Arquivo da tag: consciencia

Contribuição Social

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Como indivíduos sociais podemos decidir agir alinhados com uma construção coerente da paz.

A paz na sociedade é o reflexo da paz interior, isto vai além do mundo mental com o que nos identificamos, é a verdadeira conexão com o que sentimos paz, o que pensamos, sentimos, dizemos e fazemos desde nossa própria paz.

Isto se trata de nos comprometermos a construir sempre desde nossa paz, de maneira consciente, e a partir daí construirmos diferentes maneiras de expressarmos nossa paz.

Tudo o que pensamos, sentimos, dizemos e fazemos tem um impacto na sociedade, podemos percebê-lo nas situações que chegam a nossa vida, portanto, sentirmos o que é paz para nós e alinharmos nossa mente e expressão a esse desejo nos levam a impactar com uma intenção consciente, cujo resultado podemos perceber também em nossa experiência.

Contribuirmos na sociedade é entendermos que cada uma das decisões que tomamos tem um impacto nela e que quanto mais integridade há na intenção de nossa contribuição, mais integridade há na construção social.

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O Jogo da Vida

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A vida é básicamente um jogo onde aprendemos as regras básicas do lugar em que estamos para podermos “encaixar” no modelo actual. Quando pensamos nisso como um quebra-cabeça é como se pegássemos qualquer peça e a encaixássemos à força onde não se encaixa naturalmente, no fim se obtém incoerencia. Quando começamos a questionar-nos sobre tudo em nossa vida, percebemos que há estratégias de jogo que nos permiten conhecer-nos profundamente para poder realmente encaixar nese quebra-cabeça em infinita expansão, é aí quando o resultado que temos é coerente.

Aplicando o mesmo exemplo do quebra-cabeça à nossa própria vida, podemos perceber que, desde a incoerência, temos varias possibilidades de encaixarmos à força nossas próprias peças, tudo o que somos, seja pelo dominio de nossa mente ou pelos padrões inconscientes que carregamos, mas apenas uma maneira de encaixar tudo naturalmente: construindo desde o que potencializa nossa paz.

Então, para nós, que queremos construir uma sociedade íntegra, coerente, transparente e sustentável desde a paz interior, aqui há algumas ações que podemos integrar à nossa vida para inspirar a integridade desde o exemplo:

  1. Autenticidade: sermos autênticos vai além do evidente, é nos conhecermos de verdade, entendermos que é o que realmente potencializa nossa paz interior para colocá-lo em prática e construirmos desde nossos talentos integrados à nossa personalidade, a maneira apropriada para contribuir neste momento, deixarmos de seguir modelos para seguirmos nosso coração.

  2. Contribuição: exercitando nossa autenticidade, entendemos que a competição se torna obsoleta, pois aprendemos a construir nossos próprios sonhos sem necessidade de ganhar ou querer o mesmo que outra pessoa, é desta maneira que contribuímos, fazemos apenas o necessário desde a certeza de quem somos em essência (cliqie aqui para ler sobre integração de nossa essência).

  3. Expressão: na medida em que contribuímos desde nossa autenticidade, percebemos a importância de ajustar nossa expressão pessoal. A maneira em que pensamos e sentimos está tão alinhada e coerente que ao fazermos um gesto, levarmos a cabo uma ação ou emitirmos qualquer palavra que esteja desalinhada com eles, percebemos que há outras formas que precisamos procurar e exercitar para dar coerência e poder ao que transmitimos, sobre tudo quando somos conscientes da importância de sermos o exemplo do que queremos construir como sociedade.

A regra do jogo da vida mais importante para construir é: pensamento, sentimento e expressão devem estar alinhados a um propósito, depende de nós decidirmos fazer isso desde nosso propósito de paz (clique aqui para ler sobre ativarmos nosso modo propósito).

Com amor,
Ángel

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Autonomia Essencial

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Um dos aspectos essenciais que deveríamos integrar à nossa experiência para aumentarmos nossa confiança pessoal é a autonomia, já que na medida em que entendemos quem realmente somos e como pôr isso no contexto, percebemos que a construção de nossa vida depende totalmente do grau de compromisso que temos com nós mesmos como indivíduos sociais.

