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O Jogo da Vida

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A vida é básicamente um jogo onde aprendemos as regras básicas do lugar em que estamos para podermos “encaixar” no modelo actual. Quando pensamos nisso como um quebra-cabeça é como se pegássemos qualquer peça e a encaixássemos à força onde não se encaixa naturalmente, no fim se obtém incoerencia. Quando começamos a questionar-nos sobre tudo em nossa vida, percebemos que há estratégias de jogo que nos permiten conhecer-nos profundamente para poder realmente encaixar nese quebra-cabeça em infinita expansão, é aí quando o resultado que temos é coerente.

Aplicando o mesmo exemplo do quebra-cabeça à nossa própria vida, podemos perceber que, desde a incoerência, temos varias possibilidades de encaixarmos à força nossas próprias peças, tudo o que somos, seja pelo dominio de nossa mente ou pelos padrões inconscientes que carregamos, mas apenas uma maneira de encaixar tudo naturalmente: construindo desde o que potencializa nossa paz.

Então, para nós, que queremos construir uma sociedade íntegra, coerente, transparente e sustentável desde a paz interior, aqui há algumas ações que podemos integrar à nossa vida para inspirar a integridade desde o exemplo:

  1. Autenticidade: sermos autênticos vai além do evidente, é nos conhecermos de verdade, entendermos que é o que realmente potencializa nossa paz interior para colocá-lo em prática e construirmos desde nossos talentos integrados à nossa personalidade, a maneira apropriada para contribuir neste momento, deixarmos de seguir modelos para seguirmos nosso coração.

  2. Contribuição: exercitando nossa autenticidade, entendemos que a competição se torna obsoleta, pois aprendemos a construir nossos próprios sonhos sem necessidade de ganhar ou querer o mesmo que outra pessoa, é desta maneira que contribuímos, fazemos apenas o necessário desde a certeza de quem somos em essência (cliqie aqui para ler sobre integração de nossa essência).

  3. Expressão: na medida em que contribuímos desde nossa autenticidade, percebemos a importância de ajustar nossa expressão pessoal. A maneira em que pensamos e sentimos está tão alinhada e coerente que ao fazermos um gesto, levarmos a cabo uma ação ou emitirmos qualquer palavra que esteja desalinhada com eles, percebemos que há outras formas que precisamos procurar e exercitar para dar coerência e poder ao que transmitimos, sobre tudo quando somos conscientes da importância de sermos o exemplo do que queremos construir como sociedade.

A regra do jogo da vida mais importante para construir é: pensamento, sentimento e expressão devem estar alinhados a um propósito, depende de nós decidirmos fazer isso desde nosso propósito de paz (clique aqui para ler sobre ativarmos nosso modo propósito).

Com amor,
Ángel

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Autonomia Essencial

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Um dos aspectos essenciais que deveríamos integrar à nossa experiência para aumentarmos nossa confiança pessoal é a autonomia, já que na medida em que entendemos quem realmente somos e como pôr isso no contexto, percebemos que a construção de nossa vida depende totalmente do grau de compromisso que temos com nós mesmos como indivíduos sociais.

Cada um de nós tem um grau diferente de autonomia em todas as áreas da vida, desde a emocional até a material, que deve ser ajustado na medida em que avançamos em nosso caminho, pois, sobre tudo, como parte da sociedade, é essencial desenvolvermos nossa autonomia para tomarmos decisões desde nossa integridade, para fazer com que os processos sociais sejam mais eficientes.

Desde nossa própria experiência, os aspectos a seguir precisam de mais autonomia para serem desenvolvidos e integrados como elementos essenciais de nossa autenticidade, pois são eles que constroem uma autoconfiança de bases sólidas que nos permite continuar construindo desde a certeza de nossa contribuição pessoal:

  1. Habilidades Pessoais: nascemos com determinadas habilidades que podemos potencializar, de várias maneiras, através de nossa experiência, ao reconhecê-las, integrá-las e colocá-las no contexto social, podemos contribuir em diferentes áreas que tenham o mesmo propósito em comum (clique aqui para ler sobre propósito).

  2. Expressão Coerente: quanto mais coerência existe entre o que pensamos, sentimos e expressamos, mais energia focada em nosso propósito de paz temos (clique aqui para ler sobre construção de paz).

Como indivíduos sociais é essencial que cultivemos a autonomia de construção de nossa autenticidade integrada ao contexto social em que estamos, quando todos contribuimos desde nossa paz interior, graças à total aceitação e integração, a sociedade reflete nossa integridade.

