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Comunicar

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A comunicação é um aspecto muito importante em nossa vida, mais do que podemos pensar. Temos aprendido a nos comunicar de diferentes maneiras através de gestos, expressões, palavras e atos para transmitirmos o que pensamos e sentimos, a questão é aprendermos a nos comunicar da maneira mais apropriada para nós, pois cada um tem um mundo mental, sentimental e físico diferente, portanto é essencial conectarmos com nós mesmos para nos comunicarmos com tudo o que somos.

Quando percebemos a comunicação como uma ferramenta de construção, entendemos que é essencial trabalharmos nossa coerência entre o que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos, pois cada um destes aspectos fortalece o que construímos.

Há momentos apropriados para nos comunicarmos, para mantermos o silêncio, para transmitirmos o que somos, para construirmos com tudo e todos ao redor, a comunicação é a forma de expressarmos nossa intenção, a partir daqui construímos nossa vida.

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Experiência Potencializadora

Todos temos talentos pessoais que precisam ser integrados à maneira em que nos relacionamos com o mundo, pois só assim conseguimos obter resultados diferentes em nossos empreendimentos. Para criarmos novas formas de contribuirmos para a construção de uma sociedade em paz, devemos começar a identificar aquilo que potencializa nossa paz interior, pois ao fazermos isso, nossa percepção de sucesso e das bases para nossa construção mudam. Negócios sustentáveis, transparentes e coerentes são o resultado de pessoas que investem em sua própria transparência e coerência desde a integridade de sua essência. A maneira em que nos relacionamos com
tudo e todos ao nosso redor é o reflexo de nosso relacionamento com
nós mesmos . Na medida em que ganhamos experiência em conectarmos com nossa paz no presente, percebemos que nossas habilidades e nossa forma de contribuir a partir delas se potencializa, pois começamos a transformar o entretenimento em recriação e aprendemos da unicidade de cada momento.

Reflexos nos Relacionamentos: Edição Especial

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Há um assunto que é muito comum quando há falta de autoconhecimento, a injustiça, tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. No trabalho é apresentado, acima de tudo, no reconhecimento da perspectiva pessoal de cada um, pois é percebida a desigualdade de remuneração em relação ao esforço de trabalho e o que chamamos de “puxa-saquismo” no Brasil. Já na vida pessoal, pode acontecer em nossa família, casal ou amizades, é também a percepção de que o que fazemos não é suficiente para as pessoas, que cada vez exigem mais de nós e não reconhecem nosso “esforço” (eu coloco a palavra esforço entre aspas porque é o que fazemos quando tentamos buscar aprovação externa, o que não é necessário quando começamos a nos guiar através da aprovação interna – clique aqui para ler o artigo completo sobre Aprovação Interna em 3 passos).

Conectado ao conceito de injustiça, em geral, há poder sobre outros. No trabalho, em alguns casos, as pessoas que ocupam posições mais altas são pessoas que usam seu poder pessoal para manipular todos e tudo a seu redor, e essa é uma das razões para chegar a essa posição (fora do poder que eles têm com o conhecimento e a experiência que podem ter), obviamente, se nosso desejo é exercermos nosso poder pessoal sobre nós mesmos, não nos encaixamos numa posição que exige fazer isso, certo? Já em outros tipos de relacionamentos, encontramos pessoas que querem exercer controle sobre os outros e não deixá-los ser eles mesmos (fiquemos de olho, podemos ser nós mesmos), aqui encontramos avós, pais, filhos, irmãos, casais, amigos, que querem tudo feito à sua maneira e, quando isso não é feito, eles usam o medo como uma ferramenta de manipulação para ganhar controle.

Nos sentimos identificados com alguma dessas situações? Se a resposta for “SIM”, continuemos lendo esta edição especial de reflexos para que possamos encontrar uma maneira assertiva de sairmos dessa situação e criarmos novas oportunidades em nossa vida com base em decisões pessoais feitas por convicção (clique aqui para ler o artigo sobre decidir por convicção).

AMBIENTE LABORAL

Como podemos agir de forma mais assertiva perante situações que consideramos injustas no local de trabalho? O principal nesta situação é entendermos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí sobre nós mesmos.

Tenho escutado muitas pessoas reclamarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também tenho notado que muitas dessas pessoas que reclamam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento, e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecer melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de percebermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos (clique aqui para ler sobre o que merecemos), bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos algumas perspectivas que podem contribuir para nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos com nossos talentos pessoais integrados. O que é que se facilita, e gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais íntegra, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 7 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade. É por isso que escrevo e assisto às pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em paz em todas as áreas de sua vida?

RELACIONAMENTOS PESSOAIS

Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos um personagem que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a transparência nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal (clique aqui para ler sobre empoderamento), cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecermos às pessoas e entendermos como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o conhecimento).

Aqui estão algumas perspectivas que podem contribuir com a nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos (incluindo nós mesmos), se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos e expressamos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre coerência).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o bastante para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, consciente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação (clique aqui para ler o artigo sobre perdão).

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava satisfeita com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso e expresso de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz que permite que você esteja em paz?

Com amor,
Ángel

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Gestão de Pessoas: Modelo de Alta Performance

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Acompanhando uma série de conferências que aconteceu na primeira semana de junho, de maneira gratuita e online (HR.Rocks Remote Conf. 2018), tenho percebido que é muito importante nos conectarmos com novas perspectivas nos negócios, pois todos nós temos ideias e talentos que precisam ser levados à prática, portanto, este é o primeiro artigo dedicado aos negócios com o propósito de ampliarmos nossa perspectiva empresarial e nos empoderarmos através do conhecimento.

