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Além das etiquetas

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Nossa mente busca definir tudo o que vivemos para fortalecer nossa identidade, mas podemos treiná-la para que se identifique com a segurança de vivermos no presente.

Vivermos no presente implica entendermos que tudo está em constante movimento e que ao mesmo tempo há consistência quando construímos desde nossa paz interior.

Somos tudo, temos o potencial de construirmos paz direcionando nossos recursos, de maneira consciente, para esse propósito, as etiquetas integradas potencializam essa construção, mas estarmos totalmente alinhados com cada uma de nossas decisões de pensamentos, sentimentos, palavras e ações é a base para sermos a paz que queremos do mundo.

Nossa experiência além das etiquetas revela nossas verdadeiras afinidades e nossa autenticidade, nos permite aceitar que somos mais do que pensamos e nos leva a ampliar nossa percepção sobre nossa realidade.

A evidência está em nossa experiência, depende de nós percebermos e decidirmos sintonizar com aquilo que realmente queremos construir.

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Crescendo através da Recriação

Quando focamos em construirmos desde nossa paz, a recriação é um aspecto essencial, já que é a maneira de integrarmos todas as áreas de nossa vida em nosso próprio propósito de paz. É momento de aprendermos mais sobre nossa maneira pessoal de construirmos o que nos faz fluir. É tão simples como vivermos em nosso próprio presente e tomarmos decisões desde nossa paz em cada momento. Isto é, estamos tão conscientes e conectados com nossa essência, que confiamos em cada decisão que tomamos desde a paz para construirmos uma vida íntegra. Podemos decidir viver nossa vida como um todo, onde nossas áreas pessoal e profissional se tornam uma, pois permitimos que nossa essência seja a base de tudo e expressamos nossa autenticidade. Desta maneira, percebemos o tempo diferente, apenas entendemos que nossa área pessoal contribui para nossa área profissional, e que nossa área profissional também contribui para nossa área pessoal, então o planejamento se faz dispensável e cada momento podemos nos recriar e curtir a vida. A informação que recebemos através de conversas, filmes, livros, música, ou qualquer outra fonte, pode ser usada para recriarmos tudo o que construímos desde nosso propósito de paz. Isto nos faz sentir que estamos sempre construindo um mundo de paz, com cada decisão que tomamos.

É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Conectando-nos com a Neutralidade

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É um processo natural que queiramos tomar decisões a partir de nossa experiência pessoal, mas quando assumimos uma postura observadora a longo prazo, descubrimos aspectos relevantes de construção, e destruição, pessoais e sociais, que podem se apresentar quando tomamos determinadas decisões.

A neutralidade é encontrarmos o ponto de percepção onde podemos nos questionarmos sobre tudo o que sentimos, pensamose expressamos, é o processo para reconhecermos que para construirmos nossa paz interior e manifestá-la no exterior, é essencial colocar em ação nossa certeza do coração (clique aqui para ler sobre manifestar a verdade de nosso coração)Como somos 100% responsáveis pelo que nos acontece, pois criamos a partir de nossos pensamentos, sentimentos e expressão, podemos entender que ao nos conectarmos com a neutralidade estamos construindo desde a integração, pois conseguimos perceber que somos células partes de um todo e que podemos transformar tudo o que existe em nossa sociedade que continua gerando mais do mesmo.

Analisemos os seguintes aspectos dentro de nossa construção pessoal, para identificar as decisões e crenças que tem nos levado a construir a realidade que vivemos e assim podermos entender a forma de nos conectarmos com a neutralidade que queremos construir a partir de agora:

  1. Nos sentimos injustiçados: é momento de questionarmos se estamos sendo injustos com nós mesmos ou com os outros, lembremos-nos de que nossas atitudes numa área em nossa vida podem manifestar-se em outra à que lhe damos mais relevância, então analisemos todas as situações de injustiça que podemos estar exercendo, como o seria agirmos de uma maneira inconsciente e egoísta com as pessoas, com nós mesmos e com o meio ambiente (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos)

  2. Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler sobre merecimento)

  3. Queremos destacar: quando estamos em modo colaborativo entendemos que destacarmos para deixarmos um legado é uma atitude de segregação, pois para isso nos tornamos células competitivas destrutivas por só pensarmos em nosso destaque (pensemos nisso como um tumor) e automaticamente fomentamos a aparição de pessoas que precisam de alguem de destaque, já que não se conectam com elas mesmas. Quando colaboramos, trabalhamos em nossos talentos e os transmitimos para podermos integrá-los com o meio em que estamos, podemos mudar o mundo construindo desde a colaboração (clique aqui para ler o texto sobre construirmos paz desde a consciência).

