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Reflexos nos Relacionamentos: Edição Especial

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Há um assunto que é muito comum quando há falta de autoconhecimento, a injustiça, tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. No trabalho é apresentado, acima de tudo, no reconhecimento da perspectiva pessoal de cada um, pois é percebida a desigualdade de remuneração em relação ao esforço de trabalho e o que chamamos de “puxa-saquismo” no Brasil. Já na vida pessoal, pode acontecer em nossa família, casal ou amizades, é também a percepção de que o que fazemos não é suficiente para as pessoas, que cada vez exigem mais de nós e não reconhecem nosso “esforço” (eu coloco a palavra esforço entre aspas porque é o que fazemos quando tentamos buscar aprovação externa, o que não é necessário quando começamos a nos guiar através da aprovação interna – clique aqui para ler o artigo completo sobre Aprovação Interna em 3 passos).

Conectado ao conceito de injustiça, em geral, há poder sobre outros. No trabalho, em alguns casos, as pessoas que ocupam posições mais altas são pessoas que usam seu poder pessoal para manipular todos e tudo a seu redor, e essa é uma das razões para chegar a essa posição (fora do poder que eles têm com o conhecimento e a experiência que podem ter), obviamente, se nosso desejo é exercermos nosso poder pessoal sobre nós mesmos, não nos encaixamos numa posição que exige fazer isso, certo? Já em outros tipos de relacionamentos, encontramos pessoas que querem exercer controle sobre os outros e não deixá-los ser eles mesmos (fiquemos de olho, podemos ser nós mesmos), aqui encontramos avós, pais, filhos, irmãos, casais, amigos, que querem tudo feito à sua maneira e, quando isso não é feito, eles usam o medo como uma ferramenta de manipulação para ganhar controle.

Nos sentimos identificados com alguma dessas situações? Se a resposta for “SIM”, continuemos lendo esta edição especial de reflexos para que possamos encontrar uma maneira assertiva de sairmos dessa situação e criarmos novas oportunidades em nossa vida com base em decisões pessoais feitas por convicção (clique aqui para ler o artigo sobre decidir por convicção).

AMBIENTE LABORAL

Como podemos agir de forma mais assertiva perante situações que consideramos injustas no local de trabalho? O principal nesta situação é entendermos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí sobre nós mesmos.

Tenho escutado muitas pessoas reclamarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também tenho notado que muitas dessas pessoas que reclamam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento, e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecer melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de percebermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos (clique aqui para ler sobre o que merecemos), bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos algumas perspectivas que podem contribuir para nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos com nossos talentos pessoais integrados. O que é que se facilita, e gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais íntegra, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 7 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade. É por isso que escrevo e assisto às pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em paz em todas as áreas de sua vida?

RELACIONAMENTOS PESSOAIS

Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos um personagem que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a transparência nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal (clique aqui para ler sobre empoderamento), cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecermos às pessoas e entendermos como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o conhecimento).

Aqui estão algumas perspectivas que podem contribuir com a nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos (incluindo nós mesmos), se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos e expressamos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre coerência).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o bastante para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, consciente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação (clique aqui para ler o artigo sobre perdão).

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava satisfeita com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso e expresso de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz que permite que você esteja em paz?

Com amor,
Ángel

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O que merecemos?

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Aprendermos a seguir o nosso coração (clique aqui para ler o artigo completo sobre a conexão com nossos corações) é uma das formas mais efetivas para que entendamos que somos valiosos como somos e que, se decidimos ser íntegros e completos no presente, isso é o mínimo que merecemos viver, é a partir daqui que começamos a priorizar, de forma mais apropriada para nós, as atividades e as pessoas em nossas vidas.

