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7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal – eBook para impressão

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Através do processo para reconectar com minha paz interior, tenho chegado à conclusão de que para manifestarmos a paz que queremos no mundo, é essencial nos conhecermos de verdade para potencializarmos nossos talentos e nos integrarmos na medida apropriada ao contexto, assim contribuímos, de maneira autêntica, à construção de uma sociedade de integridade.

A partir dos processos que tenho acompanhado, e aos que tenho contribuido, tem nascido a ideia de transmitir de maneira simplificada o conhecimento que tenho integrado, e do qual sou exemplo, no livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, que, em aproximadamente 100 páginas, integra exercícios práticos, momentos de reflexão pessoal e uma percepção integral de nossos aspectos como seres humanos (mundos mental e emocional integrados ao contexto social), focando nossa energia, para nos desenvolvermos como indivíduos sociais (clique aqui para ler uma parte da introdução do livro).

Cada capítulo é um nível que nos leva a entender com mais profundidade a conexão que há entre nosso sistema de crenças, nossas emoções, nossos sentimentos e nossa autenticidade, para que integremos tudo, da maneira mais apropriada, à expressão integral de nossa essência, e assim, fortalecermos nossa coerência desde nosso coração, nossa paz interior.

Somos a integração de várias dimensões, necessitamos encontrar nossa medida apropriada para contribuirmos como parte do todo, agradecermos, aceitarmos e potencializarmos a autenticidade em unidade.

Para adquirir o livro eletrônico para impressão, clique aqui

O livro inclui uma dedicatória personalizada.

Com amor,
Ángel

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Exemplo Sólido

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Como seres humanos, se percebe a incoerência que se faz presente quando não se sabe o que se quer e, ainda assim, se busca uma falsa segurança tentando controlar tudo ao redor. Desse jeito, se adquirem mecanismos para transmitir uma imagen, diferente da real, aos demais e se justifica a hipocrisia de pregar e não aplicar.

Todos podemos transformar-nos, é uma decisão, existe a possibilidade de que sejamos uma versão diferente, consciente e íntegra de nós mesmos. Isto requer muita reflexão, percepção, transparência e exercício de nossa vontade, alinhada ao propósito de integração e paz. Vejamos alguns aspectos para exercitarmos ser o exemplo que queremos do mundo:

  1. Transparência: percebendo a decisão que tomamos ao respondermos, podemos entender como reagimos, para podermos transformar a forma em que nos expressamos. Podemos responder com a verdade ou não responder, é sempre nossa decisão.(clique aqui para ler sobre exercitarmos a transparência)

  2. Neutralidade: sempre temos a opção de focarmos em nosso próprio processo, de construirmos, de trabalharmos, de nos nutrirmos, então, é necessário destinarmos nosso tempo e energia para julgarmos ou criticarmos, positiva ou negativamente? Não, e o tempo e a energia que economizamos é bem-vindo em nossos projetos pessoais (clique aqui para ler sobre neutralidade)

  3. Respeito: a aceitação e o conhecimento nos permitem aprender a nos respeitarmos desde o básico que é a nutrição de nosso corpo, de nosso relacionamento com nós mesmos e de nossa relação com o mundo e com os demais.(clique aqui para ler sobre o respeito).

  4. Coerência: dizemos que é importante sermos coerentes, mas, somos coerentes entre o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos?, lembremos-nos de que a coerência só se alcança através da integridade e do autoconhecimento, pois o único que realmente queremos é construir paz desde dentro, poder viver a integração de nossa verdade com a verdade dos demais, alinhada ao contexto (clique aqui para ler sobre a coerência).

Escutando, percebendo e integrando-nos como indivíduos sociais nos alinhamos com a paz que todos desejamos, e que só pode ser experimentada na sociedade quando a sentimos dentro e aprendemos a expressá-la (clique aqui para ler sobre paz).

Com amor,
Ángel

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É Realmente de Coraçao?

