Arquivo da categoria: Verbalização

Sublimação de Nossa Experiência 1: Definição e Contextualização

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Hoje, enquanto tomava meu suco bomba de nutrientes, reflexionava sobre o fato de sentir-me em éxtase quando o consumo, e não é só porque seu gosto me produz prazer, mas porque tudo o que representa no nível nutricional e energético, para mim, o faz ser uma das coisas sagradas em minha vida. Tenho percebido que nós mesmos podemos construir sentimentos sublimes sobre coisas que parecem simples e às quais normalmente no lhes damos muita importância, é questão de vivermos o momento plenamente e ampliarmos nossa consciência sobre nós mesmos. Isto se conhece como SUBLIMAÇÃO, que, segundo a definición, é engrandecer, exaltar, elevar a un grau superior.

Durante nossa vida, quase sempre de maneira inconsciente, temos sublimado várias coisas, algumas destrutivas, conectando-as com a maneira em que nos sentíamos no nível emocional e mental em determinado momento, e também temos relacionado aspectos, que podem ser construtivos para nós, com momentos negativos no nível emocional e mental. Quando começamos a reparar nisso, descobrimos a origem de muitos de nossos vícios à comida, ao cigarro, à emoção, ao jogo, às pessoas, ao sexo, às drogas, à bebida, etc., e descobrimos que podemos conectar, de maneira consciente, hábitos mais constructivos, através do sentimento de amor por nós mesmos.

Cada ação traz consequências, sejam a curto ou longo prazo, é por isto que é importante que comecemos a escolhermos de maneira mais consciente e assertiva as decisões que queremos tomar para impactar nossa vida, nossa saúde, níveis de energia, relacionamentos com nós mesmos e com os outros, etc., de forma construtiva. Por este motivo, esta semana focaremos em conhecer maneiras simples de sublimarmos diversas áreas de nossa vida, desde os mínimos detalhes.

A reflexão que fica para hoje é: O que temos sublimado que é destrutivo para nós?

Um abraço,
Ángel

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Hábitos Construtivos: 2 passos para analisarmos e empoderarmos hábitos

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Nestes dias têm surgido muitas conversas relacionadas aos hábitos, que podemos perceber como a maneira de representarmos nossa disciplina. Muitas vezes pensamos que não somos disciplinados porque no conseguimos fazer o que pensamos que seria mais construtivo para nós, mas a verdade é que somos disciplinados com nossos hábitos destrutivos e, fora disso, temos um apego emocional a eles que necessitamos soltar quando realmente queremos transformar nossa vida.

A questão não é que sejamos disciplinados, mas que sejamos livres para sermos o mais apropriado para nós mesmos, de acordo ao que vivemos.

Quando avaliamos a causa de nossos hábitos destrutivos, normalmente encontramos ideias baseadas em crenças ou uma canalização inconsciente de nossa própria energia. Já os hábitos construtivos geralmente têm um propósito dentro de nossa experiencia, e se encaixam em nossa vida porque nos fazem nos conectarmos com nosso estado de fluxo (níveis constantes de energía fluida, tranquilidade, reconexão com nós mesmos, saúde, etc.).

Vendo as coisas desta maneira, podemos aplicar estes dois passos para identificarmos e substituirmos os hábitos que não têm propósito constructivo en nossa vida neste momento:

  1. Escolhamos un hábito e perguntemo-nos: Para que fazemos isso?, por que o fazemos?, quanto tempo lhe dedicamos a este hábito durante o dia?, tem um propósito construtivo para nós e quem está ao nosso redor?
  2. Se a resposta á última pergunta é NÃO, podemos continuar. Agora preguntemo-nos de novo: O que poderíamos fazer nesse tempo que investimos no hábito destrutivo?, há algum hábito construtivo que queremos incluir em nossa vida?, podemos construir algo diferente durante esse tempo?

