isso que precisamos aprender mais sobre nós mesmos e investir no desenvolvimento de nossas habilidades humanas como um todo, desde a maneira em que nos relacionamos com nós mesmos, como base, até como damos o mais apropriado para nós em cada momento em que vivemos. Vamos ver situações que podem se apresentar, nas quais podemos escolher um caminho mais integral para nós mesmos:

  1. Dependemos de que as pessoas façam o que queremos? É mais comum do que pensamos, ocorre principalmente nas relações de poder em que precisamos sentir que dominamos a outra pessoa para nos sentirmos seguros. Precisamos aprender a sermos autossuficientes e nos conhecer tão bem que saibamos o que realmente podemos fazer, para sabermos o que os outros podem dar também. Todos nós temos nossos talentos e podemos construir juntos, mas não delegar responsabilidade por tudo o que queremos e precisamos, cada um de nós deve fazer sua parte. Desta forma, temos relacionamentos mais construtivos e deixamos a dependência emocional de lado para construirmos relacionamentos mais integrais.

  2. Consideramos que não recebemos o que damos? Avaliemos os motivos que nos levam a dar, porque muitas vezes acreditamos que é o melhor para a outra pessoa sem considerar o que ela vive. Só podemos realmente saber o que é mais apropriado para nós, dar mais atenção ao que podemos trabalhar em nós mesmos e escutar mais aos outros, evitando as nossas respostas automáticas.

  3. Dizemos SIM por satisfazermos aos outros? A vida é feita de momentos, dizendo sim a tudo sem nos questionarmos se é o que é realmente necessário para construirmos o que queremos em nossas vidas, é dizer que merecemos qualquer coisa, avaliemos melhor e decidamos de acordo com nossos próprios princípios e projetos, respeitemos a nós mesmos (clique aqui para ler sobre como dizer “NÃO”).

  4. Nos interesa alguém que está comprometido? Este caso pode se apresentar, então, antes de tentarmos convencer-nos, através de nossas crenças, ou experiências pessoais ou de outros, que é correto entrar no meio de um relacionamento, pensemos em como gostaríamos que nosso relacionamento fosse e se o que vamos fazer gostaríamos de experimentá-lo se fóssemos a outra pessoa do casal. Qualquer ação ou reação tem seu efeito, assim que, mesmo que nos sintamos imunes, é necessário avaliarmos cada passo que queremos tomar.

  5. Trabalhamos por amor o por necessidade? Os medos de que carecemos de recursos ou de que nossos talentos não são pagos se os fazemos sozinhos (ou demoram em nos dar retorno), ou a necessidade de nos tornarmos milionários porque pensamos que seremos felizes, ou porque pensamos que apenas o dinheiro leva ao sucesso, estes são alguns dos motivos que podem nos manter numa vida governada por dinheiro que nem nos satisfaz, mas pelo menos nos faz sentir segurança material. Questionemo-nos sobre nossas prioridades na vida, trabalhamos num lugar que respeita as pessoas, o meio ambiente, e que tem valores alinhados aos nossos como pessoas? O que faríamos se tivéssemos um último dia de vida, trabalharíamos nessa empresa? Aqui precisamos integrar tudo com o que fluimos e colocá-lo no contexto em que nos encontramos. Lembremo-nos de que o sucesso é o resultado feliz de um ato, portanto, passarmos sobre nós mesmos, nossos princípios e outras pessoas (por mais bem mentalmente justificado que possa parecer), não é termos sucesso, avaliemos nossas ações de maneira cada vez mais consciente.

Merecemos um presente integral, alinhado aos nossos valores e ao respeito e ao amor que temos por nós mesmos, então, avaliemos as opções que nos são apresentadas, tudo o que nos faz duvidar podemos avaliá-lo melhor ainda, confiemos mais em nós mesmos, e em nossas capacidades, e veremos uma nova realidade para nós (clique aqui para ler sobre como decidirmos por convicção).

