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Tomada de Decisões

Tudo em nossa vida requer uma construção através de diferentes processos integrados, por isso, a tomada de decisão é essencial, pois decidimos a cada momento sobre tudo, portanto, cada decisão é parte de uma construção completa. Uma tomada de decisões mais consciente para construirmos paz, começa com uma decisão simples: Decidimos conectar fora com aquilo que corresponde com a nossa paz dentro. Quando estamos conscientes de que desde a decisão mais simples, como levantar o deitar, até a mais complexa, como uma mudança de país, está construindo constantemente o que experimentamos em nossa realidade, percebemos a importancia de conhecermos de verdade aquilo que ressoa com nossa paz interior. Ultimamente, tenho decidido tomar cada decisão no presente. Isto tem mudado muito a maneira em que me relaciono comigo mesma e com o mundo, pois cada momento depende de minha paz, daquilo para o que estou preparada desde minha própria sabedoria. O que neste momento pode ser um NÃO, em 5 minutos de reflexão pode se tornar um SIM, e o que pode ser um SIM neste momento, em um segundo pode ser um NÃO, pois, fora estarmos preparados, tudo tem um tempo apropriado para ser expressado. Para nós, que queremos construir um mundo em paz, estas dicas são uma forma de conectarmos mais com nosso presente e decidirmos de acordo com essa paz interior que queremos expressar na Terra:
  1. Para identificarmos como sentimos a paz dentro de nós, fechamos os olhos e pensamos na paz. Percebemos como nos sentimos, como sentimos nosso corpo. Este é nosso estado pessoal de paz, uma bússola apropriada para expressarmos nossa paz interior e construirmos a paz exterior.
  2. Cada decisão tomada, em todo momento, desde nossa paz, nos leva pelo caminho do aprendizado ao nosso próprio ritmo, então, sabendo como sentimos a paz dentro, podemos pensar nas opções disponíveis e escolher aquela com a que sentimos nossa paz. Se dentre as opções ainda nenhuma nos faz sentir paz, tomemos um tempo para refletirmos e percebermos outras opções.
  3. Nossa mente e nossa expressão também podem estar alinhadas com a paz que sentimos, portanto, percebendo como nos sentimos quando pensamos ou expressamos algo, podemos começar a implementar outras maneiras de pensarmos e nos expressarmos.
Só nós sabemos o que é apropriado para nós, pois só nós podemos sentir a afinidade com nossas opções no momento presente. Assumindo a responsabilidade pela tomada de decisões em todo momento, percebemos que podemos contribuir, de maneira assertiva, na construção de uma sociedade em paz e sustentável. Tudo está em constante transformação, por isso é essencial mantermos uma conexão presente com nossa paz. Quando tomamos todas nossas decisões desde nosso sentimento de paz, percebemos outras possibilidades que conectam nossa realidade com nossa paz interior.

Autonomia Essencial

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Um dos aspectos essenciais que deveríamos integrar à nossa experiência para aumentarmos nossa confiança pessoal é a autonomia, já que na medida em que entendemos quem realmente somos e como pôr isso no contexto, percebemos que a construção de nossa vida depende totalmente do grau de compromisso que temos com nós mesmos como indivíduos sociais.

Cada um de nós tem um grau diferente de autonomia em todas as áreas da vida, desde a emocional até a material, que deve ser ajustado na medida em que avançamos em nosso caminho, pois, sobre tudo, como parte da sociedade, é essencial desenvolvermos nossa autonomia para tomarmos decisões desde nossa integridade, para fazer com que os processos sociais sejam mais eficientes.

Desde nossa própria experiência, os aspectos a seguir precisam de mais autonomia para serem desenvolvidos e integrados como elementos essenciais de nossa autenticidade, pois são eles que constroem uma autoconfiança de bases sólidas que nos permite continuar construindo desde a certeza de nossa contribuição pessoal:

  1. Habilidades Pessoais: nascemos com determinadas habilidades que podemos potencializar, de várias maneiras, através de nossa experiência, ao reconhecê-las, integrá-las e colocá-las no contexto social, podemos contribuir em diferentes áreas que tenham o mesmo propósito em comum (clique aqui para ler sobre propósito).

  2. Expressão Coerente: quanto mais coerência existe entre o que pensamos, sentimos e expressamos, mais energia focada em nosso propósito de paz temos (clique aqui para ler sobre construção de paz).

