Arquivo da categoria: Construção

3 perguntas para transformar o relacionamento interior

version en español

English version

Os relacionamentos são tão simples como queremos vê-los. É importante que o primeiro relacionamento que analisemos em nossa vida para ter relacioamentos melhores seja nosso relacionamento com nós mesmos. Os relacionamentos que temos com as pessoas depende do valor que nos damos e dos limites que estabelecemos. (clique aqui para ler o texto sobre estabelecer limites)

Hoje vamos nos fazermos umas perguntas para respondê-las conscientemente, com toda sinceridade, a nós mesmos.

  1. Cómo me trato quando algo no sai como eu tinha planejado?
  2. Me aceito como sou ou tento ser o que os demais desejam?
  3. Assumo a responsabilidade de minha vida e minhas decisões? (clique aqui para ler o texto sobre decidir por convicção)

É importante entender que é com nós mesmos que temos que exercitar todos os aspectos que sentimos que estão faltando em nossa vida. O que esperamos dos outros deve ser algo que damos, saber dar e receber é muito importante para a harmonia dos relacionamentos.

Quando começamos a trabalhar a paciência, a aceitação, a disciplina e a responsabilidade desde nosso interior, e com nós mesmos, nos sentimos mais completos e confortáveis.

Ao mudar o foco, e integrar o externo e o interno, conseguimos entender a importância de tomar cada decisäo em nossa vida com a maior calma e certeza possíveis (clique aqui para ler o texto sobre as polaridades como aprendizado). Desta maneira nossos relacionamentos com o mundo se transformam, compreendemos que cada pessoa precisa ser completamente responsável por si mesma e assim vivemos de uma maneira mais reflexiva.

Depois de muito tempo de estar responsabilizando às pessoas, e à vida, por tudo, decidi assumir minha responsabilidade e tenho me sentido realmente empoderada (clique aqui para comprar o eBook 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal), me aceito, me conheço e sei o que quero, então direciono minha energía para construir a vida que quero em sociedade. E você?

Lembre de compartilhar este texto com quem possa precisar de uma luz em seu relacionamento interno e de deixar sua experiência nos comentários. Como você vive seu relacionamento consigo mesmo?

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Descobrindo o Propósito de Nossos Relacionamentos

version en español

English version

Assim como cada pessoa é um mundo, cada relação também é diferente, pois ao combinarmos um mundo único com outro mundo único, sempre temos um resultado diferente, é por isso que, embora com nossa mente estamos prontos para percebermos apenas o que nos incomoda, e o vemos mais claramente nas pessoas com quem nos relacionamos, cada um de nossos relacionamentos tem um propósito em nossas vidas, e está em nossas mãos aprender da maneira que achamos mais apropriada, lembre-se de que entramos em relacionamentos porque decidimos, e, portanto, precisamos assumir a responsabilidade por cada um deles. Então, por que temos a necessidade de criar certos tipos de relacionamentos se podemos ver cada relacionamento como um elemento único que faz parte da nossa vida sem ter que se comportar da mesma forma?

Conheçamos um pouco melhor possíveis propósitos que podemos encontrar em nossos relacionamentos.

  1. ENTENDERMOS NOSSO MUNDO INTERIOR: Cada relacionamento que vivemos nos mostra o que está em nós, independente de se o consideramos positivo ou negativo, e a partir desta visão podemos escolher trabalhar o que reconhecemos de maneira consciente. Ao fazermos isto, conseguimos ter claridade sobre o tipo de relacionamento que é necessário para que possamos aprender da maneira mais apropriada para nós, amizade, namoro, etc, depende de nós construirmos com propósito e claridade de acordo com nosso momento pessoal (clique aqui para ler o artigo sobre tomarmos decisões por convicção).