Com amor,
Ángel

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Conectando-nos Com Nosso Coração

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No artigo mais recente, aprendemos sobre como sublimar nossa experiência através do nosso mundo mental, criativo, sexual e emocional (clique aqui para ler sobre sublimação), e estas questões estão totalmente ligadas à nossa conexão pessoal com o nosso coração.

Nosso coração é nosso guia, sempre que vivemos em calma, fazemos o que nos traz paz, nos concentramos em nossos talentos e permanecemos em nosso próprio estado de fluxo, nos sentimos naturalmente alinhados com a vida mesma. No momento em que nossa mente se alinha com a nossa verdadeira natureza e desejo, aqueles que respeitam os nossos próprios limites e sonhos através da calma das nossas interações, vivemos uma vida mais coerente, porque é o momento de grande satisfação que existe como uma consequência da aceitação total de quem somos. Para aprendermos através do amor, é necessário que nos conectemos com o nosso coração e continuemos colocando toda nossa intenção nisso (pensamento, sentimento e expressão).

Para nos conectarmos com nossos corações, é importante que possamos trabalhar nossa própria coerência para alcançarmos nossa auto-suficiência pessoal. A coerência pessoal é a consequência de uma avaliação consciente do desejo do nosso coração, do que realmente gostamos de fazer, para podermos integrá-lo no presente e no nosso contexto, e construirmos bases sólidas para o nosso desenvolvimento em todas as áreas da nossa vida. Cada momento, e cada passo com mais consciência e certeza, nos fortalece de dentro para fora, fazendo com que se potenacialize nosso poder pessoal, tornando-nos autossuficientes, através de nosso próprio talento, e contributivos para nos conectarmos com os talentos dos outros, para construirmos uma sociedade consciente e sustentável.

Ententendo que a nossa realidade vivida do coração é a medida apropriada entre receptividade e atividade em todas as áreas da nossa vida, podemos nos fazer as seguintes perguntas para nos conhecermos um pouco melhor e agirmos de acordo:

  1. Com que tipos de seres fluimos?, com jovens, com cães, com plantas, com crianças, com seres microscópicos, com nossa familia, com nosso par, com nossos amigos, etc. Há muitas opções que podemos considerar para entendermos um pouco mais sobre o que trazemos em nosso coração como talento principal.

  2. Quais são as atividades com as que mais fluimos durante o dia?, há muitas atividades com as que podemos fluir como cozinhar, cantar, limpar, cuidar, escrever, ler, viajar, etc. É importante que saibamos realmente que é no que fluimos fazendo, essas atividades nas que perdemos a noção do tempo porque nos conectamos totalmente com elas, sobre tudo as integradas aos tipos de seres com os que mais fluimos.

  3. O que poderíamos fazer que nos gere ingressos e nos permita fluir? Aqui necessitamos integrar tudo com o que fluimos e colocá-lo no contexto em que nos encontramos. Por exemplo, se fluimos mais com as crianças e fazendo música, podemos iniciar un projeto de música para crianças no parque de nosso bairro, que, de acordo com nossa própria experiência, pode expandir-se ou permanecer onde foi estabelecido. Lembremos-nos de que tudo o que nos faz fluir pode ser remunerado, pois é um serviço que estamos prestando através de nosso talento, nossa paixão e nosso investimento de recursos para fortalecê-los.

Nosso coração só nos leva ao longo dos caminhos que conhecemos em todos os níveis, onde estamos mais conscientes do terreno em que pisamos, então sempre que tivermos uma decisão importante, respiremos profundamente e pensemos em cada uma das opções que temos calmamente, o que nos gere mais paz de espírito é o que estamos preparados para enfrentar com todas as consequências que pode gerar. Lembremos-nos de que, mesmo que não conheçamos as leis, elas aplicam em todos os momentos, vejamos as consequências que tem gerado nossas reações ao longo da vida (na área de relacionamentos de casal, de amigos, de família, do trabalho, da escola, etc.) e saibamos mais sobre as leis do lugar onde vivemos, assim podemos tomar decisões cada vez mais assertivas e construtivas para nós mesmos.