Com amor,
Ángel

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É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Conectando-nos com a Neutralidade

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É um processo natural que queiramos tomar decisões a partir de nossa experiência pessoal, mas quando assumimos uma postura observadora a longo prazo, descubrimos aspectos relevantes de construção, e destruição, pessoais e sociais, que podem se apresentar quando tomamos determinadas decisões.

A neutralidade é encontrarmos o ponto de percepção onde podemos nos questionarmos sobre tudo o que sentimos, pensamose expressamos, é o processo para reconhecermos que para construirmos nossa paz interior e manifestá-la no exterior, é essencial colocar em ação nossa certeza do coração (clique aqui para ler sobre manifestar a verdade de nosso coração). Como somos 100% responsáveis pelo que nos acontece, pois criamos a partir de nossos pensamentos, sentimentos e expressão, podemos entender que ao nos conectarmos com a neutralidade estamos construindo desde a integração, pois conseguimos perceber que somos células partes de um todo e que podemos transformar tudo o que existe em nossa sociedade que continua gerando mais do mesmo.

Analisemos os seguintes aspectos dentro de nossa construção pessoal, para identificar as decisões e crenças que tem nos levado a construir a realidade que vivemos e assim podermos entender a forma de nos conectarmos com a neutralidade que queremos construir a partir de agora:

  1. Nos sentimos injustiçados: é momento de questionarmos se estamos sendo injustos com nós mesmos ou com os outros, lembremos-nos de que nossas atitudes numa área em nossa vida podem manifestar-se em outra à que lhe damos mais relevância, então analisemos todas as situações de injustiça que podemos estar exercendo, como o seria agirmos de uma maneira inconsciente e egoísta com as pessoas, com nós mesmos e com o meio ambiente (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos)

  2. Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler sobre merecimento)

  3. Queremos destacar: quando estamos em modo colaborativo entendemos que destacarmos para deixarmos um legado é uma atitude de segregação, pois para isso nos tornamos células competitivas destrutivas por só pensarmos em nosso destaque (pensemos nisso como um tumor) e automaticamente fomentamos a aparição de pessoas que precisam de alguem de destaque, já que não se conectam com elas mesmas. Quando colaboramos, trabalhamos em nossos talentos e os transmitimos para podermos integrá-los com o meio em que estamos, podemos mudar o mundo construindo desde a colaboração (clique aqui para ler o texto sobre construirmos paz desde a consciência).

  4. Sentimos que não confiamos em nós: este sentimento existe porque temos nos acostumado a acreditarmos mais nos demais que em nós mesmos. Para transformarmos isto, necessitamos nos conhecermos e investirmos nossos recursos em trabalharmos nossos talentos e integrá-los de maneira neutra em nosso entorno. Quanto mais confiança construimos em nós mesmos, maior é o impacto de nossas ações. Assumamos a responsabilidade e trabalhemos em nos fazermos mais íntegros a cada dia, é assim que construimos nossa confiança pessoal e a confiança no mundo e na vida (clique aqui para ler o texto sobre construirmos o respeito pessoal).

Lembremos-nos de que tudo está sempre em harmonia, então, se focarmos nossa energia numa polridade, sua outra face se manifesta em nossa vida para equilibrar aquilo que estamos criando, então, criemos desde a neutralidade, desde a ideia de que todos somos capazes de assumirmos nossa responsabilidade de sermos seres mais conscientes e íntegros, e de que assim podemos construir focando-nos na transformação da polaridade em neutralidade de todos os sistemas, desde a visão de mantermos a autenticidade na unidade.

Com amor,
Ángel

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Construindo solidamente, integrando nossa essência

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Para mim, tem sido uma ótima descoberta perceber que nem tudo o que parece “bom” realmente vem do coração ou é o mais apropriado para mim. Durante a nossa vida, temos nos acostumado a fazermos julgamentos sobre tudo o que percebemos e, geralmente, dizemos que alguém tem um bom coração porque, aparentemente, ajuda ao mundo, às pessoas ou aos animais desinteressadamente, o que se tornou moda também no que diz respeito às empresas, então, quando alguém quer ter um destaque, para ser percebido como alguém de bom coração, faz a caridade de maneira “desinteressada”, mas, isso realmente vem do coração ou é algo construído pela mente a partir dos julgamentos que estão na sociedade?

