Asumirmos nossa responsabilidade

Para que Culparmos, Se Somos Responsáveis?

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Um dos principais motivos pelos quais culpamos aos outros pelo que acontece, fora da intenção de destruirmos, é ignorarmos que a responsabilidade é totalmente nossa, decidimos cada passo que damos, seja impulsiva e inconscientemente, ou ativa e conscientemente.

Se estamos em determinado lugar, com determinadas pessoas, vivendo determinadas experiências, é porque assim o temos decidido. Às vezes temos chegado a pensar que não tínhamos outra opção, mas a realidade é que não percebemos as possibilidades quando estamos focados em algo e queremos conseguí-lo de qualquer maneira, mas “O FIM NÃO JUSTIFICA OS MEIOS” o respeito (clique aqui para ler o texto sobre respeito), a transparência e a coerência (clique aqui para ler o texto sobre coerência) devem ser os ingredientes principais de cada uma de nossas decisões se realmente queremos viver numa sociedade que se constrói através da integridade e a partir das diferenças (clique aqui para ler o texto sobre construirmos a paz através da consciência).

Culparmos alguém pelo que nos acontece é uma forma de ignorarmos algo que necessitamos aprender de nós mesmos e de julgarmos aos outros, estes hábitos destroem nossos relacionamentos com nós mesmos e com o mundo ao nosso redor, é por este motivo que é necessário que transformemos nossas reações em ações construtivas, de maneira consciente. Vejamos algumas ações que podem ser úteis para este propósito:

  1. Antes de culparmos, pensemos nas decisões que têm nos levado ao momento presente: desde um corte de cabelo, até a compra de uma casa, é necessário entender o para quê de todos os passos que temos dado, o que motiva a ação, o que pensamos, sentimos e dizemos sobre a situação e o que podemos aprender com ela.
  2. Foquemos em falarmos sobre o que temos feito nós mesmos e o que poderíamos fazer diferente: falando sobre nosso processo nos escutamos e podemos avaliar, de maneira objetiva, o que podería levar-nos a manifestar um resultado diferente, conhecendo nossos talentos e reconhecendo aquilo para o que não temos tanta habilidade, para unirmos-nos a pessoas que fortalecem e potenciam o que já somos.
  3. Questionemos o propósito que tem nos guiado, para agirmos como temos agido, e transformémos-lo se sentimos que está sendo irrespetuoso, mentiroso e incoerente com nossa própria natureza: muitos propósitos na vida os temos criado para satisfazermos necessidades, alheias ou pessoais, que nos afastam de quem somos. Entendendo melhor o que fazemos de coração conseguimos alinhar nossos sentimentos, pensamentos, palavras e ações para nos reconectarmos com nós mesmos e agirmos da maneira mais apropriada para o contexto em que temos decidido estar.

Lembremos-nos de que somos totalmente responsáveis pelo que experimentamos em nossa vida, que nossas decisões constroem nosso caminho e que quanto mais conscientes estejamos da paz que queremos construir, mais fácil é construí-la em todas as áreas de nossa vida (clique aqui para ler o texto sobre construção de paz)

 

Com amor,
Ángel

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One Comment

  • […] Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler o texto sobre responsabilidade) […]

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