Arquivo da tag: autoconfiança

Costumes

version en españolEnglish version

O costume pode ter nos levado a abraçar muitos lugares emocionais em nossa vida, mas também pode nos trazer de volta para casa, reconectar-nos com nós mesmos (clique aqui para ler sobre vir a nós).

Podemos mudar de hábitos um sem-número de vezes (clique aqui para ler sobre mudança de hábitos), mas há um hábito que fortalece nossa confiança em nós mesmos, intensifica nossa autossuficiência, nos leva a encontrarmos a medida apropriada para nos expressarmos e para darmos e recebermos, é tomarmos cada decisão desde nossa paz.

Decidirmos desde nossa paz nos leva a aceitar que estamos em constante movimento, além do tempo e do espaço, e que a única forma de encontrarmos paz fora é seguir a paz que sentimos dentro no presente.

O costume de decidirmos desde nosso sentimento de paz revela um lado tranquilo e conectado de nós mesmos. Nossa integridade nos leva a permanecermos num estado de fluxo em que em todo momento encontramos recriação integrada a nossa criatividade e à forma de contribuição pessoal desde nossa autenticidade (clique aqui para ler sobre recriação).

version en españolEnglish version

Sobre Responsabilidade

version en españolEnglish version

Assumirmos a responsabilidade por decidirmos de maneira coerente com nossa paz, requer de nossa atenção ao que pensamos, sentimos e expressamos em todo momento. Para construirmos com outros podemos ir além das obrigações que criamos desde o que pensamos que necessitamos.

Quando confiamos em nossas decisões para construirmos no presente de forma sustentável, aumentamos a confiança em nós mesmos e o nível de responsabilidade por tudo com o que nos comprometemos desde a convicção e a certeza de que estamos prontos para contribuirmos alinhados a nossa paz e ao contexto presente.

É essencial confiarmos em nossa construção pessoal para podermos confiar na construção pessoal de todos os indivíduos da sociedade e assim podermos construir juntos desde a liberdade de ser quem somos desde nossa integridade.

Desde nossa paz entendemos a medida apropriada entre darmos e recebermos, nos relacionamos desde a certeza de que estamos onde queremos estar e aprendemos que nossa palavra tem valor e que somos responsáveis por nós mesmos.

version en españolEnglish version

Autonomia Essencial

version en español

English version

Um dos aspectos essenciais que deveríamos integrar à nossa experiência para aumentarmos nossa confiança pessoal é a autonomia, já que na medida em que entendemos quem realmente somos e como pôr isso no contexto, percebemos que a construção de nossa vida depende totalmente do grau de compromisso que temos com nós mesmos como indivíduos sociais.

Cada um de nós tem um grau diferente de autonomia em todas as áreas da vida, desde a emocional até a material, que deve ser ajustado na medida em que avançamos em nosso caminho, pois, sobre tudo, como parte da sociedade, é essencial desenvolvermos nossa autonomia para tomarmos decisões desde nossa integridade, para fazer com que os processos sociais sejam mais eficientes.

Desde nossa própria experiência, os aspectos a seguir precisam de mais autonomia para serem desenvolvidos e integrados como elementos essenciais de nossa autenticidade, pois são eles que constroem uma autoconfiança de bases sólidas que nos permite continuar construindo desde a certeza de nossa contribuição pessoal:

  1. Habilidades Pessoais: nascemos com determinadas habilidades que podemos potencializar, de várias maneiras, através de nossa experiência, ao reconhecê-las, integrá-las e colocá-las no contexto social, podemos contribuir em diferentes áreas que tenham o mesmo propósito em comum (clique aqui para ler sobre propósito).

  2. Expressão Coerente: quanto mais coerência existe entre o que pensamos, sentimos e expressamos, mais energia focada em nosso propósito de paz temos (clique aqui para ler sobre construção de paz).

Como indivíduos sociais é essencial que cultivemos a autonomia de construção de nossa autenticidade integrada ao contexto social em que estamos, quando todos contribuimos desde nossa paz interior, graças à total aceitação e integração, a sociedade reflete nossa integridade.