Cada um de nós tem um grau diferente de autonomia em todas as áreas da vida, desde a emocional até a material, que deve ser ajustado na medida em que avançamos em nosso caminho, pois, sobre tudo, como parte da sociedade, é essencial desenvolvermos nossa autonomia para tomarmos decisões desde nossa integridade, para fazer com que os processos sociais sejam mais eficientes.

Desde nossa própria experiência, os aspectos a seguir precisam de mais autonomia para serem desenvolvidos e integrados como elementos essenciais de nossa autenticidade, pois são eles que constroem uma autoconfiança de bases sólidas que nos permite continuar construindo desde a certeza de nossa contribuição pessoal:

  1. Habilidades Pessoais: nascemos com determinadas habilidades que podemos potencializar, de várias maneiras, através de nossa experiência, ao reconhecê-las, integrá-las e colocá-las no contexto social, podemos contribuir em diferentes áreas que tenham o mesmo propósito em comum (clique aqui para ler sobre propósito).

  2. Expressão Coerente: quanto mais coerência existe entre o que pensamos, sentimos e expressamos, mais energia focada em nosso propósito de paz temos (clique aqui para ler sobre construção de paz).

Como indivíduos sociais é essencial que cultivemos a autonomia de construção de nossa autenticidade integrada ao contexto social em que estamos, quando todos contribuimos desde nossa paz interior, graças à total aceitação e integração, a sociedade reflete nossa integridade.

Com amor,
Ángel

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É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Ativando Nosso Modo Propósito

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É comum encontrarmos pessoas julgando a outras por seus vícios, sobre tudo quando falamos de substâncias como o álcool e as drogas, mas, somos conscientes de nossos próprios vícios? Desde crianças temos vícios, dos quais, às vezes, não somos conscientes, e na medida em que crecemos os fortalecemos ou criamos outros, algo que parece comum como falar mal ou bem das pessoas, pensar de manera pesimista ou otimista, consumir alimentos com ou sem consciência nutricional, ser manipuladores ou submissos, todos estes exemplos são extremos de vícios que temos e que podem, ou não, ser construtivos e sustentáveis no lugar em que vivimos, mas que em determinado momento podem transformar-se em destrutivos e insustentáveis, sobre tudo quando desde nossa sabedoria pessoal percebemos que podemos encontrar uma medida apropriada para tudo na vida, ainda mais quando temos um propósito (clique aqui para ler sobre harmonia da energia).

Refletindo sobre o motivo dos vícios, tenho percebido que nossos desejos mentais e emocionais nos fazem buscar satisfação em coisas que nos fazem esquecer temporáriamente do que não sabemos aceitar em nossa vida, e o que nos permite descer dessa montanha russa emocional é termos um propósito que integra toda nossa vida, que nos permita reconhecer nossos talentos, trabalhá-los e integrá-los ao contexto, que nos leve a usar nosso tempo e recursos para construirmos a partir de nossos próprios sentimentos, pensamentos e expressão. Para isto podemos considerar estes simples aspectos:

  1. Do que gostamos: usando nosso tempo para fazer o que desfrutamos (sobre tudo de maniera independente) nos conectamos com nossa paz e com o apropriado para nossa experiência.

  2. O que fazemos bem: todos temos diferentes talentos, o que sabemos fazer bem e achamos fácil e interessante, comparado con otras áreas, expressa muito sobre nós mesmos e sobre como podemos contribuir na sociedade.

  3. O que admiram de nós: temos características específicas que outros admiram em nós, se não sabemos o que é perguntemos, sobre tudo a aquelas pessoas que nos conhecem mais.

  4. O que queremos transmitir: integrando os 3 aspectos anteriores podemos encontrar diversas formas criativas de nos expressarmos em todas as áreas de nossas vidas, assumindo a responsabilidade por nós mesmos e por transmitirmos o desejo de conexão desde o respeito e a integridade (clique aqui para ler sobre transparência).