  4. Sentimos que não confiamos em nós: este sentimento existe porque temos nos acostumado a acreditarmos mais nos demais que em nós mesmos. Para transformarmos isto, necessitamos nos conhecermos e investirmos nossos recursos em trabalharmos nossos talentos e integrá-los de maneira neutra em nosso entorno. Quanto mais confiança construimos em nós mesmos, maior é o impacto de nossas ações. Assumamos a responsabilidade e trabalhemos em nos fazermos mais íntegros a cada dia, é assim que construimos nossa confiança pessoal e a confiança no mundo e na vida (clique aqui para ler o texto sobre construirmos o respeito pessoal).

Lembremos-nos de que tudo está sempre em harmonia, então, se focarmos nossa energia numa polridade, sua outra face se manifesta em nossa vida para equilibrar aquilo que estamos criando, então, criemos desde a neutralidade, desde a ideia de que todos somos capazes de assumirmos nossa responsabilidade de sermos seres mais conscientes e íntegros, e de que assim podemos construir focando-nos na transformação da polaridade em neutralidade de todos os sistemas, desde a visão de mantermos a autenticidade na unidade.

Com amor,
Ángel

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Mente Construtiva: 4 passos para reprogramar nossos pensamentos

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Para sermos e estarmos conscientes de nossa expressão (gestos, palavras, atos, emoções) o primeiro passo é exercitarmos a presença mental, a qual conseguimos através da integração de nossa percepção do mundo e nossa atenção, como limos e praticamos no artigo 4 passos para manter a mente no presente (clique aqui para ler o artigo completo).

Quando nossa mente está presente, podemos focá-la em nosso próprio processo de construção, mas, como pode ser útil?, fácil, vamos começar a trabalhar nisto por partes. Neste artigo entenderemos como usar a mente presente para reprogramar nossos próprios pensamentos, já que são eles os responsáveis pela terceira parte de nosso estado de ánimo e nível de energía (pelos outros dois terços a percepção e a expressão).

Todos temos crescido em ambientes diferentes e, de forma inconsciente, estamos submetidos constantemente à informação que nos faz focarmos no lado “destrutivo” da vida. E, como é o que mais recebemos, vemos que nossas conversas com as pessoas se tornam um campo fértil para falarmos dos demais, reclamarmos, sentirmos pena, citarmos tragedias, em fim, de falarmos de coisas que não podemos transformar. E isso efetivamente influencia nosso humor e nossa energía.

Hoje vamos focar nossa atenção em como sintonizarmos, conscientemente, com o lado construtivo da vida para reprogramar nossos pensamentos (clique aqui para ler sobre empoderamento de hábitos). Para isto vamos seguir estes 3 passos diariamente até integrá-los a nossos hábitos:

  1. Procurarmos fontes de informação construtiva para substituir a informação destrutiva. Pode ser através da internet, televisão, pessoas com as que interagimos, etc. Por exemplo, em vez de pesquisarmos sobre o que faz mal para o corpo, pesquisarmos sobre o que faz bem.
  2. Percebermos os pensamentos que surgem durante o dia. Se geram preocupação, ansiedade ou qualquer sensação destrutiva vamos procurar motivos construtivos pessoais para ressignificá-los. Por exemplo, penso que preciso de dinheiro para pagar uma conta, vejo que posso organizar uma rifa, fazer um trabalho extra ou vender algo que não serve mais e percebo que posso conseguir o dinheiro, então foco meus pensamentos na ação que vou tomar para obter a quantidade necessária, pode ser que até consiga mais.
  3. Focarmos os pensamentos em nós mesmos, e nos projetos nos que estamos envolvidos, pois é onde podemos efetivamente assumir a responsabilidade da transformação. Para quê pensarmos nos motivos de outras pessoas, que são responsabilidade delas, se podemos estar usando este tempo para expandirmos nossa consciência e construirmos? Pensemos nisso.
  4. Encontrarmos, pelo menos uma vez ao dia, um lugar em que admiremos tudo o que percebemos com nossos sistema perceptivo, e nos sintamos tranquilos, e pensemos em tudo o construtivo que temos vivido e como podemos integrá-lo a nossa vida, a nossos projetos.

