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Escritora y asistente en procesos personales, haciendo parte de la construcción de un mundo más colaborativo y transparente a partir de mi propia coherencia personal (alineamiento de mi corazón y mi mente, a través de sentimientos, pensamientos, palabras y acciones). Escritora e assistente em processos pessoais, fazendo parte da construção de um mundo mais colaborativo e transparente a partir de minha própria coerência pessoal (alinhamento de meu coração e minha mente através de sentimentos, pensamentos, palavras e ações). Writer and personal processes assistant, being part of the construction of a more collaborative and transparent world, from my own personal coherence (alignment of my heart and mind, through feelings, thoughts, words and actions).

Injustiça e Poder Parte 3: Relacionamentos

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Para terminarmos a série sobre Injustiça e Poder, abordaremos esses aspectos em nossos relacionamentos. Podemos vivenciar injustiça em qualquer tipo de relacionamento, especialmente quando somos injustos com nós mesmos (não respeitamos nossos princípios, nossos gostos, nosso tempo e priorizamos a satisfação dos outros) ou quando, por medo de estarmos sozinhos ou sendo rejeitados, criamos uma caráter que não é necessário (independente da nossa natureza, podemos encontrar pessoas compatíveis para nos relacionarmos).

Nos relacionamentos há muito abuso de poder e injustiça, seja a partir do machismo, do feminismo ou da ideia de que uma das partes deve assumir o controle do relacionamento, e todas as opções anteriores apenas criam relacionamentos com base no medo, cujo destino é a rotina, porque a espontaneidade e a verdade nas interações estão completamente perdidas. Se necessitamos assumir ou delegar o poder em qualquer tipo de relacionamento, devemos rever nossa falta de aceitação, porque quando nos aceitamos plenamente percebemos a importância do empoderamento pessoal, cada um de nós é único, e quando conseguimos integrar nosso poder pessoal com o de outras pessoas, criamos bases sólidas baseadas na verdade e na transparência, uma forma sólida de construirmos de forma sustentável (clique aqui para ler o artigo sobre relacionamentos construtivos).

Muitas vezes, entramos num relacionamento baseados em emoções que nos levam a reagirmos, ou a “agirmos impulsivamente”, por isto é importante que tenhamos calma para conhecer às pessoas e entender como elas se encaixam em nossas vidas, ou se apenas estão presentes para nos ensinarem algo sobre nós mesmos, que não temos percebido, e que precisamos trabalhar para entendermos as situações que manifestamos em nossa vida, o que acontece conosco (clique aqui para ler o artigo sobre o que merecemos).

Aqui estão alguns pontos de vista que podem nos ajudar na nossa tomada de decisões em relação aos nossos relacionamentos:

  1. Sentimos que não recebemos o que damos? É muito comum procurarmos o que pensamos que precisamos no exterior, a questão é que, de fora, só encontramos o que estamos dentro. Se nos mentem, pensemos a quem mentimos, se nos traem, perguntemos-nos a quem traímos, se não cumprem o que nos dizem, a quem não cumprimos o que dissemos? Estamos acostumados a priorizarmos algumas pessoas e a dar-lhes tratamento especial, e são essas pessoas que podem nos mostrar mais facilmente nossas ações e reações com aquelas que não consideramos uma prioridade, a responsabilidade pelo que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos é nossa, precisamos aprender a decidirmos com mais consciência (clique aqui para ler o artigo sobre decisões de convicção).

  2. Induzimos às pessoas com quem nos relacionamos a fazerem o que queremos? Muitas vezes criamos, em nossas realidades, necessidades que nos mantêm presos à idéia do poder, por isso é possível atrairmos pessoas inseguras que estão dispostas a buscarem a nossa aprovação, dando-nos prazer em tudo o que queremos (devemos ter especial cuidado com isso nos relacionamentos familiares e quando criamos crianças, porque essas atitudes podem comprometer seu desenvolvimento saudável no mundo). Exercer nosso poder sobre os outros é afirmar que não somos bons o suficiente para nos conectarmos livremente com as pessoas, e permitirmos que elas devolvam o que damos, pois percebemos, conscientemente ou inconscientemente, que geralmente damos incoerência e falta de aceitação.