Lembremo-nos de que hábitos são todas as reações, ou ações, que manifestamos repetidamente em nossa vida como querermos ter a razão, procurarmos a aprovação dos outros através do que pensam ou dizem sobre nós, comer para matar a fome, nos justificarmos por tudo, continuarmos conflitos, etc. Tudo pode ser transformado quando analisamos com amor o que realmente nos constrói. Cada hábito construtivo que integramos, nos tira de um círculo vicioso e nos abre a uma espiral de evolução a partir do autoconhecimento.

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 5: Alinhando a voz interior

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Nossa perspectiva sobre o perdão se expande ao entendermos que toda ferida nasce de expectativas e necessidades, e que, ao assumirmos a responsabilidade, soltarmos o controle e aceitarmos a verdade começamos a viver uma realidade em que descubrimos que o principal motivo das feridas é nossa falta de conexão pessoal, o que nos leva a construir uma nova forma de nos relacionarmos, a partir do respeito por nós mesmos.

Nosso ego é um aliado poderoso quando decidimos integrá-lo como parte do ser integral que somos (clique aquí para ler o artigo completo sobre integração do ego), mas, enquanto tentemos “ignorá-lo” continua sendo o opositor de nossa voz interior, essa outra voz que nos compara, positiva ou negativamente, com os outros, essa voz que julga, essa voz que teme mesmo arriscando, essa voz que, ao questionarmos, sempre vai dar-nos uma resposta que vem da preservação de nós como indivíduos separados.

Quando exercitamos focar nosso ego em nos conhecermos melhor, nossos pensamentos começam a se acostumarem a falar de nós mesmos, evitando o julgamento, a comparação e a culpa, é nesse momento que começamos a sentir nossa voz interior, a que nos aceita como somos e nos mostra a maneira mais apropriada de nos construirmos em cada momento de nossa vida. Uma pergunta super útil para verificar a origem de cada pensamento é: Isto é só para meu bem-estar ou contribui para o bem-estar de tudo e todos? Com o tempo o ego aprende a fluir com o coração e a voz interior vai se alinhando e focando no que nos permite fluir, e amamos, que causa um impacto coerente e construtivo em nós e tudo ao nosso redor.

Escutar a voz interior é confiar de verdade em nós mesmos, compreender que sempre estamos acompanhados, que há infinitas maneiras de nos relacionarmos com nós mesmos, e com o mundo, e que podemos sempre decidir fluir com nosso coração.

Esta tem sido a semana do perdão, espero que tenham gostado e que se houver algem tema sobre o que querem conhecer meu punto de vista o enviem. Tenham um ótimo fim de semana.

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 4: Aceitando a Verdade

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Através desta série temos visto o perdão desde outro ponto de vista, integrado à culpa e ao controle, agora é necessário entender sobre a aceitação da verdade, pois é o que nos leva a conseguir aplicar o perdão em todas as áreas de nossa vida.

Aceitar a verdade requer um profundo conhecimento de nós mesmos. Todos sentimos de maneira diferente, todos nos expresamos como consequência do que sentimos aplicado a um contexto, seja a favor ou em contra do mesmo, e escolhemos nosso caminho, embora, às vezes, tomemos as decisões sendo incoerentes com quem realmente somos. O quê nos leva a decidir sair com uma pessoa comprometida?, ou trabalhar numa empresa que vende algo que não compramos?, ou ficar longe de nuestra familia por construir otra?, este tipo de perguntas, respondidas com franqueza (sem tentarmos criar jogos mentais que nos dêem sempre a razão), nos dão uma visão mais objetiva de nós mesmos e do que queremos de coração.

Quando assumimos a responsabilidade pelo que expressamos, sentimos e pensamos, nos conectamos com nossa verdade, a que nos mostra que estamos onde nós mesmos temos nos levado, ninguém é culpado, tudo é apenas nossa responsabilidade. Permitimos contato com pessoas, aceitamos ofertas de trabalho, decidimos manter longe certas coisas e hoje somos o resultado de cada uma de nossas decisões, então, queremos continuar onde estamos ou não?. Se a resposta é “NÃO”, então é necessário tomarmos decisões que nos levem a estar onde realmente queremos, de maneira mais coerente e aceitando que não sempre o que temos querido é o que está realmente alinhado com nossa própria verdade.