É nossa decisão escolhermos com o que queremos nos conectar (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração). Quanto mais pessoas conscientes de sua própria vida e dispostas a contribuir de maneira assertiva, temos melhores resultados reformando o mundo em que vivemos, construindo todos dia com mais assertividade e inovando para transformar o que for necessário.  Es escolho conectar-me com o que contribui para minha integridade para transformar o mundo com a contribuição de todos e tudo ao meu redor, e você?

Compartilhemos este método fácil com as pessoas que quiserem recuperar sua energia e se sentir empoderadas.

Com amor,
Ángel

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Transmutando a Palavra Corrupção

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Para transmutarmos a corrupção, realmente precisamos entender o que é, já que muitos de nós temos nos referido a ela aplicando-a, exclusivamente, a pessoas no poder que têm acesso a dinheiro em grandes quantidades, seja numa empresa ou na política, e o termo realmente permeia a sociedade, porque o governo de cada lugar é um reflexo do que domina no grupo que é representado, no interior de cada um, então, se queremos mudanças na forma como nos organizamos como humanidade, é necessário que aprendamos a sermos mais integrais, a partir da raiz.

Corromper é alterar a forma de algo, outras definições aparecem com foco no aspecto negativo, como danos, perverter, etc., mas a base é a alteração. Usando a definição como base, podemos entender que a corrupção como tal não é ruim, podemos torná-la construtiva alterando a forma de algo para podermos construir juntos.

De acordo com a definição, a corrupção para o lado negativo pode ser representada como uma incoerência, dizemos algo e não o fazemos? Desrespeitamos as leis quando não nos estão vendo? Nos mostramos como salvadores e/ou pessoas boas para nos aproveitrmos de outros ou de situações (ou para melhorar a nossa imagem)? Tomamos as coisas dos outros, porque acreditamos que não as necessitam, porque eles têm dinheiro para comprá-las? Queremos um mundo melhor, mas esperamos que outros empreendam ações para melhorá-lo? Somos incoerentes de alguma forma no que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos? Sempre acreditamos que o fim justifica os meios?

A proposta de hoje, com a intenção de assumirmos a responsabilidade de sermos mais íntegros a cada minuto, é que apliquemos a corrupção com sua definição construtiva, que alteremos a forma de tudo em nossas vidas que parou de nos construir para que façamos parte efetiva da mudança que queremos com nossa própria iniciativa. Para isso, não precisamos de seguidores ou grupos, apenas compromisso e amor com nós mesmos, então, ao longo do tempo, percebemos que temos um impacto construtivo em tudo, e todos, ao nosso redor. Aqui estão algumas maneiras de começarmos a transmutar a palavra corrupção de forma construtiva:

  1. NOS EXPRESSARMOS COERENTEMENTE: podemos usar nosso canal de expressão (corpo) para transmitirmos assertivamente, com gestos, ações e palavras o que sentimos, com a intenção de construirmos desde nosso coração (clique aqui para ler sobre a conexão com nosso coração). Lembremos-nos de tornarmos nossa intenção coerente, alinharmos sentimento, pensamento, palavra e ação.

  2. NOS NUTRIRMOS COERENTEMENTE: nossas células precisam de muito menos do que pensamos (clique aqui para ler sobre nutrientes e alimentos necessários para o bom funcionamento de nossas células) e, priorizando o que precisamos, reduzimos o consumo de alimentos desnecessários, o que afeta construtivamente nossa saúde e a do planeta, pois aumentamos nossa energia e geramos menos resíduos inorgânicos, dentre outras coisas.

