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Mente Construtiva: 4 passos para reprogramar nossos pensamentos

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Para sermos e estarmos conscientes de nossa expressão (gestos, palavras, atos, emoções) o primeiro passo é exercitarmos a presença mental, a qual conseguimos através da integração de nossa percepção do mundo e nossa atenção, como limos e praticamos no artigo 4 passos para manter a mente no presente (clique aqui para ler o artigo completo).

Quando nossa mente está presente, podemos focá-la em nosso próprio processo de construção, mas, como pode ser útil?, fácil, vamos começar a trabalhar nisto por partes. Neste artigo entenderemos como usar a mente presente para reprogramar nossos próprios pensamentos, já que são eles os responsáveis pela terceira parte de nosso estado de ánimo e nível de energía (pelos outros dois terços a percepção e a expressão).

Todos temos crescido em ambientes diferentes e, de forma inconsciente, estamos submetidos constantemente à informação que nos faz focarmos no lado “destrutivo” da vida. E, como é o que mais recebemos, vemos que nossas conversas com as pessoas se tornam um campo fértil para falarmos dos demais, reclamarmos, sentirmos pena, citarmos tragedias, em fim, de falarmos de coisas que não podemos transformar. E isso efetivamente influencia nosso humor e nossa energía.

Hoje vamos focar nossa atenção em como sintonizarmos, conscientemente, com o lado construtivo da vida para reprogramar nossos pensamentos (clique aqui para ler sobre empoderamento de hábitos). Para isto vamos seguir estes 3 passos diariamente até integrá-los a nossos hábitos:

  1. Procurarmos fontes de informação construtiva para substituir a informação destrutiva. Pode ser através da internet, televisão, pessoas com as que interagimos, etc. Por exemplo, em vez de pesquisarmos sobre o que faz mal para o corpo, pesquisarmos sobre o que faz bem.
  2. Percebermos os pensamentos que surgem durante o dia. Se geram preocupação, ansiedade ou qualquer sensação destrutiva vamos procurar motivos construtivos pessoais para ressignificá-los. Por exemplo, penso que preciso de dinheiro para pagar uma conta, vejo que posso organizar uma rifa, fazer um trabalho extra ou vender algo que não serve mais e percebo que posso conseguir o dinheiro, então foco meus pensamentos na ação que vou tomar para obter a quantidade necessária, pode ser que até consiga mais.
  3. Focarmos os pensamentos em nós mesmos, e nos projetos nos que estamos envolvidos, pois é onde podemos efetivamente assumir a responsabilidade da transformação. Para quê pensarmos nos motivos de outras pessoas, que são responsabilidade delas, se podemos estar usando este tempo para expandirmos nossa consciência e construirmos? Pensemos nisso.
  4. Encontrarmos, pelo menos uma vez ao dia, um lugar em que admiremos tudo o que percebemos com nossos sistema perceptivo, e nos sintamos tranquilos, e pensemos em tudo o construtivo que temos vivido e como podemos integrá-lo a nossa vida, a nossos projetos.

É nossa decisão escolhermos com o que queremos nos conectar (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração). Quanto mais pessoas conscientes de sua própria vida e dispostas a contribuir de maneira assertiva, temos melhores resultados reformando o mundo em que vivemos, construindo todos dia com mais assertividade e inovando para transformar o que for necessário.  Es escolho conectar-me com o que contribui para minha integridade para transformar o mundo com a contribuição de todos e tudo ao meu redor, e você?

Compartilhemos este método fácil com as pessoas que quiserem recuperar sua energia e se sentir empoderadas.

Com amor,
Ángel

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Entendendo as Polaridades como Experiência Pessoal

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Neste planeta experimentamos várias coisas, dentre elas as polaridades. Percebemos pessoas e situações diferentes que nos fazem pensar que nós não podemos ser de uma maneira ou de outra, mas, é sério ou é apenas uma história que nos contamos para nos sentirmos melhor com nós mesmos no contexto social no que estamos que nos indica un caminho específico?

Para continuar, é necessário que nos respondamos as seguintes perguntas:

  1. Somos tão bons ou ruins como pensamos?
  2. Alguma vez temos desejado o mal ou o bem a alguém?
  3. Temos sido às vezes preguiçosos e às vezes trabalhadores?
  4. Temos nos sentido às vezes tristes e às vezes felizes?