  2. APRENDERMOS A INTERAGIR COM RESPEITO: Quando nos relacionamos conseguimos conhecer diferentes pontos de vista e a partir desse ponto podemos decidir exercitar a maneira em que escutamos e respeitamos ao outro tal como é, isto nos abre a mente à realidade de que podemos nos relacionarmos autenticamente e assim estabelecermos nossos próprios limites, que nós mesmos respeitamos, extendendo esse respeito a tudo ao nosso redor (clique aqui para ler o artigo sobre respeito e clique aqui para ler o artigo sobre limites).

  3. AJUSTARMOS A COMUNICAÇÃO: Algumas pessoas em nossa vida nos questionam sobre nossas palavras e ações, sobre nossa coerência, são elas as que nos mostram aspectos que necessitamos avaliar e a partir daí podemos trabalhar maneiras mais construtivas de nos comunicarmos (clique aqui para conhecer y/o comprar o livro 7 Níveis Para o Empoderamento Pessoal onde se aborda o assunto da comunicação assertiva).

  4. CONSTRUIRMOS: Ao longo de nossa vida conhecemos pessoas com as que construímos, desde os menores até os maiores projetos de nossa vida, por isso é importante que nos conheçamos, interajamos com respeito e nos comuniquemos da maneira mais transparente e construtiva possível, pois ao fazermos isto conhecemos nossos propósitos com mais claridad e conseguimos identificar fácilmente as pessoas que podem construir conosco (clique aqui para ler sobre construir com solidez).

Darmo-nos a possibilidade de focarmos a atenção em nós mesmos e no ambiente em que estamos, nos permite conectarmo-nos com nossa própria verdade e fazer de nosso caminho nossa plenitude presente.

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Construindo a Paz

version en español

English version

Como podemos pensar que a paz é um acordo externo? Esta é uma questão para refletirmos sobre o fato de culparmos o governo pelas situações em que vivemos em nosso país. A questão é: como podemos exigir a paz se vivemos com conflitos internos devido à nossa falta de coerência pessoal e autoconhecimento? (Clique aqui para ler o artigo sobre a transmutação da palavra corrupção).

Para que possamos realmente construir a paz (ausência de conflitos), precisamos fazer um acordo interno, para aprendermos a viver com nós mesmos como somos, aprendendo a nos respeitarmos e, portanto, a respeitarmos tudo ao nosso redor. Este é um novo processo de aprendizagem, já que pela tendência coletiva do fanatismo (emocional ou racional) tem sido mais fácil se relacionar com o mundo de acordo com o que cada um de nós considera bom ou ruim, por conveniência, sem levar em consideração o que precisamos aprender sobre nós mesmos na realidade que experimentamos.

Aqui compartilho alguns pontos em que tenho trabalhado nos últimos anos, e isso tem dado certo para mim, para harmonizar conflitos internos e poder expressar minha própria verdade de maneira integral:

  1. TRANSPARÊNCIA: Aprendermos a ser transparentes exige falarmos e respondermos com a verdade, isso nos permite estarmos onde realmente queremos e aprendermos com cada uma de nossas experiências com menos conflitos. Algumas pessoas podem não concordar com o fato de querermos fazer as coisas de forma diferente, mas a maneira como elas assumem isso é sua responsabilidade, depende de suas próprias crenças (clique aqui para ler o artigo sobre a transformação de crenças) e necessidades (clique aqui para ler o artigo sobre as necessidades não tão necessárias), e pode levar a distanciamentos porque aprendemos a nos dar o que precisamos. Assim, começamos a valorizar a verdade dos outros, a pedi-la e a recebê-la, compreendendo que as coisas não são sempre como achamos que são (clique aqui para ler sobre a justiça nos relacionamentos).

  2. RESPEITO: Na medida em que nos tornamos mais transparentes, praticando a verdade, o nível de respeito por nós mesmos, e por tudo e todos ao redor, aumenta (clique aqui para ler o artigo sobre respeito), precisamos estabelecer certos limites e aprender a respeitarmos os limites de outros (clique aqui para ler o artigo sobre os limites), bem como respeitar os nossos.