Durante muito tempo, eu me comparei com outras pessoas e reclamei sobre minha situação, queria que as pessoas soubessem do que eu gostava para que me satifazessem em tudo, mas percebi que, apesar de ter tudo o que eu achava que queria, eu não estava feliz com nada, então decidi trabalhar em mim mesma aplicando princípios universais na minha vida que me ajudaram a me conhecer melhor, e a entender que apenas aumentando meu poder pessoal, assumindo a responsabilidade pelo que eu sinto, penso, digo e faço, de maneira consciente, eu me sinto cada vez mais conectada a mim mesma e, conseqüentemente, mais calma (clique aqui para comprar o livro 7 Níveis de Empoderamento Pessoal). O que você faz, que permite que você esteja em harmonia?

Com amor,
Ángel

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Injustiça e Poder Parte 2: Local de Trabalho

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Voltando à série de injustiças e poder, o tema central hoje é como podemos agir de forma mais assertiva diante dessa situação no local de trabalho. O principal nesta situação é que entendemos que é nossa decisão estarmos onde estamos, as razões podem ser medos ou convicções, mas somos sempre quem decide o lugar onde estamos, e geralmente temos algo a aprender a partir daí.

Ouvi muitas pessoas se queixarem da injustiça sobre as pessoas que ocupam cargos importantes fazendo menos que elas, mas também notei que muitas dessas pessoas que se queixam parecem trabalhar muito, porque às vezes simplesmente não estão na área para a qual têm talento e para fazer o mesmo que os outros levam muito mais tempo e esforço. Isso tem acontecido com você? Podemos perceber isso facilmente quando fazemos algo de que não gostamos, por exemplo, não gosto de cozinhar sozinha, e quando o faço, gasto mais tempo cozinhando algo do que a pessoa que gosta, e não fica a comida tão gostosa quanto a dela, parece que falta algo. Isso é o que acontece, precisamos nos conhecermos melhor para trabalharmos em algo para o qual temos talento e com o que podemos fluir, o que nos impede de vermos a situação da ascensão de alguém, que aparentemente trabalha menos, como uma injustiça.

Agora, se depois de ampliarmos nossa perspectiva, ainda percebemos que há injustiça, é hora de procurarmos um lugar para trabalharmos que seja mais compatível com nossos valores e princípios. É importante termos certeza sobre o que queremos para podermos estabelecer os limites dentro dos quais procuraremos o trabalho apropriado numa empresa compatível conosco (clique aqui para ler o artigo sobre como estabelecer limites). Precisamos confiar o suficiente em nós mesmos para podermos aceitar o que merecemos, bem como compreender as nossas necessidades em todos os aspectos de nossas vidas, que muitas vezes podem ser mais simples do que parecem e nos abrem possibilidades para que possamos trabalhar em áreas que se encaixariam numa realidade de extrema necessidade não tão necessária (clique aqui para ler o artigo sobre identificação de necessidades).

Aqui temos alguns pontos de vista que podem nos ajudar na nossa tomada de decisão em relação à nossa vida profissional:

  1. Sentimos que devemos trabalhar duro para conseguir pequenas coisas? Percebendo os momentos da nossa própria vida em que sentimos que o que fazemos é algo de que gostamos e nos permite fluir, percebemos o que é quando esquecemos do tempo e da energia que estamos dedicando. Então, se fizermos algo que não nos permite fluir, isso nos cansa e nos faz sentir que precisamos fazer um esforço para fazê-lo, precisamos avaliar outras possibilidades para monetizar o que fazemos de nossos talentos pessoais integrados. O que é que nos facilita, e o que gostamos de fazer, que contribui para a construção de uma humanidade mais humana, e como podemos monetizar isso para viver onde estamos?

  2. As necessidades materiais que temos são realmente necesarias? Muitas vezes, criamos em nossa realidade necessidades que nos mantêm prisioneiros de algo de que não gostamos no ambiente de trabalho, quando percebemos que precisamos de menos do que acreditamos podermos avançar em nossa vida pessoal, porque construímos com mais calma e satisfação nossa vida material através de nossos talentos.