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Esta semana tenho focado minha atenção nas interações humanas de quem queremos nos integrarmos através do amor, da transparência, do respeito, da integridade e da coerência, e tenho percebido que o suposto conhecimento e a busca pela “verdade”, podem ser a base da segregação. Quando percebemos que todo conhecimento que possuímos faz parte da realidade em que vivemos (mesmo sendo imperceptível para o sistema perpceptivo de alguém), podemos usar o conhecimento integrado à experiência para construirmos nossa própria sabedoría, ao invés de fazermos o que fazemos por costume: querermos impor nossa verdade aos outros e sentirmos-nos vítimas separadas porque não querem escutar o que dizemos.

Em todas as áreas de nossa vida como seres humanos sociais (científica, espiritual, religiosa, política, etc.), temos transmitido conhecimento com uma tendência à polarização que gera conflito, separação e oposição, muitas vezes baseados no que nos contam e não no que experimentamos ou vivemos. Usamos nossa mente para definirmos se algo é bom ou ruim e, a partir daí, escolhemos a informação desde as emoções criadas pelas crenças, a questão é quando sentimos algo como verdadeiro porque nos sentimos bem e dizemos que é do coração estando inconscientes de que vem de uma emoção.

Como temos nos acostumado a que dizemos que vem do coração tudo o que nos faz sentir eufóricos, temos ignorado que temos emoções que temos classificado como “boas” que não nos levam a agirmos, mas a reagirmos sobre as situações da vida desde nosso interesse pessoal. Tudo o que sentimos, pensamos e expressamos tem um impacto no que construímos, em tudo e todos ao redor, então a reação desde a emoção vem da mente que ainda não está realmente integrada ao todo, por outro lado, a ação desde o coração vem do sentimento de unidade usando a mente para colocá-la em contexto da maneira mais apropriada possível desde nosso conhecimento e experiência integrados (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração)

Sempre que queremos avaliar a origem de nossas formas de sentirmos, pensarmos e nos expressarmos com palavras e ações, para entendermos se são realmente de coração, podemos nos fazermos as seguintes perguntas:

  1. Estamos integrando? Quando integramos estamos focados em integrarmos e transmitirmos para construir, se segregamos julgamos (positiva ou negativamente), comparamos e culpamos (clique aqui para ler sobre responsabilidade).

  2. Nos sentimos tranquilos? Quando a decisão vem do coração sentimos paz, se vem da mente e está desalinhada do coração se sentem estados emocionais como intranquilidade, dor, tristeza, euforia, felicidade, ansiedade, estresse, etc.

  3. Podemos expressar de maneira transparente o que decidimos? Quando somos capazes de encontrarmos a forma apropriada de expressarmos nossas decisões de maneira integrativa e respeitosa (clique aqui para ler sobre o respeito), conseguimos pôr a mente à disposição do coração usando a transparência (clique aqui para ler sobre transparência).

Nosso coração sempre busca integração através da coerência, transparência, respeito e integridade, deste jeito, nossas decisões tomadas baseadas nesta certeza constroem com as bases mais sólidas que podemos criar como seres humanos no presente. Tudo o que é construído desde um extremo de polaridade tende a encontrar seu extremo de destruição, portanto, quanto mais íntegra e alinhada ao nosso coração é nossa construção, mais estabilidade encontra para perpetuar-se e continuar sua evolução através da consciência. Construamos desde a integração e percebamos a transformação de todas as áreas de nossa vida e nossa sociedade.

Com amor,
Ángel

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Conectando-nos com a Neutralidade

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É um processo natural que queiramos tomar decisões a partir de nossa experiência pessoal, mas quando assumimos uma postura observadora a longo prazo, descubrimos aspectos relevantes de construção, e destruição, pessoais e sociais, que podem se apresentar quando tomamos determinadas decisões.

A neutralidade é encontrarmos o ponto de percepção onde podemos nos questionarmos sobre tudo o que sentimos, pensamose expressamos, é o processo para reconhecermos que para construirmos nossa paz interior e manifestá-la no exterior, é essencial colocar em ação nossa certeza do coração (clique aqui para ler sobre manifestar a verdade de nosso coração). Como somos 100% responsáveis pelo que nos acontece, pois criamos a partir de nossos pensamentos, sentimentos e expressão, podemos entender que ao nos conectarmos com a neutralidade estamos construindo desde a integração, pois conseguimos perceber que somos células partes de um todo e que podemos transformar tudo o que existe em nossa sociedade que continua gerando mais do mesmo.