Entendamos que como pessoas sempre somos um exemplo que pode ser imitado, então podemos acolher como propósito construirmos paz em todas as áreas de nossa vida a partir do autoconhecimento, a integridade, a transparência e a coerência, para que aprendamos a tomar decisões mais conscientes desde nossa paz (clique aqui para ler sobre como decidir desde nossa paz) para construirmos a partir das diferenças.

Com amor,
Ángel

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Manifestando a Verdade de Nosso Coração

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Na medida em que crescemos e nos conhecemos com mais profundidade através de nossas decisões e experiências, conseguimos identificar aquilo que nos mantém em nossa paz e o que nos tira dela, seja positiva ou negativamente. Este processo de autoconhecimento e autoanálise é essencial para aprendermos a identificar a verdade de nosso coração e a “verdade” que vem de nosso sistema de crenças (que tem construído nosso mundo emocional de maneira inconsciente, e muitas vezes bastante desalinhado de nosso coração, principalmente pela crença da separação).

Assim como podemos conectar-nos com o que nossa mente acredita que é nossa realidade (pertencer a extremos para segregar pelo desejo de competir e comparar), podemos conectar-nos com a sabedoria integral de nosso coração, aquela que nos leva a agir desde nossa paz para aprendermos de maneira objetiva sobre nossa experiência desde nossa percepção pessoal, desde a integridade, alinhada ao contexto, colocando nossa mente à sua disposição, para construirmos desde a autenticidade em unidade, e efetivamente contribuirmos.

Para manifestarmos a verdade de nosso coração é essencial que nos conectemos conscientemente com nosso sistema perceptivo, aqui compartilho estas simples ações que podemos integrar para entender que nossa vida depende menos das opiniões pessoais (de nós e dos outros) quando a vivemos desde a transparência, o respeito, a integridade e a coerência:

  1. FLUIRMOS COM CONSCIÊNCIA: para fluirmos com consciência é necessário que instalemos a crença de agirmos desde a integridade, a coerência, o respeito e a transparência, pois dessa maneira sintonizamos nossa mente com a frequência vibratória do coração. Tendo esta crença, que potencializa nosso coração desde a mente, necessitamos perceber os sinais que recebemos através de nosso sistema perceptivo e ir fluindo onde sentimos verdadeira paz (se temos muitas opções, é necessário aumentarmos nossa afinação com o coração, para isto há um exercício que tem sido útil para mim [clique aqui para aprender o exercício de integração de emoções], pois integra as vibrações de emoções e pensamentos, que geram distração em qualquer extremo, para voltarmos a nosso centro).

  2. AJUSTARMOS NOSSA COERÊNCIA: nosso coração sabe que tudo o externo é um reflexo do interno, que nos mostra se é necessário fazermos um ajuste ou se estamos no caminho apropriado para nós, por isto, para potencializarmos a sabedoria de nosso coração através da mente, devemos instalar a crença de que tudo o que julgamos, u opinamos, positiva ou negativamente, é um reflexo de nós que nos permite aprender e ajustar nossa vibração desde nossa experiência pessoal. Por exemplo, queremos paz e responsabilizamos tudo ao redor porque ela não se manifesta, mas estamos cheios de conflitos internos, portanto, a ausência de conflitos externamente só se manifesta quando temos encontrado nossa paz interna, que é aceitarmos e integrarmos tudo o que realmente somos ao contexto social em que estamos, como agentes construtores, parte do todo. Aqui podemos integrar de novo o exercício do ponto anterior para entendermos desde nossa paz o que precisamos ajustar em nossos pensamentos, sentimentos e expressão (clique aqui para ler sobre nossa coerência).

  3. ALINHARMOS NOSSA EXPRESSÃO: para alinharmos nossa expressão à frequência vibratória do coração é necessário exercitarmos maneiras diferentes de nos expressarmos, escutarmos com total presença, comunicarmos apenas o que temos certeza de que contribui à construção externa de nossa paz interior, no momento presente, focarmos nossa atenção em conhecermos a nós mesmos e fazermos o mais apropriado desde nossos talentos e habilidades pessoais. Instalarmos a crença de que nossos pensamentos, sentimentos e palavras são poderosos, nos permite perceber a importância de alinhá-los desde um propósito que permea todas as áreas de nossa vida, para potencializar o desejo de nosso coração com toda a intenção.