Como indivíduos sociais é essencial que cultivemos a autonomia de construção de nossa autenticidade integrada ao contexto social em que estamos, quando todos contribuimos desde nossa paz interior, graças à total aceitação e integração, a sociedade reflete nossa integridade.

Com amor,
Ángel

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Empoderamento Pessoal?

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Desde que comencei a me interessar, intensa e conscientemente, por meu processo de autoconhecimento, tenho percebido o quão importante é o Empoderamento Pessoal. Desde minha percepção, o Empoderamento Pessoal é uma forma de integração que inclui o mundo interno e externo de cada um de nós. É nos conhecermos e nos entendernos, tão profundamente, que possamos nos conectar, da maneira mais assertiva e coerente possível, com todos os recursos que temos disponíveis, para integrá-los a nosso contexto. A partir deste processo chegamos a entender nossa própria realidade como uma construção feita a partir de percepções, muitas vezes dirigidas pela sociedade, e percebemos o nível de coerencia que há entre o que sentimos, pensamos, dizamos, fazemos e vivemos.

Tenho decidido dedicar-me a este assunto porque me parece maravilhoso o fato de que possamos migrar de um estado reativo, crítico, comparativo, competitivo, destrutivo e no que culpamos, a um ativo, de aceitação, de autenticidade, de contribuição, construtivo e no que assumimos nossa própria responsabilidade (clique aqui para ler sobre responsabilidade). Para mim, o Empoderamento Pessoal tem sido a maneira mais apropriada de assumir meu poder pessoal desde meu coração, me colocando em contato com a integridade da totalidade do que sou e de como contextualizo isso em meu presente, isso tem sido surpreendente, pois tenho percebido que tudo o que tinha, que pensava que me faria sentir plena, era uma questão mental que fui construindo na medida em que crescia, agora que realmente sei quem sou, de coração, posso discernir melhor para dar e receber com gratidão (clique aqui para ler sobre gratidão).

Este processo, desde minha percepção, tem como propósito integrarmos a mente ao corazón, fortalecermos a intenção, onde passamos de destruir desde as reações emocionais geradoras de conflitos, a construir, através do pensamento alinhado ao sentimento de paz e unidade, a agirmos escolhendo, de maneira mais assertiva, as palavras e atos que exteriorizamos. Percebemos quem acreditamos ser para construirmos desde quem realmente somos, para podermos voltar a confiar em nós mesmos, conhecendo-nos, respeitando-nos e aceitando-nos totalmente, integrando-nos assim, de uma maneira mais construtiva, ao contexto social no qual vivemos.

Para integrar este proceso en sua vida pode comprar o livro eletrónico, para impressão, 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, onde compartilho técnicas e informação, fáceis de entender e integrar à rotina diária, para conhecermos e integrarmos nossas dimensões como seres humanos e podermos construir com mais consciência desde nosso coração (clique aqui para comprar o livro eletrônico – eBook para impressão).

Com amor,
Ángel

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Manifestando o Relacionamento que Desejamos

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Tenho passado por vários momentos na vida que têm contribuido para uma percepção mais ampla e responsável sobre os relacionamentos. A vida vivida desde o mundo mental e emocional pode levar a uma desconexão da integridade e do poder pessoal, o que gera experimentar desde os vazios criados pela ilusão de separação que cria pessoas individualistas. Esta é a base para ter relacionamentos com aussência parcial, o total, de transparência, aceitação, respeito e coerência, começando desde o relacionamento com si próprio, e assim continua até que decidimos aprender a experimentar nossa vida desde a integração de nossos mundos mental e emocional com nosso coração, nossa essência.

O relacionamento que temos com nós mesmos é o único que podemos manifestar em nosso relacionamento com tudo e todos ao redor, quanto mais transparentes, coerentes, respeitosos e íntegros somos com nós mesmos, mais manifestamos isso em nossos relacionamentos (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos). É por isto que nosso relacionamento integrado, com nossa vida, com o ambiente e com as pessoas, tem propósitos claros para revelar no presente as consequências do que temos pensado, sentido e expressado, para podermos transformar a maneira em que nos relacionamos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre propósitos dos relacionamentos) .