Nos meus 6 anos de vida profissional, aprendi que posso fazer tudo o que eu me proponho a fazer, mas que, por vezes, exige fazer coisas que não estão alinhadas com meus valores e princípios, então eu decidi que prefiro fluir no que faço com mais facilidade, É por isso que escrevo e ajudo as pessoas nos seus próprios processos, então sinto que sou mais consistente comigo mesma e que posso me conectar mais genuinamente com tudo e todos ao meu redor, tenho tempo para mim e para as coisas e as pessoas que são uma prioridade na minha vida, hoje tenho a certeza de que não preciso de tudo o que queria, e agradeço o que chega para construir o que realmente quero de coração, o que se manifesta no meu presente. O que você faz permite que você esteja em harmonia?

Com amor,
Ángel

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Injustiça e Poder Parte 1: Estamos vivendo isto?

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Hoje, eu decidi perguntar a um amigo sobre as reclamações que ele ouve de outras pessoas, e a questão sobre a qual mais falam é sobre injustiça, tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. No trabalho é apresentado, acima de tudo, no reconhecimento da perspectiva pessoal de cada um, pois é percebida a desigualdade de remuneração em relação ao esforço de trabalho e o que chamamos de “puxa-saquismo” no Brasil. Já na vida pessoal, pode acontecer em nossa família, casal ou amizades, é também a percepção de que o que fazemos não é suficiente para as pessoas, que cada vez exigem mais de nós e não reconhecem nosso “esforço” (eu coloco a palavra esforço entre aspas porque é o que fazemos quando tentamos buscar aprovação externa, o que não é necessário quando começamos a nos guiar através da aprovação interna – clique aqui para ler o artigo completo sobre Aprovação Interna em 3 passos).

Conectado ao conceito de injustiça, em geral, há poder sobre outros, outra questão que surgiu em uma conversa com outro amigo ontem. No trabalho, em alguns casos, as pessoas que ocupam posições mais altas são pessoas que usam seu poder pessoal para manipular todos e tudo a seu redor, e essa é uma das razões para chegar a essa posição (fora do poder que eles têm com o conhecimento e a experiência que podem ter), obviamente, se nosso desejo é exercer nosso poder pessoal sobre nós mesmos, não nos encaixamos numa posição que exige fazer isso, certo? Já em outros tipos de relacionamentos, encontramos pessoas que querem exercer controle sobre os outros e não deixá-los ser eles mesmos (fiquemos de olho, podemos ser nós mesmos), aqui encontramos avós, pais, filhos, irmãos, casais, amigos, que querem tudo feito à sua maneira e, quando isso não é feito, eles usam o medo como uma ferramenta de manipulação para ganhar controle.

Nos sentimos identificados com alguma dessas situações? Se a resposta for “SIM”, continuemos lendo a série sobre Injustiça e Poder para que possamos encontrarmos uma maneira assertiva de sair dessa situação e criar novas oportunidades em nossa vida com base em decisões pessoais feitas por convicção (clique aqui para ler o artigo sobre decidir por convicção).

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 5: Emoções e Sentimentos

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Agora que entendemos um pouco melhor a sublimação (clique aqui para ler o artigo de sublimação completa) e como a experimentamos em um nível mental (clique aqui para ler sobre a realidade mental), criativo (clique aqui para ler sobre energia criativa) , e sexual (clique aqui para ler sobre energia sexual), podemos entender melhor a sublimação das emoções em sentimentos.

As emoções são energia reativa e inconsciente em movimento, decorrem de necessidades e crenças que assumimos como nossas ao longo de nossas vidas. Nós as somatizamos no corpo e nos identificamos com eles até o ponto em que pensamos que é o idioma do nosso coração. As emoções nos fazem reagir de acordo com o que integramos, passamos das lágrimas ao riso, do afeto aos gritos e vice-versa. Os sentimentos são energia ativa e consciente em movimento, decorrem de necessidades e crenças que são construídas a partir do que há no nosso coração, com as quais fluimos em harmonia com o nosso ambiente a partir do que sentimos. Nós os sentimos no corpo como um estado de paz e coerência com a nossa essência. Podemos agir a partir de nossos sentimentos, porque nossa compreensão de cada situação se expande de acordo com a nossa experiência e a forma como pensamos, tornando-nos mais assertivos em nossa expressão.