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência: Edição Especial

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Através de nossa experiência pessoal, é perceptível que nós mesmos podemos construir sentimentos sublimes sobre coisas que parecem simples e às quais normalmente no lhes damos muita importância, é questão de vivermos o momento plenamente e ampliarmos nossa consciência sobre nós mesmos. Isto se conhece como SUBLIMAÇÃO, que, segundo a definición, é engrandecer, exaltar, elevar a un grau superior.

Durante nossa vida, quase sempre de maneira inconsciente, temos sublimado várias coisas, algumas destrutivas, conectando-as com a maneira em que nos sentíamos no nível emocional e mental em determinado momento, e também temos relacionado aspectos, que podem ser construtivos para nós, com momentos negativos no nível emocional e mental. Quando começamos a reparar nisso, descobrimos a origem de muitos de nossos vícios à comida, ao cigarro, à emoção, ao jogo, às pessoas, ao sexo, às drogas, à bebida, etc., e descobrimos que podemos conectar, de maneira consciente, hábitos mais constructivos, através do sentimento de amor por nós mesmos.

Cada ação traz consequências, sejam a curto ou longo prazo, é por isto que é importante que comecemos a escolhermos de maneira mais consciente e assertiva as decisões que queremos tomar para impactar nossa vida, nossa saúde, níveis de energia, relacionamentos com nós mesmos e com os outros, etc., de forma construtiva. Por este motivo, é essencial conhecer maneiras simples de sublimarmos diversas áreas de nossa vida, desde os mínimos detalhes.

A reflexão que fica é: O que temos sublimado que é destrutivo para nós? Agora que temos essa resposta conheçamos a sublimação de nosso mundo mental, criativo, sexual, emocional e sentimental, neste mesmo artigo que é uma edição especial focada na expansão da consciência, a ampliação da perspectiva sobre o que podemos chamar de mundo invisível e sensível (etéreo?).

1. SUBLIMAÇÃO DE NOSSA REALIDADE MENTAL: Base de nossos relacionamentos

A realidade que existe em nossa mente, a que nutrimos, é a maneira em que vivemos nossa própria experiência. Temos várias opções e percebemos só as coisas às que damos atenção, porque é o que mais nos comunicam, já que nos conectamos e nos identificamos com isso. Então se decidirmos ver tudo como una adversidade, ou um desafio, nossa vida nos mostra isso em tudo o que fazemos, já quando decidimos ver tudo como um aprendizado vivemos a vida como uma experiência infinita de conhecimento. É por este motivo que é tão importante que verifiquemos a realidade que estamos nutrindo em nossa mente.

Reconhecendo como nossa mente influencia a maneira em que experimentamos nosso presente, podemos seguir passos simples para sublimarmos nossa realidade mental de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  • Perguntemo-nos: Que pensamentos temos durante o dia que nos geram angustia, estresse, ansiedade, tristeza?, que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplo: se pensarmos na situação do país, nos sentimos inseguros, isto se intensifica ao assistirmos ou lermos jornais e falarmos com as pessoas sobre o assunto.

  • Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: buscamos a maneira de diminuirmos as necessidades que não são necessárias (clique aqui para ver un passo a passo para avaliar nossas necessidades), de vivermos com o necessário, de pouparmos o que nos entra agora, de identificarmos nossos talentos para trabalharmos contribuindo com a construção de modelos mais construtivos, coerentes e transparentes, onde quer que estejamos, isto constrói nossa autoconfiança.

  • Identifiquemos os pensamentos e situações em nosso dia que nos trazem tranquilidade e nos fazem ter confiança em nós mesmos. Exemplo: quando focamos em fazermos algo para o que temos talento, quando passamos tempo com nós mesmos, com nossos filhos, com animais, com pessoas, com a natureza, etc.

  • Foquemos nossa energia em intenção (pensamentos, sentimentos, expressão) no que nos faz sentirmo-nos conectados com nós mesmos e com o mundo. Aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo desde casa.

A reflexão que fica é: Quanto tempo dedicamos por día para sublimar o que é construtivo para nós?