Agora que entendemos que só podemos manifestar fora os relacionamentos desde nosso estado atual, podemos refletir sobre estes aspectos que efetivamente nos levam a relacionar-nos com tudo ao redor de uma maneira mais consciente:

  1. TRANSPARÊNCIA: este aspecto começa com o autoconhecimento, pois descobrindo nossos motivos por trás de cada decisão podemos analisá-los e alinhá-los à verdade de autenticidade em unidade que está em nosso coração. Sendo sinceros com nós mesmos começamos a sentir aumentar nossa autoconfiança, o que nos leva à certeza de expressar nossos talentos, nosso desejo de contribuir, nossa conexão universal inata e, consequentemente, a manifestar uma realidade na que a expressão da verdade é sempre nossa prioridade.

  2. COERÊNCIA: na medida em que nos conhecemos, percebemos que precisamos permitir que nosso sistema perceptivo se expanda para alinharmos nossa expressão à sabedoria pessoal de quem realmente somos e integrá-la ao contexto. Nossos pensamentos precisam estar mais focados na construção a partir da contribuição (clique aqui para ler sobre contribuição), nossas emoções precisam ser sentidas e integradas para expressarmos integridade desde o sentimento (clique aqui para ler sobre sublimação de emoções) e nossa expressão precisa ser mais íntegra, considerando o contexto e nossa capacidade real de contribuição.

  3. ACEITAÇÃO: quando aceitamos a nós mesmos desde nossa essência e entendemos que todos estamos num processo de experimentação constante de nossa própria realidade, conseguimos aceitar e entender tudo e todos ao redor. Nosso poder de decisão se foca em nós mesmos, somos responsáveis pelo que construímos e pelo impacto que isso causa na sociedade, devemos ser o exemplo da integridade e da paz que queremos do mundo (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. INTEGRIDADE: quando nos conectamos com a realidade como seres íntegros, completos, que temos tudo o necessário para contribuir desde nossa essência, estamos prontos para construir no todo como uma célula, assumindo o papel que nos corresponde desde um propósito que integra todas as áreas de nossa vida e que manifesta relacionamentos focados em sua construção. No estado de integridade conseguimos amar desde a liberdade de ser quem somos e abraçar tudo e todos por ser quem são, entendemos que cada relacionamento é parte da construção e que de acordo com seu propósito em nossa vida é que devemos decidir e agir (clique aqui para ler sobre relacionamentos construtivos).

Desde a verdade de nosso coração construímos relacionamentos que nos conectam e fortalecem a estrutura para construir, pois aceitamos as diferenças como parte íntegra do todo e percebemos desde a essência e o momento. Percebemos a vida como um momento, a vivemos como si só existisse o presente com o propósito de deixar um legado íntegro que sirva como exemplo para evoluirmos em unidade, desde o amor, desde a integração.

Com amor,
Ángel

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Construindo solidamente, integrando nossa essência

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Para mim, tem sido uma ótima descoberta perceber que nem tudo o que parece “bom” realmente vem do coração ou é o mais apropriado para mim. Durante a nossa vida, temos nos acostumado a fazermos julgamentos sobre tudo o que percebemos e, geralmente, dizemos que alguém tem um bom coração porque, aparentemente, ajuda ao mundo, às pessoas ou aos animais desinteressadamente, o que se tornou moda também no que diz respeito às empresas, então, quando alguém quer ter um destaque, para ser percebido como alguém de bom coração, faz a caridade de maneira “desinteressada”, mas, isso realmente vem do coração ou é algo construído pela mente a partir dos julgamentos que estão na sociedade?

Todos nascemos com o potencial de sermos o que queremos, desde a pessoa mais ruim à mais boa (desde qualquer percepção da sociedade), tudo depende de para onde vamos direcionar nossa energia (pensamentos, sentimentos e expressão), para qualquer lado que escolhermos, nossa mente se enche de razões para justificar que o que fazemos é certo e outros devem nos seguir porque estão errados, mas na realidade cada um de nós está en seu caminho apropriado para aprender, de algum jeito, o que precisa. Nós existimos para aprendermos constantemente, quando não o fazemos, sofremos, mas, e se decidirmos aprender com nós mesmos de agora em diante?

