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Sobre Responsabilidade

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Assumirmos a responsabilidade por decidirmos de maneira coerente com nossa paz, requer de nossa atenção ao que pensamos, sentimos e expressamos em todo momento. Para construirmos com outros podemos ir além das obrigações que criamos desde o que pensamos que necessitamos.

Quando confiamos em nossas decisões para construirmos no presente de forma sustentável, aumentamos a confiança em nós mesmos e o nível de responsabilidade por tudo com o que nos comprometemos desde a convicção e a certeza de que estamos prontos para contribuirmos alinhados a nossa paz e ao contexto presente.

É essencial confiarmos em nossa construção pessoal para podermos confiar na construção pessoal de todos os indivíduos da sociedade e assim podermos construir juntos desde a liberdade de ser quem somos desde nossa integridade.

Desde nossa paz entendemos a medida apropriada entre darmos e recebermos, nos relacionamos desde a certeza de que estamos onde queremos estar e aprendemos que nossa palavra tem valor e que somos responsáveis por nós mesmos.

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Conectando-nos com a Neutralidade

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É um processo natural que queiramos tomar decisões a partir de nossa experiência pessoal, mas quando assumimos uma postura observadora a longo prazo, descubrimos aspectos relevantes de construção, e destruição, pessoais e sociais, que podem se apresentar quando tomamos determinadas decisões.

A neutralidade é encontrarmos o ponto de percepção onde podemos nos questionarmos sobre tudo o que sentimos, pensamose expressamos, é o processo para reconhecermos que para construirmos nossa paz interior e manifestá-la no exterior, é essencial colocar em ação nossa certeza do coração (clique aqui para ler sobre manifestar a verdade de nosso coração)Como somos 100% responsáveis pelo que nos acontece, pois criamos a partir de nossos pensamentos, sentimentos e expressão, podemos entender que ao nos conectarmos com a neutralidade estamos construindo desde a integração, pois conseguimos perceber que somos células partes de um todo e que podemos transformar tudo o que existe em nossa sociedade que continua gerando mais do mesmo.

Analisemos os seguintes aspectos dentro de nossa construção pessoal, para identificar as decisões e crenças que tem nos levado a construir a realidade que vivemos e assim podermos entender a forma de nos conectarmos com a neutralidade que queremos construir a partir de agora:

  1. Nos sentimos injustiçados: é momento de questionarmos se estamos sendo injustos com nós mesmos ou com os outros, lembremos-nos de que nossas atitudes numa área em nossa vida podem manifestar-se em outra à que lhe damos mais relevância, então analisemos todas as situações de injustiça que podemos estar exercendo, como o seria agirmos de uma maneira inconsciente e egoísta com as pessoas, com nós mesmos e com o meio ambiente (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos)

  2. Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler sobre merecimento)

  3. Queremos destacar: quando estamos em modo colaborativo entendemos que destacarmos para deixarmos um legado é uma atitude de segregação, pois para isso nos tornamos células competitivas destrutivas por só pensarmos em nosso destaque (pensemos nisso como um tumor) e automaticamente fomentamos a aparição de pessoas que precisam de alguem de destaque, já que não se conectam com elas mesmas. Quando colaboramos, trabalhamos em nossos talentos e os transmitimos para podermos integrá-los com o meio em que estamos, podemos mudar o mundo construindo desde a colaboração (clique aqui para ler o texto sobre construirmos paz desde a consciência).

  4. Sentimos que não confiamos em nós: este sentimento existe porque temos nos acostumado a acreditarmos mais nos demais que em nós mesmos. Para transformarmos isto, necessitamos nos conhecermos e investirmos nossos recursos em trabalharmos nossos talentos e integrá-los de maneira neutra em nosso entorno. Quanto mais confiança construimos em nós mesmos, maior é o impacto de nossas ações. Assumamos a responsabilidade e trabalhemos em nos fazermos mais íntegros a cada dia, é assim que construimos nossa confiança pessoal e a confiança no mundo e na vida (clique aqui para ler o texto sobre construirmos o respeito pessoal).

Lembremos-nos de que tudo está sempre em harmonia, então, se focarmos nossa energia numa polridade, sua outra face se manifesta em nossa vida para equilibrar aquilo que estamos criando, então, criemos desde a neutralidade, desde a ideia de que todos somos capazes de assumirmos nossa responsabilidade de sermos seres mais conscientes e íntegros, e de que assim podemos construir focando-nos na transformação da polaridade em neutralidade de todos os sistemas, desde a visão de mantermos a autenticidade na unidade.

Com amor,
Ángel

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3 dicas para desapegar da visão limitante que temos de nós mesmos

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O primeiro passo para termos um relacionamento saudável com nós mesmos é o RESPEITO, para isso temos feito as 3 perguntas para transformarmos o relacionamento interior (clique aqui para ler o texto completo). O segundo passo é NOS DESAPEGARMOS, deixar de nos identificarmos com a imagem que os demais têm de nós e com a possível imagem errada que podemos ter de nós mesmos.

Quando nos definimos parece que chegamos ao limite onde não há nada por mudar ou melhorar porque simplesmente assim somos e estamos. É uma maneira de dizer a nós mesmos que estamos destinados a isso. Por este motivo é muito importante que avaliemos conscientemente as definições e procuremos um jeito de transformá-las, pois isso nos faz ter esperança e aumentar a confiança em nós mesmos.

Hoje vamos seguir umas dicas práticas para desapegarmos da visión limitante que temos de nós mesmos:

  1. Decidir o que queremos transformar (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção).
  2. Procurar situações em que possamos exercitar a mudança.
  3. Focar nossa energía nas novas ações até que se tornem hábitos (clique aqui para ler sobre hábitos construtivos).

Em cada definição  que encontramos sobre nós há um potencial de transformação, então hoje vamos começar com um aspecto e trabalhar nele até que consigamos integrá-lo à nossa vida. Nossa nutrição (clique aqui para ler sobre nutrição consciente), nossa comunicação, nossa atividade física, nossa respiração? Agora é o momento para começarmos.

Podemos ser o que quisermos, da maneira mais transparente e íntegra possível.

Com amor,
Ángel

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