Analisemos os seguintes aspectos dentro de nossa construção pessoal, para identificar as decisões e crenças que tem nos levado a construir a realidade que vivemos e assim podermos entender a forma de nos conectarmos com a neutralidade que queremos construir a partir de agora:

  1. Nos sentimos injustiçados: é momento de questionarmos se estamos sendo injustos com nós mesmos ou com os outros, lembremos-nos de que nossas atitudes numa área em nossa vida podem manifestar-se em outra à que lhe damos mais relevância, então analisemos todas as situações de injustiça que podemos estar exercendo, como o seria agirmos de uma maneira inconsciente e egoísta com as pessoas, com nós mesmos e com o meio ambiente (clique aqui para ler sobre reflexos nos relacionamentos)

  2. Sentimos que não há reconhecimento: ao termos a ideia de divisão os julgamentos e comparações estão presentes, quando entendemos que, como células, cada um de nós tem seu talento, e que nossa autenticidade real nos permite que tudo funcione de uma maneira completa, entendemos que o reconhecimento o fazemos em nós mesmos e que, na medida em que fortalecemos desde a neutralidade nossos talentos integrados ao contexto, aprendemos a reconhecer que cada célula está fazendo sua parte e se torna desnecessária a ideia do reconhecimento externo. (clique aqui para ler sobre merecimento)

  3. Queremos destacar: quando estamos em modo colaborativo entendemos que destacarmos para deixarmos um legado é uma atitude de segregação, pois para isso nos tornamos células competitivas destrutivas por só pensarmos em nosso destaque (pensemos nisso como um tumor) e automaticamente fomentamos a aparição de pessoas que precisam de alguem de destaque, já que não se conectam com elas mesmas. Quando colaboramos, trabalhamos em nossos talentos e os transmitimos para podermos integrá-los com o meio em que estamos, podemos mudar o mundo construindo desde a colaboração (clique aqui para ler o texto sobre construirmos paz desde a consciência).

  4. Sentimos que não confiamos em nós: este sentimento existe porque temos nos acostumado a acreditarmos mais nos demais que em nós mesmos. Para transformarmos isto, necessitamos nos conhecermos e investirmos nossos recursos em trabalharmos nossos talentos e integrá-los de maneira neutra em nosso entorno. Quanto mais confiança construimos em nós mesmos, maior é o impacto de nossas ações. Assumamos a responsabilidade e trabalhemos em nos fazermos mais íntegros a cada dia, é assim que construimos nossa confiança pessoal e a confiança no mundo e na vida (clique aqui para ler o texto sobre construirmos o respeito pessoal).

Lembremos-nos de que tudo está sempre em harmonia, então, se focarmos nossa energia numa polridade, sua outra face se manifesta em nossa vida para equilibrar aquilo que estamos criando, então, criemos desde a neutralidade, desde a ideia de que todos somos capazes de assumirmos nossa responsabilidade de sermos seres mais conscientes e íntegros, e de que assim podemos construir focando-nos na transformação da polaridade em neutralidade de todos os sistemas, desde a visão de mantermos a autenticidade na unidade.

Com amor,
Ángel

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Criando Consciencia Sobre Nossa Coerência

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Ultimamente tenho percebido o movimento que há nas redes sociais, onde as pessoas se sentem livres para serem elas mesmas, ou melhor, para expressarem sua opinião sobre o que experimentam. A partir daí surge este texto sobre nossa coerência, algo que pelo visto não tem nos ensinado e/ou não temos aprendido, porque tem nos faltado questionar as verdades absolutas nas que temos acreditado e temos integrado a nossa realidade. Seja o que for que façamos, consciente ou impulsivamente, temos um impacto em nós mesmos e em tudo ao nosso rededor, nossos modelos de consumo, a forma em que nos expressamos, a forma em que nos tratamos é como tratamos ao mundo.