Para construirmos algo con bases sólidas é necessário começarmos pelo autoconhecimento, quando focamos nossa energia em algo do qual não gostamos ou para o que não somos bons, em algum momento o que temos construído se destrói, pois só a confiança real em nós mesmos, em nossas capacidades e em nossos talentos, nos leva a tomar decisões mais assertivas e a construirmos desde nossa própria base. Vejamos alguns pontos importantes para construirmos com solidez:

  1. DESEJOS: Ao longo de nossa vida criamos muitos desejos que vêm da mente, de nosso apego ao material e às pessoas, de nos compararmos com os outros. Tudo isso nos leva a canalizar a energia onde nos dizem que podemos ter melhores resultados, muitas vezes sem nos importarmos com nós mesmos ou com os outros, às vezes até ignorando as próprias leis, e aí vamos desperdiçando nossa vida no que acreditamos que necessitamos para sermos felices. É importante que nos lembremos de que a plenitude está no momento presente, e que o desejo do coração (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração) nos leva a agir aqui e agora, dando passos firmes e seguros para construirmos a partir de nossos talentos e dons integrados, nós devemos ser os donos de nossos próprios desejos e ir aprendendo a dar-lhes forma a cada minuto, com cada pensamento, com cada sentimento, com cada palavra, com cada ação, com cada gesto. Nossos desejos nunca são grandes ou pequenos demais, por isso é importante que aprendamos a viver de maneira mais autêntica, a amar e integrar o que somos.

  2. COERÊNCIA: Desde nosso relacionamento com nós mesmos, passando pelo relacionamento que temos com nossa família e com o ambiente em que vivemos, é importante que estejamos cientes do que precisamos para nos relacionarmos com respeito e transparência (clique aquí para ler sobre transparência). Pratiquemos a coerência entre o que nós mesmos pensamos, sentimos e expressamos, para que possamos realmente ser coerentes e trazer essa energia completamente para todas as áreas da nossa vida que são realmente uma prioridade para nós.

  3. AJUDA: Na realidade ninguém precisa de ajuda (clique aqui para ler sobre audar vs. contribuir), do que precisamos é de assistência no que não somos especialistas para podermos construir. Ao nos dedicarmos a “ajudar” pessoas que acreditamos que precisam, porque nos pedem ou porque acreditamos que elas precisam, não estamos dando assistência para construirem, mas dando o que querem para permanecerem em sua zona de conforto, portanto é essencial aprendermos a nos conhecer melhor e a nos conectar com o coração para podermos contribuir com o que está alinhado com quem realmente somos e o que podemos dar.

Comecemos a nos conectar mais amorosamente com nós mesmos, quanto mais nos aceitamos mais assertivas são nossas decisões, evitemos julgar o que parece bom ou ruim e deixemos o coração nos levar pelo caminho da nossa tranquilidade, sempre respeitando tudo e todos a nossa volta (clique aqui para ler sobre a harmonia da energia). Para termos um mundo mais consciente e transparente, não precisamos ser os melhores, apenas precisamos ser a versão mais íntegra de nós mesmos.

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Com amor,
Ángel

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Empoderamos Nosso Modelo Mental

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É maravilhoso percebermos, através de nossa própria experiência, que a mente pode ser nossa melhor aliada para nos empoderarmos (clique aqui para ler sobre empoderamento pessoal), apenas precisamos focá-la no que queremos construir de coração para potencializarmos nossos resultados em todos os níveis.

Para entendermos nossos hábitos mentais, é essencial que percibamos os pensamentos que chegam a nós durante o dia, (clique aqui para ler sobre manter a mente no presente), estamos tão acostumados a eles que ao percebê-los é possível que nos sorprendamos da quantidade de pensamentos de dúvida que surgem sobre nós mesmos e nossos processos pessoais em todas as áreas de nossa vida, o que nos limita desde a falta de confiança em nós mesmos, pois alguns temos crescido procurando o que nos dá satisfação material em vez de desenvolvermos e trabalharmos desde a autenticidade de nossos próprios talentos.

Levando em conta que podemos assumir a responsabilidade sobre nossos pensamentos, é essencial que reprogramemos, de maneira coerente, a forma em que vivemos nossa experiência pessoal no mundo (clique aqui para ler sobre reprogramação de pensamientos), para isto, compartilho com vocês as crenças que tenho integrado, nos últimos dois anos, que têm me permitido empoderar meu sistema de crenças desde a autenticidade em unidade (na medida em que alinhamos nossos pensamentos, sentimentos e expressão a elas, percebemos que nossa realidade se transforma):

  1. TODOS SOMOS INFINITAMENTE DIFERENTES: temos diferentes talentos, motivações, ambientes nos que nos desenvolvemos, formas de nos expressarmos, maneiras de percebermos o mundo, etc., e todos estes aspectos têm infinitas combinações, portanto, precisamos investir nossos recursos em desenvolvê-los continuamente e levá-los à prática, de acordo com nosso próprio contexto, assim focamos nossa energía em nos construirmos auténticamente para construirmos integridade (clique aqui para ler sobre autoconhecimento).