Liberando-nos dos medos e crenças que têm nos mantido longe de tudo aquilo que nos permite fluir e nos sentirmos respeitados, conseguimos nos reconectarmos para construir uma realidade mais coerente com nossa essência, o processo pode demorar, mas é importante decidirmos dar o primeiro passo. E para fechar a semana, é necessário nos conectarmos com nossa voz interior, essa voz que nos leva a fazer o que nos integra, o que faz com que nos sintamos completos.

Aceitemos nossa verdade e veremos florescer a verdade de todos, y tudo, ao nosso redor 🙂

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 3: Soltando o Controle

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Como falado no primeiro artigo da série Perdão (clique aqui para ler), é comum que nos sintamos feridos quando as situações não saem como esperávamos ou as pessoas não agem como queremos. Mas, se às vezes nós mesmos não agimos como pensávamos que agiríamos, ou não dizemos o que pensamos que diríamos, como poderíamos esperar algo de outros? Este é o ponto de partida sobre soltar o controle.

Pensarmos que temos o controle sobre os outros é uma ilusão. Surge na ideia de que somos superiores ou de que temos mais capacidades, como pais, filhos que mantêm seus pais, professores, chefes, líderes, irmãos mais velhos, namorados, esposos, amantes, etc., e de que inspiramos respeito. Estes relacionamentos de controle se baseiam na ideia de que quem depende de nós, seja física, material ou emocionalmente, pode ser controlado por nós, e na realidade só conseguimos ver o que confirma isto que é a manifestação do medo do outro, que nada tem a ver com respeito. Mas, conseguimos perceber que cada uma das pessoas está decidindo de acordo a seus próprios temores e à posição que decide assumir?

Então, realmente temos o controle sobre algo?. A resposta é sim, sobre nós mesmos através do auto-conhecimento. Quando decidimos soltar o controle externo para nos permitirmos sentir dentro de nós, conseguimos entender o que nos motiva a nos expresarmos e viver de certa maneira. De onde vem esse amor pelo controle?, de nossa insegurança de nós mesmos? Ao nos conhecermos ganhamos confiança, sabemos o que podemos fazer, entendemos e respeitamos nossos limites e issso nos mostra que o controle externo não é o que achamos. Se podemos estar bem com nós mesmos, viver desfrutando o que gostamos e nos expresarmos de maneira mais objetiva, para que queremos controlar aos outros?

Podemos nos comprometermos a ter control do que expressamos, ou deixamos de expressar, de como nos nutrimos, da atividade física que damos ao nosso corpo, de escolhermos as pessoas com as que nos sentimos mais à vontade, de criarmos nosso ambiente e permitirmos que o que nasce dalí flua, trazendo aprendizado e crescimento.

Sobre este assunto ainda temos dois temas para integrar, o próximo artigo está focado em aprendermos a aceitar a verdade. Nos vemos lá 🙂

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 2: Integrando a Culpa

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Continuando com a série sobre o perdão, agora vamos abordar a culpa, para entender como integrá-la de uma maneira em que possamos transformar o que tem deixado de ser útil em nosso presente.

Alguns de nós temos aprendido a assumir a responsabilidade pelo bem-estar dos outros, desde o emocional até o material. A partir deste papel surgem muitas culpas ao longo de nossas vidas, pois tentamos agradar tudo mundo para garantir a harmonia onde quer que estejamos e, se sentirmos que não conseguimos fazer isso, nos culpamos pelas consequências de nossas “faltas”.