Todos nascemos com o potencial de sermos o que queremos, desde a pessoa mais ruim à mais boa (desde qualquer percepção da sociedade), tudo depende de para onde vamos direcionar nossa energia (pensamentos, sentimentos e expressão), para qualquer lado que escolhermos, nossa mente se enche de razões para justificar que o que fazemos é certo e outros devem nos seguir porque estão errados, mas na realidade cada um de nós está en seu caminho apropriado para aprender, de algum jeito, o que precisa. Nós existimos para aprendermos constantemente, quando não o fazemos, sofremos, mas, e se decidirmos aprender com nós mesmos de agora em diante?

Para construirmos algo con bases sólidas é necessário começarmos pelo autoconhecimento, quando focamos nossa energia em algo do qual não gostamos ou para o que não somos bons, em algum momento o que temos construído se destrói, pois só a confiança real em nós mesmos, em nossas capacidades e em nossos talentos, nos leva a tomar decisões mais assertivas e a construirmos desde nossa própria base. Vejamos alguns pontos importantes para construirmos com solidez:

  1. DESEJOS: Ao longo de nossa vida criamos muitos desejos que vêm da mente, de nosso apego ao material e às pessoas, de nos compararmos com os outros. Tudo isso nos leva a canalizar a energia onde nos dizem que podemos ter melhores resultados, muitas vezes sem nos importarmos com nós mesmos ou com os outros, às vezes até ignorando as próprias leis, e aí vamos desperdiçando nossa vida no que acreditamos que necessitamos para sermos felices. É importante que nos lembremos de que a plenitude está no momento presente, e que o desejo do coração (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração) nos leva a agir aqui e agora, dando passos firmes e seguros para construirmos a partir de nossos talentos e dons integrados, nós devemos ser os donos de nossos próprios desejos e ir aprendendo a dar-lhes forma a cada minuto, com cada pensamento, com cada sentimento, com cada palavra, com cada ação, com cada gesto. Nossos desejos nunca são grandes ou pequenos demais, por isso é importante que aprendamos a viver de maneira mais autêntica, a amar e integrar o que somos.

  2. COERÊNCIA: Desde nosso relacionamento com nós mesmos, passando pelo relacionamento que temos com nossa família e com o ambiente em que vivemos, é importante que estejamos cientes do que precisamos para nos relacionarmos com respeito e transparência (clique aquí para ler sobre transparência). Pratiquemos a coerência entre o que nós mesmos pensamos, sentimos e expressamos, para que possamos realmente ser coerentes e trazer essa energia completamente para todas as áreas da nossa vida que são realmente uma prioridade para nós.

  3. AJUDA: Na realidade ninguém precisa de ajuda (clique aqui para ler sobre audar vs. contribuir), do que precisamos é de assistência no que não somos especialistas para podermos construir. Ao nos dedicarmos a “ajudar” pessoas que acreditamos que precisam, porque nos pedem ou porque acreditamos que elas precisam, não estamos dando assistência para construirem, mas dando o que querem para permanecerem em sua zona de conforto, portanto é essencial aprendermos a nos conhecer melhor e a nos conectar com o coração para podermos contribuir com o que está alinhado com quem realmente somos e o que podemos dar.

Comecemos a nos conectar mais amorosamente com nós mesmos, quanto mais nos aceitamos mais assertivas são nossas decisões, evitemos julgar o que parece bom ou ruim e deixemos o coração nos levar pelo caminho da nossa tranquilidade, sempre respeitando tudo e todos a nossa volta (clique aqui para ler sobre a harmonia da energia). Para termos um mundo mais consciente e transparente, não precisamos ser os melhores, apenas precisamos ser a versão mais íntegra de nós mesmos.

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Com amor,
Ángel

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Humanidade Consciente: Respeitando as Diferenças

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É essencial integrarmos perspectivas que nos permitam construir com mais consciência o que realmente queremos como sociedade. Quando decidimos nos aproximarmos mais, respeitando as diferenças de crenças pessoais, conseguimos construir novas situações que nos permitem expandir nossa percepção do mundo, já que cada um de nós tem uma percepção diferente de acordo ao que vive.

Neste momento, temos a oportunidade de entendermos que quanto mais focamos, de maneira construtiva e integrativa, nas diferenças, mais contribuimos para construirmos justiça e inclusão. Todos temos direito a termos o conhecimento de que somos 100% responsáveis pelo que decidimos viver, depende de nós focarmos nossa energia para construirmos o que desejamos (nunca depende do externo, é nossa própria vontade).