  2. TODOS FAZEMOS PARTE DE UM TODO: através de nossa experiência podemos perceber como tudo se organiza em sistemas, assim como as células trabalham para manterem o corpo em movimento, nós também podemos reconhecer-nos como células de uma sociedade. Desde esta perspectiva aprendemos a contribuir através de nossa autenticidade para a construção de uma sociedade em paz e sustentável (clique aqui para ler sobre construir conscientemente).

  3. O QUE TODOS QUEREMOS É PAZ: a pesar da satisfação que acreditamos ter numa vida cheia de conflitos internos que se exteriorizam (justamente por não termos experimentado outro estado devido a nossa falta de autoconhecimento) todos buscamos estar em paz, fluir realmente com quem somos e conectar-nos com pessoas e situações que potencializam essa paz. Manifestamos a paz fora quando estamos em paz desde dentro, quando nos conhecemos e aceitamos nossa essência, é nesse momento que nos dedicamos a construir desde nosso exemplo, através de ações conscientes, uma sociedade que se autorregula por seu alto grau de consciencia e conexão (clique aqui para ler sobre construirmos paz).

  4. SOMOS RESPONSÁVEIS PELO QUE MANIFESTAMOS EM NOSSA REALIDADE: nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações (ou reações quando há inconsciência) constroem todos os dias a realidade na que vivemos, então, para manifestar fora a paz que está dentro de nós mesmos, se faz necessário criarmos maneiras diferentes de pensarmos, sentirmos e nos expresarmos, entendendo que tudo tem um impacto onde estamos. Através da sublimação, podemos transformar a maneira em que vibramos, para conectarmos com nosso coração e aumentarmos a frequência vibratória de nosso propósito (clique aqui para ler sobre a sublimação de nossa realidade).

Estas quatro crenças têm sido extremamente empoderantes, me reconectam em todo momento com novas maneiras de me expressar e de abraçar o mundo, e com a certeza de estar sempre no momento e lugar apropriados para o desenvolvimento de meu propósito como célula dentro deste grande todo. E você, que crenças tem que têm te empoderado?

Com amor,
Ángel

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Aprendendo a Dizer “NÃO”

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Há um assunto que é importante entender para termos relacionamentos mais tranquilos, o medo de dizer “NÃO”. Este medo nasce da necessidade de mantermos tudo como está porque pensamos que é a única maneira de vivermos e interagirmos com as pessoas ao nsso redor. Ao longo do tempo, alguns de nós aprendemos a agradarmos às pessoas com quem interagimos (amigos, familiares, colegas, etc.), sentimos que tudo é mais fácil quando percebemos que, aparentemente, todos estão satisfeitos com nossas ações e deixamos de lado o que realmente queremos e precisamos para podermos ver aos outros sorrirem, às vezes com o desejo de sermos bons filhos, pais, amigos, colegas, etc., outros, porque é a única maneira em que nos relacionamos com as pessoas e nos acostumamos com isso.

Algumas vezes, evitamos a palavra “NÃO”, embora sintamos que é necessária, porque assumimos que vão pensar ou dizer algo específico sobre nós, e temos medo de como a conseqüência pode afetar nossa imagem. É importante lembrarmos-nos de que é impossível agradarmos a todos, mesmo no nosso núcleo familiar podemos encontrar pessoas que desaprovam nossas ações, por mais bondosas que possam parecer para nós, é aqui que percebemos a importância de sermos mais autênticos, pelo menos assim nos relacionamos com as pessoas que autenticamente têm mais afinidade conosco (clique aqui para ler sobre autoconhecimento e sublimação).

