Neutralidade, coração e mente

Conectando-nos com a Neutralidade

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É um processo natural que queiramos tomar decisões a partir de nossa experiência pessoal, mas quando assumimos uma postura observadora a longo prazo, descubrimos aspectos relevantes de construção, e destruição, que podem se apresentar quando tomamos determinadas decisões. Por exemplo, eu tenho aprendido que as drogas, assim como a comida, podem causar efeitos destrutivos para a integridade mental, emocional e física. A questão das drogas tenho aprendido através da observação e a da comida através da experiência, a partir daquí o assunto sobre a neutralidade o abordaremos como algo a analisarmos no longo prazo, principalmente em nossas vidas que é onde realmente temos conhecimento da intenção e a manifestação do que temos vivido.

A neutralidade é encontrarmos o ponto de observação onde podemos nos questionarmos sobre tudo o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos, é o processo para reconhecermos que não é necessário excluirmos ou adorarmos coisas, animais, ou pessoas, fora de nós, para construirmos nossa paz interior e manifestá-la no exterior. Como somos 100% responsáveis pelo que nos acontece, pois criamos a partir de nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações, podemos entender que ao nos conectarmos com a neutralidade estamos construindo desde a integração, pois conseguimos perceber que somos células partes de um todo e que podemos transformar tudo o que existe em nossa sociedade que tem a tendência à segregação, devido às crenças relacionadas ao poder, à falta de integridade, à adoração, á admiração, etc., que continuam gerando mais do mesmo.

Analisemos os seguintes aspectos dentro de nossa construção pessoal, para identificar as decisões e crenças que tem nos levado a construir a realidade que vivemos e assim podermos entender a forma de nos conectarmos com a neutralidade que queremos construir a partir de agora:

  1. Nos sentimos injustiçados: é momento de questionarmos se estamos sendo injustos com nós mesmos ou com os outros, lembremos-nos de que nossas atitudes numa área em nossa vida podem manifestar-se em outra à que lhe damos mais relevância, então analisemos todas as situações de injustiça que podemos estar exercendo, como o seria agirmos de uma maneira inconsciente e egoísta com as pessoas e com o meio ambiente (clique aqui para ler os textos sobre injustiça)

  2. Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler o texto sobre responsabilidade)

  3. Queremos destacar: quando estamos em modo colaborativo entendemos que destacarmos para deixarmos um legado é uma atitude de segregação, pois para isso nos tornamos células competitivas destrutivas por só pensarmos em nosso destaque (pensemos nisso como um tumor) e automaticamente fomentamos a aparição de pessoas que precisam de alguem de destaque, já que não se conectam com elas mesmas. Quando colaboramos, trabalhamos em nossos talentos e os transmitimos para podermos integrá-los com o meio em que estamos, podemos mudar o mundo construindo desde a colaboração (clique aqui para ler o texto sobre construirmos paz desde a consciência).

  4. Sentimos que não confiamos em nós: este sentimento existe porque temos nos acostumado a acreditarmos mais nos demais que em nós mesmos. Para transformarmos isto, necessitamos nos conhecermos e investirmos nossos recursos em trabalharmos nossos talentos e integrá-los de maneira neutra em nosso entorno. Quanto mais confiança construimos em nós mesmos, maior é o impacto de nossas ações. Assumamos a responsabilidade e trabalhemos em nos fazermos mais íntegros a cada dia, é assim que construimos nossa confiança pessoal e a confiança no mundo e na vida (clique aqui para ler o texto sobre construirmos o respeito pessoal).

Lembremos-nos de que tudo está sempre em harmonia, então, se focarmos nossa energia numa polridade, sua outra face se manifesta em nossa vida para equilibrar aquilo que estamos criando, então, criemos desde a neutralidade, desde a ideia de que todos somos capazes de assumirmos nossa responsabilidade de sermos seres mais conscientes e íntegros, e de que assim podemos construir focando-nos na transformação da polaridade em neutralidade de todos os sistemas, desde a visão de mantermos a autenticidade na unidade.

Com amor,
Ángel

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