Conhecendo as emoções e os sentimentos, podemos seguir 4 passos simples para sublimar nossas emoções de forma construtiva e em harmonia com nossa essência e nosso coração.

  1. Perguntemos-nos: quais pensamentos temos durante o dia que geram alguma emoção negativa ou positiva? Que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplos: como um exemplo de pensamento e emoção positiva, se pensarmos que vamos sair com alguém de quem gostamos, sentimos pequenas borboletas na barriga e quando nos chamam, o pensamento e a emoção se intensificam. Como um exemplo de pensamento e emoção negativa, se pensarmos que alguém está mentindo para nós sentimos a emoção em alguma parte do corpo que manifesta a impotência e quando nos diz algo que sabemos, ou pensamos, que é uma mentira, pensamento e emoção se intensificam..

  2. Como reagimos quando sentimos essas emoções no corpo? Exemplos: para o primeiro caso, a reação pode ser sorrirmos e ficarmos ansiosos, para o segundo pode ser gritarmos e encararmos à pessoa.

  3. Como podemos trabalhar a emoção e agir de forma mais assertiva? Exemplos: para trabalharmos a emoção precisamos de respiração diafragmática profunda até nos sentirmos calmos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo positivo, sorrirmos ainda pode ser assertivo, porque também se sente na voz, e para continuarmos é importante que nos perguntemos se a pessoa com a qual vamos sair é realmente alguém com quem queremos construir algo juntos na realidade do que essa pessoa é e do que somos. Para agirmos de forma mais assertiva no exemplo negativo, uma vez que a emoção é trabalhada, pensemos se fomos sinceros, com nós mesmos e com os outros, e nos perguntemos por que nós mantemos essa pessoa em nossa vida.

  4. Avaliemos o que permitimos, porque as emoções nos levam a lugares e pessoas para que aprendamos algo, que não temos querido aprender através da auto-reflexão. Entendamos que o que queremos de coração, é o sentimento de harmonia com nós mesmos que nos guia no nosso próprio caminho.

A reflexão que fica para hoje é: o que temos que aprender sobre nós mesmos através das situações em que vivemos?

Com Amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 4: Sexo

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Já temos entendido como nossa energia criativa é essencial em nosso processo reconectivo (clique aqui para ler o artigo sobre sublimação da energia criativa), agora podemos integrá-la à sublimação do sexo.

A energia sexual é também energia criativa que, ao ser sublimada de maneira constructiva, nos conecta com nossa essência através do amor. Nossa energia sexual está conectada a processos de atração em nossa própria percepção, que podem fortalecer as conexões através de nosso mundo emocional, mental e/ou físico. Como limos na sublimação da realidade mental (clique aqui para ler o artigo completo) percebemos só as coisas às que damos atenção, então na medida em que vamos nos conhecendo, através de nossa própria experiência, temos a opção de expandirmos nossa consciência pessoal, para aprendermos a conectarmos com nossos próprios sinais pessoais, e, assim, de maneira mais assertiva com o mundo.

Reconhecendo como nossas emoções, pensamentos e percepções influenciam na maneira em que experimentamos nossa energia sexual, podemos seguir 3 passos simples para sublimá-la de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que motivos nos levam a vivermos nossa sexualidade como o temos decidido?, que sentimos e pensamos depois do ato sexual ou do orgasmo? Exemplo: meu motivo para iniciar minha vida sexual foi minha baixa autoestima, sempre pensei que o sexo era uma maneira de controlar meu par para tê-lo ao meu lado. Enquanto tive esse pensamento era común me sentir dolorida e vazia, como se algo me faltasse que não podia encontrar fora de mim, muitas vezes me sentia cansada, como se não tivesse energia, mas pensava que isso era normal.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: Pesquisando descubri que não era normal sentir-me como me sentia e comecei a ler sobre vários assuntos e a sentir-me mais a mim mesma em cada momento, minha consciência sobre minha energia sexual se ampliou e hoje percebo que não é só uma questão de meus mundos emocional, físico e mental, mas que também inclui meu mundo sentimental e os mundos emocional, físico, mental e sentimental da pessoa com a que permito que se estabeleça esse relacionamento.

  3. Foquemos nossa energia no presente e aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo em nossos próprios relacionamentos através de nossa interação pessoal integrada a nossos sinais internos.