Quando decidimos usar etiquetas, necessitamos encontrar os verdadeiros motivos para fazê-lo, desta maneira fortalecemos nossa convicção (clique aqui para ler sobre decidir por convicção). Se não consumimos carne por salvar aos animais, mas usamos acessórios de couro e não damos a nos mesmos os nutrientes necessários para nos salvarmos, estamos sendo coerentes? Se reclamamos da contaminação mas temos um veículo que contamina e compramos produtos que durante seu processo e descarte contaminam também, estamos sendo coherentes?

É importante que tomemos consciência sobre nossa coerência se quisermos uma vida em paz de verdade. Só colhemos o que plantamos, então precisamos aprender a nos respeitarmos se queremos ser respeitados, a cuidar se queremos ser cuidados, a amar se queremos ser amados, a aceitar se queremos ser aceitos, maas, acima de tudo, a usarmos e alinharmos nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações, para construirmos a vida que realmente queremos viver. Aqui há algumas perguntas que podem ser úteis para que decidamos nossos próximos passos na vida com mais coerência e consciência:

  1. Queremos construir relacionamentos, de todos os tipos, que construam paz? (clique aqui para ler o texto sobre respeito às diferenças).

  2. Queremos viver o desenvolvimento sustentável de nosso planeta?

  3. Queremos agir a favor de construir algo desde nossa integridade e nossa coerência? (clique aqui para ler sobre construirmos paz)

  4. Queremos trabalhar em equipe contribuindo de verdade? (clique aqui para ler sobre contribuição)

  5. Queremos incentivar a autenticidade em unidade?

Sempre temos sido os únicos responsáveis por construir nossa vida e a sociedade em que vivemos, então se realmente queremos resultados diferentes devemos nos tornar o que esperamos do mundo, mesmo que para isso necessitemos aprender novas formas de viver a vida ou tenhamos que criá-las. Podemos construir paz (clique aqui para ler sobre paz desde a consciência), consumir o necessário, investir mais tempo e recursos no autoconhecimento e nas experiências, conhecer e trabalhar nossos talentos integrados à nossa personalidade, fazer o que amamos, amar o que fazemos, colocar-nos no mesmo nível através da responsabilidade e conectar-nos como humanidade. O que estamos esperando para começarmos a construir? Podemos dar o primeiro passo agora mesmo, é nossa decisão.

Com amor,
Ángel

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Empoderamento Pessoal?

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Desde que comencei a me interessar, intensa e conscientemente, por meu processo de autoconhecimento, tenho percebido o quão importante é o Empoderamento Pessoal. Desde minha percepção, o Empoderamento Pessoal é uma forma de integração que inclui o mundo interno e externo de cada um de nós. É nos conhecermos e nos entendernos, tão profundamente, que possamos nos conectar, da maneira mais assertiva e coerente possível, com todos os recursos que temos disponíveis, para integrá-los a nosso contexto. A partir deste processo chegamos a entender nossa própria realidade como uma construção feita a partir de percepções, muitas vezes dirigidas pela sociedade, e percebemos o nível de coerencia que há entre o que sentimos, pensamos, dizamos, fazemos e vivemos.

Tenho decidido dedicar-me a este assunto porque me parece maravilhoso o fato de que possamos migrar de um estado reativo, crítico, comparativo, competitivo, destrutivo e no que culpamos, a um ativo, de aceitação, de autenticidade, de contribuição, construtivo e no que assumimos nossa própria responsabilidade (clique aqui para ler sobre responsabilidade). Para mim, o Empoderamento Pessoal tem sido a maneira mais apropriada de assumir meu poder pessoal desde meu coração, me colocando em contato com a integridade da totalidade do que sou e de como contextualizo isso em meu presente, isso tem sido surpreendente, pois tenho percebido que tudo o que tinha, que pensava que me faria sentir plena, era uma questão mental que fui construindo na medida em que crescia, agora que realmente sei quem sou, de coração, posso discernir melhor para dar e receber com gratidão (clique aqui para ler sobre gratidão).