  3. AGIRMOS COM COERÊNCIA: Para construirmos a paz, é muito importante que aprendamos a nos expressar de forma harmoniosa e coerente, que com nossas palavras, gestos e ações sempre tenhamos a intenção de construirmos, de empoderarmos aos outros, de mostrarmos que podemos fazer tudo de forma íntegra, e que agirmos desse jeito cria um ambiente de integridade e desenvolvimento sustentável. Para isso, é necessário reconhecer nossos talentos e aplicá-los a tudo o que fazemos, porque é exatamente o que nos traz autenticidade na unidade (clique aqui para conhecer e/ou comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal).

Nestes três aspectos tenho me concentrado ultimamente, tem sido uma maneira eficaz de conectar-me com as pessoas e o planeta, às vezes me mostram o que posso melhorar e integro aquilo porque tenho aprendido a perceber minha própria incoerência. Escolho melhor as palavras que uso, tento diferentes tons e formas de expressar o mesmo e vejo qual tem um efeito mais harmonioso e construtivo em cada situação, às vezes é uma questão de sentir o momento, mas sempre de expandir a perspectiva através do conhecimento.

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Respeito Gera Respeito

version en español

English version

Muitos de nós acreditamos ter a certeza de que merecemos respeito porque somos sempre respeitosos, mas, o que é respeito? Curiosamente pode ser algo que vem da consideração ou do medo, então, tendo isto claro, podemos entender que é necessário trabalharmos um respeito mais por consideração do que por medo, pois ao respeitarmos pelo medo estamos nos conectando ao externo e, mentalmente, podemos encontrar mais facilmente justificativas para cometermos uma falta de respeito, sobre tudo para libertar-nos do medo. Quando respeitamos pela consideração nos conectamos com a aceitação em nós mesmos, entendemos que toda vida merece respeito e que podemos aprender a expandir esa consideração de dentro para fora (clique aqui para ler o artigo sobre respeito pessoal e limites).

O respeito por consideração começa dentro de nós, só nos tornaremos bons respeitando a todos, e tudo ao nosso redor, na medida em que pratiquemos o respeito próprio, por nossos principíos, por nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações, e pelo fato de sermos seres humanos parte de uma humanidade. Hoje vamos ver alguns pontos que podem ser úteis para exercitarmos o respeito interno para gerar o respeito a partir da consideração (clique aqui para ler o artigo sobre aprovação pessoal).

  1. TALENTOS: todos temos talentos únicos, mas muitas vezes desrespeitamos esses talentos na busca pelo dinheiro. Podemos achar maneiras mais apropriadas para respeitar o que temos, oferecendo nosso talento às pessoas a nossa volta damos a conhecer o que nos faz únicos e começamos a construir com bases sólidas (clique aqui para ler o artigo sobre a integração do ego ao contexto social).

  2. PRINCÍPIOS: ao longo de nossa vida podemos ter vivido momentos em que nos foram apresentadas oportunidades que parecíam interessantes, mas quando entramos e conhecimos melhor percebimos que havia variáveis que não estavam alinhadas a nossos princípios. Isto pode acontecer em todos nossos relacionamentos, por isto é importante que saibamos do que precisamos e o expressemos claramente, assim como também pesquisarmos bem se realmente estamos muito animados por fazer parte de algo. QUESTIONEMOS.

  3. PRIORIDADES: muitas vezes passamos nossa vida no extremo da priorização, ou priorizamos totalmente nossa vida ou a dos outros, mas precisamos avaliar mais conscientemente o que é prioridade em nossa vida como seres autossuficientes para vivirmos a vida que queremos e assim cultivar um respeito por nosso projeto de vida e pelo projeto das pessoas ao nosso redor.

  4. PALAVRA: é esencial que respeitemos nossa palavra, se nos comprometemos façamos o que foi combinado, este é um dos recursos mais importantes sobre o respeito em todos os níveis. CLARIDADE.