  4. EXERCITARMOS A AUTENTICIDADE EM UNIDADE: esta é a crença mais importante de todas, pois fortalece nosso discernimento para encontrarmos a medida apropriada de tudo em nossa vida, prepara nossa mente para perceber a conexão entre todo e todos, para construirmos o respeito desde nossos hábitos, para relembrar que todas nossas decisões têm um impacto no sistema, no todo. Expressando quem realmente somos, as barreiras existentes começam a cair, e só o verdadeiramente essencial para nossa vida se mantém e revela seu perfeito propósito em nossa existência (clique aqui para ler sobre conexão com a neutralidade).

A verdade de nosso coração se expressa normalmente em certo grau de inconsciência misturado com nossos modelos mentais e emoções, depende de nós potencializá-la desde nossa mente e estar conscientes de agirmos fomentando a integração em todas as áreas de nossa vida, pois desta maneira expandimos esse modelo à sociedade, através de nosso exemplo, e criamos maneiras mais conectivas de nos relacionarmos como indivíduos sociais.

Com amor,
Ángel

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Mente Construtiva: 4 passos para reprogramar nossos pensamentos

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Para sermos e estarmos conscientes de nossa expressão (gestos, palavras, atos, emoções) o primeiro passo é exercitarmos a presença mental, a qual conseguimos através da integração de nossa percepção do mundo e nossa atenção, como limos e praticamos no artigo 4 passos para manter a mente no presente (clique aqui para ler o artigo completo).

Quando nossa mente está presente, podemos focá-la em nosso próprio processo de construção, mas, como pode ser útil?, fácil, vamos começar a trabalhar nisto por partes. Neste artigo entenderemos como usar a mente presente para reprogramar nossos próprios pensamentos, já que são eles os responsáveis pela terceira parte de nosso estado de ánimo e nível de energía (pelos outros dois terços a percepção e a expressão).

Todos temos crescido em ambientes diferentes e, de forma inconsciente, estamos submetidos constantemente à informação que nos faz focarmos no lado “destrutivo” da vida. E, como é o que mais recebemos, vemos que nossas conversas com as pessoas se tornam um campo fértil para falarmos dos demais, reclamarmos, sentirmos pena, citarmos tragedias, em fim, de falarmos de coisas que não podemos transformar. E isso efetivamente influencia nosso humor e nossa energía.

Hoje vamos focar nossa atenção em como sintonizarmos, conscientemente, com o lado construtivo da vida para reprogramar nossos pensamentos (clique aqui para ler sobre empoderamento de hábitos). Para isto vamos seguir estes 3 passos diariamente até integrá-los a nossos hábitos:

  1. Procurarmos fontes de informação construtiva para substituir a informação destrutiva. Pode ser através da internet, televisão, pessoas com as que interagimos, etc. Por exemplo, em vez de pesquisarmos sobre o que faz mal para o corpo, pesquisarmos sobre o que faz bem.
  2. Percebermos os pensamentos que surgem durante o dia. Se geram preocupação, ansiedade ou qualquer sensação destrutiva vamos procurar motivos construtivos pessoais para ressignificá-los. Por exemplo, penso que preciso de dinheiro para pagar uma conta, vejo que posso organizar uma rifa, fazer um trabalho extra ou vender algo que não serve mais e percebo que posso conseguir o dinheiro, então foco meus pensamentos na ação que vou tomar para obter a quantidade necessária, pode ser que até consiga mais.
  3. Focarmos os pensamentos em nós mesmos, e nos projetos nos que estamos envolvidos, pois é onde podemos efetivamente assumir a responsabilidade da transformação. Para quê pensarmos nos motivos de outras pessoas, que são responsabilidade delas, se podemos estar usando este tempo para expandirmos nossa consciência e construirmos? Pensemos nisso.
  4. Encontrarmos, pelo menos uma vez ao dia, um lugar em que admiremos tudo o que percebemos com nossos sistema perceptivo, e nos sintamos tranquilos, e pensemos em tudo o construtivo que temos vivido e como podemos integrá-lo a nossa vida, a nossos projetos.