Este processo, desde minha percepção, tem como propósito integrarmos a mente ao corazón, fortalecermos a intenção, onde passamos de destruir desde as reações emocionais geradoras de conflitos, a construir, através do pensamento alinhado ao sentimento de paz e unidade, a agirmos escolhendo, de maneira mais assertiva, as palavras e atos que exteriorizamos. Percebemos quem acreditamos ser para construirmos desde quem realmente somos, para podermos voltar a confiar em nós mesmos, conhecendo-nos, respeitando-nos e aceitando-nos totalmente, integrando-nos assim, de uma maneira mais construtiva, ao contexto social no qual vivemos.

Para integrar este proceso en sua vida pode comprar o livro eletrónico, para impressão, 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal, onde compartilho técnicas e informação, fáceis de entender e integrar à rotina diária, para conhecermos e integrarmos nossas dimensões como seres humanos e podermos construir com mais consciência desde nosso coração (clique aqui para comprar o livro eletrônico – eBook para impressão).

Com amor,
Ángel

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Construindo solidamente, integrando nossa essência

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Para mim, tem sido uma ótima descoberta perceber que nem tudo o que parece “bom” realmente vem do coração ou é o mais apropriado para mim. Durante a nossa vida, temos nos acostumado a fazermos julgamentos sobre tudo o que percebemos e, geralmente, dizemos que alguém tem um bom coração porque, aparentemente, ajuda ao mundo, às pessoas ou aos animais desinteressadamente, o que se tornou moda também no que diz respeito às empresas, então, quando alguém quer ter um destaque, para ser percebido como alguém de bom coração, faz a caridade de maneira “desinteressada”, mas, isso realmente vem do coração ou é algo construído pela mente a partir dos julgamentos que estão na sociedade?

Todos nascemos com o potencial de sermos o que queremos, desde a pessoa mais ruim à mais boa (desde qualquer percepção da sociedade), tudo depende de para onde vamos direcionar nossa energia (pensamentos, sentimentos e expressão), para qualquer lado que escolhermos, nossa mente se enche de razões para justificar que o que fazemos é certo e outros devem nos seguir porque estão errados, mas na realidade cada um de nós está en seu caminho apropriado para aprender, de algum jeito, o que precisa. Nós existimos para aprendermos constantemente, quando não o fazemos, sofremos, mas, e se decidirmos aprender com nós mesmos de agora em diante?

Para construirmos algo con bases sólidas é necessário começarmos pelo autoconhecimento, quando focamos nossa energia em algo do qual não gostamos ou para o que não somos bons, em algum momento o que temos construído se destrói, pois só a confiança real em nós mesmos, em nossas capacidades e em nossos talentos, nos leva a tomar decisões mais assertivas e a construirmos desde nossa própria base. Vejamos alguns pontos importantes para construirmos com solidez:

  1. DESEJOS: Ao longo de nossa vida criamos muitos desejos que vêm da mente, de nosso apego ao material e às pessoas, de nos compararmos com os outros. Tudo isso nos leva a canalizar a energia onde nos dizem que podemos ter melhores resultados, muitas vezes sem nos importarmos com nós mesmos ou com os outros, às vezes até ignorando as próprias leis, e aí vamos desperdiçando nossa vida no que acreditamos que necessitamos para sermos felices. É importante que nos lembremos de que a plenitude está no momento presente, e que o desejo do coração (clique aqui para ler sobre nos conectarmos com nosso coração) nos leva a agir aqui e agora, dando passos firmes e seguros para construirmos a partir de nossos talentos e dons integrados, nós devemos ser os donos de nossos próprios desejos e ir aprendendo a dar-lhes forma a cada minuto, com cada pensamento, com cada sentimento, com cada palavra, com cada ação, com cada gesto. Nossos desejos nunca são grandes ou pequenos demais, por isso é importante que aprendamos a viver de maneira mais autêntica, a amar e integrar o que somos.

  2. COERÊNCIA: Desde nosso relacionamento com nós mesmos, passando pelo relacionamento que temos com nossa família e com o ambiente em que vivemos, é importante que estejamos cientes do que precisamos para nos relacionarmos com respeito e transparência (clique aquí para ler sobre transparência). Pratiquemos a coerência entre o que nós mesmos pensamos, sentimos e expressamos, para que possamos realmente ser coerentes e trazer essa energia completamente para todas as áreas da nossa vida que são realmente uma prioridade para nós.