Começamos hoje abordando o assunto da gestão de pessoas voltada para o modelo de alta performance (desempenho) apresentado pelo Josue Bressane que é sócio diretor na Falconi Gente. A essência de uma organização de sucesso, desde a perspectiva da Falconi, tem sido a prática coerente dos valores, uma liderança que transmite a cultura ao time, o comportamento, valores na prática e crenças. A partir daí podemos construir um modelo por Meritocracia, isto é, que reconhece com base na maneira única de performar de cada um dos colaboradores.

Este processo começa pela estratégia que é o sonho, o propósito e onde queremos chegar, desde aqui definimos os valores e a cultura de performance tendo o conhecimento, as habilidades e as atitudes como base. Cada pessoa envolvida deve ser avaliada para entendermos sua agilidade de aprendizado e seu nível de engajamento com a cultura organizacional, pois assim podemos investir no planejamento estruturado de pessoas projetando o crescimento através da quantidade, e qualidade, de pessoal diponível.

Desde a perspectiva do Josue, o líder é quem consegue bater as metas através de seu time de maneira apropriada. Diz também que apenas pode ser gerenciado o que pode ser medido e, para finalizar, nos indica o fator de sucesso do líder para engajar pessoas e construir uma organização de sucesso, o foco está nos seguintes aspectos:

  1. Sonharmos: termos metas definidas e claras para transmití-las.
  2. Gerarmos comprometimento: a partir da comunicação aumentarmos o nível de engajamento dos integrantes.
  3. Time apropriado: entendermos as necessidades, motivações e alinhamento de cada um dos integrantes.
  4. Plano de ação: comunicarmos os passos a serem seguidos para atingir as metas desde nosso propósito.
  5. Executar: seguirmos o plano de ação alinhados ao propósito do negócio.
  6. Verificar: na medida em que avançamos devemos verificar o andamento e os resultados que obtemos.
  7. Padronizar: alguns processos precisam ser padronizados durante o processo, pois devem estar disponíveis para outros procedimentos.
  8. Comemorarmos: todos os resultados atingidos, por mais pequenos que pareçam, precisam ser comemorados, isto aumenta o nível de engajamento e o senso de pertencer ao negócio.

Esta abordagem é chave em empresas em que as pessoas somos responsáveis pela geração de resultados de alta performance, para isto é necessário construirmos uma cultura organizacional altamente adaptável, guiada pela visão, orientada por valores e que foque nas necessidades e a experiência dos colaboradores, lembrando que a comunicação transparente é a base desta jornada. (clique aqui para ler sobre nossa transparência).

Referências:

Com amor,
Ángel

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Harmonia da Energia no Contexto

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Tudo é energia. Com esta frase se torna mais fácil entendermos como funciona nossa criação como indivíduos sociais. Em tempos de competitividade em esportes, política, opiniões, etc., percebemos que nenhum dos dois extremos está correto ou errado, cada parte tem pontos importantes que debemos considerar para construirmos de maneira sólida com um mesmo propósito: focarmos nossa energia (atenção, pensamentos, palavras, ações, sentimentos) em construirmos uma sociedade íntegra, em que a meritocracia consciente e a contribuição sejam a base (clique aqui para ler sobre ajuda e contribuição).

Segundo o dicionário Aurélio, harmonía é proporção e coerência. A partir desta definição podemos perceber que o motivo para que exista um extremo é seu oposto (clique aqui para ler sobre polaridades), daí vem a importância de construirmos o mais próximo possível da neutralidade. Como fazemos issso? Simples, podemos pôr em prática os seguintes pontos em nossa própria experiência:

  1. Descobrirmos nossos talentos: todos nascemos com algum talento, é o que fazemos bem naturalmente e nos mantém em estado de fluxo, tranquilos e criando.
  2. Desenvolvermos e contextualizarmos nossos talentos: quando temos descoberto nossos talentos, é necessário desenvolvê-los e integrá-los ao contexto social em que estamos, continuando alinhados ao nosso propósito comum.
  3. Contribuirmos: na medida em que nos especializamos, entendemos que é essencial contribuirmos com nossa intenção, pois cada pensamento, sentimento, palavra e ação, focados no propósito comum nos permite construir de maneira eficiente e sustentável.
  4. Permitirmos que a comunicação flua: com um propósito em comum, a comunicação focada em ampliarmos perspectivas deve fluir para integrar conscientemente as possibilidades mais apropriadas para o momento.
  5. Flexibilizarmos: todo propósito deve ser ajustado, pois todos estamos en constante transformação, então, na medida em que nos tornamos mais conscientes percebemos que é necessário que sejamos flexíveis para integrarmos novos elementos e até descartarmos o que seja desnecessário para nosso propósito.

Que nossas palavras sejam para construirmos e sugerirmos a partir de nossa própria sabedoria (conhecimiento e experiência), que nossos talentos estejam ao serviço de tudo o que existe, que assumamos a responsabilidade por nossa própria energia e confiemos em que todos estamos comprometidos de coração com a integridade, a transparência, o respeito e a coerência (clique aqui para ler sobre nossa coerência).

Com amor,
Ángel

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