Ao respondermos estas perguntas, percebemos que, ao longo de nossa vida, temos usado as polaridades como recursos, o que nos faz humanos, pois ser bom ou ruim é apenas um ponto de vista no contexto em que vivemos, e entendermos isto é essencial para ajustarmos nossa personalidade a cada momento de nossa vida.

Entre cada polaridade podemos ter diferentes graus, agora um poco mais, depois um pouco menos, e às vezes ate chegamos aos extremos. Às vezes insistimos em dizer que somos de uma determinada maneira, mas, na verdade, desde que nascemos temos transformado, em algum grau, cada uma das polaridades existentes, para nos adaptarmos ao meio em que vivemos da maneira mais harmoniosa possível. Podemos ter passado de momentos de mais sorrisos a outros de mais seriedade, de vicios a abstinências, de relacionamentos limitados a livres, de comermos qualquer coisa por fome a sermos rígidos com a nutrição, etc.

Todo momento de nossa vida tem uma mudança, seja por ação ou reação, e depende de nós reconhecer isso para podermos usá-lo de uma maneira mais assertiva. Por exemplo, se cada vez que alguém não faz o que queremos, nossa reação é gritar, ao percebermos que também existe a raiva em nós podemos buscar um jeito diferente de canalizá-la, neste caso podemos reflexionar sobre o motivo pelo qual temos essa expectativa e buscar uma forma alternativa de fazermos as coisas para a próxima vez.

Quando entendemos que depende de uma decisão pessoal ajustarmos o grau de polaridade em cada momento de nossa vida, percebemos que a mudança é constante e que todos podemos aprender a fazê-lo de um jeito mais consciente e construtivo, entendendo o que há por trás de cada uma de nossas reações.

Cada um de nós usa os recursos que possui de acordo a seu contexto cultural e familiar, sejamos mais compreensivos e compartilhemos outras perspectivas, pois apenas cada um de nós pode conectar-se com a medida apropriada das polaridades em nossa vida, seguindo nosso coração, através da integridade (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

Lembremos-nos de que ao tendermos para uma polaridade estamos alimentando o outro extremo, existe um por causa do outro para criar harmonia, e que ao tendermos para a neutralidade a construção é mais sólida, pois a energia se integra e se potencializa através do estado de fluxo.

Com amor,
Ángel

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Conexão Respeitosa: 5 passos para exercitar o respeito

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Para construir todo relacionamento é importante exercitar o RESPEITO, com nós mesmos e com os demais, pois é um valor construtivo. Quando nos respeitamos e estabelecemos nossos limites criamos um canal claro de comunicação com o mundo (clique aqui para ler sobre transparência). E se ao fazermos isso somamos a intenção de respeitar os limites do outro estaremos construindo uma base sólida para cada relacionamento. 

RESPEITAR os límites própios, e os dos outros, é entender que somos todos diferentes e que isso faz parte da construção de quem somos, e do lugar em que vivimos, e estar dispostos a interagir absorvendo o mais apropriado de cada situação, evitando atacar. O que temos considerado negativo ou positivo em algum momento pode mudar de lado de acordo com nossa experiência, o que é um fato real é que, sem importar de que lado as deixemos, as experiências vividas fazem parte de nossa vida e de nosso desenvolvimento. Por isto todo mundo merece nosso respeito, como o que damos a alguém que nos ensina algo.

Os 5 passos a seguir nos ajudam a exercitar o respeito:

  1. Nos respeitarmos e estabelecermos limites pessoais coerente e assertivamente (clique aqui para ler sobre estabelecer limites).
  2. Respeitarmos os limites alheios.
  3. Evitarmos emitir opiniões que não tenham sido pedidas.
  4. Observarmos a maneira em que nos expressamos sobre os outros e transformá-la de forma construtiva.
  5. Revisarmos a construtividade do que expressaremos antes de fazê-lo.

Seguindo estes passos transformamos a maneira em que nos relacionamos com o mundo, o que, por sua vez, nos traz novas perspectivas e possibilidades. RESPEITEMOS como queremos que nos RESPEITEM.

Com amor,
Ángel

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