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Conectando-nos com a Neutralidade

version en español

English version

É um processo natural que queiramos tomar decisões a partir de nossa experiência pessoal, mas quando assumimos uma postura observadora a longo prazo, descubrimos aspectos relevantes de construção, e destruição, pessoais e sociais, que podem se apresentar quando tomamos determinadas decisões.

A neutralidade é encontrarmos o ponto de percepção onde podemos nos questionarmos sobre tudo o que sentimos, pensamose expressamos, é o processo para reconhecermos que para construirmos nossa paz interior e manifestá-la no exterior, é essencial colocar em ação nossa certeza do coração (clique aqui para ler sobre manifestar a verdade de nosso coração). Como somos 100% responsáveis pelo que nos acontece, pois criamos a partir de nossos pensamentos, sentimentos e expressão, podemos entender que ao nos conectarmos com a neutralidade estamos construindo desde a integração, pois conseguimos perceber que somos células partes de um todo e que podemos transformar tudo o que existe em nossa sociedade que continua gerando mais do mesmo.

Analisemos os seguintes aspectos dentro de nossa construção pessoal, para identificar as decisões e crenças que tem nos levado a construir a realidade que vivemos e assim podermos entender a forma de nos conectarmos com a neutralidade que queremos construir a partir de agora:

  1. Nos sentimos injustiçados: é momento de questionarmos se estamos sendo injustos com nós mesmos ou com os outros, lembremos-nos de que nossas atitudes numa área em nossa vida podem manifestar-se em outra à que lhe damos mais relevância, então analisemos todas as situações de injustiça que podemos estar exercendo, como o seria agirmos de uma maneira inconsciente e egoísta com as pessoas, com nós mesmos e com o meio ambiente (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos)

  2. Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler sobre merecimento)

  3. Queremos destacar: quando estamos em modo colaborativo entendemos que destacarmos para deixarmos um legado é uma atitude de segregação, pois para isso nos tornamos células competitivas destrutivas por só pensarmos em nosso destaque (pensemos nisso como um tumor) e automaticamente fomentamos a aparição de pessoas que precisam de alguem de destaque, já que não se conectam com elas mesmas. Quando colaboramos, trabalhamos em nossos talentos e os transmitimos para podermos integrá-los com o meio em que estamos, podemos mudar o mundo construindo desde a colaboração (clique aqui para ler o texto sobre construirmos paz desde a consciência).

  4. Sentimos que não confiamos em nós: este sentimento existe porque temos nos acostumado a acreditarmos mais nos demais que em nós mesmos. Para transformarmos isto, necessitamos nos conhecermos e investirmos nossos recursos em trabalharmos nossos talentos e integrá-los de maneira neutra em nosso entorno. Quanto mais confiança construimos em nós mesmos, maior é o impacto de nossas ações. Assumamos a responsabilidade e trabalhemos em nos fazermos mais íntegros a cada dia, é assim que construimos nossa confiança pessoal e a confiança no mundo e na vida (clique aqui para ler o texto sobre construirmos o respeito pessoal).

Lembremos-nos de que tudo está sempre em harmonia, então, se focarmos nossa energia numa polridade, sua outra face se manifesta em nossa vida para equilibrar aquilo que estamos criando, então, criemos desde a neutralidade, desde a ideia de que todos somos capazes de assumirmos nossa responsabilidade de sermos seres mais conscientes e íntegros, e de que assim podemos construir focando-nos na transformação da polaridade em neutralidade de todos os sistemas, desde a visão de mantermos a autenticidade na unidade.

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Estabelecendo Limites: como construir o respeito pessoal

version en español

English version

Na medida em que vamos expandindo nossa consciência pessoal aumentamos nossa conexão com quem realmente somos (clique aqui para ler sobre a transmutação do ser) e adquirindo novos hábitos empoderamos nossas raizes, as crenças e necessidades, desta maneira conseguimos acessar uma parte de nós que nos motiva a exercitar o respeito (clique aqui para ler sobre respeito).