Por definição, culpa é a responsabilidade por uma ação que ocasiona dano ou prejuízo a outra pessoa, mas, o que realmente acontece é por culpa de alguém?, e se melhor aprendermos TODOS a assumir nossa responsabilidade em cada assunto e buscamos juntos a maneira de fazermos os ajustes necessários para que a próxima vez TODOS sejamos responsáveis pela consequência “boa” de nossos atos?

Quero compartilhar uma história pessoal. Um día, saindo do estacionamento de un centro comercial, bati com un carro en movimiento. As duas pessoas no volante estávamos andando de rê e batemos. Quando desci do carro, a senhora, muito nervosa, começou a dizer que a culpa tinha sido minha, eu, simplesmente lhe disse que as duas estávamos dirigindo e que, portanto, a responsabilidade era das duas. Isto é assumir a responsabilidade, pode acontecer em diferentes ambientes e áreas em nossa vida, mas sempre, através do diálogo, podemos construir uma consequência melhor para a próxima.

Integremos a culpa para canalizá-la como uma responsabilidade pessoal, na que, cada um de nós assume conscientemente que cada ato (ou falta dele, que também é ato) tem um impacto em tudo e todos ao nosso redor, e construamos consequências mais assertivas a partir de cada situação.

Lembrem-se de seguir o conteúdo do Portal Empowering Angle cadastrando seu email, seguindo-nos por Facebook (https://www.facebook.com/empoweringangle/) e Instragram (https://www.instagram.com/empoweringangle/), na próxima publicação se aborda o perdão integrado ao controle.

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 1: Definição e Ressignificação

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Falando com minha amiga Lina María (autora do Portal EA), percebemos que é necessário quebrar alguns paradigmas com respeito ao perdão para entendê-lo melhor e poder integrá-lo a nossa vida de maneira fácil e efetiva. Por este motivo, esta e as próximas publicações estão focadas na ação de perdoar, passando pela definição, quebra de paradigma, ressignificação, integração e aplicação do perdão, integralmente, em nossa vida.

A palavra perdão é definida como a ação de perdoar, e perdoar como excetuar alguém do que se faz com todos, ou tirar a obrigação que tem. Integrando esta definição a nossa experiência pessoal, é comum que vejamos o perdão como uma forma superior de nos relacionarmos com pessoas ou situações que, desde nosso ponto de vista, tem nos ferido. É a partir daquí que podemos quebrar o paradigma de perdoar.

Quando entendemos que as comparações, os julgamentos e as culpas fazem parte de un modelo que necessita ser transformado para aprender a nos relacionarmos de uma maneira mais transparente, autêntica, respeitosa e responsável, para podermos construir e reformar de maneira sustentável nosso planeta, é necessário quebrar o paradigma de que o perdão nos faz melhores ou superiores e ressignificá-lo como a integração da ideia de que somos responsáveis por escolher se algo, efetivamente, nos afeta ou nos faz mal.

Normalmente nos sentimos feridos quando a situação não sai como esperávamos, mas, assim como podemos culpar ao outro pelo que diz ou faz, também podemos nos responsabilizarmos pela expectativa que temos criado para nos sentirmos bem, aceitos, amados, acolhidos, etc, e por termos permitido que o outro entre e permaneça em nossa vida. Se analizarmos um pouco mais, nos sentirmos feridos vem de uma necessidade de controle, de querermos controlar nossa vida e as situações e pessoas nela. Por isso vamos ver estes passos que nos ajudam a conectarmos com um lado de nossa natureza humana que consegue fluir com o coração:

  1. Ver a vida como um constante aprendizado: quando entramos em cada situação, com todos os sentidos, podemos perceber elementos que podem nos levar a uma compreensão mais ampla de quem somos.
  2. Agradecer por cada minuto vivido: podemos escolher ver a vida como um milagre, podermos respirar e fazer o que fazemos pode ser sempre um motivo de gratidão e os aprendizados também, por mais dolorosos que possam parecer, nos mostram que somos mais do que acreditamos ser.
  3. Pormos em prática os exercícios para trazer a mente ao presente (clique aqui para ler o artigo sobre mente presente), exercitarmos o empoderamento de crenças (clique aqui para ler o artigo sobre crenças) e aceitarmos às pessoas e situações como são.