É nossa decisão escolhermos com o que queremos nos conectar (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração). Quanto mais pessoas conscientes de sua própria vida e dispostas a contribuir de maneira assertiva, temos melhores resultados reformando o mundo em que vivemos, construindo todos dia com mais assertividade e inovando para transformar o que for necessário. Es escolho conectar-me com o que contribui para minha integridade para transformar o mundo com a contribuição de todos e tudo ao meu redor, e você?

Compartilhemos este método fácil com as pessoas que quiserem recuperar sua energia e se sentir empoderadas.

Com amor,
Ángel

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4 passos para manter a mente no presente

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Quando interagimos com nós mesmos e com tudo ao redor é importante sermos conscientes de agirmos mais e reagirmos menos. Hoje vamos focar nos pensamentos, o que passa por nossa mente em cada momento.

Em 2016 participei num treinamento para construir uma comunicação mais assertiva e a mensagem é bem clara, carregamos diversos filtros dos quais muitas vezes não estamos conscientes, nossos julgamentos e comparações baseados nas próprias crenças (que às vezes nos dá segurança porque outras pessoas também as compraram), e esses filtros fazem que nossa mente esteja sempre reagindo ao que vivemos em vez de estar presente (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção).

Muitas vezes ao conversarmos com alguém começamos a julgar o que diz, em nossa mente, seja de maneira positiva ou negativa, e já temos uma resposta pronta. Em alguns casos a pessoa nem sequer termina de falar e já respondemos (antes de esquecermos). E o mesmo fazemos continuamente em quase tudo o que fazemos. Cozinhamos pensando no horário, tomamos banho pensando em que roupa usar, etc., qualquer situação bagunça nossa mente quando não somos conscientes de trazê-la ao momento presente.

Hoje vamos seguir estes passos para trazer nossa mente ao “aquí e agora” e treiná-la para que aja a partir do momento, em vez de reagir a partir dos filtros:

  1. Escolhermos uma só ação para focar a atenção mental.
  2. Focarmos na pessoa e/o na ação que está acontecendo.
  3. Se aparecer um pensamento deixá-lo passar e voltar ao ponto de foco.
  4. Sentirmos, com todo nosso sistema perceptivo, o que estamos vivendo.

Na medida em que praticamos seguindo estes passos, nossa mente vai se acostumando com o novo padrão de comportamento e muda nosso estado de atenção e conexão com a vida. Compartilhe este post com quem possa precisar e escreva nos comentários sua história. Sua mente vive no futuro, no pasado ou no presente?

Com amor,
Ángel

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Entendendo as Polaridades como Experiência Pessoal

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Neste planeta experimentamos várias coisas, dentre elas as polaridades. Percebemos pessoas e situações diferentes que nos fazem pensar que nós não podemos ser de uma maneira ou de outra, mas, é sério ou é apenas uma história que nos contamos para nos sentirmos melhor com nós mesmos no contexto social no que estamos que nos indica un caminho específico?

Para continuar, é necessário que nos respondamos as seguintes perguntas:

  1. Somos tão bons ou ruins como pensamos?
  2. Alguma vez temos desejado o mal ou o bem a alguém?
  3. Temos sido às vezes preguiçosos e às vezes trabalhadores?
  4. Temos nos sentido às vezes tristes e às vezes felizes?

Ao respondermos estas perguntas, percebemos que, ao longo de nossa vida, temos usado as polaridades como recursos, o que nos faz humanos, pois ser bom ou ruim é apenas um ponto de vista no contexto em que vivemos, e entendermos isto é essencial para ajustarmos nossa personalidade a cada momento de nossa vida.

Entre cada polaridade podemos ter diferentes graus, agora um poco mais, depois um pouco menos, e às vezes ate chegamos aos extremos. Às vezes insistimos em dizer que somos de uma determinada maneira, mas, na verdade, desde que nascemos temos transformado, em algum grau, cada uma das polaridades existentes, para nos adaptarmos ao meio em que vivemos da maneira mais harmoniosa possível. Podemos ter passado de momentos de mais sorrisos a outros de mais seriedade, de vicios a abstinências, de relacionamentos limitados a livres, de comermos qualquer coisa por fome a sermos rígidos com a nutrição, etc.