Estes 4 aspectos são uma forma fácil para exercitarmos o respeito por nós mesmos, na medida em que vamos tornando-nos mais conscientes sobre cada uno de los aspectos que nos fazem seres humanos, mais certeza surge sobre o que queremos em nossa vida porque nos constrói. Eu decido exercitar meu respeito pessoal e levar isso ao mundo, e você?

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Injustiça e Poder Parte 3: Relacionamentos

version en español

English version

Para terminarmos a série sobre Injustiça e Poder, abordaremos esses aspectos em nossos relacionamentos. Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos uma caráter que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a verdade nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal, cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecer às pessoas e entender como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o que merecemos).

Aqui estão alguns pontos de vista que podem nos ajudar na nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos, se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre decisões de convicção).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o suficiente para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, conscientemente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação.

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava feliz com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso, digo e faço, de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz, que permite que você esteja em harmonia?

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Injustiça e Poder Parte 2: Local de Trabalho

version en español

English version

Voltando à série de injustiças e poder, o tema central hoje é como podemos agir de forma mais assertiva diante dessa situação no local de trabalho. O principal nesta situação é que entendemos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí.

Ouvi muitas pessoas se queixarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também notei que muitas dessas pessoas que se queixam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecermos melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de vermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos, bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos alguns pontos de vista que podem nos ajudar na nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos o que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos de nossos talentos pessoais integrados. O que é que nos facilita, e o que gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais humana, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 6 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade, É por isso que escrevo e ajudo as pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em harmonia?

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Injustiça e Poder Parte 1: Estamos vivendo isto?

version en español

English version

Hoje, eu decidi perguntar a um amigo sobre as reclamações que ele ouve de outras pessoas, e a questão sobre a qual mais falam é sobre injustiça, tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. No trabalho é apresentado, acima de tudo, no reconhecimento da perspectiva pessoal de cada um, pois é percebida a desigualdade de remuneração em relação ao esforço de trabalho e o que chamamos de “puxa-saquismo” no Brasil. Já na vida pessoal, pode acontecer em nossa família, casal ou amizades, é também a percepção de que o que fazemos não é suficiente para as pessoas, que cada vez exigem mais de nós e não reconhecem nosso “esforço” (eu coloco a palavra esforço entre aspas porque é o que fazemos quando tentamos buscar aprovação externa, o que não é necessário quando começamos a nos guiar através da aprovação interna – clique aqui para ler o artigo completo sobre Aprovação Interna em 3 passos).

Conectado ao conceito de injustiça, em geral, há poder sobre outros, outra questão que surgiu em uma conversa com outro amigo ontem. No trabalho, em alguns casos, as pessoas que ocupam posições mais altas são pessoas que usam seu poder pessoal para manipular todos e tudo a seu redor, e essa é uma das razões para chegar a essa posição (fora do poder que eles têm com o conhecimento e a experiência que podem ter), obviamente, se nosso desejo é exercer nosso poder pessoal sobre nós mesmos, não nos encaixamos numa posição que exige fazer isso, certo? Já em outros tipos de relacionamentos, encontramos pessoas que querem exercer controle sobre os outros e não deixá-los ser eles mesmos (fiquemos de olho, podemos ser nós mesmos), aqui encontramos avós, pais, filhos, irmãos, casais, amigos, que querem tudo feito à sua maneira e, quando isso não é feito, eles usam o medo como uma ferramenta de manipulação para ganhar controle.

Nos sentimos identificados com alguma dessas situações? Se a resposta for “SIM”, continuemos lendo a série sobre Injustiça e Poder para que possamos encontrarmos uma maneira assertiva de sair dessa situação e criar novas oportunidades em nossa vida com base em decisões pessoais feitas por convicção (clique aqui para ler o artigo sobre decidir por convicção).