  3. AJUDA: Na realidade ninguém precisa de ajuda (clique aqui para ler sobre audar vs. contribuir), do que precisamos é de assistência no que não somos especialistas para podermos construir. Ao nos dedicarmos a “ajudar” pessoas que acreditamos que precisam, porque nos pedem ou porque acreditamos que elas precisam, não estamos dando assistência para construirem, mas dando o que querem para permanecerem em sua zona de conforto, portanto é essencial aprendermos a nos conhecer melhor e a nos conectar com o coração para podermos contribuir com o que está alinhado com quem realmente somos e o que podemos dar.

Comecemos a nos conectar mais amorosamente com nós mesmos, quanto mais nos aceitamos mais assertivas são nossas decisões, evitemos julgar o que parece bom ou ruim e deixemos o coração nos levar pelo caminho da nossa tranquilidade, sempre respeitando tudo e todos a nossa volta (clique aqui para ler sobre a harmonia da energia). Para termos um mundo mais consciente e transparente, não precisamos ser os melhores, apenas precisamos ser a versão mais íntegra de nós mesmos.

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Com amor,
Ángel

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História de um Ser…

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Hoje te conto a história de um ser em estado alterado que vivía no alto de uma colina e cantava odes ao vento. Acalmava seu ser o intenso entendimento de que é sua expressão que o enche de amor. Já entendida a matéria, percebeu que quando o fazia, circulava sua energia e o punha em estado de alegria e plenitude.

Este é o relato de uma dinâmica fácil e prática, de como nos transformamos revivendo os momentos motivacionais simples, que sempre temos carregado em nosso coração. Quando fazemos o que nos nasce, do coração, elevamos nossa frequencia vibratória de paz, entramos em um estado de fluxo e reconexão com nós mesmos e tudo o que existe ao redor.

Fazendo coisas simples como cantar, rir, cozinhar, compartilhar, ler, escrever, ou qualquer outra coisa que façamos com amor, conseguimos sentir novas dimensões das mesmas situações e perceber novos aspectos das mesmas pessoas. É maravilhoso perceber como simples ações inclusivas podem expandir nossa percepção e ensinar-nos que sempre há outras maneiras de canalizarmos a energia, como direcionando-a para construirmos hábitos que nos façam sentir-nos mais conectados com tudo e todos ao nosso redor.

Façamos uma lista de tudo o que nos afaste de estarmos tranquilos e outra de tudo o que nos gera paz. Tornemos hábitos diários todos os que nos conectem com a fluidez do momento presente e comecemos a exercitar a expressão desde nosso coração (integridade, coerência, transparência e respeito) (clique aqui para ler sobre empoderarmos hábitos).

Com amor,
Ángel

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Mente Construtiva: 4 passos para reprogramar nossos pensamentos

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Para sermos e estarmos conscientes de nossa expressão (gestos, palavras, atos, emoções) o primeiro passo é exercitarmos a presença mental, a qual conseguimos através da integração de nossa percepção do mundo e nossa atenção, como limos e praticamos no artigo 4 passos para manter a mente no presente (clique aqui para ler o artigo completo).

Quando nossa mente está presente, podemos focá-la em nosso próprio processo de construção, mas, como pode ser útil?, fácil, vamos começar a trabalhar nisto por partes. Neste artigo entenderemos como usar a mente presente para reprogramar nossos próprios pensamentos, já que são eles os responsáveis pela terceira parte de nosso estado de ánimo e nível de energía (pelos outros dois terços a percepção e a expressão).

Todos temos crescido em ambientes diferentes e, de forma inconsciente, estamos submetidos constantemente à informação que nos faz focarmos no lado “destrutivo” da vida. E, como é o que mais recebemos, vemos que nossas conversas com as pessoas se tornam um campo fértil para falarmos dos demais, reclamarmos, sentirmos pena, citarmos tragedias, em fim, de falarmos de coisas que não podemos transformar. E isso efetivamente influencia nosso humor e nossa energía.