2. SUBLIMAÇÃO DE NOSSA CRIATIVIDADE: Estado de Fluxo

Cuando nutrimos uma realidade empoderante, que nos reconecta com a confiança em nós mesmos, e na vida, começamos a integrar a informação interna e externa que recebemos de maneira mais autêntica para expressá-la, questionando-nos mais sobre o que nos chega, pois descobrimos que todos somos diferentes e, ao mesmo tempo, fazemos parte da realidade coletiva que existe. 

Agora que temos uma realidade mental mais construtiva e baseada no que é mais apropriado para nós desde nossa própria experiência, podemos integrar alguns passos para aumentarmos nossa reconexão pessoal e permitirmos que nossa criatividade flua, em todas as áreas de nossa vida.

  • Hidratação: Somos conscientes da qualidade de hidratação de nosso corpo?  Exemplo: a água que consumimos deve ter minerais essenciais para nos hidratarmos, podemos mineralizar a água com sal marinho, e um pouco de bicarbonato de sódio, e solarizá-la, para mim essa mudança tem dado muito bom resultado, meu corpo funciona melhor e pede menos líquido durante o dia. Pesquisemos e experimentemos com nosso próprio corpo.

  • Nutrição: Comemos para  nos alimentarmos ou para  nos nutrirnos? (Clique aqui para ler o artigo para expandir a consciência pessoal). Exemplo: quando comemos pensando só em balancearmos farinhas e proteínas, estamos ignorando os minerais e vitaminas, que são essenciais para o funcionamento apropriado de nosso corpo. Eu tenho deixado as carnes e os lácteos porque tenho percebido que meu intestino absorve melhor os nutrientes dos alimentos funcionais e necessito comer menos para sentir-me com mais energia e mais saúde (clique aqui para ler sobre micronutrientes e regeneração celular).

  • Respiração: Sabemos qual é a qualidade de nossa respiração? Exemplo: nossa respiração vai se tornando mais curta e usamos só uma parte de nossa capacidade pulmonar para oxigenar nosso corpo. Eu tenho integrado uma respiração diafragmática profunda durante o dia e tenho me sentido mais conectada e tranquila.

  • Regeneração celular: Dormimos o suficiente e damos ao corpo o que realmente necessita? Exemplo: nosso corpo necessita determinado tempo para regenerar-se e regularizar-se durante o sono, por isto é importante que saibamos quanto tempo necessitamos para acordarmos com disposição e energia. Na medida em que tenho melhorado minha nutrição, tenho percebido que meu corpo necessita menos tempo quando como o necessário (clique aqui para ler o artigo completo sobre regeneração celular).

Prestando atenção no nosso nível energético, de maneira integrada, permitimos que nossa criatividade flua com facilidade e em qualquer momento presente, conseguimos nos conectar com nosso estado de fluxo.

A reflexão que fica é: Pesquisamos realmente os processos que nos permitem ampliar nossa consciência pessoal?

3. SUBLIMAÇÃO DE NOSSA EXPERIÊNCIA SEXUAL: Pontencializando o amor

A energia sexual é também energia criativa que, ao ser sublimada de maneira constructiva, nos conecta com nossa essência através do amor. Nossa energia sexual está conectada a processos de atração em nossa própria percepção, que podem fortalecer as conexões através de nosso mundo emocional, mental e/ou físico. Como limos na sublimação da realidade mental, percebemos só as coisas às que damos atenção, então na medida em que vamos nos conhecendo, através de nossa própria experiência, temos a opção de expandirmos nossa consciência pessoal, para aprendermos a conectarmos com nossos próprios sinais pessoais, e, assim, de maneira mais assertiva com o mundo.

Reconhecendo como nossas emoções, pensamentos e percepções influenciam na maneira em que experimentamos nossa energia sexual, podemos seguir 3 passos simples para sublimá-la de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  • Perguntemo-nos: Que motivos nos levam a viver nossa sexualidade como o temos decidido?, que sentimos e pensamos depois do ato sexual ou do orgasmo? Exemplo: meu motivo para iniciar minha vida sexual foi minha baixa autoestima, sempre pensei que o sexo era uma maneira de controlar meu par para tê-lo ao meu lado. Enquanto tive esse pensamento era común me sentir dolorida e vazia, como se algo me faltasse que não podia encontrar fora de mim, muitas vezes me sentia cansada, como se não tivesse energia, mas pensava que isso era normal.

  • Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: Pesquisando descubri que não era normal sentir-me como me sentia e comecei a ler sobre vários assuntos e a sentir-me mais a mim mesma em cada momento, minha consciência sobre minha energia sexual se ampliou e hoje percebo que não é só uma questão de meus mundos emocional, físico e mental, mas que também inclui meu mundo sentimental e os mundos emocional, físico, mental e sentimental da pessoa com a que permito que se estabeleça esse relacionamento.

  • Foquemos nossa energia no presente e aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo em nossos próprios relacionamentos através de nossa interação pessoal integrada a nossos sinais internos.

A reflexão que fica é: Focamos nossa energia sexual por convicção pessoal ou por comprazer aos outros?

4. SUBLIMAÇÃO DE NOSSAS EMOÇÕES: Construindo o sentimento

As emoções são energia reativa e inconsciente em movimento, surgem de necessidades e crenças que assumimos como nossas ao longo de nossas vidas. Nós as somatizamos no corpo e nos identificamos com elas até o ponto em que pensamos que é o idioma do nosso coração. As emoções nos fazem reagir de acordo com o que integramos, passamos das lágrimas ao riso, do afeto aos gritos e vice-versa. Os sentimentos são energia ativa e consciente em movimento, decorrem de necessidades e crenças que são construídas a partir do que há no nosso coração, com as quais fluimos em harmonia com o nosso ambiente a partir do que sentimos. Nós os sentimos no corpo como um estado de paz e coerência com a nossa essência. Podemos agir a partir de nossos sentimentos, porque nossa compreensão de cada situação se expande de acordo com a nossa experiência e a forma como pensamos, tornando-nos mais assertivos em nossa expressão.

Conhecendo as emoções e os sentimentos, podemos seguir 4 passos simples para sublimar nossas emoções de forma construtiva e em harmonia com nossa essência e nosso coração.

  • Perguntemos-nos: quais pensamentos temos durante o dia que geram alguma emoção negativa ou positiva? Que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplos: como um exemplo de pensamento e emoção positiva, se pensarmos que vamos sair com alguém de quem gostamos, sentimos pequenas borboletas na barriga e quando nos chamam, o pensamento e a emoção se intensificam. Como um exemplo de pensamento e emoção negativa, se pensarmos que alguém está mentindo para nós sentimos a emoção em alguma parte do corpo que manifesta a impotência e quando nos diz algo que sabemos, ou pensamos, que é uma mentira, pensamento e emoção se intensificam..

  • Como reagimos quando sentimos essas emoções no corpo? Exemplos: para o primeiro caso, a reação pode ser sorrirmos e ficarmos ansiosos, para o segundo pode ser gritarmos e encararmos à pessoa.

  • Como podemos trabalhar a emoção e agir de forma mais assertiva? Exemplos: para trabalharmos a emoção precisamos de respiração diafragmática profunda até nos sentirmos calmos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo positivo, sorrirmos ainda pode ser assertivo, porque também se sente na voz, e para continuarmos é importante que nos perguntemos se a pessoa com a qual vamos sair é realmente alguém com quem queremos construir algo juntos na realidade do que essa pessoa é e do que somos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo negativo, uma vez que a emoção é trabalhada, pensemos se fomos sinceros, com nós mesmos e com os outros, e nos perguntemos por que mantemos essa pessoa em nossa vida.

  • Avaliemos o que permitimos, pois as emoções nos levam a lugares e pessoas para que aprendamos algo, que não temos querido aprender através da auto-reflexão. Entendamos que o que queremos de coração, é o sentimento de harmonia com nós mesmos que nos guia no nosso próprio caminho.