Muitas pessoas tem transmitido que tudo vem de dentro e realmente é tão simples como isso. Quando queremos ser respeitados é muito importante que saibamos respeitar, de coração. Mas, como sabemos se estamos respeitando ou não, se não conhecemos nossos limites pessoais e os das outras pessoas (clique aqui para refletir sobre o respeto)? Aqui o autoconhecimento, a autoconfiança, o respeito e a comunicação transparente têm um papel muito importante, pois só nós mesmos podemos saber o que queremos, do que gostamos e do que precisamos, e quando isto está alinhado ao respeito e à construtividade, e desse jeito é comunicado, é realmente de coração.

Seguindo estes passos podemos ser mais assertivos ao estabelecer nossos próprios limites a partir de nosso coração:

  1. Empoderar crenças: temos crenças que fazem que exerçamos uma falta de respeito próprio. Por exemplo “se dizemos “NÃO” ficamos sozinhos” ou “dizer sempre “SIM” é necessário para ser uma boa pessoa”. Isto são crenças, ao nos abrirmos totalmente sem impor límites nos ferimos e damos esse exemplo a quem está ao nosso redor, por isso é importante verificar o motivo pelo qual temos deixado de construir o que desejamos (clique aqui para ler sobre empoderar crenças).
  2. Conexão interior, nosso desejo: entrar em contato com quem realmente somos nos ajuda a projetar nossa vida e a construir os límites necessários para nosso desenvolvimento. Se queremos um trabalho no que possamos ter um horário flexível podemos achá-lo, para isso devemos enviar nosso CV às empresas que oferecem este benefício ou criar nosso próprio negócio (isso seria um limite que nos ajuda a construir o que queremos). LEMBREMOS QUE O QUE DESEJAMOS DE CORAÇÃP SEMPRE ESTÁ CONECTADO À TRANSPARÊNCIA, AO RESPEITO E À CONSTRUTIVIDADE (clique aqui para ler sobre reconhecer o que é de coração).
  3. Limites claros: quando decidimos o que queremos em nossa vida pessoal, profissional, amorosa, etc., podemos estabelecer limites claros que nos tragam os resultados que queremos. O ideal é que estes limites estejam alinhados ao coração, isto é, que sejam desapegados e entendam a liberdade de ser do outro, para que assim possamos construir assertivamente.
  4. Comunicação e aplicação: para finalizar o processo é importante que comuniquemos nossa realidade às partes envolvidas e que apliquemos o que desejamos. Se desejamos um relacionamento onde haja fidelidade, lealdade, respeito e a liberdade de ser quem somos, devemos agir coerentemente com esse desejo, trabalhar em nós mesmos o que queremos para poder ofrecê-lo também.

Isto é um ciclo importante para nos conectarmos em um nível mais amoroso com o mundo, fazendo dele um hábito sentimos que nossos relacionamentos se transforman e se fazem mais tranquilas.

Depois de dois anos de trabalhar em uma empresa, percebi que meu desejo é estar com as pessoas e ajudá-las a serem uma melhor versão delas mesmas e ter tempo durante o dia para cuidar de mim mesma, o limite que estabeleci com o tempo foi “trabalhar onde possa ajudar pessoas e cuidar de mim”. Isso muda totalmente minha vida. E você? Tem aplicado algum limite que melhorou sua vida?

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Injustiça e Poder Parte 2: Local de Trabalho

version en español

English version

Voltando à série de injustiças e poder, o tema central hoje é como podemos agir de forma mais assertiva diante dessa situação no local de trabalho. O principal nesta situação é que entendemos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí.

Ouvi muitas pessoas se queixarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também notei que muitas dessas pessoas que se queixam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecermos melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de vermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos, bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos alguns pontos de vista que podem nos ajudar na nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos o que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos de nossos talentos pessoais integrados. O que é que nos facilita, e o que gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais humana, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 6 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade, É por isso que escrevo e ajudo as pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em harmonia?

Com amor,
Ángel

version en español

English version