Hoje vamos focar nossa atenção em como sintonizarmos, conscientemente, com o lado construtivo da vida para reprogramar nossos pensamentos (clique aqui para ler sobre empoderamento de hábitos). Para isto vamos seguir estes 3 passos diariamente até integrá-los a nossos hábitos:

  1. Procurarmos fontes de informação construtiva para substituir a informação destrutiva. Pode ser através da internet, televisão, pessoas com as que interagimos, etc. Por exemplo, em vez de pesquisarmos sobre o que faz mal para o corpo, pesquisarmos sobre o que faz bem.
  2. Percebermos os pensamentos que surgem durante o dia. Se geram preocupação, ansiedade ou qualquer sensação destrutiva vamos procurar motivos construtivos pessoais para ressignificá-los. Por exemplo, penso que preciso de dinheiro para pagar uma conta, vejo que posso organizar uma rifa, fazer um trabalho extra ou vender algo que não serve mais e percebo que posso conseguir o dinheiro, então foco meus pensamentos na ação que vou tomar para obter a quantidade necessária, pode ser que até consiga mais.
  3. Focarmos os pensamentos em nós mesmos, e nos projetos nos que estamos envolvidos, pois é onde podemos efetivamente assumir a responsabilidade da transformação. Para quê pensarmos nos motivos de outras pessoas, que são responsabilidade delas, se podemos estar usando este tempo para expandirmos nossa consciência e construirmos? Pensemos nisso.
  4. Encontrarmos, pelo menos uma vez ao dia, um lugar em que admiremos tudo o que percebemos com nossos sistema perceptivo, e nos sintamos tranquilos, e pensemos em tudo o construtivo que temos vivido e como podemos integrá-lo a nossa vida, a nossos projetos.

É nossa decisão escolhermos com o que queremos nos conectar (clique aqui para ler sobre conectarmos com o coração). Quanto mais pessoas conscientes de sua própria vida e dispostas a contribuir de maneira assertiva, temos melhores resultados reformando o mundo em que vivemos, construindo todos dia com mais assertividade e inovando para transformar o que for necessário. Es escolho conectar-me com o que contribui para minha integridade para transformar o mundo com a contribuição de todos e tudo ao meu redor, e você?

Compartilhemos este método fácil com as pessoas que quiserem recuperar sua energia e se sentir empoderadas.

Com amor,
Ángel

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4 passos para manter a mente no presente

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Quando interagimos com nós mesmos e com tudo ao redor é importante sermos conscientes de agirmos mais e reagirmos menos. Hoje vamos focar nos pensamentos, o que passa por nossa mente em cada momento.

Em 2016 participei num treinamento para construir uma comunicação mais assertiva e a mensagem é bem clara, carregamos diversos filtros dos quais muitas vezes não estamos conscientes, nossos julgamentos e comparações baseados nas próprias crenças (que às vezes nos dá segurança porque outras pessoas também as compraram), e esses filtros fazem que nossa mente esteja sempre reagindo ao que vivemos em vez de estar presente (clique aqui para ler sobre decidirmos por convicção).

Muitas vezes ao conversarmos com alguém começamos a julgar o que diz, em nossa mente, seja de maneira positiva ou negativa, e já temos uma resposta pronta. Em alguns casos a pessoa nem sequer termina de falar e já respondemos (antes de esquecermos). E o mesmo fazemos continuamente em quase tudo o que fazemos. Cozinhamos pensando no horário, tomamos banho pensando em que roupa usar, etc., qualquer situação bagunça nossa mente quando não somos conscientes de trazê-la ao momento presente.

Hoje vamos seguir estes passos para trazer nossa mente ao “aquí e agora” e treiná-la para que aja a partir do momento, em vez de reagir a partir dos filtros:

  1. Escolhermos uma só ação para focar a atenção mental.
  2. Focarmos na pessoa e/o na ação que está acontecendo.
  3. Se aparecer um pensamento deixá-lo passar e voltar ao ponto de foco.
  4. Sentirmos, com todo nosso sistema perceptivo, o que estamos vivendo.

Na medida em que praticamos seguindo estes passos, nossa mente vai se acostumando com o novo padrão de comportamento e muda nosso estado de atenção e conexão com a vida. Compartilhe este post com quem possa precisar e escreva nos comentários sua história. Sua mente vive no futuro, no pasado ou no presente?

Com amor,
Ángel

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