  3. NOS RELACIONARMOS COERENTEMENTE: quando nos conectamos com nossos talentos e princípios, naturalmente nos sentimos mais conectados com o respeito por tudo, o que, conseqüentemente, nos leva a nos relacionarmos com pessoas ligadas aos seus talentos e princípios, quando isso acontece, cada momento de qualquer relacionamento de nossa vida abre nossas mentes para um novo ponto de vista, porque deixamos de querer estar certos para querermos compartilhar e crescer juntos. RELACIONANDO-NOS COERENTEMENTE COM NÓS MESMOS NOS RELACIONAMOS MAIS COERENTEMENTE COM O MUNDO (clique aqui para ler sobre a construção com solidez).

  4. USARMOS OS RECURSOS COERENTEMENTE: precisamos DE muito menos do que imaginamos, por isso é essencial que avaliemos constantemente como mantermos na nossa vida apenas o necessário. O fato de que pensamos que precisamos de muito nos carrega com muitas emoções que provêm do medo da escassez, quando temos confiança em nós mesmos de forma integral tudo se transforma (Clique aqui para ler sobre a transformação de necessidades que não são tão necessárias).

Estes quatro pontos têm sido a minha bússola nos últimos meses, tenho percebido que viver uma vida coerente em todos os aspectos faz parte da tranquilidade, consciente ou inconscientemente, e que cada pequena ação pode fazer uma grande diferença de dentro para fora. E você, o que pratica que tem um impacto construtivo no mundo?

Com amor,
Ángel

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Conectando-nos Com Nosso Coração

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No artigo mais recente, aprendemos sobre como sublimar nossa experiência através do nosso mundo mental, criativo, sexual e emocional (clique aqui para ler sobre sublimação), e estas questões estão totalmente ligadas à nossa conexão pessoal com o nosso coração.

Nosso coração é nosso guia, sempre que vivemos em calma, fazemos o que nos traz paz, nos concentramos em nossos talentos e permanecemos em nosso próprio estado de fluxo, nos sentimos naturalmente alinhados com a vida mesma. No momento em que nossa mente se alinha com a nossa verdadeira natureza e desejo, aqueles que respeitam os nossos próprios limites e sonhos através da calma das nossas interações, vivemos uma vida mais coerente, porque é o momento de grande satisfação que existe como uma consequência da aceitação total de quem somos. Para aprendermos através do amor, é necessário que nos conectemos com o nosso coração e continuemos colocando toda nossa intenção nisso (pensamento, sentimento e expressão).

Para nos conectarmos com nossos corações, é importante que possamos trabalhar nossa própria coerência para alcançarmos nossa auto-suficiência pessoal. A coerência pessoal é a consequência de uma avaliação consciente do desejo do nosso coração, do que realmente gostamos de fazer, para podermos integrá-lo no presente e no nosso contexto, e construirmos bases sólidas para o nosso desenvolvimento em todas as áreas da nossa vida. Cada momento, e cada passo com mais consciência e certeza, nos fortalece de dentro para fora, fazendo com que se potenacialize nosso poder pessoal, tornando-nos autossuficientes, através de nosso próprio talento, e contributivos para nos conectarmos com os talentos dos outros, para construirmos uma sociedade consciente e sustentável.

Ententendo que a nossa realidade vivida do coração é a medida apropriada entre receptividade e atividade em todas as áreas da nossa vida, podemos nos fazer as seguintes perguntas para nos conhecermos um pouco melhor e agirmos de acordo:

  1. Com que tipos de seres fluimos?, com jovens, com cães, com plantas, com crianças, com seres microscópicos, com nossa familia, com nosso par, com nossos amigos, etc. Há muitas opções que podemos considerar para entendermos um pouco mais sobre o que trazemos em nosso coração como talento principal.