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Sublimação de Nossa Experiência 5: Emoções e Sentimentos

version en español

English version

Agora que entendemos um pouco melhor a sublimação (clique aqui para ler o artigo de sublimação completa) e como a experimentamos em um nível mental (clique aqui para ler sobre a realidade mental), criativo (clique aqui para ler sobre energia criativa) , e sexual (clique aqui para ler sobre energia sexual), podemos entender melhor a sublimação das emoções em sentimentos.

As emoções são energia reativa e inconsciente em movimento, decorrem de necessidades e crenças que assumimos como nossas ao longo de nossas vidas. Nós as somatizamos no corpo e nos identificamos com eles até o ponto em que pensamos que é o idioma do nosso coração. As emoções nos fazem reagir de acordo com o que integramos, passamos das lágrimas ao riso, do afeto aos gritos e vice-versa. Os sentimentos são energia ativa e consciente em movimento, decorrem de necessidades e crenças que são construídas a partir do que há no nosso coração, com as quais fluimos em harmonia com o nosso ambiente a partir do que sentimos. Nós os sentimos no corpo como um estado de paz e coerência com a nossa essência. Podemos agir a partir de nossos sentimentos, porque nossa compreensão de cada situação se expande de acordo com a nossa experiência e a forma como pensamos, tornando-nos mais assertivos em nossa expressão.

Conhecendo as emoções e os sentimentos, podemos seguir 4 passos simples para sublimar nossas emoções de forma construtiva e em harmonia com nossa essência e nosso coração.

  1. Perguntemos-nos: quais pensamentos temos durante o dia que geram alguma emoção negativa ou positiva? Que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplos: como um exemplo de pensamento e emoção positiva, se pensarmos que vamos sair com alguém de quem gostamos, sentimos pequenas borboletas na barriga e quando nos chamam, o pensamento e a emoção se intensificam. Como um exemplo de pensamento e emoção negativa, se pensarmos que alguém está mentindo para nós sentimos a emoção em alguma parte do corpo que manifesta a impotência e quando nos diz algo que sabemos, ou pensamos, que é uma mentira, pensamento e emoção se intensificam..

  2. Como reagimos quando sentimos essas emoções no corpo? Exemplos: para o primeiro caso, a reação pode ser sorrirmos e ficarmos ansiosos, para o segundo pode ser gritarmos e encararmos à pessoa.

  3. Como podemos trabalhar a emoção e agir de forma mais assertiva? Exemplos: para trabalharmos a emoção precisamos de respiração diafragmática profunda até nos sentirmos calmos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo positivo, sorrirmos ainda pode ser assertivo, porque também se sente na voz, e para continuarmos é importante que nos perguntemos se a pessoa com a qual vamos sair é realmente alguém com quem queremos construir algo juntos na realidade do que essa pessoa é e do que somos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo negativo, uma vez que a emoção é trabalhada, pensemos se fomos sinceros, com nós mesmos e com os outros, e nos perguntemos por que nós mantemos essa pessoa em nossa vida.

  4. Avaliemos o que permitimos, porque as emoções nos levam a lugares e pessoas para que aprendamos algo, que não temos querido aprender através da auto-reflexão. Entendamos que o que queremos de coração, é o sentimento de harmonia com nós mesmos que nos guia no nosso próprio caminho.

A reflexão que fica para hoje é: o que temos que aprender sobre nós mesmos através das situações em que vivemos?

Com Amor,
Ángel

version en español

English version

Sublimação de Nossa Experiência 4: Sexo

version en español

English version

Já temos entendido como nossa energia criativa é essencial em nosso processo reconectivo (clique aqui para ler o artigo sobre sublimação da energia criativa), agora podemos integrá-la à sublimação do sexo.

A energia sexual é também energia criativa que, ao ser sublimada de maneira constructiva, nos conecta com nossa essência através do amor. Nossa energia sexual está conectada a processos de atração em nossa própria percepção, que podem fortalecer as conexões através de nosso mundo emocional, mental e/ou físico. Como limos na sublimação da realidade mental (clique aqui para ler o artigo completo) percebemos só as coisas às que damos atenção, então na medida em que vamos nos conhecendo, através de nossa própria experiência, temos a opção de expandirmos nossa consciência pessoal, para aprendermos a conectarmos com nossos próprios sinais pessoais, e, assim, de maneira mais assertiva com o mundo.