A reflexão que fica é: o que temos que aprender sobre nós mesmos através das situações em que vivemos? (clique aqui para aprender exercicio de consciência emocional)

Com amor,
Ángel

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Estabelecendo Limites: como construir o respeito pessoal

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Na medida em que vamos expandindo nossa consciência pessoal aumentamos nossa conexão com quem realmente somos (clique aqui para ler sobre a transmutação do ser) e adquirindo novos hábitos empoderamos nossas raizes, as crenças e necessidades, desta maneira conseguimos acessar uma parte de nós que nos motiva a exercitar o respeito (clique aqui para ler sobre respeito).

Muitas pessoas tem transmitido que tudo vem de dentro e realmente é tão simples como isso. Quando queremos ser respeitados é muito importante que saibamos respeitar, de coração. Mas, como sabemos se estamos respeitando ou não, se não conhecemos nossos limites pessoais e os das outras pessoas (clique aqui para refletir sobre o respeto)? Aqui o autoconhecimento, a autoconfiança, o respeito e a comunicação transparente têm um papel muito importante, pois só nós mesmos podemos saber o que queremos, do que gostamos e do que precisamos, e quando isto está alinhado ao respeito e à construtividade, e desse jeito é comunicado, é realmente de coração.

Seguindo estes passos podemos ser mais assertivos ao estabelecer nossos próprios limites a partir de nosso coração:

  1. Empoderar crenças: temos crenças que fazem que exerçamos uma falta de respeito próprio. Por exemplo “se dizemos “NÃO” ficamos sozinhos” ou “dizer sempre “SIM” é necessário para ser uma boa pessoa”. Isto são crenças, ao nos abrirmos totalmente sem impor límites nos ferimos e damos esse exemplo a quem está ao nosso redor, por isso é importante verificar o motivo pelo qual temos deixado de construir o que desejamos (clique aqui para ler sobre empoderar crenças).
  2. Conexão interior, nosso desejo: entrar em contato com quem realmente somos nos ajuda a projetar nossa vida e a construir os límites necessários para nosso desenvolvimento. Se queremos um trabalho no que possamos ter um horário flexível podemos achá-lo, para isso devemos enviar nosso CV às empresas que oferecem este benefício ou criar nosso próprio negócio (isso seria um limite que nos ajuda a construir o que queremos). LEMBREMOS QUE O QUE DESEJAMOS DE CORAÇÃP SEMPRE ESTÁ CONECTADO À TRANSPARÊNCIA, AO RESPEITO E À CONSTRUTIVIDADE (clique aqui para ler sobre reconhecer o que é de coração).
  3. Limites claros: quando decidimos o que queremos em nossa vida pessoal, profissional, amorosa, etc., podemos estabelecer limites claros que nos tragam os resultados que queremos. O ideal é que estes limites estejam alinhados ao coração, isto é, que sejam desapegados e entendam a liberdade de ser do outro, para que assim possamos construir assertivamente.
  4. Comunicação e aplicação: para finalizar o processo é importante que comuniquemos nossa realidade às partes envolvidas e que apliquemos o que desejamos. Se desejamos um relacionamento onde haja fidelidade, lealdade, respeito e a liberdade de ser quem somos, devemos agir coerentemente com esse desejo, trabalhar em nós mesmos o que queremos para poder ofrecê-lo também.

Isto é um ciclo importante para nos conectarmos em um nível mais amoroso com o mundo, fazendo dele um hábito sentimos que nossos relacionamentos se transforman e se fazem mais tranquilas.

Depois de dois anos de trabalhar em uma empresa, percebi que meu desejo é estar com as pessoas e ajudá-las a serem uma melhor versão delas mesmas e ter tempo durante o dia para cuidar de mim mesma, o limite que estabeleci com o tempo foi “trabalhar onde possa ajudar pessoas e cuidar de mim”. Isso muda totalmente minha vida. E você? Tem aplicado algum limite que melhorou sua vida?

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 5: Alinhando a voz interior

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Nossa perspectiva sobre o perdão se expande ao entendermos que toda ferida nasce de expectativas e necessidades, e que, ao assumirmos a responsabilidade, soltarmos o controle e aceitarmos a verdade começamos a viver uma realidade em que descubrimos que o principal motivo das feridas é nossa falta de conexão pessoal, o que nos leva a construir uma nova forma de nos relacionarmos, a partir do respeito por nós mesmos.