  2. Quais são as atividades com as que mais fluimos durante o dia?, há muitas atividades com as que podemos fluir como cozinhar, cantar, limpar, cuidar, escrever, ler, viajar, etc. É importante que saibamos realmente que é no que fluimos fazendo, essas atividades nas que perdemos a noção do tempo porque nos conectamos totalmente com elas, sobre tudo as integradas aos tipos de seres com os que mais fluimos.

  3. O que poderíamos fazer que nos gere ingressos e nos permita fluir? Aqui necessitamos integrar tudo com o que fluimos e colocá-lo no contexto em que nos encontramos. Por exemplo, se fluimos mais com as crianças e fazendo música, podemos iniciar un projeto de música para crianças no parque de nosso bairro, que, de acordo com nossa própria experiência, pode expandir-se ou permanecer onde foi estabelecido. Lembremos-nos de que tudo o que nos faz fluir pode ser remunerado, pois é um serviço que estamos prestando através de nosso talento, nossa paixão e nosso investimento de recursos para fortalecê-los.

Nosso coração só nos leva ao longo dos caminhos que conhecemos em todos os níveis, onde estamos mais conscientes do terreno em que pisamos, então sempre que tivermos uma decisão importante, respiremos profundamente e pensemos em cada uma das opções que temos calmamente, o que nos gere mais paz de espírito é o que estamos preparados para enfrentar com todas as consequências que pode gerar. Lembremos-nos de que, mesmo que não conheçamos as leis, elas aplicam em todos os momentos, vejamos as consequências que tem gerado nossas reações ao longo da vida (na área de relacionamentos de casal, de amigos, de família, do trabalho, da escola, etc.) e saibamos mais sobre as leis do lugar onde vivemos, assim podemos tomar decisões cada vez mais assertivas e construtivas para nós mesmos.

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 4: Sexo

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Já temos entendido como nossa energia criativa é essencial em nosso processo reconectivo (clique aqui para ler o artigo sobre sublimação da energia criativa),  agora podemos integrá-la à sublimação do sexo.

A energia sexual é também energia criativa que, ao ser sublimada de maneira constructiva, nos conecta com nossa essência através do amor. Nossa energia sexual está conectada a processos de atração em nossa própria percepção, que podem fortalecer as conexões através de nosso mundo emocional, mental e/ou físico. Como limos na sublimação da realidade mental (clique aqui para ler o artigo completo) percebemos só as coisas às que damos atenção, então na medida em que vamos nos conhecendo, através de nossa própria experiência, temos a opção de expandirmos nossa consciência pessoal, para aprendermos a conectarmos com nossos próprios sinais pessoais, e, assim, de maneira mais assertiva com o mundo.

Reconhecendo como nossas emoções, pensamentos e percepções influenciam na maneira em que experimentamos nossa energia sexual, podemos seguir 3 passos simples para sublimá-la de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que motivos nos levam a vivermos nossa sexualidade como o temos decidido?, que sentimos e pensamos depois do ato sexual ou do orgasmo? Exemplo: meu motivo para iniciar minha vida sexual foi minha baixa autoestima, sempre pensei que o sexo era uma maneira de controlar meu par para tê-lo ao meu lado. Enquanto tive esse pensamento era común me sentir dolorida e vazia, como se algo me faltasse que não podia encontrar fora de mim, muitas vezes me sentia cansada, como se não tivesse energia, mas pensava que isso era normal.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: Pesquisando descubri que não era normal sentir-me como me sentia e comecei a ler sobre vários assuntos e a sentir-me mais a mim mesma em cada momento, minha consciência sobre minha energia sexual se ampliou e hoje percebo que não é só uma questão de meus mundos emocional, físico e mental, mas que também inclui meu mundo sentimental e os mundos emocional, físico, mental e sentimental da pessoa com a que permito que se estabeleça esse relacionamento.

  3. Foquemos nossa energia no presente e aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo em nossos próprios relacionamentos através de nossa interação pessoal integrada a nossos sinais internos.

A reflexão que fica para hoje é: Focamos nossa energia sexual por convicção pessoal ou por comprazer aos outros?

Com amor,
Ángel

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