A reflexão que fica para hoje é: Focamos nossa energia sexual por convicção pessoal ou por comprazer aos outros?

Com amor,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 3: Criatividade

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Sublimando nossa realidade mental (faça clique aqui para ler o artigo sobre sublimação de nossa realidade mental completo), abrimos uma porta para nos conectarmos com nossa energia criativa, já que ao fluirmos com a vida confiamos mais em nós mesmos e em nossas capacidades. Hoje o assunto central é a sublimação de nossa energia criativa.

Cuando nutrimos uma realidade empoderante, que nos reconecta com a confiança em nós mesmos, e na vida, começamos a integrarmos a informação interna e externa que recebemos de maneira mais autêntica para expresá-la, questionando-nos mais sobre o que nos chega, pois descobrimos que todos somos diferentes e, ao mesmo tempo, fazemos parte da realidade coletiva que existe.

Agora que temos uma realidade mental mais construtiva e baseada no que é mais apropriado para nós desde nossa própria experiência, podemos integrar alguns passos para aumentarmos nossa reconexão pessoal e permitirmos que nossa criatividade flua, em todas as áreas de nossa vida.

  1. Hidratação: Somos conscientes da qualidade de hidratação de nosso corpo? Exemplo: a água que consumimos deve ter minerais essenciais para nos hidratarmos, podemos mineralizar a água com sal marinho, e um pouco de bicarbonato de sódio, e solarizá-la, para mim essa mudança tem dado muito bom resultado, meu corpo funciona melhor e pede menos líquido durante o dia. Pesquisemos e erxperimentemos com nosso próprio corpo.

  2. Nutrição: Comemos para nos alimentarmos ou para nos nutrirnos? (Clique aqui para ler o artigo para expandir a consciência pessoal). Exemplo: quando comemos pensando só em balancearmos farinhas e proteínas, estamos ignorando os minerais e vitaminas, que são essenciais para o funcionamento apropriado de nosso corpo. Eu tenho deixado as carnes e os lácteos porque tenho percebido que meu intestino absorve melhor os nutrientes dos alimentos funcionais e necessito comer menos para sentir-me com mais energia e mais saúde.

  3. Respiração: Sabemos qual é a qualidade de nossa respiração? Exemplo: nossa respiração vai se tornando mais curta e usamos só uma parte de nossa capacidade pulmonar para oxigenar nosso corpo. Eu tenho ido integrando uma respiração diafragmática profunda durante o dia e tenho me sentido mais conectada e tranquila.

  4. Regeneração celular: Dormimos o suficiente e damos ao corpo o que realmente necessita? Exemplo: nosso corpo necessita determinado tempo para regenerar-se e regularizar-se durante o sono, por isto é importante que saibamos quanto tempo necessitamos para acordarmos com disposição e energia. Na medida em que tenho melhorado minha nutrição, tenho percebido que meu corpo necessita menos tempo quando como o necessário (clique aqui para ler o artigo completo sobre regeneração celular).

Prestando atenção no nosso nível energético, de maneira integrada, permitimos que nossa criatividade flua com facilidade e em qualquer momento presente.

A reflexão que fica para hoje é: Pesquisamos realmente os processos que nos permitem ampliar nossa consciência pessoal?

Um abraço,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 2: Realidade Mental

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Agora que entendemos um pouco melhor o que é a sublimação (faça clique aqui para ler o artigo completo sobre sublimação), e como a experimentamos em nossa vida, podemos iniciar uma viagem através de nossa própria experiência, integrando todas as áreas que compõem nossa integridade humana. O assunto de hoje é a sublimação de nossa realidade mental, que é a base da maneira em que nos relacionamos com o mundo.

A realidade que existe em nossa mente, a que nutrimos, é a maneira em que vivemos nossa própria experiência. Temos várias opções e percebemos só as coisas às que damos atenção, porque é o que mais nos comunicam, já que nos conectamos e nos identificamos com isso. Então se decidirmos ver tudo como una adversidade, ou um desafio, nossa vida nos mostra isso em tudo o que fazemos, já quando decidimos ver tudo como um aprendizado vivemos a vida como uma experiência infinita de conhecimento. É por este motivo que é tão importante que verifiquemos a realidade que estamos nutrindo em nossa mente.