Compartilhemos as experiências de perdão nos comentários para que possamos ampliar nossos pontos de vista. O assunto do próximo artigo é a culpa e como ressignificá-la e integrá-la ao processo do perdão pessoal.

Com amor,
Ángel

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Integrando o Ego: 3 passos para integrar nosso desejo e a expectativa social

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Temos entendido como é necessário estabelecer limites, a partir de nossas verdadeiras necessidades, para nos relacionarmos de uma maneira mais construtiva e assim poder nos integrarmos para nos conectarmos com quem realmente somos.

Mas, por que focarmos tanto na integração em vez de focar no positivismo?, é simples, se queremos que o mundo mude temos que conhecer outros pontos de vista, é tudo uma questão de decisões pessoais. Durante os últimos anos tenho estado fortalecendo minha crença de que somos todos uno, é como fazer parte de um corpo no qual cada um de nós tem uma determinada função e que, ao integrá-la à função de tudo no sistema, se potencializa.

Podemos imaginar o cérebro trabalhando sozinho e independente de tudo o resto do corpo? Ao pensar nisso percebemos a importância de nos integrarmos cada vez mais. Por exemplo, quanto mais integramos a nutrição, a atividade física, a presença (meditação em tudo o que fazemos), a respiração, o aprendizado, a atividade mental e os sentimentos, de maneira apropriada, melhor funcionam todos nossos órgãos, temos mais energia e nos relacionamos de maneira mais harmoniosa com todos, e tudo, ao nosso redor.

E agora que podemos entender melhor a questão da integração vamos focar em um ponto muito importante: Nosso EGO. O Ego é a forma como nos reconhecemos e somos conscientes de nossa própria identidade, segundo Freud, é o equilíbrio entre nossos desejos e o que a sociedade espera de nós. Então se desejamos viver de nossos talentos, mas a sociedade acha eles pouco lucrativos, podemos entrar em conflito porque precisamos decidir entre o que amamos e o que se espera. Mas, e se aprendermos a integrar o ego e o usamos a nosso favor? É possível seguindo estes passos, que podem ser aplicados a qualquer área de nossas vidas:

  1. Identificar o que amamos e construi: evitemos esse monte de etiquetas, podemos sentir que fluimos com muitas atividades em nossa vida, podemos criar a partir daí novas maneiras de oferecer ao mundo o que podemos dar. Há infinitas possibilidades dentro de uma mesma área, pensemos e sintamos diferente, integremos nossas paixões no que fazemos e levemos isso ao mundo. Que tal ser um professor de música que integra a composição musical com suas experiências pessonais? Tudo é possível.
  2. Identificar o que se espera de nós: aquí tudo depende dos pontos de vista dos outros, pois a sociedade não espera o mesmo de todo mundo, de fato queremos cada vez mais produtos e serviços diferenciados ou personalizados. Primeiro é necessário identificar com quem queremos conectar em nossa vida e, a partir daí, entender que é o que esse grupo de consciências espera de um trabalho como o nosso.
  3. Integrar as duas visões com propósito e de uma maneira próspera: já que sabemos o que queremos, e o que determinado grupo espera, podemos construir nossa própria maneira de prosperar dentro da sociedade, com um propósito. Sentir o que fazemos com o coração (que nos faz curtir a vida) e materializá-lo com a mente (que nos conecta com a realidade material), é uma integração interessante e construtiva, outro ponto de vista.

Ensinemos a nosso Ego que existem outros pontos de vista, integremos ele como parte vital de nosso desenvolvimento pessoal e expandamos nossa conexão pessoal. Eu escolho viver desde o ponto de vista de “a supervivência do mais sábio”. E você? Que ponto de vista escolhe?

Com amor,
Ángel

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