Reconhecendo como nossas emoções, pensamentos e percepções influenciam na maneira em que experimentamos nossa energia sexual, podemos seguir 3 passos simples para sublimá-la de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que motivos nos levam a vivermos nossa sexualidade como o temos decidido?, que sentimos e pensamos depois do ato sexual ou do orgasmo? Exemplo: meu motivo para iniciar minha vida sexual foi minha baixa autoestima, sempre pensei que o sexo era uma maneira de controlar meu par para tê-lo ao meu lado. Enquanto tive esse pensamento era común me sentir dolorida e vazia, como se algo me faltasse que não podia encontrar fora de mim, muitas vezes me sentia cansada, como se não tivesse energia, mas pensava que isso era normal.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: Pesquisando descubri que não era normal sentir-me como me sentia e comecei a ler sobre vários assuntos e a sentir-me mais a mim mesma em cada momento, minha consciência sobre minha energia sexual se ampliou e hoje percebo que não é só uma questão de meus mundos emocional, físico e mental, mas que também inclui meu mundo sentimental e os mundos emocional, físico, mental e sentimental da pessoa com a que permito que se estabeleça esse relacionamento.

  3. Foquemos nossa energia no presente e aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo em nossos próprios relacionamentos através de nossa interação pessoal integrada a nossos sinais internos.

A reflexão que fica para hoje é: Focamos nossa energia sexual por convicção pessoal ou por comprazer aos outros?

Com amor,
Ángel

version en español

English version

Perdão Parte 5: Alinhando a voz interior

version en español

English version

Nossa perspectiva sobre o perdão se expande ao entendermos que toda ferida nasce de expectativas e necessidades, e que, ao assumirmos a responsabilidade, soltarmos o controle e aceitarmos a verdade começamos a viver uma realidade em que descubrimos que o principal motivo das feridas é nossa falta de conexão pessoal, o que nos leva a construir uma nova forma de nos relacionarmos, a partir do respeito por nós mesmos.

Nosso ego é um aliado poderoso quando decidimos integrá-lo como parte do ser integral que somos (clique aquí para ler o artigo completo sobre integração do ego), mas, enquanto tentemos “ignorá-lo” continua sendo o opositor de nossa voz interior, essa outra voz que nos compara, positiva ou negativamente, com os outros, essa voz que julga, essa voz que teme mesmo arriscando, essa voz que, ao questionarmos, sempre vai dar-nos uma resposta que vem da preservação de nós como indivíduos separados.

Quando exercitamos focar nosso ego em nos conhecermos melhor, nossos pensamentos começam a se acostumarem a falar de nós mesmos, evitando o julgamento, a comparação e a culpa, é nesse momento que começamos a sentir nossa voz interior, a que nos aceita como somos e nos mostra a maneira mais apropriada de nos construirmos em cada momento de nossa vida. Uma pergunta super útil para verificar a origem de cada pensamento é: Isto é só para meu bem-estar ou contribui para o bem-estar de tudo e todos? Com o tempo o ego aprende a fluir com o coração e a voz interior vai se alinhando e focando no que nos permite fluir, e amamos, que causa um impacto coerente e construtivo em nós e tudo ao nosso redor.

Escutar a voz interior é confiar de verdade em nós mesmos, compreender que sempre estamos acompanhados, que há infinitas maneiras de nos relacionarmos com nós mesmos, e com o mundo, e que podemos sempre decidir fluir com nosso coração.

Esta tem sido a semana do perdão, espero que tenham gostado e que se houver algem tema sobre o que querem conhecer meu punto de vista o enviem. Tenham um ótimo fim de semana.

Com amor,
Ángel

version en español

English version