Harmonia da Energia

Harmonia da Energia no Contexto

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Tudo é energia. Com esta frase se torna mais fácil entendermos como funciona nossa criação como indivíduos sociais. Em tempos de competitividade em esportes, política, opiniões, etc., percebemos que nenhum dos dois extremos está correto ou errado, cada parte tem pontos importantes que debemos considerar para construirmos de maneira sólida com um mesmo propósito: focarmos nossa energia (atenção, pensamentos, palavras, ações, sentimentos) em construirmos uma sociedade íntegra, em que a meritocracia consciente e a contribuição sejam a base (clique aqui para ler sobre ajuda e contribuição)

Segundo o dicionário Aurélio, harmonía é proporção e coerência. A partir desta definição podemos perceber que o motivo para que exista um extremo é seu oposto (clique aqui para ler sobre polaridades), daí vem a importância de construirmos o mais próximo possível da neutralidade. Como fazemos issso? Simples, podemos pôr em prática os seguintes pontos em nossa própria experiência:

  1. Descobrirmos nossos talentos: todos nascemos com algum talento, é o que fazemos bem naturalmente e nos mantém em estado de fluxo, tranquilos e criando.
  2. Desenvolvermos e contextualizarmos nossos talentos: quando temos descoberto nossos talentos, é necessário desenvolvê-los e integrá-los ao contexto social em que estamos, continuando alinhados ao nosso propósito comum.
  3. Contribuirmos: na medida em que nos especializamos, entendemos que é essencial contribuirmos com nossa intenção, pois cada pensamento, sentimento, palavra e ação, focados no propósito comum nos permite construir de maneira eficiente e sustentável.
  4. Permitirmos que a comunicação flua: com um propósito em comum, a comunicação focada em ampliarmos perspectivas deve fluir para integrar conscientemente as possibilidades mais apropriadas para o momento.
  5. Flexibilizarmos: todo propósito deve ser ajustado, pois todos estamos en constante transformação, então, na medida em que nos tornamos mais conscientes percebemos que é necessário que sejamos flexíveis para integrarmos novos elementos e até descartarmos o que seja desnecessário para nosso propósito.

Que nossas palavras sejam para construirmos e sugerirmos a partir de nossa própria sabedoria (conhecimiento e experiência), que nossos talentos estejam ao serviço de tudo o que existe, que assumamos a responsabilidade por nossa própria energia e confiemos em que todos estamos comprometidos de coração com a integridade, a transparência, o respeito e a coerência (clique aqui para ler sobre nossa coerência).

Com amor,
Ángel

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One Comment

  • […] É comum encontrarmos pessoas julgando a outras por seus vícios, sobre tudo quando falamos de substâncias como o álcool e as drogas, mas, somos conscientes de nossos próprios vícios? Desde crianças temos vícios, dos quais, às vezes, não somos conscientes, e na medida em que crecemos os fortalecemos ou criamos outros, algo que parece comum como falar mal ou bem das pessoas, pensar de manera pesimista ou otimista, consumir alimentos com ou sem consciência nutricional, ser manipuladores ou submissos, todos estes exemplos são extremos de vícios que temos e que podem, ou não, ser construtivos e sustentáveis no lugar em que vivimos, mas que em determinado momento podem transformar-se em destrutivos e insustentáveis, sobre tudo quando desde nossa sabedoria pessoal percebemos que podemos encontrar uma medida apropriada para tudo na vida, ainda mais quando temos um propósito (clique aqui para ler sobre harmonia da energia). […]

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