Esta iniciativas que tenho aplicado em minha vida, têm me servido para expandir minha percepção do mundo e para construir relacionamentos mais respeitosos e íntegros:

  1. ESCUTAR: Estamos acostumados a ouvir (perceber o som), mas escutar requer prática, pois para isso necessitamos entender que não tudo o que sabemos é o que parece, que nossa realidade não é a realidade que todos vivem. Só assim conseguimos perceber a informação e integrá-la à situação colocándo-a em perspectiva, e a partir daí, decidir se o que temos para dizer realmente constrói e se necessita ser realmente expressado. Aprendermos a escutar implica evitarmos dar respuestas automáticas ou conselhos que vêm de nossa convicção de nos sentirmos superiores de alguma maneira.

  2. NOS EXPRESSARMOS ASSERTIVAMENTE: a expressão assertiva inclui coerência, transparência e neutralidade. Para practicá-la necessitamos deixar de lado os julgamentos, pois eles não são a verdade absoluta, mas uma percepção da realidade de acordo com nossa experiência; saber o que queremos expressar e o impacto que queremos causar com isso, e agir de acordo com o que queremos colher em nossa vida.

  3. INTEGRAR: assumindo uma postura integrativa ao interagirmos com o mundo, podemos perceber algo que pode ser útil para o que queremos construir. Uma frase, um vídeo, um livro, etc., podem ser a chave para abrirmos um mundo de possibilidades em nossa vida. Partindo da base de que podemos aprender de todos e de tudo, nossa postura nos faz respeitar e aceitar diferenças.

Respeitarmos as diferenças não quer dizer que temos que aprender a viver o tempo todo com todo mundo do lado, mas que precisamos aprender a conviver como sociedade para podermos colher o respeito que tanto exigimos dos outros. Somos realmente respeitosos para exigirmos respeito? (clique aqui para ler o texto sobre o respeto)

Com amor,
Ángel

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Transmutação do Ser: 4 aspectos para nos conectarmos com quem realmente somos

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Nossa vida é uma construção pessoal que pode ser inconsciente ou consciente. Tudo o que se manifesta é nossa responsabilidade, depende de nós decidir assumir isso de maneira consciente para nos conectarmos com quem realmente somos para desapegarmos de quem acreditamos ser.

Ser quem realmente somos é reconhecer que a responsabilidade sobre o que pensamos, sentimos e expressamos é nossa, as decisões de tudo o que existe em nossa vida tem sido tomadas por nós mesmos (embora às vezes não pareça, basta apenas uma decisão para mudar o presente). Para isso devemos ser o mais conscientes que possamos sobre nosso próprio sistema de percepção, entender como funciona nos leva a uma compreensão mais profunda de nós mesmos (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal).

Para entender melhor quem realmente somos é necessário perceber, integrar e transformar conscientemente estes 4 aspectos:

  1. Crenças: os filtros que impactam nossa percepção do mundo.
  2. Emoções: reações que nos levam a tomar decisões de maneira mental e impulsiva.
  3. Ações: a maneira em que nos nutrimos, nos fortalecemos, focamos e usamos o corpo para nos expresarmos.
  4. Palavras: as opiniões e ideias que transmitimos.

Nossa verdadeira essência está em nosso estado de fluxo e paz, na medida em que ampliamos nossa perspectiva, escolhemos a mentalidade, o sentimento e a expressão mais alinhados à nossa verdade, nos tornando mais coerentes com nosso desejo de integração de coração (clique aqui para ler sobre coerência).

Contribuamos e sejamos autênticos, trabalhemos por um mundo mais consciente.

Com amor,
Ángel

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Menos Polarização Gera Mais Integração

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Durante toda minha vida o que mais tenho percebido é a maneira em que a polarização gera segregação, se uma pessoa pensa de uma forma, e desde sua perspectiva o que pensa a outra está errado, então se evita qualquer tipo de contato ou se gera conflito, o que nos faz esquecer que somos apenas seres humanos, nem melhores nem piores, nem mais nem menos que os outros.

A polarização extrema existe pela falta de confiança em nós mesmos e pela falta de informação disponível, sobre tudo para tomarmos decisões, pois isso nos gera medo ao desconhecido, mas, o que acontece quando passamos tempo em um lugar em que confiamos, com pessoas nas que confiamos? Encontramos tranquilidade, e essa tranquilidade é necessária para que entendamos que as decisões mais apropriadas para cada um de nós, dependem de nossa própria experiência, sabedoria e tempo.