Todo momento de nossa vida tem uma mudança, seja por ação ou reação, e depende de nós reconhecer isso para podermos usá-lo de uma maneira mais assertiva. Por exemplo, se cada vez que alguém não faz o que queremos, nossa reação é gritar, ao percebermos que também existe a raiva em nós podemos buscar um jeito diferente de canalizá-la, neste caso podemos reflexionar sobre o motivo pelo qual temos essa expectativa e buscar uma forma alternativa de fazermos as coisas para a próxima vez.

Quando entendemos que depende de uma decisão pessoal ajustarmos o grau de polaridade em cada momento de nossa vida, percebemos que a mudança é constante e que todos podemos aprender a fazê-lo de um jeito mais consciente e construtivo, entendendo o que há por trás de cada uma de nossas reações.

Cada um de nós usa os recursos que possui de acordo a seu contexto cultural e familiar, sejamos mais compreensivos e compartilhemos outras perspectivas, pois apenas cada um de nós pode conectar-se com a medida apropriada das polaridades em nossa vida, seguindo nosso coração, através da integridade (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

Lembremos-nos de que ao tendermos para uma polaridade estamos alimentando o outro extremo, existe um por causa do outro para criar harmonia, e que ao tendermos para a neutralidade a construção é mais sólida, pois a energia se integra e se potencializa através do estado de fluxo.

Com amor,
Ángel

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Ossos Fortes: 3 aspectos importantes para consumir cálcio de maneira eficiente

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Agora que somos conscientes do que é necessário para melhorar a absorção de nutrientes (clique aqui para ler sbre absorção) em nosso corpo e do motivo pelo qual devemos ser conscientes de consumir macronutrientes de alto valor nutricional (carboidratos (clique para ler sobre carboidratos), proteínas (clique para ler sobre proteínas) e lipidios (clique para ler sobre gordura), vamos conhecer os micronutrientes essenciais para nosso corpo e suas funções.

Comecemos com os minerais. No livro Nutrição Humana no Mundo em Desenvolvimento (disponível em Espanhol e Inglês no site da Organização das Nações Unidas Para a Agricultura e a Alimentação – FAO) falam sobre a função fisiológica, estrutural que têm os minerais no corpo humano e esse é o foco dos próximos artigos a partir de agora.

Hoje o assunto é o Cálcio, um dos minerais mais importantes para o corpo, pois é o principal componente dos ossos e o que os mantêm firmes. Junto com o fósforo é importante para as funções musculares, o estímulo nervoso, atividades enzimáticas e hormonais e o transporte de oxigênio.

É importante ter consciência sobre os aspectos importantes para a absorção do cálcio e dos alimentos que contêm maior concentração do mineral.

  1. O cálcio é melhor absorvido quando se consome vitamina C (a limonada é uma grande aliada e alcalinizante)
  2. É necessário tomar, pelo menos, 10 minutos de sol por dia, sem proteção.
  3. Os seguintes alimentos são ricos em cálcio e em diversos minerais que melhoram sua absorção (como o fósforo e a vitamina C):
    • Linhaça: 255 mg de cálcio por cada 100 grs. – Deixar de molho por mínimo 24 horas e lavar antes de consumir as sementes batidas no liquidificador.
    • Nozes: 94 mg de cálcio por cada 100 grs. – Deixar de molho por mínimo 24 horas e lavar antes de consumir.
    • Amêndoas: 216 mg de cálcio por cada 100 grs. – Deixar de molho por mínimo 24 horas e lavar antes de consumir.
    • Couve manteiga: 135 mg de cãlcio por cada 100 grs.

Fortaleçamos nosso corpo de dentro para fora e sintamos nossa energia vital aumentar. Agradeçamos sempre pelos alimentos que consumimos e pratiquemos um consumo consciente (clique aqui para ler sobre micronutrientes).

Com amor,
Ángel

FONTE:

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