Algumas das nossas crenças nos fazem aceitar migalhas da vida, porque sentimos de alguma forma que é isso que damos, é por isso que precisamos aprender mais sobre nós mesmos e investir no desenvolvimento de nossas habilidades humanas como um todo, desde a maneira em que nos relacionamos com nós mesmos, como base, até como damos o mais apropriado para nós em cada momento em que vivemos. Vamos ver situações que podem se apresentar, nas quais podemos escolher um caminho mais integral para nós mesmos:

  1. Dependemos de que as pessoas façam o que queremos? É mais comum do que pensamos, ocorre principalmente nas relações de poder em que precisamos sentir que dominamos a outra pessoa para nos sentirmos seguros. Precisamos aprender a sermos autossuficientes e nos conhecer tão bem que saibamos o que realmente podemos fazer, para sabermos o que os outros podem dar também. Todos nós temos nossos talentos e podemos construir juntos, mas não delegar responsabilidade por tudo o que queremos e precisamos, cada um de nós deve fazer sua parte. Desta forma, temos relacionamentos mais construtivos e deixamos a dependência emocional de lado para construirmos relacionamentos mais integrais.

  2. Consideramos que não recebemos o que damos? Avaliemos os motivos que nos levam a dar, porque muitas vezes acreditamos que é o melhor para a outra pessoa sem considerar o que ela vive. Só podemos realmente saber o que é mais apropriado para nós, dar mais atenção ao que podemos trabalhar em nós mesmos e escutar mais aos outros, evitando as nossas respostas automáticas.

  3. Dizemos SIM por satisfazermos aos outros? A vida é feita de momentos, dizendo sim a tudo sem nos questionarmos se é o que é realmente necessário para construirmos o que queremos em nossas vidas, é dizer que merecemos qualquer coisa, avaliemos melhor e decidamos de acordo com nossos próprios princípios e projetos, respeitemos a nós mesmos (clique aqui para ler sobre como dizer “NÃO”).

  4. Nos interesa alguém que está comprometido? Este caso pode se apresentar, então, antes de tentarmos convencer-nos, através de nossas crenças, ou experiências pessoais ou de outros, que é correto entrar no meio de um relacionamento, pensemos em como gostaríamos que nosso relacionamento fosse e se o que vamos fazer gostaríamos de experimentá-lo se fóssemos a outra pessoa do casal. Qualquer ação ou reação tem seu efeito, assim que, mesmo que nos sintamos imunes, é necessário avaliarmos cada passo que queremos tomar.

  5. Trabalhamos por amor o por necessidade? Os medos de que carecemos de recursos ou de que nossos talentos não são pagos se os fazemos sozinhos (ou demoram em nos dar retorno), ou a necessidade de nos tornarmos milionários porque pensamos que seremos felizes, ou porque pensamos que apenas o dinheiro leva ao sucesso, estes são alguns dos motivos que podem nos manter numa vida governada por dinheiro que nem nos satisfaz, mas pelo menos nos faz sentir segurança material. Questionemo-nos sobre nossas prioridades na vida, trabalhamos num lugar que respeita as pessoas, o meio ambiente, e que tem valores alinhados aos nossos como pessoas? O que faríamos se tivéssemos um último dia de vida, trabalharíamos nessa empresa? Aqui precisamos integrar tudo com o que fluimos e colocá-lo no contexto em que nos encontramos. Lembremo-nos de que o sucesso é o resultado feliz de um ato, portanto, passarmos sobre nós mesmos, nossos princípios e outras pessoas (por mais bem mentalmente justificado que possa parecer), não é termos sucesso, avaliemos nossas ações de maneira cada vez mais consciente.

Merecemos um presente integral, alinhado aos nossos valores e ao respeito e ao amor que temos por nós mesmos, então, avaliemos as opções que nos são apresentadas, tudo o que nos faz duvidar podemos avaliá-lo melhor ainda, confiemos mais em nós mesmos, e em nossas capacidades, e veremos uma nova realidade para nós (clique aqui para ler sobre como decidirmos por convicção).

Com amor,
Ángel

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Contribuir Vs. Ajudar

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A reflexão sobre a maneira em que nos expressamos é essencial quando buscamos a transformação dos padrões em nossa realidade, por isso compartilho a análise de duas palavras que, a pesar de serem sinônimos, têm uma essência diferente que marca a diferença entre a intenção por trás das ações.

Quando prestamos atenção na maneira em que usamos a palavra ajuda, percebemos que partimos da base de que quem necessita ser ajudado carece de algo, por este motivo, últimamente, tenho decidico usar a palavra contribuir, pois significa dar a parte que nos corresponde onde estamos, assim entendemos que todos temos o necessário para fazer o que nos corresponde, como uma célula devemos assumir a responsabilidade por nossa função, trabalhando em conjunto con as outras células que têm sua maneira e medida apropriada de contribuição.