Nosso ego é um aliado poderoso quando decidimos integrá-lo como parte do ser integral que somos (clique aquí para ler o artigo completo sobre integração do ego), mas, enquanto tentemos “ignorá-lo” continua sendo o opositor de nossa voz interior, essa outra voz que nos compara, positiva ou negativamente, com os outros, essa voz que julga, essa voz que teme mesmo arriscando, essa voz que, ao questionarmos, sempre vai dar-nos uma resposta que vem da preservação de nós como indivíduos separados.

Quando exercitamos focar nosso ego em nos conhecermos melhor, nossos pensamentos começam a se acostumarem a falar de nós mesmos, evitando o julgamento, a comparação e a culpa, é nesse momento que começamos a sentir nossa voz interior, a que nos aceita como somos e nos mostra a maneira mais apropriada de nos construirmos em cada momento de nossa vida. Uma pergunta super útil para verificar a origem de cada pensamento é: Isto é só para meu bem-estar ou contribui para o bem-estar de tudo e todos? Com o tempo o ego aprende a fluir com o coração e a voz interior vai se alinhando e focando no que nos permite fluir, e amamos, que causa um impacto coerente e construtivo em nós e tudo ao nosso redor.

Escutar a voz interior é confiar de verdade em nós mesmos, compreender que sempre estamos acompanhados, que há infinitas maneiras de nos relacionarmos com nós mesmos, e com o mundo, e que podemos sempre decidir fluir com nosso coração.

Esta tem sido a semana do perdão, espero que tenham gostado e que se houver algem tema sobre o que querem conhecer meu punto de vista o enviem. Tenham um ótimo fim de semana.

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 4: Aceitando a Verdade

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Através desta série temos visto o perdão desde outro ponto de vista, integrado à culpa e ao controle, agora é necessário entender sobre a aceitação da verdade, pois é o que nos leva a conseguir aplicar o perdão em todas as áreas de nossa vida.

Aceitar a verdade requer um profundo conhecimento de nós mesmos. Todos sentimos de maneira diferente, todos nos expresamos como consequência do que sentimos aplicado a um contexto, seja a favor ou em contra do mesmo, e escolhemos nosso caminho, embora, às vezes, tomemos as decisões sendo incoerentes com quem realmente somos. O quê nos leva a decidir sair com uma pessoa comprometida?, ou trabalhar numa empresa que vende algo que não compramos?, ou ficar longe de nuestra familia por construir otra?, este tipo de perguntas, respondidas com franqueza (sem tentarmos criar jogos mentais que nos dêem sempre a razão), nos dão uma visão mais objetiva de nós mesmos e do que queremos de coração.

Quando assumimos a responsabilidade pelo que expressamos, sentimos e pensamos, nos conectamos com nossa verdade, a que nos mostra que estamos onde nós mesmos temos nos levado, ninguém é culpado, tudo é apenas nossa responsabilidade. Permitimos contato com pessoas, aceitamos ofertas de trabalho, decidimos manter longe certas coisas e hoje somos o resultado de cada uma de nossas decisões, então, queremos continuar onde estamos ou não?. Se a resposta é “NÃO”, então é necessário tomarmos decisões que nos levem a estar onde realmente queremos, de maneira mais coerente e aceitando que não sempre o que temos querido é o que está realmente alinhado com nossa própria verdade.

Liberando-nos dos medos e crenças que têm nos mantido longe de tudo aquilo que nos permite fluir e nos sentirmos respeitados, conseguimos nos reconectarmos para construir uma realidade mais coerente com nossa essência, o processo pode demorar, mas é importante decidirmos dar o primeiro passo. E para fechar a semana, é necessário nos conectarmos com nossa voz interior, essa voz que nos leva a fazer o que nos integra, o que faz com que nos sintamos completos.

Aceitemos nossa verdade e veremos florescer a verdade de todos, y tudo, ao nosso redor 🙂

Com amor,
Ángel

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