Dizermos “NÃO” pode ser tão saudável como dizermos “SIM”, para isso é necessário que nos conheçamos o máximo possível e transmitamos isso da maneira mais assertiva possível às pessoas com quem nos relacionamos. Vamos ver alguns casos para entender os motivos que nos levam a dar determinada resposta na situação em que nos encontramos::

  1. Caso 1: Se dizemos “NÃO” nos sentimos mal pela reação que os outros podem ter ou porque realmente queremos dizer “SIM”? Se a resposta for devido à reação dos outros, é importante questionarmos as razões pelas quais realmente não queremos fazer o que pedem de nós, pois encontramos respostas de nós mesmos que nos levam a tomarmos decisões mais assertivas e mais autênticas, pois necessitamos focar no que nos traz paz independente do externo.

  2. Caso 2: Nossas decisões estão sujeitas à dependência que temos por alguma pessoa? Em alguns momentos da nossa vida, nos sentimos obrigados a fazermos coisas em troca de algo material ou emocional. Às vezes, quando nos sentimos dependentes de algo ou de alguém, nos tornamos submissos ao poder do outro perdendo nossa identidade e, portanto, o respeito que temos. É essencial avaliarmos se as nossas ações são de nosso desejo ou de nossa necessidade de cumprir certas obrigações que foram criadas pela dependência.

Dizermos “NÃO” é essencial em alguns casos para entendermos o que estamos criando em nossa vida, desde a reflexão, e para começarmos o caminho de contrução de nossa paz através do reconhecimento do que nosso coração necessita para seu propósito.

Resgatarmos nossa identidade é a melhor forma de dizer a nós mesmos que nos aceitamos e que estamos dispostos a fluirmos con tudo o que somos, mesmo que isso implique a desaprovação das pessoas que temos como prioridade em nossas vidas, pois só assim podemos criar espaço para que os verdadeiras relacionamentos que nosso coração deseja se manifiestem (clique aqui para ler sobre a construtividade dos relacionamentos).

Com amor,
Ángel

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Aprovando-nos desde dentro em 3 passos

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Na medida em que tenho ido avançando em meu próprio processo de empoderamento pessoal, tenho percebido que há um ponto muito sensível na maneira na que nos relacionamos com o mundo: A Aprovação Externa. Alguns de nós aprendemos que nosso sucesso na vida depende da aprovação externa, do que os outros pensam de nossa vida, de nossos projetos, de nossos relacionamentos, e chegamos a esquecermos um puoco de nossa própria aprovação interna porque não nos conhecemos o suficiente para podermos entender nossos próprios desejos e limites.

De alguma maneira, como escrevi no artigo sobre o ego (clique aqui para ler o artigo completo), todos vivemos num contexto e necessitamos alinhar, pelo menos, nossas ações às leis do lugar em que estamos, pois fazemos parte do coletivo, e, à parte disto, às vezes encontramos expectativas sociais que nos fazem pensar que precisamos ser ou agir de determinada maneira para termos sucesso, mas, como vimos no artigo O que merecemos? (clique aqui para ler o artigo completo) o sucesso é o resultado feliz de um ato, é, simplesmente, chegarmos aos resultados que são mais apropriados para nós mesmos, não implica, necesariamente, casarmos, termos mansões, empresas, carros, filhos, é tão simples como viver nosso presente da maneira mais autêntica e íntegra possível, aprovando-nos plenamente.

Para podermos seguir nosso caminho real conectado com nossa essência, é fundamental que nos conheçamos o melhor possível, pois somos todos diferentes, cada um de nós tem uma estrutura similar, mas as conexões com os acontecimentos, e as reações a elas, variam, desde o que consideramos prazeroso ao que consideramos desconfortável, por isso necessitamos evitar um pouco esse fanatismo por seguirmos referenciais (clique aqui para ler sobre fanatismo), pois só nós mesmos podemos nos conectarmos com a maneira mais apropriada de construirmos nossa própria realidade e para isto necessitamos realmente aprovar-nos desde o interior. Podemos fazer isto aplicando estes 3 passos:

  1. FORTALECERMOS NOSSA CONEXÃO INTERIOR: Para que consigamos isto, é necessário que nos demos um espaço durante o dia para que possamos estar sozinhos, alguns momentos em silêncio para nos sentirmos e nos entendermos melhor, outros fazendo algo do que gostemos e que possamos fazer sozinhos. Ao criarmos este espaço em nosso dia, começamos a perceber novas coisas em nós que expandem nossa percepção e nos permitem nos questionarmos sobre o que está em nossa vida que necessita sair para permitir a prensença de nosso presente de coração (clique aqui para ler sobre conectarmos com nosso coração).