Reconhecendo como nossa mente influencia a maneira em que experimentamos nosso presente, podemos seguir passos simples para sublimarmos nossa realidade mental de maneira construtiva e em harmonia com todos e tudo ao nosso redor.

  1. Perguntemo-nos: Que pensamentos temos durante o dia que nos geram angustia, estresse, ansiedade, tristeza?, que situações diárias intensificam esses pensamentos e essas emoções? Exemplo: se pensarmos na situação do país, nos sentimos inseguros, isto se intensifica ao assistirmos ou lermos jornais e falarmos com as pessoas sobre o assunto.

  2. Com os pensamentos, e emoções, destrutivos identificados, podemos trabalhar transformando-os em ações construtivas que nos empoderam. Exemplo: buscamos a maneira de diminuirmos as necessidades que não são necessárias (faça click aqui para ver un passo a passo para avaliar nossas necessidades), de vivermos com o necessário, de pouparmos o que nos entra agora, de identificarmos nossos talentos para trabalharmos contribuindo com a construção de modelos mais construtivos, coerentes e transparentes, onde quer que estejamos.

  3. Identifiquemos os pensamentos e situações em nosso dia que nos trazem tranquilidade e nos fazem ter confiança em nós mesmos. Exemplo: quando focamos em fazermos algo para o que temos talento, quando passamos tempo com nós mesmos, com nossos filhos, com animais, com pessoas, com a natureza, etc.

  4. Foquemos nossa energia em intenção (pensamentos, sentimentos, palavras e ações) no que nos faz sentirmo-nos conectados com nós mesmos e com o mundo. Aprendamos algo novo sobre nós e as maneiras de termos um impacto mais construtivo desde casa.

A reflexão que fica para hoje é: Quanto tempo dedicamos por día para sublimar o que é construtivo para nós?

Um abraço,
Ángel

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Sublimação de Nossa Experiência 1: Definição e Contextualização

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Hoje, enquanto tomava meu suco bomba de nutrientes, reflexionava sobre o fato de sentir-me em éxtase quando o consumo, e não é só porque seu gosto me produz prazer, mas porque tudo o que representa no nível nutricional e energético, para mim, o faz ser uma das coisas sagradas em minha vida. Tenho percebido que nós mesmos podemos construir sentimentos sublimes sobre coisas que parecem simples e às quais normalmente no lhes damos muita importância, é questão de vivermos o momento plenamente e ampliarmos nossa consciência sobre nós mesmos. Isto se conhece como SUBLIMAÇÃO, que, segundo a definición, é engrandecer, exaltar, elevar a un grau superior.

Durante nossa vida, quase sempre de maneira inconsciente, temos sublimado várias coisas, algumas destrutivas, conectando-as com a maneira em que nos sentíamos no nível emocional e mental em determinado momento, e também temos relacionado aspectos, que podem ser construtivos para nós, com momentos negativos no nível emocional e mental. Quando começamos a reparar nisso, descobrimos a origem de muitos de nossos vícios à comida, ao cigarro, à emoção, ao jogo, às pessoas, ao sexo, às drogas, à bebida, etc., e descobrimos que podemos conectar, de maneira consciente, hábitos mais constructivos, através do sentimento de amor por nós mesmos.

Cada ação traz consequências, sejam a curto ou longo prazo, é por isto que é importante que comecemos a escolhermos de maneira mais consciente e assertiva as decisões que queremos tomar para impactar nossa vida, nossa saúde, níveis de energia, relacionamentos com nós mesmos e com os outros, etc., de forma construtiva. Por este motivo, esta semana focaremos em conhecer maneiras simples de sublimarmos diversas áreas de nossa vida, desde os mínimos detalhes.

A reflexão que fica para hoje é: O que temos sublimado que é destrutivo para nós?

Um abraço,
Ángel

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Hábitos Construtivos: 2 passos para analisarmos e empoderarmos hábitos

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Nestes dias têm surgido muitas conversas relacionadas aos hábitos, que podemos perceber como a maneira de representarmos nossa disciplina. Muitas vezes pensamos que não somos disciplinados porque no conseguimos fazer o que pensamos que seria mais construtivo para nós, mas a verdade é que somos disciplinados com nossos hábitos destrutivos e, fora disso, temos um apego emocional a eles que necessitamos soltar quando realmente queremos transformar nossa vida.