Em tempos de eleições, campeonatos esportivos, emfin, momentos decisivos onde várias perspectivas buscam o apoio de outras pessoas, começamos a conhecer os hábitos das pessoas ao redor, sejam eles segregadores ou integradores. É comum percebermos que a perspectiva e a vontade de termos a razão nos cegam e nos levam a tomar decisões, que muitas vezes não são coerentes com o que acreditamos, a partir da informação que temos decidido integrar (limitada em muitos casos por nossa perspectiva radical), mas o mesmo medo ao desconhecido das outras perspectivas nos leva a radicalizar e a segregar sem termos pleno conhecimento da decisão que estamos tomando.

Ao percebermos isto, podemos escolher transformarmos nossos hábitos, podemos escutar mais sem necessidade de termos que justificar nossa posição ou convencer aos outros, podemos informar-nos de maneira mais objetiva sobre as opções disponíveis e confrontá-las com nossos valores para encontrarmos coherencia en ello, podemos respeitar as diferenças, pois é a partir daí que podemos construir o que nos traz a tranquilidade verdadeira, podemos confiar.

Últimamente, tenho percebido que as pessoas que estão focadas em construir-se a si próprias, expressar seu talento pessoal e se conectar assertivamente com as pessoas apropriadas para construir projetos que impactem de maneira construtiva e integrativa à sociedade, são das que precisamos para transformarmos nossa sociedade integralmente, pois só reconhecendo as diferenças, e construindo a partir delas, podemos ter a tranquilidade que necessitamos, desde a aceitação. Integremos mais em todas as áreas de nossa vida, tanto pessoal como social, não precisamos fazer parte de um partido, de um time, ou de um grupo, já somos parte do mundo, façamos nossa parte, construamos.

Com amor,
Ángel

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Chakras e Experiência Terrena

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Na medida em que integramos informação de maneira mais consciente, percebemos que todas as áreas são um reflexo dos seres humanos, por exemplo podemos perceber na engenharia civil como é essencial construirmos bases sólidas, com materiais de qualidade, a partir de um propósito claro, ou na agronomia a importância de nutrirmos e cuidarmos o que sembramos, então, neste momento, de acordo com o propósito do título deste texto, podemos integrar os conceitos energéticos dos chakras à nossa experiência terrena.

Segundo diferentes perspectivas no mundo (hinduismo, teosofia, gnosticismo, nova era) os chakras são os principais centros de energia em nosso corpo e estão integrados ao nosso mundo físico, mental, emocional, sentimental e expressivo. Atualmente podemos encontrar 7 chakras relacionados diretamente com nossa experiencia terrena, por este motivo a lista de conexão entre chakras e nossa vida tem 7 pontos, entendamos como podemos integrá-los à nossa experiência, de maneira constructiva:

  1. Experiência desde o nascimento até os 7 anos (chakra muladhara/raiz): este chakra, representado pela cor vermelha, é o de nossa ancoragem à terra, como crianças necessitamos aprender a nos relacionarmos com o meio, a nos comunicarmos, a desenvolvermos nossa segurança, por isso é necessário que sejamos exemplos o mais íntegros possíveis para as crianças que chegam ao planeta.
  2. Experiência desde os 7 até os 14 anos (chakra svadhisthana/sacro): este chakra, representado pela cor laranja, é o de nossa força/expressão criativa e energização, é o momento de adquirirmos hábitos que construam nossas células e descubrirmos nossos talentos, de aprendermos a criar/expressar desde o coração aquilo com o que fluimos, por isso é necessário fomentar a experimentação consciente, e com orientação apropriada.
  3. Experiência desde os 14 até os 21 anos (chakra manipura/plexo solar): este chakra, representado pela cor amarela, é o centro de nossas emoções, todo o sistema de crenças que temos acolhido (consciente ou inconscientemente) se manifesta em emoções, e assim começamos a nos relacionar desde um ponto de vista mais energético, que pode ser usado para aprendermos sobre nossa interação com os demais para decidirmos que é o que queremos levar de tudo o que temos aprendido para nossa próxima fase. Quando durante este período nos sentimos em paz, a tendência é que fortaleçamos nossa identidade, em caso contrário entraremos numa busca de algo que não temos aprendido até sentirmos que nos encontramos. Com bases sólidas que nos permitam ser quem realmente somos, e nos expresarmos de maneira construtiva e transparente, usamos este período para potencializarmos o que temos percebido e construído desde que nascemos.
  4. Experiência desde os 21 até os 28 anos (chakra anahata/coração): este chakra, representado pela cor verde, é o centro de nossos sentimentos, onde integramos nossa experiência. Este período nos leva a entendermos, de maneira mais racional, que podemos construir sentimentos e realidades a partir de nosso sistema de crenças e de nossa expressão. Percebendo que o que se manifesta em nossa vida é 100% nossa responsabilidade, desde nossas decisões, podemos focar em construirmos nossa integridade entendendo que efetivamente tudo tem um efeito em tudo.
  5. Experiência desde os 28 até os 35 anos (chakra visuddha/garganta): este chakra, representado pela cor azul, é o centro da expressão/comunicação de nossa verdade. Para que este chakra seja desenvolvido é essencial que estejamos conectados com nossos talentos naturais, com nossa verdadeira identidade, com a ideia de que somos todos parte do mesmo organismo vivo. Neste período, com a certeza do que queremos construir, encontramos a necessidade de nos expresarmos da maneira mais assertiva, transparente, coerente e respeitosa possível, isto nos permite conectarmos de maneira mais autêntica com todos e tudo ao nosso redor. Nossas ações, palavras, gestos e expressões se alinham com nosso coração.
  6. Experiência desde os 35 até os 42 anos (chakra ajna/terceiro olho): este chakra, representado pela cor índigo, é o centro que nos permite perceber com claridad os motivos por trás das ações, ao percebermos a realidade como ela é nossas habilidades se potencializam ainda mais, pois aprendemos a nos relacionarmos de maneira mais assertiva com os seres apropriados para construirmos em equipe e a tomarmos decisões mais conscientes e assertivas em todas as áreas de nossa vida. Aqui a tendência é encontrarmos a medida apropriada de tudo para nossa própria vida.
  7. Experiência desde os 42 até os 49 anos (chakra sahasrara/coroa): este chakra, representado pela cor violeta, é o centro de nosso sentido de pertencimento ao todo, nos permite entendermos que tudo o externo é um reflexo do interno e sermos mais conscientes sobre o que queremos manifestar desde nossa vibração (sentimentos, emoções, pensamentos, palavras e ações) para construirmos com consciência o mais apropriado desde nossos talentos integrados ao contexto.

Estes processos podem ser trabalhados em qualquer momento de nossa vida, nossa percepção nos permite aceitar a experiência tal como é, sempre é tempo de integrarmos diferentes perspectivas que nos permitam encontrar nosso centro de paz, onde integramos nossos 3 chakras inferiores e superiores, nosso coração. Como um prisma podemos cristalizar nossa experiência a partir das cores.

Com amor,
Ángel

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Conexão Respeitosa: 5 passos para exercitar o respeito

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Para construir todo relacionamento é importante exercitar o RESPEITO, com nós mesmos e com os demais, pois é um valor construtivo. Quando nos respeitamos e estabelecemos nossos limites criamos um canal claro de comunicação com o mundo (clique aqui para ler sobre transparência). E se ao fazermos isso somamos a intenção de respeitar os limites do outro estaremos construindo uma base sólida para cada relacionamento.

RESPEITAR os límites própios, e os dos outros, é entender que somos todos diferentes e que isso faz parte da construção de quem somos, e do lugar em que vivimos, e estar dispostos a interagir absorvendo o mais apropriado de cada situação, evitando atacar. O que temos considerado negativo ou positivo em algum momento pode mudar de lado de acordo com nossa experiência, o que é um fato real é que, sem importar de que lado as deixemos, as experiências vividas fazem parte de nossa vida e de nosso desenvolvimento. Por isto todo mundo merece nosso respeito, como o que damos a alguém que nos ensina algo.

Os 5 passos a seguir nos ajudam a exercitar o respeito:

  1. Nos respeitarmos e estabelecermos limites pessoais coerente e assertivamente (clique aqui para ler sobre estabelecer limites).
  2. Respeitarmos os limites alheios.
  3. Evitarmos emitir opiniões que não tenham sido pedidas.
  4. Observarmos a maneira em que nos expressamos sobre os outros e transformá-la de forma construtiva.
  5. Revisarmos a construtividade do que expressaremos antes de fazê-lo.

Seguindo estes passos transformamos a maneira em que nos relacionamos com o mundo, o que, por sua vez, nos traz novas perspectivas e possibilidades. RESPEITEMOS como queremos que nos RESPEITEM.

Com amor,
Ángel

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