  2. PRIORIZARMOS O QUE NOS TRAZ TRANQUILIDADE: Na medida em que vamos avançando em nosso tempo a sós, percebemos facilmente o que nos traz tranquilidade, esses momentos nos que sentimos que tudo flui, quando trabalhamos, cantamos, escrevemos, desenhamos, brincamos, etc. Quando começamos a priorizar estas ações é mais fácil perceber aquilo em nossa vida que nos tira de nosso centro e não nos traz tranquilidade, assim podemos decidir em consequência para podermos manter um ambiente em que nos sintamos em harmonia e possamos atrair pessoas que estão nessa mesma frequência para construirmos com elas (clique aqui para ler sobre conectarmos com a neutralidade).

  3. CONSTRUIRMOS A PARTIR DE NOSSA ESSÊNCIA: Tendo claro o que desfrutamos, podemos começar a integrar outras ações, sozinhos ou acompanhados, que tenham o propósito de trazer harmonia a nossa vida a partir de nossos talentos e nossa essência. Quanto mais aprovamos a nós mesmos desde o que nos traz tranquilidade em todas as áreas de nossa vida, mais conectados estamos com as pessoas que vibram essa harmonia, melhorando assim nossos relacionamentos de dentro para fora (clique aqui para ler sobre elevarmos nossa experiência).

Conheçamos o que nos permite fluir e amemos isso o suficiente para que nos aprovarmos seja nossa única opção. Quando nos aprovamos, estamos expressando que confiamos em nós mesmos e assim podemos tomar as decisões mais apropriadas para nossa própria vida. Nos aprovamos totalmente?

Com amor,
Ángel

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Terminamos, e agora?

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Um tema muito recorrente na questão de relacionamentos é o fim dos mesmos, às vezes bem definido, outras nem tanto, mas, no final, têm em comum que nos tiram de nossa zona de conforto e nos fazem nos questionarmos sobre muitas coisas. Mas, o que podemos fazer, quando isto acontece, para nos acostumarmos ao espaço que deixa o costume da presença do outro? Este é o assunto deste artigo.

Primeiro é importante que tenhamos um tempo a sós para observarmos, de forma objetiva, o relacionamento e os sentimentos que temos tido durante o tempo que temos estado juntos, pois isto nos leva a entendermos que devemos fazer alguns ajustes em vários aspectos de nós mesmos, desde decidirmos o que esperamos de um relacionamento, até definirmos os princípios básicos que o mesmo deve ter como base, isto é o que nos leva a decidir com mais assertividade em que momento podemos dar o passo para entrarmos num novo relacionamento.

Depois de termos encontrado os motivos que nos levaram a decidir entrarmos no relacionamento, e as necessidades por trás deles, é importante que consigamos soltar o que já não faz parte de nossa construção, em muitos casos guardamos a esperança de voltarmos porque não temos a certeza do que queremos construir, por isso é tão importante que aprendamos a ser claros e coerentes com nós mesmos, para poder expressar isso aos outros.

Por último, é necessário assumirmos nossa responsabilidade sobre tudo o que tem acontecido, aceitarmos que, enquanto sejamos os mesmos no nível de crenças e emoções, não há como manter mudanças que agradem ao outro e que nos façam sentir bem com nós mesmos no longo prazo. Nós mudamos por uma necessidade interna de estarmos mais alinhados com nosso próprio momento, os outros só podem ser uma inspiração para nossa mudança, mas, somos nós quem decidimos quando é hora de fazê-lo, e se isso nos permite fluir com nossos princípios e valores.

Para finalizar, vejamos alguns passos que tem resultado úteis na vida das pessoas que conheço que tem terminado seus relacionamentos, e em minha vida, depois de ter terminado um relacionamento de 9 anos:

  1. Dedicar o tempo que passaríamos com a pessoa para fazer algo que curtamos fazer sozinhos. Em meu caso, escrever sempre tem sido um momento de reconexão comigo mesma, me permite canalizar qualquer emoção e até perceber coisas que sinto, das que não era consciente. Qualquer atividade que nos sirva como forma de expressão pode ser útil para o processo de conhecermos a nós mesmos.

  2. Nos permitirmos conectar com pessoas diferentes a nossos amigos e família para ampliarmos nossas perspectivas.

  3. Nos darmos o espaço e o tempo para fazer praticamente “NADA”, esses momentos sem compromissos em que podemos fluir com nossa própria companhia nos abrem novas possibilidades.