A questão não é que sejamos disciplinados, mas que sejamos livres para sermos o mais apropriado para nós mesmos, de acordo ao que vivemos.

Quando avaliamos a causa de nossos hábitos destrutivos, normalmente encontramos ideias baseadas em crenças ou uma canalização inconsciente de nossa própria energia. Já os hábitos construtivos geralmente têm um propósito dentro de nossa experiencia, e se encaixam em nossa vida porque nos fazem nos conectarmos com nosso estado de fluxo (níveis constantes de energía fluida, tranquilidade, reconexão com nós mesmos, saúde, etc.).

Vendo as coisas desta maneira, podemos aplicar estes dois passos para identificarmos e substituirmos os hábitos que não têm propósito constructivo en nossa vida neste momento:

  1. Escolhamos un hábito e perguntemo-nos: Para que fazemos isso?, por que o fazemos?, quanto tempo lhe dedicamos a este hábito durante o dia?, tem um propósito construtivo para nós e quem está ao nosso redor?
  2. Se a resposta á última pergunta é NÃO, podemos continuar. Agora preguntemo-nos de novo: O que poderíamos fazer nesse tempo que investimos no hábito destrutivo?, há algum hábito construtivo que queremos incluir em nossa vida?, podemos construir algo diferente durante esse tempo?

Lembremo-nos de que hábitos são todas as reações, ou ações, que manifestamos repetidamente em nossa vida como querermos ter a razão, procurarmos a aprovação dos outros através do que pensam ou dizem sobre nós, comer para matar a fome, nos justificarmos por tudo, continuarmos conflitos, etc. Tudo pode ser transformado quando analisamos com amor o que realmente nos constrói. Cada hábito construtivo que integramos, nos tira de um círculo vicioso e nos abre a uma espiral de evolução a partir do autoconhecimento.

Com amor,
Ángel

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Perdão Parte 5: Alinhando a voz interior

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Nossa perspectiva sobre o perdão se expande ao entendermos que toda ferida nasce de expectativas e necessidades, e que, ao assumirmos a responsabilidade, soltarmos o controle e aceitarmos a verdade começamos a viver uma realidade em que descubrimos que o principal motivo das feridas é nossa falta de conexão pessoal, o que nos leva a construir uma nova forma de nos relacionarmos, a partir do respeito por nós mesmos.

Nosso ego é um aliado poderoso quando decidimos integrá-lo como parte do ser integral que somos (clique aquí para ler o artigo completo sobre integração do ego), mas, enquanto tentemos “ignorá-lo” continua sendo o opositor de nossa voz interior, essa outra voz que nos compara, positiva ou negativamente, com os outros, essa voz que julga, essa voz que teme mesmo arriscando, essa voz que, ao questionarmos, sempre vai dar-nos uma resposta que vem da preservação de nós como indivíduos separados.

Quando exercitamos focar nosso ego em nos conhecermos melhor, nossos pensamentos começam a se acostumarem a falar de nós mesmos, evitando o julgamento, a comparação e a culpa, é nesse momento que começamos a sentir nossa voz interior, a que nos aceita como somos e nos mostra a maneira mais apropriada de nos construirmos em cada momento de nossa vida. Uma pergunta super útil para verificar a origem de cada pensamento é: Isto é só para meu bem-estar ou contribui para o bem-estar de tudo e todos? Com o tempo o ego aprende a fluir com o coração e a voz interior vai se alinhando e focando no que nos permite fluir, e amamos, que causa um impacto coerente e construtivo em nós e tudo ao nosso redor.

Escutar a voz interior é confiar de verdade em nós mesmos, compreender que sempre estamos acompanhados, que há infinitas maneiras de nos relacionarmos com nós mesmos, e com o mundo, e que podemos sempre decidir fluir com nosso coração.

Esta tem sido a semana do perdão, espero que tenham gostado e que se houver algem tema sobre o que querem conhecer meu punto de vista o enviem. Tenham um ótimo fim de semana.

Com amor,
Ángel

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