Nossa experiência como indivíduos sociais pode ser abordada desde diversas perspectivas, temos estado muito tempo focando nossa energia em crenças como a desigualdade (inferioridade/superioridade) e emoções como a pena, é hora de que abramos o coração e nos conectemos com nossa verdade, percebermos que todos somos seres capazes e responsáveis de nossa própria existência, que apenas necessitamos canalizar nossos esforços em nossos talentos pessoais focados num propósito comum de construirmos desde o coração.

A partir de agora escolhamos a maneira mais consciente de contribuirmos, de darmos o que nos corresponde e recebermos com gratidão o que lhe corresponde a cada célula deste grande organismo, desta maneira o funcionamento se torna mais eficiente, pois o fluxo de energia aumenta e nos permite agir como um time, no que conhecemos nossa própria responsabilidade e fazemos o que nos corresponde com convicção.

Lembremos-nos de que nossa sociedade é um reflexo de quem somos, uma sociedade mais íntegra depende da integridade de cada um de nós, desde os pequenos detalhes.

Com amor,
Ángel

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Para que Culparmos, Se Somos Responsáveis?

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Um dos principais motivos pelos quais culpamos aos outros pelo que acontece, fora da intenção de destruirmos, é ignorarmos que a responsabilidade é totalmente nossa, decidimos cada passo que damos, seja impulsiva e inconscientemente, ou ativa e conscientemente.

Se estamos em determinado lugar, com determinadas pessoas, vivendo determinadas experiências, é porque assim o temos decidido. Às vezes temos chegado a pensar que não tínhamos outra opção, mas a realidade é que não percebemos as possibilidades quando estamos focados em algo e queremos conseguí-lo de qualquer maneira, mas “O FIM NÃO JUSTIFICA OS MEIOS” o respeito (clique aqui para ler o texto sobre respeito), a transparência e a coerência (clique aqui para ler o texto sobre coerência) devem ser os ingredientes principais de cada uma de nossas decisões se realmente queremos viver numa sociedade que se constrói através da integridade e a partir das diferenças (clique aqui para ler o texto sobre construirmos a paz através da consciência).

Culparmos alguém pelo que nos acontece é uma forma de ignorarmos algo que necessitamos aprender de nós mesmos e de julgarmos aos outros, estes hábitos destroem nossos relacionamentos com nós mesmos e com o mundo ao nosso redor, é por este motivo que é necessário que transformemos nossas reações em ações construtivas, de maneira consciente. Vejamos algumas ações que podem ser úteis para este propósito:

  1. Antes de culparmos, pensemos nas decisões que têm nos levado ao momento presente: desde um corte de cabelo, até a compra de uma casa, é necessário entender o para quê de todos os passos que temos dado, o que motiva a ação, o que pensamos, sentimos e dizemos sobre a situação e o que podemos aprender com ela.
  2. Foquemos em falarmos sobre o que temos feito nós mesmos e o que poderíamos fazer diferente: falando sobre nosso processo nos escutamos e podemos avaliar, de maneira objetiva, o que podería levar-nos a manifestar um resultado diferente, conhecendo nossos talentos e reconhecendo aquilo para o que não temos tanta habilidade, para unirmos-nos a pessoas que fortalecem e potenciam o que já somos.
  3. Questionemos o propósito que tem nos guiado, para agirmos como temos agido, e transformémos-lo se sentimos que está sendo irrespetuoso, mentiroso e incoerente com nossa própria natureza: muitos propósitos na vida os temos criado para satisfazermos necessidades, alheias ou pessoais, que nos afastam de quem somos. Entendendo melhor o que fazemos de coração conseguimos alinhar nossos sentimentos, pensamentos, palavras e ações para nos reconectarmos com nós mesmos e agirmos da maneira mais apropriada para o contexto em que temos decidido estar.

Lembremos-nos de que somos totalmente responsáveis pelo que experimentamos em nossa vida, que nossas decisões constroem nosso caminho e que quanto mais conscientes estejamos da paz que queremos construir, mais fácil é construí-la em todas as áreas de nossa vida (clique aqui para ler o texto sobre construção de paz).

Com amor,
Ángel

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