  4. Definir o que queremos de um relacionamento é essencial, pois nos permite tomar decisões por convicção (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção) con respeito aos relacionamentos que permitimos em nossa vida. Em meu caso, neste momento priorizo a liberdade de ser quem sou, e de permitir ao outro ser quem é, e a paz para construirmos um relacionamento desde a integridade, a transparência e o respeito, assim deixo minhas emoções fluir para sentir com meu coração o propósito de cada relação (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração).

É importante entender que o sentimento que temos construído pela pessoa permanece, sempre continua como parte de nós, mas simplesmente sabemos que precisamos seguir em frente transformando os limites do relacionamemto para continuarmos nosso próprio trabalho de autoconhecimento e evolução (clique aqui para ler sobre a sublimação de nossas realidades mental, emocional, criativa e sexual).

Temos sempre a possibilidade de achar diferentes formas de nos relacionarmos com o mundo, podemos escolher viver podendo ser quem realmente somos, com transparência e sinceridade, e conhecer pessoas que escolhem esse caminho também, pois é desse jeito que podemos construir bases sólidas e potencializadoras para expandirmos a autenticidade na unidade dentro de uma sociedade íntegra.

Com amor,
Ángel

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Jejum Para o Autoconhecimento

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Em nossa vida, alguns temos percebido que nosso relacionamento com a comida é muito importante, sejamos conscientes ou não, pois somos o que comemos e a maneira em que comemos. Por causa desta percepção, tenho tido três momentos em minha vida em que tenho decidido investir minhas energias em fazer jejum total, e vários outros momentos em que o jejum tem sido parcial, suspendendo os alimentos, ou hábitos, que me fazem sentir com baixa energia. Nos dois casos tenho tido experiências construtivas nas que meus níveis de energia têm aumentado, tenho percebido com claridade a maneira de organizar minhas prioridades e tenho aumentado o conhecimento sobre o mundo emocional que inconscientemente tem governado determinadas reações manifestando-se em minha realidade. Durante esses processos, tenho experimentado uma maior sensibilidad a tudo o que está ao meu redor e dentro de mim, isto é, minha consciência tem se expandido.

A fome é um sinal que emite o corpo, principalmente porque necessita nutrientes ou energia, em outras instâncias vem de uma crença de que a comida preenche vazios, o que cria uma necessidade emocional impulsiva por comer. Este é o principal motivo pelo qual nos abstermos de consumir alimentos pobres em nutrientes, por exemplo, é útil para conhecer algumas de nossas motivações no nível mental, emocional e nutricional, pois as necessidades nutricionais de nosso corpo requerem uma quantidade de alimentos menor, mas que sejam mais nutritivos.

Leiamos alguns aspectos essenciais para fazer um jejum total consciente, que permita expandir nossa percepção pessoal:

  1. Tempo livre: escolhermos um momento (de máximo 3 dias) em que possamos estar tranquilos e o mais desconectados possível do mundo, pois deste jeito nossa percepção e nossa energia permanecem focadas nas reações de nosso corpo.
  2. Volume de alimentos: uma ou duas semanas antes de fazer o jejum, é ideal diminuirmos a quantidade de alimentos processados, e de origem animal, e investirmos em frutas e sementes germinadas. Depois do jejum investirmos no consumo de sucos com sementes germinadas e introduzirmos gradativamente os alimentos sólidos, percebendo a reação de nosso corpo a cada um.
  3. Relaxamento e respiração: durante o jejum é importante que nos mantenhamos relaxados e focados na respiração, pois o oxigênio é essencial no processo de nutrição das células.
  4. Sensibilidade: durante o processo de jejum nossa sensibilidade aumenta, do mesmo jeito que quando mantemos uma dieta o mais natural e apropriada possível. Nosso sistema perceptivo se encontra mais alerta e receptivo, podemos sentir informação mais sutil de tudo o que está ao nosso redor e dentro de nós.
  5. Consciência corporal: para fazer um jejum, devemos dar atenção ao nosso corpo, para entendermos suas necessidades antes, durante e depois do jejum, assim o mantemos nos níveis apropriados para fazermos um processo tranquilo.

É importante que aprendamos sobre nossos processos básicos de nutrição como seres humanos, desta maneira podemos manter nossos níveis de energia apropriados e um corpo saudável e eficiente.

Com amor,
Ángel

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